reformas
24 Janeiro, 2011
Os interessados na reforma do regime têm uma boa solução para o preservar: propor a revisão constitucional da eleição presidencial, restringindo-a a uma única, e aumentando a duração do mandato para, por exemplo, sete anos. Isto evitaria que só tivessemos Presidente da República de cinco em cinco anos, reforçaria a componente presidencial do regime e traria maior equílibrio ao desempenho político das magistraturas, evitando que os governos fizessem o que lhes apetece no primeiro mandato dos presidentes.
6 comentários
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O sókas é um aldrabão descarado.
então a vitória de cavaco é a vitória da estabilidade, diz ele.
se ganhasse o querido dele, pateta alegre, seria a vitória da instabilidade…
mas o vigarista freeportiano esqueceu-se de dizer isso na campanha…
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Cavaco Silva Presidente +Passos Coelho e Paulo Portas no governo +revisao constituicional=24 de Abril… nao acreditam ?esperem um ano..!!!!!
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Totalmente de acordo, caro Rui. Aliás, escrevi-o aqui http://ow.ly/1b07LW antes de ter lido o seu post.
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Se olharmos para trás e virmos aquilo que têm sido o primeiro e o último mandato do PR, considero que seria de preservar o primeiro mandato, em que terão que prestar contas ao eleitorado, em detrimento do segundo… Tendo o PR poderes consideráveis, ao contrário do que se diz por aí, inclusive o poder de veto (sendo Portugal o único país semi-presidencial em que o seu PR é um veto player), um cheque em branco pelo período de 7 anos não seria, na minha opinião, desejável, nem daria garantias de estabilidade e responsabilidade. Seria mais genuíno é certo mas bem mais “beligerante”, basta lembrar que Mário Soares no 2º mandato duplicou o número de veto, colocando uma série de problemas ao executivo. Num país onde nem sempre os governos têm condições de governabilidade seria mais um elemento a pesar contra o equilíbrio e a estabilidade…
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Se olharmos para trás e virmos aquilo que têm sido o primeiro e o último mandato do PR, considero que seria de preservar o primeiro mandato, em que terão que prestar contas ao eleitorado, em detrimento do segundo… Tendo o PR poderes consideráveis, ao contrário do que se diz por aí, inclusive o poder de veto (sendo Portugal o único país semi-presidencial em que o seu PR é um veto player), um cheque em branco pelo período de 7 anos não seria, na minha opinião, desejável, nem daria garantias de estabilidade e responsabilidade. Seria mais genuíno é certo mas bem mais “beligerante”, basta lembrar que Mário Soares no 2º mandato duplicou o número de veto, colocando uma série de problemas ao executivo. Num país onde nem sempre os governos têm condições de governabilidade seria mais um elemento a pesar contra o equilíbrio e a estabilidade…..
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Se for verdade, essa adivinhação, seria uma boa notícia para Portugal.
Quase 50% dos portugueses acham que viviam melhor antes do 25 Abril do que agora.
apesar de toda a intoxicação sobre a “fome” ditadura e blá, blá que os media inculcam sobre o “fáá´ssschismo” desde então.
Como se não houvesse mais de 40 mil idosos a passar fome
como se não houvesse centenas ou milhares de seres humanos a viver nas ruas.
Coisa que não belisca em nada os críticos do “fáá´´assschismo”…
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