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“Síndrome de Estocolmo” *

3 Fevereiro, 2011
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«Sócrates e os seus apostam contra Passos Coelho, cavalgando um dos maiores paradoxos deste País – apesar de quase toda a desgraça em que estamos resultar do mau Estado que temos, os portugueses continuam a entornar as suas preces nesse mesmo Estado, buscando o remédio no causador da doença

 

* Ontem, no Diário de Notícias

5 comentários leave one →
  1. joao's avatar
    joao permalink
    3 Fevereiro, 2011 11:15

    que grande melão tem hoje o CAA…..ah,ah,ah……embrulha

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  2. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    3 Fevereiro, 2011 13:25

    A Ana Gomes deue em pirómana e assassina. Não percebo como ninguém pede a demissão do cargo de Deputada no PE, já que estas decalarações não devem ser aceites em democracias livres e ocidentais:
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    http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2011/02/publicidade-institucional.html
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    Se a nossa direitinha anda às aranhas, a nossa esquerda dá em assassina. Pffff!
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    Que vergonha, o que esta Ana Gomes escreveu… Que vergonha. Para Portugal e para os portugueses.

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  3. Ricciardi's avatar
    Ricciardi permalink
    3 Fevereiro, 2011 14:06

    Pois. É uma questão de credibilidade de quem se candidata a pretendente ao trono. O povo prefere ver a nudez do rei se, quem lhe diz o contrario, disser que querem matar o rei. Apesar de tudo gostam do rei. Nu ou vestido é um pormenor de somenos importancia. O povo olha para a esquerda e ainda vê politicos a desejar a nacionalização de tudo o que mexe. Olha para a direita e vê pessoas a desejar privatizar tudo o que cintila. Neste enquandramento, ninguém troca aquilo que conhecem pelo o que desconhecem, o certo pelo incerto, o toma-lá pelo dar-te-ei.
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    Neste enquadramento de extremismos, sobrevivem os moderados. O PS e o PSD, que defendem a mesma coisa com intensidade diferente, dependendo do momentum social e economico. Ora mais para ali, ora mais para acolá. Atalhos sem mudar o rumo.
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    Os movimentos extremistas (comunistas e liberais) que pretendem o poder tentam instalar-se num daqueles dois partidos. Os comunistas passam a chamar-se socialistas democraticos e os liberais passam a chamar-se sociais democratas. Uns e outros são um minoria (felizmente) que nunca seriam eleitos para o que quer que fosse. Aqueles dois partidos para atrair o máximo de gente possivel tem discursos moderados, porém acenam com cenouras e chavões classicos. Uma espécie de isco para convencer essas minorias. Os liberais votam então num partido na esperança de influenciar o lider a transformar a sociedade e o estado numa grande empresa gerido com critérios puramente de mercado, atirando os (neo) classicos chavões de ordem: liberdade de escolha, livre-iniciativa e esperam que o mérito de cada um e todos somados se traduza numa sociedade melhor.
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    Os comunistas, pelo contrario, esperam um lider socialista democratico que enfatize desde logo o bem-comum como meio para alcançar a felicidade individual.
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    Enfim, como dizia há uns tempos… uns acreditam o caralho da sociedade, outros nos caralhos que a compõem.
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    Venha o Diabo e escolha.
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    RB

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  4. Fredo's avatar
    Fredo permalink
    3 Fevereiro, 2011 16:44

    A-C,
    É este o link, não é?
    http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2011/02/momento-ana-gomes.html

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  5. PMP's avatar
    PMP permalink
    3 Fevereiro, 2011 22:42

    Passos Coelho é o líder do Partido Social Democrata, mas não sabe o que é ou o que poderia ser a social-democracia actual, o que se poderia chamar de liberalismo racional e social.
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    Mistura ideias neo-liberais ou neo-tontas, como aquela de que o desemprego gera emprego, e aquela de que os pagadores de impostos devem pagar taxas nos serviços públicos de saúde,, ensino transportes públicos, etc. (principio do utilizador pagador).
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    Só agora começou a propor medidas de apoio à economia, à criação de emprego, ao aumento da qualidade no ensino universal e no SNS.
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    Claro que tem razão quando afirma a necessidade da redução do deficit público, mas parece não ter entendido bem a correlação deste com o deficit externo e com a taxa de desemprego.

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