sei o que fizeste no verão passado
Rui Rio diz, na carta dirigida à Presidente do P.E.N. Clube Português aqui já referida, que a sua consciência teria muita dificuldade em compatibilizar a ideia de liberdade com a pessoa de José Saramago, razão pela qual vetaria a proposta do seu nome para uma rua do Porto, se a decisão fosse sua. Eu também tenho, embora não me pareça que fosse a pessoa do escritor a estar em causa na pretendida homenagem, mas sim a sua obra literária. Nos seus amores e desamores, os portugueses têm alguma dificuldade em distinguir as pessoas das obras que elas nos deixam, o que até se pode compreender, mas não pode servir de critério. De resto, se o julgamento moral dos bafejados pela toponímia portuense fosse generalizado, deixaria certamente uma boa parte das ruas da cidade sem nome… Rio não aceita, portanto, o passado de intolerância de Saramago, nem que ele tenha promovido saneamentos políticos de jornalistas do DN no “Verão Quente de 75”. Com tanto amor à liberdade e memória tão fresca, estranha-se que Rui Rio não tenha rejeitado o lugar de vice-presidente do PSD liderado por Durão Barroso, o célebre “camarada Zé Manel” do não menos célebre MRPP, que, também pelos idos do mesmíssimo Verão de 75, se entretinha a perseguir professores e colegas da Faculdade de Direito de Lisboa, e até mesmo alguns “renegados” do seu partido, sobre quem pretendia lançar “fogo” revolucionário e purificador. Foi, aliás, por se recordarem desses tempos passados, que outros social-democratas, ao contrário do que fez Rui Rio, se afastaram do PSD de Barroso.

Quem dera a muitos serem tão sérios, honestos e coerentes como é Rui Rio.
Quem dera a muitos serem tão competentes e qualificados como é Rui Rio.
Rui Rio é um alvo “fácil” para o ataque daqueles que não gostam dele. E é-o porque não tem medo e dá “o peito às balas”. Dá a cara e não se esconde. Diz o que pensa e aceita arcar com as consequências.
A avaliação ao seu trabalho de autarca não poderá nunca ser feita por uma pessoa como o Rui A. que o apelida de “Autarca de segunda”. A avaliação tem sido feita pelos eleitores. A cada eleição lhe dão a derrota, e a cada eleição ele vence com mais folga. O Porto está a mudar e as pessoas sentem isso mesmo.
Rui Rio não governa o Porto com base em pormenores desinteressantes e que em nada contribuem para a melhoria de vida dos portuenses (Saramago nome de rua? que importa isso quando há gente a viver com dificuldades?). Rui Rio rege o seu trabalho para a população do Porto. Tem-no feito bem, e é (e será) reconhecido por isso.
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Acho muito bem que rejeite Saramago. Barroso Mudou. Saramago Não. Continuou a ser o mesmo adorador de déspotas. Lembrar o apoio de Saramago ao PS para a Câmara de Lisboa porque claro aí houve Euros dos Contribuintes para fazer o Filme…
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O facto de RRio ter sido eleito e reeleito para um cargo político, confirma-lhe a competência como político, mais o partido que o apoia.
Democraticamente é respeitável, mas não lhe dá o aval da competência.
Incompetentes eleitos, há às resmas.
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Comparar o pequeno percurso de Barroso na Faculdade de Direito nos idos 75 com toda a actuação política de Saramago só demonstra como hoje em dia toda a memória portuguesa é feita em cima do joelho.
Aliás como uma data de mais coisas.
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A intolerância perpassa este blogue de forma avassaladora, nos textos e nos comentários. Não é um exclusivo do Blasfémias, é uma marca portuguesa, que vai buscar raízes indesmentíveis ( e pelos vistos indestrutíveis…) na Inquisição, nos esbirros de Pina Manique, nos agentes e informadores da Pide. A democracia aqui é de carregar pela boca, chegou-nos tarde na história e sem livro de instruções, após uma conspuracada tolerância geral de meio século, no que foi o regime despótico mais duradouro de toda a Europa ocidental. Bananas governados por sacanas. E intolerantes, como se vê com o senhor Rio e o mar de gente que lhe vai na peugada.
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E assim, de coerente asneira em asneira coerente, Rui Rio fica cada vez mais o autarca do Porto e, cada vez menos, uma possível alternativa à liderança do PSD e do Governo do País.
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Pode juntar esta admirável decisão, apoiada numa argumentação retórica e apatetada, à inábil manipulação da verdade no caso dos aviõezinhos!
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Decididamente há pessoas que não aprendem!
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eu concordo e penso mais, acho que o rui rio devia manter-se coerente à sua premissa. A vida pessoal de cada um dos agraciados com o nome de uma rua deverá ser esmiuçada para bem do geo-moralismo. Começemos claro pelo periodo monarquico. Não consta que nenhum deles tenha tido um grande amor pela democracia portanto podiamos começar por aí o saneamento toponimico.
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Patéticas as “defesas” do Rui Rio. Será o homem tão medíocre que dele só conseguem dizer isto?
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Patéticos os “ataques” a Rui Rio. Será o homem tão excelente que o mal que dele conseguem dizer é isto?
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A tradição portuense é de não querer homenagear pessoas relacionadas com os diversos despotismos. Ainda hoje me repugna aquela estátua do D.João VI colocada pelo Estado Novo com a oposição clara do povo portuense. Ainda que por vezes falhe, a tradição portuense é a de usar este critério. Não foi Rio que o inventou – ele está a limitar-se a respeitar o espirito portuense. Em todo o caso, isto é um fait-diver. Há poetas com relação com o Porto que não têm nome de Rua. Por exemplo, Ferreira de Castro (que recentemente soubemos que não foi Nobel porque naquele ano dava jeito atribuir ao Churchill, que estava na penúria) ou ao José Régio (salvo erro, já se propos criação de rua, mas também foi recusada). Sinceramente, Saramago pode ir para a lista de espera até que nos esqueçamos de quem foi o homem, e apenas nos lembremos da obra…
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Pessoalmente teria vergonha, se na minha cidade fosse dado nome de Saramago a alguma rua.
Esse homem renegou o País onde nasceu.
O facto de ter ganho o Prémio Nobel, não lhe dá o carácter que nunca teve.
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Este assunto, da não atribuição do nome de Saramago a uma rua do Porto, já é velho, tal como a divulgação da carta dirigida à Presidente do P.E.N. Clube Português (entre outros meios, no site da CMP). O que me intriga é esta súbita vontade de dizer mal do Rui Rio vinda de sectores mais ou menos alaranjados! Será que anda coisa no ar e não é “avião de carreira”? Uma flagelação preventiva não vá começarem a lembrar-se dele para outras tarefas?
Entretanto, a necessidade de escrever um novo post sobre o assunto diz bem da pobreza da primeira prosa – basta ler a referida carta aberta para se perceber que acerta ao lado. E quanto ao segundo post, nem vale a pena comentar a comparação entre um comunista para toda a vida (gabe-se a coerência) e os devaneios maoístas de um rapazola.
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eu humildemente, se tivesse a fronha do Luis Melo não a exibiria, mas prontos: o rui rio também mostra a careca eh eh
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Saramago ficará para sempre na história da literatura portuguesa.
Pinto da Costa ficará para sempre ligado ao prestígio desportivo do Porto.
RRio talvez venha a ser lembrado como um homem pequenino que pretendeu notoriedade à custa deles.
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Este post é uma besteira. Equiparar Saramago a Durão Barroso só poderia lembrar a um analista de pacotilha, uma mente doentia.
Saramago foi um comunista empedernido até à hora da morte. Com efeito, jamais abjurou o seu estalinismo visceral. Além de ter sido, para toda a gente que o conheceu, um tipo sem carácter, capaz das maiores vilezas. E, como escritor, diga-se de passagem, não passa de uma trampa, como o futuro mostrará: o comité Nobel, é sabido, está farto de se enganar.
Durão Barroso, que pessoalmente detesto, foi maoísta (?) na juventude, mas arrependeu-se a tempo, como ninguém ignora.
Como é possível que alguém na posse de todas as suas faculdades pretenda igualá-los?
Parabéns ao Rui Rio pela sua lúcida coragem!
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Um prémio Nobel da Literatura é só isso: um prémio Nobel da Literatura. A importância é relativa. Alguém se lembra do nome do galardoado no ano anterior? E quem foi o premiado no ano seguinte? Ora gaita para o prémio nobel…
De resto Saramago tem um passado muito pouco abonatório. Nunca pediu desculpa ou mostrou arrependimento por ter estragado a vida dos jornalistas do DN que saneou e 1975; era iberista e tinha vergonha de ser português; foi autarca em Lisboa mas só presidiu a dois plenários da Assembleia Municipal, tendo renunciado; comparou Ramallah, na Cisjordânea, a Auschwitz; ameaçou mesmo renunciar à cidadania portuguesa mas aproveitou(-se) dela (ele e o cromo de nome Pilar) para ficar com a Casa dos Bicos; ofendeu uma boa parte dos portugueses com as frases: “ A Bíblia é um manual de maus costumes” ou “Deus é vingativo e má pessoa”
Como católico só posso desejar que aquele Deus a quem ele chamou de “filho da puta” lhe conceda o perdão e lhe dê o Eterno Descanso.
Obrigado Rui Rio pela sua frontalidade.
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Bem julgado, em parte, enfim, se o R Rio é um despeitado e contudo não desdiz do topónimo Sá Carneiro, a Pedras Rubras, um aeroporto votado ao caído em aeronave procedente da mourama e tudo. Mas há assim por toda a parte uns gajos apoucados de inteligência, como traidores. E R Rio nunca primou por alguma coisa que não fosse o despeito e a raiva do quer que fosse e de alguém, como o grande Porto, também.
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O mosca morta é só isso, e não mais, se não vai além do deus mosca morta igual, pura ideia que o disse Saramago e ele não logra entender, jamais, ihihi.
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Como católico só posso desejar que aquele Deus a quem ele chamou de “filho da puta” lhe conceda o perdão e lhe dê o Eterno Descanso.
Bem a declaração do hipócrita, que por ele não concedia o perdão, porém, temeroso do tal deus, como esse tal de mourinho, que tem cu, igual, respeitoso, por medo de deus. E estes não pensam noutra coisa, que têm cu e lá está deus que os pode castigar. Ainda bem.
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Certo? Incerto até à medula, **da-se!
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Tal e qual o major Valentão, este Rio Abaixo só deve conhecer o já ultrapassado «livro de cheques».
Ele quando ganhar o «Prémio Nobel dos Guarda-Livros», aí talvez, possa «fazer peito» ao Saramago!
Até lá, que vá comendo muita papa maizena….
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Para que o Essa agora não precise de ir lá abaixo. Pode a gota no cérebro ter-lhe atingido as unhas.
“Cada vez que me lês é mais um bocadito que te cai das palas laterais. Portanto, vai lendo! Preferirias escrever sozinho, caso em que terias sempre razão, excepto quando discordasses de ti. Mas discordarias muitas vezes, certamente. Até porque não terias ninguém para mandar à m****. Coisa que te custaria. A não ser que te mandasses a ti próprio, coisa que admito.”
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Essa agora não
entende e nem podia,
ora essa, se não é qualquer um
que percebe, na seita desse rui riu.
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Que pobreza mental!
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Saramago foi o que o que foi, e goste-se ou não, deixou obra de nível mundial. Não sei se Rio é realmente um bom autarca. Para bem dos portuenses gostaria que sim. Infelizmente o homem revela ser um perfeito inculto, veja-se a foma como foi atribuido um teatro ao La Feria que ainda por cima o deixou cheio de dívidas.
Esta mentalidade mesquinha, invejosa, vingativa nunca levou nem leva a lado nenhum. Apesar de todos os seus defeitos Saramago ficará na história da cultura deste país, Rio talvez fique na política, mas certamente pelos piores motivos. Saramago não merece ter nome de rua no Porto com o aval deste presidente de câmara.
Pelo teor de alguns comentários, está visto que uma rua com o nome Carlos Castro no Porto ficaria melhor que em Lisboa. Se calhar Rio nem levantaria objecções.
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“Como católico só posso desejar que aquele Deus a quem ele chamou de “filho da puta” lhe conceda o perdão e lhe dê o Eterno Descanso.”
Saramago pôs essas palavras na boca de Caim no livro com o mesmo nome. Se tivesse lido o livro perceberia porquê e em que contexto. Mas já que se diz tão católico, se se desse ao trabalho de ler O Evangelho Segundo Jesus Cristo perceberia porque é que os “católicos” o odeiam tanto. Mas isso deve ser muita areia para a sua camioneta. Emitir opiniões sem conhecer só está ao nível de um qualquer Rui Rio e seus apaniguados.
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Caro Berto,
É difícil ler Saramago. Não exija tanto de certas cabeças. Há tantos escrevinhadores que satisfazem… sei lá, o “Essa agora”, por exemplo. E a propósito de “Sei lá”, não acha também um bom título para esses…
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Não sei quem tem razão, sinceramente.
Não gosto de Saramago homem. Não gosto da maior parte dos seus livros, mas escreve muito bem. Não há contradição.
Não sei se podemos separar o homem do escritor.
Não gostava de ver no meu país nenhuma rua com o nome de Byron. O homem falou mal dos portugueses embora escrevesse muito bem e falasse bem da paisagem de Portugal. Por esse motivo também foi recusado o nome em Sintra.
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Céline é um dos maiores escritores franceses do século XX, senão o maior. Foi recusada e retirada pelo governo a comemoração do cinquentenário da sua morte. Porque falou mal dos judeus.
Só Rui Rio é burgesso?
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Certo,
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Como cristão, não vejo Deus desprovido de sentido de humor. Talvez, opino, Ele tenha o cuidado de convidar o Saramago para jogar golfe num dia particularmente ameno e solarengo, e falar sobre a vida.
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Aliás, temo pelo Saramago. O homem, que sempre esteve a dois mil passos da realidade, vai pensar que está a delirar, embora morto, e não acredita neste momento que, em estando morto, existe. Deve-lhe estar a dar a volta à cabeça neste momento. Não há nada como um comunista para viver em permantente estado de negação. Repetirá incessantemente, «estou morto, estou morto»?
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É chato para os «camaradas». Se nem acertam uma na Terra, como podemos inferir que estejam certos quanto à eternidade? Basta ver como deixaram os países em que tocaram. Vou lá confiar eu neles!
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Xico,
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Infelizmente, Byron não escreveu senão a verdade. Leia-o. Pior, o que era verdade em tempo da sua vida, continua a ser bem verdade hoje. Infelizmente, não mudámos o suficiente no que nos foi justamente apontado.
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O homem merece uma estátua por cá, ou pelo menos ser lido, se aparecer alguém com muita cabeça e nenhuma hipocrisia.
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Quanto ao Samerdago (nome intencional), dêem-lhe lá o nome da rua e perdoem-lhe os impostos. Façam com que a rua seja perpedicular à Avenida da Liberdade, ou que tenha uma redação de jornal, ou que dê para um asilo de doidos. Fica a calhar, apesar de seu ser um ávido leitor de Saramago.
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A piela do rui a. continua… Deu-lhe para defender o crápula do escrevinhador que, felizmente, já foi desta para (espero) pior. E para andar a morder as canelas do RR. Não “morro de amores” pelo RR, mas entre ele e o comuna trombudo escrevinhador…
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Ficapé
“É difícil ler Saramago”
Minha mãe tem 82 anos e a 4ª classe. Não perde um livro do Saramago, percebe o que lê, discute, contesta, aprova, rejeita. Mas LÊ. E por isso tem direito a opinião. Entendo que hajam leitores que gostem dos textos muito bem arrumadinhos, com os pontos e vírgulas no seu devido lugar, e que não os obriguem muito a pensar. Para pensar por eles cá estão os Rios, Cavacos, Sócrates e afins. Não é por acaso que estes políticos têm todos tiques ditatoriais. O quero, posso e mando ainda tem muitas simpatias por aqui.
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Rui Rio tem tiques fascistas!
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os cães sempre ladraram, mas a caravana sempre passou….
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Já o Francisco Colaço não lê, mas, cristão, tem direito a mentir, se logo o pode confessar. E deus desde o adão e eva vem a perder terreno aos molhos, mas lhe valha os cus lassos que sempre há-de haver.
http://www.ateismo.net/2011/02/11/grafico/
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Não é difícil ler Saramago no entanto registe-se que o homem não sabia escrever mas isso também não vem ao caso o que interessa é que ele era um social-fascista e felizmente no Porto não consideramos que isso seja digno de homenagem se quiserem homenagear o escritor comprem e leiam os livros mas se quiserem homenagear o homem nesse caso ganhem juizo e mudem-se para a Coreia do Norte que é mais apropriado se alguém não percebeu nada disto fique a saber que é um grande texto ao estilo de Saramago agora imaginem que isto foi um diálogo entre 3 pessoas diferentes
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Centrista,
Tem de olhar um dia destes para um livro do Saramago e, se conseguir, dar-lhe uma olhada por dentro. Não lhe faz mal nenhum e evita dizer o que disse. Em relação ao homem, enfim, tive (tenho) as minhas reticências. Mas também não sei muito bem como era Camões. Nem outros, mais pequenos. Mas conheço-lhes algumas taras menos boas. Uma chatice!
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Fincapé,
Estou neste momento a ler um livro do Saramago. E é por isso mesmo que afirmo, sem qualquer problema, que ele não sabia escrever. Mas se duvida, então abra também uma gramática portuguesa. O estilo de um escritor pode permitir-lhe contornar algumas regras, mas no caso de Saramago, é mesmo não saber escrever. Eu compreendo – ele não tinha sequer a 4ª classe, mas o facto é que não sabia escrever português. Acha que os tipos do Nobel leram a versão portuguesa? Claro que não, leram a versão na língua deles com tudinho corrigido…quem merecia o prémio era o tradutor.
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Não concordo consigo, mas isso não tem mal nenhum. Mas não percebo bem porque diz que ele não tinha a quarta classe. Sabe bem que ele tinha um curso secundário da época e que trabalhou pelo menos em dois jornais. Mas o interesse pelas habilitações académicas surge quase sempre em relação a Saramago, o que me faz desconfiar. Dos novos escritores portugueses, os mais conceituados têm em Saramago uma referências. Li apenas três livros dele e considero-os excelentes. Como sabe, há gente da igreja que o considera um grande escritor, apesar da sua posição em relação à igreja. Nunca concordei com posições demasiado extremadas de Saramago, nem com ideias políticas. Mas lembro-me de um ataque violento à ETA, no tempo do medo em relação a esta organização, e de posições em relação a Cuba. Admito que não se goste dele e que não se queira o seu nome numa rua, posso é discordar dos argumentos. Acho que um Lara em Portugal chega bem. Eu gosto que os escritores portugueses exportem bastante, como o Saramago. Mesmo que não os aprecie muito.
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