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Gostava de estar mais entusiasmado com as revoluções árabes*

25 Fevereiro, 2011
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No dia em que Mubarak fez a sua desesperada intervenção televisiva tentando evitar a demissão estive horas preso à televisão. Assim como no dia seguinte, quando a vigorosa rejeição da Praça Tahir, no Cairo, o levou a desistir a retirar-se do poder. Nesse dia celebrei  a sua queda ao jantar – um tirano a menos no mundo.

Porém nunca me senti à vontade para escrever sobre esta onda de “revoluções árabes”. Tal como Pacheco Pereira aqui escrevia no passado sábado, sentia que aquilo que me contavam os jornais e o que via nas televisões era um retrato incompleto, porventura uma narrativa naturalmente entusiasmada de jornalistas eufóricos por estarem a testemunhar mais uma revolução democrática, mas pouco mais do que isso. Perturbou-me, em particular, o que sucedeu à jornalista da CBS Lara Logan quando foi violentada nessa mesma Praça Tahir por gente que a gritava “judia”, “judia”.

Se no Egipto, apesar desse episódio, a revolução perecia ser conduzida por jovens da classe média que genuinamente aspiravam a mais liberdade e mais democracia, e se a transição parece estar a ser monitorada por umas Forças Armadas que compreender o valor da paz e das relações com os Estados Unidos, a verdade é que, ao olhar para o complexo mosaico do Médio Oriente nada indica que tudo tenha de correr bem. Na Tunísia, onde tudo começou, as primeiras manifestações surgiram depois de uma subida abrupta dos preços de bens elementares. Os protestos na Argélia têm também uma componente popular muito forte, bem menos elitista (chamemos-lhe assim) do que os da praça Tahir. No Yemen há uma forte componente separatista nas manifestações. Na Líbia não se pode desprezar a componente tribal do levantamento popular. E no Bahrain é fortíssima a componente religiosa, já que o monarca é sunita e a maioria da população é sunita.

A internet e a AlJazeera (talvez até mais esta…) criaram a imagem de um só movimento pela liberdade que, mesmo inspirado pelo mais influente dos países árabes (o Egipto), mesmo tendo pela frente regimes que variam entre o autocrático e o brutalmente ditatorial, são suficientemente variados e ocorrem em contextos suficientemente diferentes para que duvidássemos estar a assistir a uma espécie “Abril árabe” (a expressão é de Eduardo Lourenço) colectivo. As más experiências de algumas transições democráticas na região – na Argélia o voto secreto e universal levou à vitória dos radicais islamitas da FIS, na Palestina à do Hamas – também nos levavam a raciocinar com prudência.

Um artigo recente de Anne Applebaum (a consagrada autora de Gulag: uma História) ajudou-me no entanto a arrumar ideias e a manter o entusiasmo inicial, mas cum grano salis.

Ou seja: “Esta revolução deve ser vista no seu próprio contexto, pois cada uma teve um impacto distinto. As revoluções espalharam-se por todo o lado. Interagiram. Mas o drama de cada uma delas desenvolveu-se separadamente. Cada uma teve os seus heróis e as suas crises. Cada uma exige a sua própria narrativa”.

Esta descrição, retirada do texto de Applebaum, não retrata os actuais levantamentos no mundo árabe, mas as revolução que, em 1848, varreram a Europa. Foi retirada de um livro que as descreve, mas a similitude com a actual vaga de levantamentos no Medio Oriente pode ser mais do que ocasional. É que, e aqui já sigo Applebaum, estes levantamentos são muito diferentes dos que conhecemos na Europa de Leste em 1989 – e não apenas por El Baradei não ser o Vaclav Havel do Egipto. Esses levantamentos tiveram um mesmo pano de fundo: a percepção, pelas populações dos países que então integravam o Pacto de Varsóvia, de que a União Soviética de Gorbatchov já não apoiava os seus detestados líderes. Nada de semelhante se passou desta vez – não foi por certo por a Europa e os Estados Unidos terem seguido, de forma atrapalhada e atabalhoada, o sentir dos manifestantes e retirado o apoio a antigos aliados como Mubarak que, de repente, o povo árabe começou a descer às ruas.

País a país o que se passou foi, por isso, mais parecido com o que se passou na Europa de 1848, quando um vago sentimento revolucionário comum percorreu o continente e pareceu unificar o que eram movimentos e reivindicações muito diferentes de húngaros, alemães ou franceses. Nessa época a maior parte das revoluções acabou num impasse ou na derrota, mas todas deixaram sementes que germinariam mais tarde, pelo que décadas depois os sentimentos ora nacionalistas, ora republicanos, dos revolucionários de então acabariam por ser alcançados em toda a Europa, se bem que nem sempre (ou mesmo quase nunca) de forma pacífica ou mesmo aceitável nos dias de hoje.

Applebaum sublinha por isso que as diferenças entre os diferentes países árabes por onde passa este vento revolucionário podem ser, como na Europa do século XIX, mais importantes do que as semelhanças. O que significa que podemos chegar a 2012 com um sabor amargo na boca, parecido com o que sentiam os revolucionários europeus em 1849. “As ditaduras podem ter regressado, a democracia pode não ter conseguido funcionar, os conflitos étnicos podem ter degenerado em violência inter-étnica”, alerta Applebaum, mas isso não impede que tenha sido dado um passo e plantada uma semente que mais tarde frutificará.

Ao colocar a História em perspectiva – e também ao contestar o relato linear dos directos televisivos –, Applebaum ajuda-nos a manter a visão de longo prazo. Pode não ser ainda altura de, por cada tirano que cair de Tunes ao Cairo, de Damasco a Riade, do Bahrain a Tripoli, fazer estalar a rolha das garrafas de champanhe – mas é seguramente a altura de as colocar no gelo.

Eduardo Lourenço, num texto também aqui editado, acertava quando apelava a que não se esperasse que “estas inéditas revoluções islâmicas — diversas entre elas — obedeçam a uma espécie de mot d’ordre ideológico como aquelas de que os europeus, e aqueles que os imitaram, foram exemplo” pois os jovens “revoltam-se por motivos precisos, por injustiças clamorosas, por tiranias tornadas insuportáveis”. Porém será que acerta quando nos diz para aceitarmos sem estados de alma que “o Islão não se converterá ao nosso modelo e é ilusão suma pensar que o está fazendo”? Mais: será que tem razão quando augura a emergência de uma ordem pós-Iluminista em que “os jovens revoltados da Tunísia, do Egipto, da Líbia, do Bahrein, estão entrando”, um “novo mundo a que nós igualmente, por imperativos de outra herança, devíamos aspirar”? Não me parece. Nem estou disponível para encaixar eventuais contratempos no caminho para sociedades abertas onde os indivíduos sejam respeitados por troca com a aceitação de outras “identidades”, mesmo que inspiradas na melhor tradição de um Avicena ou de um Averrois.

Por outras palavras: se acredito na universalidade dos direitos do homem não posso aceitar uma “especificidade” que se traduza, a prazo, numa limitação dos princípios da liberdade e da igualdade de direitos. Não julgo possível, por exemplo, diminuir a vigilância relativamente ao estatuto das mulheres nos regimes que saírem destas revoluções. Ou na concretização do princípio da separação do Estado e das igrejas. Ou na capacidade de criar Estados onde o poder dos governos esteja limitado pela lei, pelo direito de cada indivíduo poder aspirar à sua felicidade (desde que esse caminho não colida com direitos alheios) e por sistemas de pesos e contrapesos.

Daí que, na sua relação com os regimes que forem saindo destas revoluções, a Europa e os Estados Unidos, para além das naturais preocupações com a estabilidade numa região volátil e que detém recursos naturais indispensáveis ao nosso modo de vida, se preocupem mais com a criação de uma cultura de liberdade do que a rápida, ou mesmo precipitada, convocação de processos eleitorais. Como Fareed Zakaria já explicou em O Futuro da Liberdade, há uma grande diferença entre ser-se eleito, ou mesmo reeleito, e respeitar limites no exercício do poder e os direitos dos cidadãos. O prémio Nobel Amartya Sem costuma dizer que governar em democracia é, antes do mais, “governar pela discussão”, e não vejo razão por que estes princípios “ocidentais” não devam ser aplicados no Islão.

O que vejo, ou temo, é outra coisa: que o Islão esteja tão impreparado pela uma democracia constitucional e liberal como estava a Europa continental em 1848. Aí até posso compreender Vasco Pulido Valente. Onde me afasto dele é por pensar que, apesar de tudo, em 1848 já se tinha percorrido um caminho pós-1789 (data da Revolução Francesa), pelo que se o Islão ainda não estiver preparado, como não parece estar, para o “nosso modelo”, no que ele tem de universalista, isso não implica que me renda à inevitabilidade de, nessa parte do mundo, nessas terras onde a cultura islâmica é dominante, não ser possível, hoje ou mais tarde, respeitar certos direitos fundamentais dos seres humanos.

*Público, 25 Fevereiro 2011

30 comentários leave one →
  1. AA's avatar
    25 Fevereiro, 2011 22:04

    Muito se aprende com gentinha desta. Aposto que nas primeiras horas terá achado preferível que o exército baleasse meia-dúzia de insurrectos para se restaurar a ordem. Mas, vencendo o povo a primeira etapa, já cavalga a onda da contra-revolução, preparando-se para impôr isto e aquilo como se não fosse suficiente o povo egípcio já estar atrelado ao general da CIA.

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  2. MJRB's avatar
    25 Fevereiro, 2011 22:23

    JManuel Fernandes,
    Nessa primeira fase, o essencial está consumado na Tunísia e no Egipto: Liberdade !
    Também eu tenho acompanhado bastante, via televisões estrangeiras, o que ocorreu e está a ocorrer. Aquelas lutas, aqueles entusiasmos, aquelas conquistas, são bem explícitas, facilmente entendíveis e por mim aceites sem pruridos. Não houve nem há nenhuma reportagem de jornalista ocidental no terreno, que me faça duvidar da justeza daquelas revoluções absolutamente memoráveis também porque foram os povos que expulsaram regimes e ditadores conquistando militares, e não revoluções militares que convenceram povos — como aconteceu em Portugal.
    O magno problema ocidental, é, a par das energias importadas daqueles países, igualmente este: não entendem o Islão, aquelas culturas e gentes, nem fazem esforços –porque impreparados cívica e culturalmente– para colocarem aqueles “esquisitos” e “perigosos” seres ao nível dum humanismo tão igual como o ocidental.
    Depois, surgem outras questões e hiper-preocupações económicas, financeiras, geoestratégicas, dentre as quais…o futuro de Israel, que duma vez por todas terá de ter juízo !
    Aqueles povos –e espero que também os povos da Líbia, do Bahrain e não só– ao moverem-se para expulsar regimes e estupores, não pensam nas consequências nem nos temores do ocidente –e fazem muito bem ! Aqueles países, culturas, religiões e patrimónios pertencem-lhes ! As suas (tardias) liberdades são muito mais importantes do que os desatinos de europeus ou de norte-americanos, que atempadamente não accionaram junto de déspotas as sensibilizações necessárias para as “aberturas de regime” à Democracia.
    Para aqueles “barris de pólvora” (Iraque incluído graças a Bush + Blair…) muito contribuiram não só as inexistentes estratégias e ‘visões de futuro’ do ocidente, mas também a ganância deste na exploração lata(!) de bens e de pessoas, de braço-dado com Mubarak, Gaddafi & outros…
    Eduardo Lourenço, mais uma vez notável nas suas análises.

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  3. MJRB's avatar
    25 Fevereiro, 2011 22:28

    Adenda: o futuro, a escolha de regime, a escolha dum modelo governativo, pertence unica e legitimamente àqueles povos. O ocidente que tenha juízo com esta lição, não tão inesperada como querem fazer crer…
    (Óbvio: o mesmo ocidente que inventou mentiras para invadir o Iraque, em tempo certo tentará sabotar esses regimes e, quiçá, intervir militarmente. Só que os tiros podem “sair pela culatra”, dada a força já novamente percepcionada naqueles países…).

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  4. certo's avatar
    certo permalink
    25 Fevereiro, 2011 22:31

    Eh, o termo terrorista anda, com efeito, a ser indevidamente entendido.
    Terrorista foi-o, mais que ninguém, o arbusto, também dito Bush, quando, ao gosto de sionistas, invadiu países, roubou, matou, aterrorizou, fez quanto quis, prepotentemente, como o maior terrorista.
    E o Obama, dito Nobel da paiz, não lhe fica atrás, salvo no palavreado hipócrita, que como ao outro, talvez deus também há-de castigar um dia.

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  5. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    25 Fevereiro, 2011 22:54

    As respostas estão ao nível medíocre esperado. Começando pelas “mentiras”. Liste-as.
    “não entendem o Islão, aquelas culturas e gentes, nem fazem esforços –porque impreparados cívica e culturalmente– para colocarem aqueles “esquisitos” e “perigosos” seres ao nível dum humanismo tão igual como o ocidental.”
    Quem não entende o Islão é você. Para começar deve começar fora dele e falar nos milhões de ateus que vivem debaixo dele. Depois pode começar por falar nos milhões de outras comunidades religiosas subjugadas pelo Islão.
    Dos Coptas aos Assírios,Druzos, passando pelos Bahá’ís…e se formos até ao Paquistão podemos ainda meter os Ahmadyas.
    Depois pode começar nos milhares de Islãos diferentes e da guerra civil que existe entre eles.
    Outros subjugados agora Islão – Islão.
    .
    É muito melhor que Mubarak & Co desapareçam. Pois vai mostrar mais uma vez
    como a capacidade de entender para cérebros que sofreram lavagem cerebral é muito pouca.
    O Iraque demonstrou o que são capazes vários Islãos, mas para os que que sofreram a lavagem ao cérebro julgam que é Bush. Ainda assim será que aprenderão agora ? É que tiveram a pouca distância a Argélia aqui ao pé e também não aprenderam nada.

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  6. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    25 Fevereiro, 2011 23:01

    A costela judaico-folclórica do Sr. Jmf já veio ao de cima!
    E quando são os soldados americanos, russos, franceses, da Nato, etc. que violam e violaram as nativas nas Arábias, no Corno de África, na Serra Leoa, na Bósnia, no Afeganistão?
    O que é que uma judia é mais do que uma somali?
    Expliquem-me como seu fosse muito louro e burro!

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  7. MJRB's avatar
    25 Fevereiro, 2011 23:33

    luck,
    baralhado está vc. ! E muito dependente de informação num só sentido.
    Vc. não sabe mais sobre o Islão e da vida daqueles países, do que eu. Que obviamente me dispenso colocar aqui como simples “comentador”.
    (Mas opiniões são opiniões, suas e minhas, e nada mais).

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  8. MJRB's avatar
    25 Fevereiro, 2011 23:40

    Arlindo,
    de acordo !

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  9. Botas's avatar
    Botas permalink
    26 Fevereiro, 2011 02:23

    O tempo é curto.
    É bom sonhar mas é desvario acreditar em utupias.
    Infelizmente a gorda maioria muçulmana é de uma ignorância aparvalhada e, sabemos, nem mesmo as elites assimilam a “nossa” Liberdade e estar na vida.
    De toda esta rebelião só pode temer-se o pior que é a loucura pela reconquista de todo o poderio Arabe de que é exemplo Al-Andalus.

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  10. JUSTIÇA DE FAFE's avatar
    JUSTIÇA DE FAFE permalink
    26 Fevereiro, 2011 06:31

    Acreditar que estas revoluções levam inevitavelmente à liberdade e democracia é mais do que ingenuidade…é tótice, ignorância crónica dos 1400 anos de islão, feito sempre, mas sempre de crimes…crimes…crimes….
    começou com o “profeta” sexagenário a VIOLAR UMA MENINA DE OITO ANOS (AISHA), com quem “casou”….e que se fartou de assaltar, roubar, violar e matar, de preferência cortando pescoços (no que tem sido imitado nestes séculos…)
    Pois, este bandalho é adorado pelas multidões de sarracenos…e pelos idiotas úteis, tótós, patetas,e tb bandalhos mentais que defendem esta cultura….
    por alguma razão, os maiores propagandistas da “religião”islâmica no Ocidente são stalinistas ressabiados e enraivecidos.
    por alguma razão os “media” chamaram rapidamente ditador ao mubarak e ao ben ali…mas o kadhafi, muito pior do que eles, é líder.
    Ainda hj a TSF REPETIA um discurso dum filho de Kadhafi em que chamava terroristas aos líbios corajosos e heróis que se revoltaram contra o assassino Kadhafi-pai, mas sem realçar quem era o autor da frase…incutindo nos ouvintes que o povo massacrado era ………terrorista.
    Tudo isto tem significados, fáceis de entender…em especial para os defensores da barbárie islâmica…pois para eles democracia, liberdade, direitos humanos nada significam….e por isso mesmo, transformam assassinos como Saddam e Kadhafi em heróis.
    Foi a democracia capitalista que tanto insultam quem os salvou…mas na realidade, deviam viver nas aldeias kurdas envenenadas por Saddam…pois evitava-se o contacto com tanta podridão cultural.
    São muito democratas sentados nos luxos capitalistas…que tanto “abominam”…defendendo a barbárie contra o povo…
    Claro….as matanças à fome na Coreia do Norte ou no Laos ou Eritreia ou bangladesh ou somália não os preocupa.
    sempre, sempre ao lado da barbárie

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  11. JUSTIÇA DE FAFE's avatar
    JUSTIÇA DE FAFE permalink
    26 Fevereiro, 2011 06:39

    Como é que se pode ter a certeza de evolução democrática (não pondo em causa a existência de sectores verdadeiramente democratas, mas ultra-minoritários..) em países cuja FORMAÇÃO CULTURAL assenta nesta HISTÓRIA:

    “”
    “”
    “”

    O Islão em acção
    Thomas Stahler

    – A partir de 622: banditismo organizado por Maomé desde Medina (Arábia Saudita). Batalha de Badr onde Maomé e o seu bando assassinaram 70 homens, apoderando-se de um valiosos espólio. Múltiplos assassinatos políticos contra os adversários do profeta, numerosos ataques a judeus da região;

    – 627: extermínio pelo exército de Maomé da tribo judaica Bann Qurayza (600 a 900 pessoas);

    – Na mesma época: expulsão dos Nadir e o seu subsequente massacre;

    – 634: invasão da Síria por Abu Bakr, morte de 4.000 pessoas na defesa das suas terras entre Gaza e a Cesareia. Campanha da Mesopotâmia: 600 mosteiros destruídos, monges assassinados, árabes monofisitas convertidos ou mortos, extermínio da população de Elam e execução de notáveis em Susa;

    – 634-638: invasão de Jerusalém e destruição de igrejas seguido de pilhagens, provocando um surto de fome em 639, o qual se traduziu em milhares de mortos;

    – Na Arménia, massacre da população de Euchaita;

    – Assíria devastada, grandes destruições na região de Daron, no sudoeste do lago Van (Turquia). Novas expedições em 642 com massacres e escravatura;

    – 643: conquista de Tripoli por Amr, pilhagem, escravatura de mulheres, assim como de crianças, em proveito do exército árabe;

    – 652 a 1276: envio anual de escravos da Núbia para o Cairo;

    – Cartago arrasada e os seus habitantes executados, acontecendo o mesmo na Anatólia (Turquia), Mesopotâmia, Síria, Irão e Iraque;

    – Fim do século VII: conquista do Egipto por Amr b. al As, massacre de todos os habitantes de Behnesa, após o de Rayum, assim como o de Fayoum, Aboit, Nikin.

    700

    – 704-705: Os nobres arménios são reunidos nas Igrejas de São Gregório em Naxcawan e Xram no Azaxis e incendiadas;

    – 712: conquista de Sind na Índia por Muhammad b. Qasim, massacres no porto de Debal (foz do Indus), durante três dias, entre 6.000 e 16.000 pessoas mortas em Brahminabad;

    – 722: destruição de conventos e de igrejas no Egipto;

    – 781: saque de Efeso (Turquia), 7.000 gregos deportados;

    – Século VIII: mosteiros hindus de Kizil destruídos.

    800

    – 832: massacre de Coptas no Baixo Egipto após a sua revolta contra um imposto discriminatório;

    – 838: tomada de Amorion e escravatura dos vencidos;

    – 852-855: perseguições na Arménia;

    – 884: convento de Kalilshn em Bagdade pilhado e destruído;

    – Século IX: conversões forçadas em Harran;

    – Século IX: massacre de cristãos em Sevilha.

    900

    – 903: 22.000 cristãos tornados escravos em Tessalónica;

    – 924: Igreja e convento de Maria em Damas destruídos, assim como milhares de igrejas no Egipto e na Síria;

    – No dobrar do ano mil: pilhagens e destruições na Índia por Mahmud de Ghazni, 50.000 homens mortos após a batalha de Sommath;

    1000

    – 1004: Mahmud invade Multan (Paquistão). Conversões forçadas na região de Ghor;

    – 1010: Mahmud invade o reino de Dawud de Multan;

    – 1010 a 1013: centenas de judeus assassinados no sul de Espanha;

    – 1016: judeus chacinados em Kairouan (Tunísia);

    – 1033: massacre de 6.000 judeus em Fez (Marrocos);

    – 1064: conquista da Geórgia e da Arménia por Arp Arslan, massacres e escravatura;

    – 1066: 4.000 judeus mortos em Granada (Espanha);

    – Século XI: massacre de judeus em Fez e em Granada.

    1100

    – 1126: cristãos espanhóis deportados para Marrocos pelos Almorávidas;

    – Por volta de 1150: perseguições em Tunes;

    – 1165 e 1178: conversões forçadas de judeus no Iémen;

    – 1192: no estado de Bihar (este da Índia), Muhammad Khiji massacra os monges budistas e arrasa uma grande biblioteca, destruição de templos em sarnath perto de Bénarès;

    – 1198: conversões forçadas de judeus em Aden;

    – Século XII: massacres de judeus na África do norte pelos Almóadas.

    1200

    – Por volta de 1200: perseguições de budistas;

    – 1232: massacre de judeus em Marraquexe;

    – 1268: massacre aquando da conquista de Antióquia (Turquia) por Baybars;

    – 1291 e 1318: conversões forçadas de judeus em Tabriz (noroeste do Irão);

    – Século XII: perto de Damas (Síria), a população de Safad é decapitada pelo sultão Baybars.

    1300

    – 1333 e 1334: conversões forçadas de judeus em Bagdade (Iraque);

    – 1351: Firuz Chah dirige o norte da Índia: 180.000 escravos na sua cidade e destrói os templos hindus;

    – Do século XIV ao século XVII: recolha de mais de 1/5 dos filhos das famílias da aristocracia cristã na Grécia, Sérvia, Bulgária, Arménia e Albânia, o que equivale a 8.000 a 12.000 pessoas por ano.

    1400

    – 1400: Tamerlão devasta Tbilissi (Georgia);

    – 1403: nova expedição de Tamerlão à Georgia, massacres, destruição de aldeias e cidades;

    – Início do século XV: na Mesopotâmia, massacre de 4000 pessoas em Sivas (Turquia), 10.000 em Tus, 100.000 em Saray (Turquia), 90.000 em Bagdade (Iraque) e 70.000 em Ispahan (Irão).

    1600

    – 1622: perseguições contra os judeus na Pérsia;

    – A meio do século XVII: conversões forçadas de judeus na Pérsia;

    – 1679-1680: destruição de templos em Udaipur, Chitor, Jaipur por Aurangzeb (norte da Índia);

    – Século XVII: conversões forçadas na Anatólia (Turquia).

    1700

    – 1770 a 1786: judeus expulsos de Jeddah (Arábia Saudita), refugiando-se no Iémen;

    – 1790: massacre de judeus em Tétuan (Marrocos).

    1800

    – 1828: massacre de judeus em Bagdade;

    – 1834: pilhagem em Safed;

    – 1839: conversões forçadas e massacre de judeus em Meshed (Irão);

    – 1840: massacre de judeus em Damas;

    – 1867: massacre de judeus em Barfurush;

    – 1894, 1895 e 1896: massacre de 250.000 arménios pelos turcos;

    – Século XIX: explosão de violência em Marrocos, na Argélia, Tunísia, Líbia e nos países árabes do Médio Oriente.

    1900

    – 1904 e 1909: 30.000 arménios chacinados em Adana;

    – 1915: fim do genocídio de arménios pelos turcos, mais de um milhão de mortos.

    (Nota do tradutor: muitas mais façanhas desta “religião do amor e tolerância” poderiam ser descritas, basta lembrar a invasão da Península Ibérica no ano 711, ou os mais de milhão e meio de europeus feitos escravos pelos muçulmanos entre os séculos XVI e XVIII. Porém, não é necessário revisitar muito mais a história quando nos deparamos com uma Jihad na Europa em pleno século XXI. Os atentados de Madrid (191 mortos), o massacre das crianças de Beslan (331 mortos) ou mais recentemente os ataques suicidas em Londres (52 mortos), são a prova viva de que o Islão, essa religião agressiva e estranha à Europa, quer voltar a impor-se no nosso continente, resultado de uma frustração secular, já que os muçulmanos nunca aceitaram bem a derrota em Covadonga, ou a de Lepanto, ou mesmo a de Viena, só para citar algumas.)

    ——————————————————————————–
    Fonte: http://www.causaidentitaria.org/islaoaccao.html

    Publicado em Setembro 18, 2006 às 10:52 am e está arquivado em Alcorão, alcuran, alkuran, ben laden, bin laden, corão, curan, islam, islame, Islão, jihad, kuran, Maomé, maomet, mohammed, muhammad, religiã

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  12. JCA's avatar
    JCA permalink
    26 Fevereiro, 2011 08:08

    .
    “LIBIA SERÁ O INFERNO,.” Cadafi dixit. Morte ao ‘meu’ Povo culmina Lockerbie etc etc
    .
    Meanwhile a potentially large force of armed fighters sympathetic to the protesters was now converging on TripoliIt was sent to the capital in small groups, he said, adding that they carried a mixture of light arms and heavier weapons, including rocket-propelled grenades.
    Asked what would happen if Colonel Qaddafi was deposed or killed, Colonel Hussein said Libyans wanted a democracy.
    .
    Qaddafi Forces Violently Quell Capital
    http://WWW.NYTIMES.COM/2011/02/26/WORLD/AFRICA/26LIBYA.HTML?PAGEWANTED=1&_R=1PROTEST
    .
    .
    -OBAMA CALLS FOR WORLD INVASION OF LIBYA
    AT LEAST FIVE SHOT DEAD IN THE LIBYAN CAPITAL AS GADDAFI’S TROOPS OPEN FIRE ON DEMONSTRATORS
    http://WWW.DAILYMAIL.CO.UK/NEWS/ARTICLE-1360436/LIBYA-PROTESTS-5-SHOT-DEAD-TRIPOLI-GADDAFI-TROOPS-OPEN-FIRE.HTML#IXZZ1F35M5ZME
    .

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  13. José Pinto Basto's avatar
    José Pinto Basto permalink
    26 Fevereiro, 2011 10:43

    O mundo árabe está, finalmente, a fazer a sua reforma. Pode não estar, actualmente, preparado para pôr em prática o “nosso modelo”, mas é inevitável a prazo. A televisão e a internet estão a tratar disso. Mais tarde ou mais cedo a cultura islâmica vai acabar por perceber e respeitar certos direitos fundamentais dos seres humanos e, dentre eles, o mais importante, a Liberdade. E isto não tem nada a ver com ser ou não “tótó”, é uma realidade. Só o facto de no passado terem sido feito tantas atrocidades, como assinala aqui e bem o Justiça de Fafe, é assinalavel que perante estes relatos e confrontados com eles, eles não se retratem, porque nem todos são fundamentalistas. Noutros tempos bárbaros era impensável enforcar alguém por crimes contra a humanidade, Kadhafi bem pode espernear mas é o que lhe vai acontecer, diz a história moderna do mundo globalizado.

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  14. António Alves's avatar
    António Alves permalink
    26 Fevereiro, 2011 13:48

    o regime iraquiano patrocinado pelos idiotobushistas de todas as latitudes já fez mais mal a cristãos e outras opções religiosas não islâmicas no Iraque que toda a ditadura do Sadham Hussein que, aliás, segundo os próprios cristãos iraquianos nunca religiosamente os incomodou. israel tem muito mais a temer do que vem a seguir do que das actuais ditaduras árabes em extinção cuja oposição a israel era mais folclórica que verdadeiramente assumida.

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  15. certo's avatar
    certo permalink
    26 Fevereiro, 2011 13:50

    Cada um lê o que lá ghosta e entende.
    E o de Fafe, da Justiça, lê o Talmud, coisa que o cheira.
    Nada mais, se não vê mais nada.

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  16. Piscoiso's avatar
    26 Fevereiro, 2011 13:53

    …estive horas preso à televisão – jmf1957

    A minha tia Deolinda também passa horas em frente à TV.
    Às vezes mesmo mesmo depois do fim da emissão.

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  17. Analfabeto informático's avatar
    Analfabeto informático permalink
    26 Fevereiro, 2011 14:41

    Para si, revolução árabe só se for do género da intervenção desastrada no Iraque. No Iraque eram só amanhãs que cantam.

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  18. certo's avatar
    certo permalink
    26 Fevereiro, 2011 14:45

    É que não vêem mais nada, esse de Fafe e o jmf, ao de redor.

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  19. campos de minas's avatar
    campos de minas permalink
    26 Fevereiro, 2011 17:26

    o jmf a pôr-se em bicos de pés a querer colocar-se ao nível de vasco pulido valente….para tal seria necessário emborcar muitas garrafas de uísque, coisa inverosímil para um monhé….

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  20. António Alves's avatar
    António Alves permalink
    26 Fevereiro, 2011 19:32

    em 1506 também ocorreu um massacre de judeus em Lisboa. o Pinto da Costa bem diz que eles também são ‘mouros’.

    há gente que só vê para um lado!

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  21. António Alves's avatar
    António Alves permalink
    26 Fevereiro, 2011 19:36

    aliás, em matéria de massacres, ninguém pode atirar pedras a ninguém. nem mesmo os judeus que desde o fim da segunda guerra mundial até hoje tudo têm feito para recuperar a distância que os separa dos outros dois “grandes”.

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  22. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    26 Fevereiro, 2011 22:06

    A ignorância e a iliteracia é a marca registada dalguns comentadores que aqui aportam e que trazem insígnias judaizantes.
    Aparece aqui um tal «Justiça de Fafe» (devia era levar com um varapau na cabeça para «esclarear» aquelas «ideias») elenca um vasto rol de atrocidades da responsabilidade dos muçulmanos.
    Factos são factos e os muçulmanos não são flôr que se cheire.
    Contudo, o mesmo «rabino justiceiro» devia elencar todas as patifarias que os judeus fizeram à Humanidade e que para muitos é a parte mais substancial da História da Pulhice Mundial.
    Também devia elencar todas as atrocidades que nós, os cristãos, europeus e ocidentais, fizemos desde as Cruzadas, as Descobertas e a Expansão Marítima, com portugueses, espanhois, ingleses, franceses, holandeses, alemães, belgas,etc. que foram para as Áfricas, Amérias, Indonésia, India, Extremo Oriente, Indichina e mais o diabo a quatro a escravizar, pilhar, violentar, roubar, conquiastar, colonizar,etc.
    E já não falo dos tempos modernos, muito «tolerantes», «democráticos» e respeitadores dos «direitos humanos».
    Isto é a triste história da Humanidade e poucos são os povos, as culçturas, as religiões ou civilizalões que podem lavar as mãos ou atirar pedras aos outros.
    A verdade acima de tudo. Não há desonestidade intelectual e à patifaria pseudo-ideológica!

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  23. JUSTIÇA DE FAFE's avatar
    JUSTIÇA DE FAFE permalink
    27 Fevereiro, 2011 04:37

    Ó A.Alves.
    Não é o regime iraquiano “bushista” que mata os cristãos iraquianos.
    Quem os mata são assassinos a soldo do bin laden, ayatollahs, al sadr e bandalhos como estes.
    Há a mania paranóica dde acusar W.Bush das matanças no iraque.
    Pois, mas as matanças são fruto do ódio de 1400 anos entre sunitas e xiitas…sempre se mataram..agora utilizam bombas em vez de espadas.
    Não são os soldados USA que utilizam carros bomba, suicidas, etc.
    são os SUNITAS E XIITAS PARA SE ASSASSINAREM UNS AOS OUTROS.
    Aliás, a violência faz parte da ideologia islâmica…..maomé foi um assaltante, ladrão, assassino…os seguidores limitam-se a copiar.
    O que se pode acusar no governo iraquiano é inércia e desleixo…isso sim.
    Mas tem tomado medidas(insuficientes, como é óbvio num país tão grande) para os defender.
    Pior tem sido o Obama.
    Porque anda sempre a elogiar e desculpabilizar o islão, o que avaliza as matanças dos radicais.
    E pq ordenou uma retirada de tropas que os políticos, militares e os cristãos iraquianos adivinham ser uma catástrofe, porque o governo actual não tem ainda meios suficientes de enfrentar os nazis do al sadr, bin laden, agentes do irão, etc…
    Já se fizeram pedidos expressos, mas obama não tem qqer visão estadista, é casmurro, e despreza os direitos humanos de forma inacreditável no Ocidente…deixando o povo iraquiano, de modo cínico, sob o efeito de terroristas sem escrúpulos.
    ao menos a ETA avisa onde põe as bombas.
    estes assassinos têm como objectivo matar o maior número de civis inocentes.
    e há, no ocidente, quem os defenda ou desculpabilize…o k só mostra a barbárie desta corja

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  24. JUSTIÇA DE FAFE's avatar
    JUSTIÇA DE FAFE permalink
    27 Fevereiro, 2011 04:44

    E não venha equiparar episódios isolados de perseguição (esse que cita de lisboa, foi O POVO…não foram os padres nem agentes do Rei, aliás, houve dois frades acusados de fomentar a revolta condenados à morte… veja os factos Históricos com imparcialidade), com a permanente e constante utilização de massacres para expandir a ideologia islâmica.

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  25. António Alves's avatar
    António Alves permalink
    27 Fevereiro, 2011 22:04

    ahhh… mas é sempre o povo

    caro ignorante de fafe: eu não defende o islamismo nem qualquer fundamentalismo religioso e considero mesmo que a Europa deve defender-se sem tibiezas da actual vaga de fundamentalismo maometano. mas sua maneira néscia, primária e nojenta maneira de colocar o problema é absolutamente execrável. repito: em matéria de massacres o melhor é guardar as pedras no bolso e sebentos mentais como vossa estupidez são absolutamente dispensáveis.

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  26. JUSTIÇA DE FAFE's avatar
    JUSTIÇA DE FAFE permalink
    28 Fevereiro, 2011 03:20

    Sim, os covardes envergonhados que defendem o islão utilizam essa táctica….
    Dizem que não o defendem, mas qdo se colocam à vista os crimes islâmicos, arranjam logo desculpas…
    O que os A Alves mereciam era que Portugal não tivesse sido libertado do Islão…(talvez no fundo, frustradinhos, fosse o que queriam: assim, fechavam as mulheres em burkas, dentro de casa com medo de serem traídos -lá ia a pseudo- arrogância machista..), e que as vossas irmãs e mães levassem chicotadas em público por vestirem calças até aos pés.
    Ou, copiando o Hamas e os Ayatollahs….talvez quisesem era casar com noivas de OITO ANOS…..para se sentirem realizados.
    Conclusão: gostam de viver nesta sociedade, mas criticam quem a fez.
    Ora, muito simples::.há aviões para os “paraísos” que vos agradam….
    coragem.
    basta um bilhetinho..
    até se faz subscrição pública, se for preciso….

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  27. ABDULLAAH MAOMÉ's avatar
    ABDULLAAH MAOMÉ permalink
    28 Fevereiro, 2011 04:07

    Ó Fafe.
    Os insultos que levaste por teres a coragem de revelar a História dos meus irmãos!
    Fantástico.
    Como há tanto bandalho mental sob a capa de “civilizado” e culto, a defender a escumalha criminosa do islão.
    E não disseste tudo.
    há ainda muitos crimes por contar…desde os genocídios de Assírios e Núbios, até às matanças naquilo que é hj Portugal e Espanha quando invadiram a Península só para expmdir o islamismo….

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  28. António Alves's avatar
    António Alves permalink
    28 Fevereiro, 2011 11:37

    «O que os A Alves mereciam era que Portugal não tivesse sido libertado do Islão…»

    meu caro ignorante, eu sou um minhoto com origens galegas. um galaicoportucalense de gema. não é a ti que peço meças de portugalidade. os meus antepassados não eram moçárabes reconvertidos ao cristianismo, entendido?

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  29. ABDUUULAAAH MAOMÉ's avatar
    2 Março, 2011 01:59

    A:Alves
    pouco faltou para seres meu irmão….
    agradece aos cruzados.
    mas nota-se que tens esse grande desgosto.
    choras de raiva, desespero…..
    mas tens toda a liberdade para ires viver com os meus manos para o irão…sudão…paquistão..bangladesh…
    pq não vais seu covardolas da pior espécie?
    AH! gostas do bem bom do capitalismo ocidental…enquanto bates palmas aos massacres islãmicos, disfarçadamente, fechando os olhos aos crimes.
    Ainda hei-ver as mulheres da tua família a levarem chicotadas em público
    eu sei q é a tua grande ambição…o teu clímax-..o teu orgasmo.

    espera uns tempos lá chegarás……seu desgraçado mental

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