Falta de pachorra para os “decretos de lei”… Ele é “decretos de lei” para tudo, falta limitar as idas ao WC e o nº de vezes por semana, mês ou ano que…
Mais um recuo assampatado ante uma iniciativa anunciada com trompas, continuada com cítaras e terminada no oblívio.
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O Consulado José Sócrates tem de acabar. Ou acaba este, ou acaba o país. Sim estamos neste ponto.
Quem tivesse dúvidas sobre o nível de “isenção” da rádio pública perdeu-as hoje de vez: no dia em que o Presidente Cavaco Silva toma posse, a Antena 1 tem vindo a passar desde manhã cedo uma entrevista com um tal Jorge Reis Novais, em que este desfere um dos mais ferozes ataques ao PR que me foi dado ouvir até hoje.
O Novais, para denegrir Cavaco Silva, lança-se em rasgados elogios a Jorge Sampaio, que terá sido um estrénuo defensor da estabilidade política… Pelos vistos, não foi Sampaio quem dissolveu a Assembleia da República, numa altura que ali havia uma maioria absoluta de apoio ao Governo.
Mas tudo se explica facilmente se soubermos que o dito Novais foi assessor de Sampaio e perdeu o tacho com a eleição de Cavaco. Ora, aí está… A falta de vergonha na cara devia pagar imposto.
Carlos Reis Nunes,
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Os socialistas estão a tentar condicionar o PR, deixando aberta a porta de, se houver lugar à dissolução do parlamento, o José Sócrates fazer o discurso do «coitadinho, não me deixaram governar». Projecta-se isto num cenário de compra das rádios verdadeiramente independentes ou opostas ao regime pelo grupo de Emídio Rangel e Rui Pedro Soares, dois independentíssimos profissionais, totalmente independentes de quaisquer compromissos com a verdade, a honestidade ou a razão.
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Meu caro, a caça ao pato presidente começou no dia em que eu aqui escrevi, no dia após a impossibilidade de dissolução da AR, em Setembro, com um artigo da impoluta (estou aqui a gozar, obviamente) Edite Estrela. Hoje apenas continua, e continuará até ao momento em que ele possa realmente dissolver a assembleia.
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Bem vistas as coisas, o PS deseja criar um élan tal que, caso a assembleia seja dissolvida, isso seja visto com maus olhos pelo povaréu influenciável. Para depois reeleger José Sócrates com base no discurso do «coitado de mim, que até estou aqui a resistir por todos vós, e é o grande capital que comanda o Cavaco que me quer por fora.»
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Não esqueço o BPN, salvo pelo PS, provavelmente para evitar uma análise forense às contas do Banco no exterior, o que, já penso eu, lixaria muito socialista, e quem sabe a Mota-Engil!
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Não esqueço a dívida para pagar dívida, o facto de estarmos a pagar Janeiro e Fevereiro impostos para pagar juros ao exterior. Não esqueço que se quiséssemos amortizar a dívida teríamos de deixar de comer e trabalhar assim por mais de um ano. Não esqueço que isso se deve ao Guterres e ao Sócrates. Não esqueço que se houve anos em que a dívida quase esteve em controlo, foi quando o PSD-CDS estiveram no poder, para disparar depois do Sócrates entrar no poder.
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Não esqueço os contratos feitos a fim de prazo de ministros e governos, com cláusulas de rescisão tais que se pagam quer sejam executados quer não. Não me esqueço das tentativas do Governo de controlar jornalistas nem o «veja o que quer da sua vida» dito a uma jornalista da Rádio Renascença. Não me esqueço das escutas julgadas pertinentes e reveladoras por um juiz e destruídas. Não me esqueço dos registos de chamadas apagados por «razões técnicas». Não me esqueço das empresas que devem um milhão de euros ao IVA e depois têm cem milhões de euros de facturação por um programa digital que apenas gastou dinheiro ao Estado para comprar uns votos mais ao PS.
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Antes de tudo, não me esqueço dos que perdem escusadamente o emprego, porque o Estado desvia dinheiros da generalidade das empresas, que acabam por se deslocalizar. E que coloca esse dinheiro, mais o que vais buscar fora em dívida, para fazer negócios milionários em elefantes brancos, sempre para as mesmas seis empresas do regime. Chega! O tempo deles tem de acabar. Ou se retira o Sócrates ou veremos o fim do país.
Basta ver o gráfico da página 18 e olhar para o valor de 2009 (ano “dar para receber e depois tirar”) que se percebe logo como é que o antro europeu funciona. Tudo coincidências, obviamente, porque nada do que ali está tem a ver com o governo. Aliás, ninguém sabe de nada (saber formal, que não inclui saber de jantares, etc), como habitual-mente. A tabela da Página 13 explica direitinho as subidas astronómicas de 600%.
Falta de pachorra para os “decretos de lei”… Ele é “decretos de lei” para tudo, falta limitar as idas ao WC e o nº de vezes por semana, mês ou ano que…
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Mais um recuo assampatado ante uma iniciativa anunciada com trompas, continuada com cítaras e terminada no oblívio.
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O Consulado José Sócrates tem de acabar. Ou acaba este, ou acaba o país. Sim estamos neste ponto.
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Quem tivesse dúvidas sobre o nível de “isenção” da rádio pública perdeu-as hoje de vez: no dia em que o Presidente Cavaco Silva toma posse, a Antena 1 tem vindo a passar desde manhã cedo uma entrevista com um tal Jorge Reis Novais, em que este desfere um dos mais ferozes ataques ao PR que me foi dado ouvir até hoje.
O Novais, para denegrir Cavaco Silva, lança-se em rasgados elogios a Jorge Sampaio, que terá sido um estrénuo defensor da estabilidade política… Pelos vistos, não foi Sampaio quem dissolveu a Assembleia da República, numa altura que ali havia uma maioria absoluta de apoio ao Governo.
Mas tudo se explica facilmente se soubermos que o dito Novais foi assessor de Sampaio e perdeu o tacho com a eleição de Cavaco. Ora, aí está… A falta de vergonha na cara devia pagar imposto.
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Carlos Reis Nunes,
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Os socialistas estão a tentar condicionar o PR, deixando aberta a porta de, se houver lugar à dissolução do parlamento, o José Sócrates fazer o discurso do «coitadinho, não me deixaram governar». Projecta-se isto num cenário de compra das rádios verdadeiramente independentes ou opostas ao regime pelo grupo de Emídio Rangel e Rui Pedro Soares, dois independentíssimos profissionais, totalmente independentes de quaisquer compromissos com a verdade, a honestidade ou a razão.
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Meu caro, a caça ao pato presidente começou no dia em que eu aqui escrevi, no dia após a impossibilidade de dissolução da AR, em Setembro, com um artigo da impoluta (estou aqui a gozar, obviamente) Edite Estrela. Hoje apenas continua, e continuará até ao momento em que ele possa realmente dissolver a assembleia.
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Bem vistas as coisas, o PS deseja criar um élan tal que, caso a assembleia seja dissolvida, isso seja visto com maus olhos pelo povaréu influenciável. Para depois reeleger José Sócrates com base no discurso do «coitado de mim, que até estou aqui a resistir por todos vós, e é o grande capital que comanda o Cavaco que me quer por fora.»
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Não esqueço o BPN, salvo pelo PS, provavelmente para evitar uma análise forense às contas do Banco no exterior, o que, já penso eu, lixaria muito socialista, e quem sabe a Mota-Engil!
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Não esqueço a dívida para pagar dívida, o facto de estarmos a pagar Janeiro e Fevereiro impostos para pagar juros ao exterior. Não esqueço que se quiséssemos amortizar a dívida teríamos de deixar de comer e trabalhar assim por mais de um ano. Não esqueço que isso se deve ao Guterres e ao Sócrates. Não esqueço que se houve anos em que a dívida quase esteve em controlo, foi quando o PSD-CDS estiveram no poder, para disparar depois do Sócrates entrar no poder.
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Não esqueço os contratos feitos a fim de prazo de ministros e governos, com cláusulas de rescisão tais que se pagam quer sejam executados quer não. Não me esqueço das tentativas do Governo de controlar jornalistas nem o «veja o que quer da sua vida» dito a uma jornalista da Rádio Renascença. Não me esqueço das escutas julgadas pertinentes e reveladoras por um juiz e destruídas. Não me esqueço dos registos de chamadas apagados por «razões técnicas». Não me esqueço das empresas que devem um milhão de euros ao IVA e depois têm cem milhões de euros de facturação por um programa digital que apenas gastou dinheiro ao Estado para comprar uns votos mais ao PS.
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Antes de tudo, não me esqueço dos que perdem escusadamente o emprego, porque o Estado desvia dinheiros da generalidade das empresas, que acabam por se deslocalizar. E que coloca esse dinheiro, mais o que vais buscar fora em dívida, para fazer negócios milionários em elefantes brancos, sempre para as mesmas seis empresas do regime. Chega! O tempo deles tem de acabar. Ou se retira o Sócrates ou veremos o fim do país.
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Pode alguém explicar o que se passa em relação a este novo decreto-lei?
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Tina,
sabe ler?
sabe…
não sabe é inteligir….
acontece!
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Basta ver o gráfico da página 18 e olhar para o valor de 2009 (ano “dar para receber e depois tirar”) que se percebe logo como é que o antro europeu funciona. Tudo coincidências, obviamente, porque nada do que ali está tem a ver com o governo. Aliás, ninguém sabe de nada (saber formal, que não inclui saber de jantares, etc), como habitual-mente. A tabela da Página 13 explica direitinho as subidas astronómicas de 600%.
Click to access Tarifas%202010_Dezembro_final.pdf
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Bom post.
Rectificava somente o título para:
Podem produzir mas teêm que consumir e não podem distribuir. O monopólio eterno.
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Então explique lá campo de minas. Ou vai passar também desta vez?
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Tina,
Click to access 0131601325.pdf
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Hoje há tomada de pose…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/03/tomada-de-pose-de-cavaco-3-o.html
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Eu já sabia que você não sabia nada. Pare de fazer figuras tristes.
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Explicação para mentes fáceis:
A culpa é da esquerda.
(perdão mas não me consegui controlar)
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É impressão minha ou o CAA está a ter orgasmos multíplos matinais após a derrota/vitória do SLB/FCP ???
Cagão!
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