Moção de Confiança
10 Março, 2011
Não vá dar-se o caso de quem está desesperado tentar, imediatamente, o “tudo ou nada” (pergunta-se: cair na armadilha ou dar um golpe de asa?), recorde-se, em dia de discussão de uma moção de censura ao Governo, outro instituto constitucional, previsto no respectivo artigo 193º (CRP):
“Solicitação de voto de confiança
O Governo pode solicitar à Assembleia da República a aprovação de um voto de confiança sobre uma declaração de política geral ou sobre qualquer assunto relevante de interesse nacional”.
12 comentários
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O pior que nos poderia agora acontecer hoje era os especuladores estarem a ver o discurso daquele rapazito do PS.
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Se o Sócrates for esperto é isso que faz
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E, mesmo que ele perdesse as próximas eleições ia “roer” bem as canelas do PSD (mesmo com CDS).
Com todos os defeitos que tem, o Sócrates é um “case study” de persistência e permanência política; isso é “tramado” para nós mas não há ninguém que se mexa como ele
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Estávamos todos à espera que o Governo caísse, fazendo a vontade ao sr. Presidente.
Todavia, constato que na Assembleia da República há um amplo consenso para que José Sócrates continue à frente dos destinos governativos do país.
Mais uma vez o país real com o Governo à frente está dum lado e o país virtual e imaginário do Sr. Presidente está noutro…
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Morcão de confiança é o senhor Evaristo da sapataria.
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Na censura, uma perguntou como se classifica um primeiro que promete isto e aquilo em campanha eleitoral e o contradiz logo na prática de muitas maneiras.
Dado a palhaço, um sérgio pinto deu riso desbragado aos boys da bancada.
Em friso, dá-se conta que o ministro pereira tem o nariz mais aguçado e comprido que o pinóquio.
Assis volta à carga, histérico, que o debate anda por baixo quando o desdém e a falácia não são um exclusivo do líder.
Das finanças, o ministro do nosso endividamento, segreda que primeiro se ajude os bancos onde ambos têm depósito, com os amigos.
E o mesmo primeiro leva a palma a todos na sofista arte de engrolar a plateia.
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Ontem a palhaçada foi muito maior!
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LÁ COMO CÁ TOUT LA MÊME CHOSE…SÓ MUDAM AS MOSCAS LÁ SÃO VAREJEIRAS…MAS O RESULTADO ,MAIS ANO ANO MENOS, VAI SER O MESMO..A BANCARROTA…
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Ó Arlindo: O “país real” não está ao pé dessa gente. O “país real” paga as contas sem esperança de que isso sirva para alguma coisa. O “país real” sente o desemprego e o brutal (e desigual) aumento de impostos. O “país real” já nem representado se sente, até porque a abstenção é já o maior “partido”.
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A alimarice do cortesão Arlindo é de tal ordem que a uma personagem
claramente metafórica e alienada da realidade lusa como o 1º Ministro
atribui aquilo que nunca será: realista, ponderado, prudente, avisado.
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Governo Socialista patrocina um país com uma das maiores variações do Índice de Miséria. Aqui escarrapachado num mapa que pode ser consultado de braços caídos ou levantados (tanto faz):
http://www.libertaddigital.com/economia/la-politica-social-de-zapatero-duplica-el-indice-de-miseria-en-espana-1276416718/
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Bulimunda, você tem razão, só mudam as moscas
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