Abrantizou
Nota-se que o debate abrantizou quando numa crise económica que já leva 10 anos e durará pelo menos mais 5, se gasta uma enorme quantidade de energia a debater a execução orçamental dos últimos 2 meses, como se tivesse alguma importância. Só se lhe dá importância porque os abrantes resolveram fazer disso a bandeira do governo para os próximos 5 dias. Quando deixar de dar jeito, usa-se outra estatística qualquer. Há muitas razões para não dar importância à execução orçamental de 2 meses, hoje apetece-me salientar uma apontada pelo João Galamba: não se deve comparar “2011, ano onde o objectivo para o défice é de 4.6% do PIB, com anos em que o défice ficou abaixo dos 3%”. Eu acrescentaria que também não se deve comparar 2011 com anos em que o défice foi de mais de 9% (2009 e 2010).
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Os problemas da economia portuguesa são de longo prazo. Não se resolvem com um ou outro resultado empolado.

touché!!!!!
o j miranda a enfiar a carapuça!
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O que é que vai acontecer ao PM quando na próxima semana chegar a Bruxelas de mãos a abanar? Como é que ele se vai safar?
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Portugal é um país pequeno e por isso dá-se importância a coisas pequenas, como o BE, Mário Soares, os Abrantes, etc.
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Querem as reformas dos idosos, mas os Vampiros nomearam outro “boy” para o Ministério da Cultura a ganhar 44.570€ ano, fora carro e outras mordomias.
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Assim nem com 100 PECs is vai.
(crónica dum Circo a saque)
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No tempo do Cavaco os assessores trabalhavam de graça, coitadinhos….
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E estranho Joao o que nao tem importancia agora para ti, ja teve quando os numeros sao diferente. O problema de Portugal e este nao e Socrates nenhum, o Socrates e apena o reflexo de todos os Portugueses.
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Já a energia gasta no “botabaixismo da treta” parece eólica.
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Sócrates deve cair de causas “naturais”
Sócrates, o PS e o socialismo levaram o País e a sociedade portuguesa para um ponto que, há muito estava ultrapassado.
Recuamos anos, talvez para os anos iniciais de Guterres.
Tudo perdido. Precisamos de recomeçar.
As medidas agora tomadas são apenas o resultado de todos esses anos de políticas erradas.
As medidas não são boas nem são agradáveis.
São a consequência de tudo o que levou a que fossem incontornáveis.
O PS não passou a governar bem. Apenas teve que tomar, forçado, as medidas que contrariam tudo o que fizeram até agora.
Infelizmente, não chegamos ainda ao fundo.
Os impostos aumentaram, na sua generalidade.
Os ordenados da função pública foram fortemente reduzidos.
As pensões seguem-se.
A economia arrefece e o desemprego cresce.
Cobram-se menos impostos
Ninguém nos empresta, excepto, por enquanto, Victor Constâncio. O homem do défice virtual dos 6,83% tem conseguido que o BCE absorva quase toda a dívida soberana portuguesa que vai sendo emitida. Quer directamente, quer nos mercados secundários. E ainda, através dos bancos (portugueses e outros) a quem empresta a 1% para comprarem dívida a 7,5%.
Sócrates e Teixeira dos Santos sabem bem o buraco onde se meteram e com eles, o País.
E estão, apenas, a criar a encenação para que possam sair o menos mal possível da situação. Deixando, para trás o País na situação que vemos.
Tal como Guterres, que fugiu do pântano antes de entrar nele. Dessa forma, iludiu os portugueses suficientes para que o PS não fosse massacrado nas eleições seguintes. E, assim, criou condições para que o seu partido estivesse de volta, poucos anos depois, após o golpe palaciano de Sampaio, com Sócrates, para continuar a levar o País para o abismo. Isto com a conivência de Constâncio 6,83, através da “marcação” de um ponto de partida falsa para uma descida “virtual” do défice público. O mesmo Constâncio que vai conseguindo, a partir do BCE, manter a situação de Portugal, no limbo.
Alguns defendem o derrube de Sócrates.
Não. Esse terá de cair, derrubado pelo “tsunami” resultante do “terramoto” de (má) gestão que aplicou ao País nos últimos 6 anos. Perdoem-me a imagem, mas a realidade é que a situação actual é apenas a resultante de anos de erros acumulados. Mais ou menos PEC, mais ou menos execução orçamental neste ou naquele mês, são tudo “amendoins”. A mudança precisa de ser estrutural. Precisamos de um “reset” do sistema. Um desliga-liga. Infelizmente, por causa destes senhores, partiremos de baixo, bem de baixo, de níveis equivalentes aos que tínhamos há 15 anos…
Não podem ser estes a fazer esse trabalho. Por causa deles, criou-se uma expectativa de sociedade e nível de vida totalmente falsa. Que não só fez perder todo este tempo, como nos obrigará a esforços redobrados para recomeçar… Estes, deverão chafurdar o pântano que criaram, o suficiente para que o País entenda que lhes deve imputar toda a responsabilidade. E que deve coloca-los num “táxi”.
Merkel vai afastar Constâncio do assunto e o BCE vai passar a estar indisponível para aguentar Sócrates (os nossos bancos e o País). Pois Sócrates diz bem ao dizer que não precisa de ajuda externa. Pois não precisa. Ele. Que sabe que cai em sequência da mesma. Vai fugir dela como o diabo da cruz. É o seu fim.
Mas, infelizmente, fomos, por ele e por Teixeira dos Santos, levados a um ponto em que somos totalmente dependentes desses financiamentos extra-mercados. Pois não estamos já nos mercados…
Todos estes socialistas estão apenas a adiar essa retirada de tapete até que haja condições para atenuar os impactos do PS. Estão à espera de uma precipitação do PSD ou Cavaco. Não podem cair nisso. O PS cai maduro. Com mais um pouco de calma, assim acontecerá.
A ideia que escapamos de um processo penoso de ajuda externa é uma ideia que Sócrates quer levantar, na opinião pública, a fim de a explorar na campanha eleitoral, caso consiga cair, de preferência por acção de Coelho ou Cavaco. A verdade é que não escapamos e a situação estará por uma unha negra. E Sócrates, melhor que ninguém (com Teixeira dos Santos) sabe disso. Daí as suas movimentações recentes. Vai continuar a massacrar o País com PECs sucessivos e leva-los a Merkel. Pedindo mais um tempo. Para que a sua queda do Governo seja como ele quer. Nos termos atrás indicados, para potenciar um regresso a médio prazo.
O PSD deve ter paciência. E desligar-se de tudo o que faz o Governo. Dizendo que não é conivente, mas não dando o prazer a Sócrates de o derrubar, antes de vir a tal ajuda externa, incontornável a curto prazo.
O País não ficará pior se esperarmos mais um pouco. Pois, colocar Sócrates e o socialismo num táxi, longe do poder por alguns bons anos, será muito que se ganha.
É uma questão de 2 a 3 meses. A economia vai cair, os juros subir, a execução orçamental soçobrar e o BCE se indisponibilizar. Será a “campainha” para a ajuda externa.
Depois:
A ajuda externa garantirá que escapamos da bancarrota, mas não de um ajuste (ainda maior), forçado. Por culpa exclusiva de todos os que governaram o País nos últimos anos.
Com a ajuda do petróleo (cada vez mais) caro e das taxas de juro (crescentes) do BCE, tudo se complicará. Menos economia. Uma enorme queda no nível de vida. Abril trouxe, Abril levou.
Haverá novos cortes de ordenados e pensões.
Reduções ou fim dos subsídios de férias e Natal.
Fim aos défices nas empresas públicas o que trará transporte ao dobro do preço.
Seremos colocados, bem em baixo, num ponto compatível com a nossa produção, sem prejuízo dos pagamentos das dívidas (soberanas e outras) contraídas. Ou seja, mesmo bem em baixo.
Nessa altura, já todo o País terá entendido que o percurso socialista não leva a nada. Ilusões e um fim triste.
Começaremos tudo de novo.
Constituição bem revista.
Reformas estruturais.
Um regresso, duro, à realidade.
Obviamente, com outros.
Estes, ficam registados na nossa triste história recente.
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Pois e! A realidade e aquela que nos e dada pelos media. Esta, por seu lado, e alimentada por sound bytes. E assim vivemos!
Carlos Simoes
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Estes Abrantes vão ficar no Bunker com o Sócrates?
O Hitler só levou para o último reduto os mais fieis, embora estes Abrantes que por aqui escrevem se mostrem muito seguros não parece que no final sejam os escolhidos para o último reduto, vão saltar da trincheira, vão escolher outros nicks e rapidamente irão aderir ´
ao novo poder Socialista que se envergonhará deste antigo Timoneiro.
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E depois constroem mundos virtuais com os seus fantasmas,
dedilhando um teclado e olhando um monitor.
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o abrantino galamba interroga-se: só são finórios os bloggers lusos; já os trichets, os barrosos, os tipos de bruxelas são todos uns lorpas, acreditam no trafulha que os engana desde 2005…
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O Piscoiso não segurou o impulso da resposta rápida. Após a entrada em Berlim vou-lhe pedir que não mude de nick, e depois quando se desvendar o que aconteceu nos campos de concentração, não venha dizer que não sabia, é que eu não vou acreditar, mas já disse vou rezar por si, por mim está perdoado.
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Tolstoi
Reze à vontade que só lhe faz bem.
Sobre os campos de concentração nazis, deve ser um traumatismo seu. Se calhar viu aquelas fotos ainda criança. Deve ser uma fobia do caraças. Se eu puder ajudar, diga, pois conheço umas pessoas que podem tratar disso.
Sobre o mundo real, procure ter consciência que somos um país da comunidade europeia, onde a sua ficção não pode ter lugar.
Paciência.
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Ficção é o que vejo todos os dias quando escuto o primeiro-ministro, uma ficção que pago bem cara, eu e todos os que trabalham bastante.
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o trabalho de tolstoi era escrever…tolstoi o escritor merecia que não lhe conspurcassem o nome.
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Campo de Minas
Sócrates o filosofo tinha bom nome.
O seu argumento é fraco. Veja se arranja melhor, mas eu compreendo
já se torna difícil defender o timoneiro que levou a nação praticamente à bancarrota.
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