PAGA …ESTEJAM DESCANSADOS..E SABEM PORQUÊ? NÃO ?ENTÃO LEIAM E CHEGUEM A UMA CONCLUSÃO SE FOREM CAPAZES…NUESTROS HERMANOS SABEM BEM PORQUE É QUE NÓS IREMOS PAGAR…EM ÚLTIMO CASO PAGAM ELES…UPS ..JÁ DESTAPEI UM POUQUINHO DA RAZÃO…
Estamos todos à espera da «rapaziada do pote» para que os salários sejam pagos.
Pela cara imberbe deles, duvido que eles saibam donde vem o dinheiro.
Será que, para essa rapaziada jovial e despreocupada, o pilim aparece nas laranjeiras?
UM exemplo a seguir……
Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão
por Joana Azevedo Viana, Publicado em 26 de Março de 2011
A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura
Nem o frio pára o povo: duas revoluções pacíficas já levaram a grandes mudanças
Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.
Desde a eclosão da crise, em 2008, os países europeus tentam desesperadamente encontrar soluções económicas para sair da recessão. A nacionalização de bancos privados que abriram bancarrota assim que os grandes bancos privados de investimento nos EUA (como o Lehman Brothers) entraram em colapso é um sonho que muitos europeus não se atrevem a ter. A Islândia não só o teve como o levou mais longe.
Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados – Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua.
Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde – chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.
Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão – com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.
Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros – na sua maioria dos EUA e do Reino Unido – e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.
Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações – que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.
Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados – muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).
Na semana passada, a Interpol abriu uma caça a Sigurdur Einarsson, ex-presidente-executivo do Kaupthing. Einarsson é suspeito de fraude e de falsificação de documentos e, segundo a imprensa islandesa, terá dito ao procurador-geral do país que está disposto a regressar à Islândia para ajudar nas investigações se lhe for prometido que não é preso.
Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media – que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.
“Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão”
Queda de 50% no valor da coroa – cada islandês ganha metade, em termos comparativos do que ganhava hà 1 ano. Metade da perda de rendimento é recente. Todos os produtos importados – praticamente tudo excepto alguns produtos alimentares, passaram a custar o dobro, com a agravante do crédito internacional se ter fechado.
Chamar a isto ‘saída da recessão’ só pode ser um gozo. Podíamos fazer o mesmo em Portugal, sem sair do Euro, assim:
1. Todos os salários, públicos e privados, passavam a valer metade.
2. Todos os contratos que estabelecem preços internos, eram divididos por 2.
3. As dívidas aos bancos eram divididas por 2.
4. Não pagávamos a dívida ao estrangeiro (bancos e estado)
Mas existe outra saída? Se fosse a pagar em 100 anos talvez agora a pagar em 5 ou 10 anos no máximo..vê outra saída..ah e eles mesmo assim ficam endividados até 2046…meu caro mudaicet t….estes também andam nas ruas da amargura…Ou muito me engano ou isto mais uns meses estoira que nem uma castanha…deixa a inflação começar a subir….mas tem razão quem manda são os bancos o povo é uma simples marionete….já agora a California está falida mas toda a gente anda de FERRARI…ALGUÉM ESTÁ A PAGAR ISSO…
Os resultados dos testes a que foram sujeitos quatro dos maiores bancos irlandeses (Allied Irish Banks, Bank of Ireland, Irish Life & Permanent e o Educational Building Society) serão revelados esta quinta-feira e trazem más notícias.
De acordo com o jornal britânico The Guardian estes testes podem evidenciar um “buraco negro” entre os 18 mil milhões de euros e os 23 mil milhões de euros.
Perto de 46 mil milhões de euros foram já injectados na banca irlandesa. Em Fevereiro deviam ter sido transferidos mais 10 mil milhões, tal como previa o acordo com o Fundo Monetário Internacional e com a Comissão Europeia, porém o anterior ministro das Finanças, Brian Lenihan, decidiu prescindir dessa tranche.
Caso os testes desta semana confirmem os dados agora avançados, isso significa que a Irlanda ficará sem qualquer espaço de manobra para lidar com a dívida dos bancos.
A crise continua a ser considerada superada e garante-se um crescimento exuberante da economia mundial, que em breve até há-de ultrapassar o nível pré-crise. No entanto manifesta-se, não propriamente com pezinhos de lã, um aumento sensível da inflação, que parece tomar o lugar do surto deflacionário da grande quebra. Entre os grandes suportes de esperança da conjuntura económica mundial, Índia e China, a taxa de inflação ultrapassou nos últimos meses a marca dos 5 por cento e os preços dos alimentos subiram 15 por cento (Índia) e 12 por cento (China). Em qualquer dos casos, têm tido pouco efeito os sucessivos aumentos das taxas de juro, que agora estão 5 por cento ou mais acima das europeias e norte-americanas. Uma subida semelhante da taxa de inflação se pode observar em muitas regiões periféricas do mundo. Também na zona euro a subida dos preços atingiu 2,4 por cento em Janeiro, saindo fora do objectivo oficial. A mesma tendência nos EUA provoca lá, ao que parece, apenas indiferença.
O que não há muito tempo seria considerado alarmante, pelo menos na União Europeia, é agora também aqui minimizado. Tanto o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, como o CEO do Deutsche Bank, Ackermann, consideraram a subida de preços a nível mundial como um fenómeno “normal” nesta conjuntura de alta e que a baixa de preços ocorrerá por si só com o ciclo económico. Eles caem aqui num erro elementar. Um aumento geral de preços apenas cíclico, a partir de um surto de procura regular, devido a maiores lucros e salários com base na valorização real do capital, é um fenómeno de mercado puro e não tem nada a ver com o valor do dinheiro. O caso é completamente diferente quando o consumo público e o dinheiro do banco central aquecem artificialmente a economia. Há uma enorme diferença entre a procura crescer, porque a economia recupera por si só, ou a economia recuperar, porque se cria por decreto governamental procura irregular do ponto de vista capitalista. Neste último caso, o aumento geral de preços resulta da desvalorização do próprio dinheiro. Esta é a inflação verdadeira, e é com ela que estamos confrontados agora.
Na verdade, os Estados e os seus bancos emissores criaram dinheiro de crédito numa escala sem precedentes históricos, para suster a crise económica mundial. Só nos EUA, no prazo de dois anos e por diversas vias, foram infiltrados mais de quatro biliões de dólares na economia. Por toda a parte o dinheiro da política de juros baixos ou nulos jorra como duma fonte sobre o sistema bancário comercial, que é autorizado a apresentar como “garantia” activos tóxicos. Além disso, a Reserva Federal dos EUA, Fed, há bastante tempo que vem comprando em massa títulos do tesouro americano, porque os asiáticos estão a desprezar cada vez mais esses papéis tornados duvidosos. O BCE ensaia o mesmo jogo com títulos da dívida pública dos países com deficit na zona euro, a fim de salvar a moeda única. Ao contrário do anunciado, não se tem conseguido voltar a absorver essa liquidez através de sociedades de refinanciamento. Enquanto o fluxo de dinheiro apenas refinancia dívidas ou faz subir as cotações das bolsas, a inflação é limitada. Mas, na medida em que se atinge o objectivo do exercício, ou seja, criar procura a partir do nada, segue-se inevitavelmente a desvalorização acelerada do dinheiro. É sinal de ignorância negar este contexto e inventar histórias sobre um crescimento auto-sustentável. A bomba inflacionária vai dissolver no ar o crescimento aparente, tal como antes a bomba deflacionária.
Original DER INFLATIONÄRE SPRENGSATZ in http://www.exit-online.org. Publicado em Neues Deutschland, 07.02.2011
Está a ser formada uma Comissão para levar a uma instancia oficial independente americana, uma vez que as europeias estão sob a mão de grupos dependentes, para exigir que as contas do Estado português sejam objecto de auditoria.
O Estado não tem dinheiros, apenas os administra. E deseja saber-se como.
A seu tempo se dirá mais.
Afonso de Freitas:
Não te esqueças de levar essas «provas» a essa entidade americana que inspeccionou os cambalachos da Wall Street, do Lehman Brothers e da empresa do Madoff!
Eles têm muita experiência, principalmente em descobrir as falcatruas depois dos outros!
Não percebo porque é falam sempre nos salários, porque não falam que não vai haver dinheiro para pagar as reformas???
O estado gasta mais dinheiro em reformas do que em salários, mas como se habituaram a tratar as pessoas que trabalham para o Estado como desdém devido a sucessivas campanhas de desinformação lá estão a ameaçar que pode não haver dinheiro para salários, pois no dia em que isso acontecer nos hospitais não se atendem os doentes as crianças e adolescentes vão para casa sem aulas a policia fecha os olhos e passa ser livre roubar, quem cobra os impostos deixa de o fazer e o estado fica ainda com menos meios financeiros para pagar as dívidas.
Seus ignorantes os salários da pessoas que trabalham para o estado são essenciais para manter a ordem publica e o país a funcionar, se não houver dinheiro então que não se pagam os empréstimos das parcerias publico-privadas os parecer dos gabinetes dos advogados a publicidade nos jornais e televisão , sem salários no estado será o caos instalado.
Precisamente. Cada mês que passa e recebo, é um alívio. Estou à espera de ficar com o ordenado em atraso a todo o momento. Neste momento ser funcionário público já não livra ninguém desse risco. Só por ai se vê o nível de incompetência do ‘engenheiro’ charlatão.
Pelo que sei a situação financeira de Sócrates não está tão mal assim.
Segundo parece até não está nada mal.
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Reparei agora que exagerei no “mal”.
Bem, para mim isso não é nada de novo.
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PAGA …ESTEJAM DESCANSADOS..E SABEM PORQUÊ? NÃO ?ENTÃO LEIAM E CHEGUEM A UMA CONCLUSÃO SE FOREM CAPAZES…NUESTROS HERMANOS SABEM BEM PORQUE É QUE NÓS IREMOS PAGAR…EM ÚLTIMO CASO PAGAM ELES…UPS ..JÁ DESTAPEI UM POUQUINHO DA RAZÃO…
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sim, já que os do PSd nada fazem nem pagam os salários a ninguém, porque para isso é preciso trabalhar.
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http://zebedeudor.blogspot.com/2011/03/o-animal-ferozprocurado-por-extorsao-em.html
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Estamos todos à espera da «rapaziada do pote» para que os salários sejam pagos.
Pela cara imberbe deles, duvido que eles saibam donde vem o dinheiro.
Será que, para essa rapaziada jovial e despreocupada, o pilim aparece nas laranjeiras?
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UM exemplo a seguir……
Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão
por Joana Azevedo Viana, Publicado em 26 de Março de 2011
A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura
Nem o frio pára o povo: duas revoluções pacíficas já levaram a grandes mudanças
Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.
Desde a eclosão da crise, em 2008, os países europeus tentam desesperadamente encontrar soluções económicas para sair da recessão. A nacionalização de bancos privados que abriram bancarrota assim que os grandes bancos privados de investimento nos EUA (como o Lehman Brothers) entraram em colapso é um sonho que muitos europeus não se atrevem a ter. A Islândia não só o teve como o levou mais longe.
Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados – Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua.
Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde – chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.
Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão – com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.
Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros – na sua maioria dos EUA e do Reino Unido – e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.
Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações – que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.
Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados – muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).
Na semana passada, a Interpol abriu uma caça a Sigurdur Einarsson, ex-presidente-executivo do Kaupthing. Einarsson é suspeito de fraude e de falsificação de documentos e, segundo a imprensa islandesa, terá dito ao procurador-geral do país que está disposto a regressar à Islândia para ajudar nas investigações se lhe for prometido que não é preso.
Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media – que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.
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“Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão”
Queda de 50% no valor da coroa – cada islandês ganha metade, em termos comparativos do que ganhava hà 1 ano. Metade da perda de rendimento é recente. Todos os produtos importados – praticamente tudo excepto alguns produtos alimentares, passaram a custar o dobro, com a agravante do crédito internacional se ter fechado.
Chamar a isto ‘saída da recessão’ só pode ser um gozo. Podíamos fazer o mesmo em Portugal, sem sair do Euro, assim:
1. Todos os salários, públicos e privados, passavam a valer metade.
2. Todos os contratos que estabelecem preços internos, eram divididos por 2.
3. As dívidas aos bancos eram divididas por 2.
4. Não pagávamos a dívida ao estrangeiro (bancos e estado)
É isso que pretende?
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NEM UMA NOTÍCIA SOBRE ISTO..TOP SECRET…
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«a situação financeira de Sócrates não está tão mal assim»
E em caso de aflição, terá amigos a quem recorrer:
Rui Pedro Soares & Vara Lda.
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Dilma está a chegar. Talvez traga o livro de cheques.
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Mas existe outra saída? Se fosse a pagar em 100 anos talvez agora a pagar em 5 ou 10 anos no máximo..vê outra saída..ah e eles mesmo assim ficam endividados até 2046…meu caro mudaicet t….estes também andam nas ruas da amargura…Ou muito me engano ou isto mais uns meses estoira que nem uma castanha…deixa a inflação começar a subir….mas tem razão quem manda são os bancos o povo é uma simples marionete….já agora a California está falida mas toda a gente anda de FERRARI…ALGUÉM ESTÁ A PAGAR ISSO…
Os resultados dos testes a que foram sujeitos quatro dos maiores bancos irlandeses (Allied Irish Banks, Bank of Ireland, Irish Life & Permanent e o Educational Building Society) serão revelados esta quinta-feira e trazem más notícias.
De acordo com o jornal britânico The Guardian estes testes podem evidenciar um “buraco negro” entre os 18 mil milhões de euros e os 23 mil milhões de euros.
Perto de 46 mil milhões de euros foram já injectados na banca irlandesa. Em Fevereiro deviam ter sido transferidos mais 10 mil milhões, tal como previa o acordo com o Fundo Monetário Internacional e com a Comissão Europeia, porém o anterior ministro das Finanças, Brian Lenihan, decidiu prescindir dessa tranche.
Caso os testes desta semana confirmem os dados agora avançados, isso significa que a Irlanda ficará sem qualquer espaço de manobra para lidar com a dívida dos bancos.
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UMA BOA ANÁLISE….
A BOMBA INFLACIONÁRIA
A crise continua a ser considerada superada e garante-se um crescimento exuberante da economia mundial, que em breve até há-de ultrapassar o nível pré-crise. No entanto manifesta-se, não propriamente com pezinhos de lã, um aumento sensível da inflação, que parece tomar o lugar do surto deflacionário da grande quebra. Entre os grandes suportes de esperança da conjuntura económica mundial, Índia e China, a taxa de inflação ultrapassou nos últimos meses a marca dos 5 por cento e os preços dos alimentos subiram 15 por cento (Índia) e 12 por cento (China). Em qualquer dos casos, têm tido pouco efeito os sucessivos aumentos das taxas de juro, que agora estão 5 por cento ou mais acima das europeias e norte-americanas. Uma subida semelhante da taxa de inflação se pode observar em muitas regiões periféricas do mundo. Também na zona euro a subida dos preços atingiu 2,4 por cento em Janeiro, saindo fora do objectivo oficial. A mesma tendência nos EUA provoca lá, ao que parece, apenas indiferença.
O que não há muito tempo seria considerado alarmante, pelo menos na União Europeia, é agora também aqui minimizado. Tanto o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, como o CEO do Deutsche Bank, Ackermann, consideraram a subida de preços a nível mundial como um fenómeno “normal” nesta conjuntura de alta e que a baixa de preços ocorrerá por si só com o ciclo económico. Eles caem aqui num erro elementar. Um aumento geral de preços apenas cíclico, a partir de um surto de procura regular, devido a maiores lucros e salários com base na valorização real do capital, é um fenómeno de mercado puro e não tem nada a ver com o valor do dinheiro. O caso é completamente diferente quando o consumo público e o dinheiro do banco central aquecem artificialmente a economia. Há uma enorme diferença entre a procura crescer, porque a economia recupera por si só, ou a economia recuperar, porque se cria por decreto governamental procura irregular do ponto de vista capitalista. Neste último caso, o aumento geral de preços resulta da desvalorização do próprio dinheiro. Esta é a inflação verdadeira, e é com ela que estamos confrontados agora.
Na verdade, os Estados e os seus bancos emissores criaram dinheiro de crédito numa escala sem precedentes históricos, para suster a crise económica mundial. Só nos EUA, no prazo de dois anos e por diversas vias, foram infiltrados mais de quatro biliões de dólares na economia. Por toda a parte o dinheiro da política de juros baixos ou nulos jorra como duma fonte sobre o sistema bancário comercial, que é autorizado a apresentar como “garantia” activos tóxicos. Além disso, a Reserva Federal dos EUA, Fed, há bastante tempo que vem comprando em massa títulos do tesouro americano, porque os asiáticos estão a desprezar cada vez mais esses papéis tornados duvidosos. O BCE ensaia o mesmo jogo com títulos da dívida pública dos países com deficit na zona euro, a fim de salvar a moeda única. Ao contrário do anunciado, não se tem conseguido voltar a absorver essa liquidez através de sociedades de refinanciamento. Enquanto o fluxo de dinheiro apenas refinancia dívidas ou faz subir as cotações das bolsas, a inflação é limitada. Mas, na medida em que se atinge o objectivo do exercício, ou seja, criar procura a partir do nada, segue-se inevitavelmente a desvalorização acelerada do dinheiro. É sinal de ignorância negar este contexto e inventar histórias sobre um crescimento auto-sustentável. A bomba inflacionária vai dissolver no ar o crescimento aparente, tal como antes a bomba deflacionária.
Original DER INFLATIONÄRE SPRENGSATZ in http://www.exit-online.org. Publicado em Neues Deutschland, 07.02.2011
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http://www.vancouversun.com/news/Toronto+board+mulls+separate+school+Portuguese+students/4433052/story.html
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Está a ser formada uma Comissão para levar a uma instancia oficial independente americana, uma vez que as europeias estão sob a mão de grupos dependentes, para exigir que as contas do Estado português sejam objecto de auditoria.
O Estado não tem dinheiros, apenas os administra. E deseja saber-se como.
A seu tempo se dirá mais.
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Brilhante!
João Miranda no seu melhor.
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Afonso de Freitas:
Não te esqueças de levar essas «provas» a essa entidade americana que inspeccionou os cambalachos da Wall Street, do Lehman Brothers e da empresa do Madoff!
Eles têm muita experiência, principalmente em descobrir as falcatruas depois dos outros!
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Não percebo porque é falam sempre nos salários, porque não falam que não vai haver dinheiro para pagar as reformas???
O estado gasta mais dinheiro em reformas do que em salários, mas como se habituaram a tratar as pessoas que trabalham para o Estado como desdém devido a sucessivas campanhas de desinformação lá estão a ameaçar que pode não haver dinheiro para salários, pois no dia em que isso acontecer nos hospitais não se atendem os doentes as crianças e adolescentes vão para casa sem aulas a policia fecha os olhos e passa ser livre roubar, quem cobra os impostos deixa de o fazer e o estado fica ainda com menos meios financeiros para pagar as dívidas.
Seus ignorantes os salários da pessoas que trabalham para o estado são essenciais para manter a ordem publica e o país a funcionar, se não houver dinheiro então que não se pagam os empréstimos das parcerias publico-privadas os parecer dos gabinetes dos advogados a publicidade nos jornais e televisão , sem salários no estado será o caos instalado.
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Se alguém leu ironia no post de João Miranda, enganou-se. Ele está a falar da realidade (não metafórica).
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Já vamos no 7ºDia em que nem a Oposição nem o Presidente falaram da necessidade de uma auditoria às Contas Públicas.
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Precisamente. Cada mês que passa e recebo, é um alívio. Estou à espera de ficar com o ordenado em atraso a todo o momento. Neste momento ser funcionário público já não livra ninguém desse risco. Só por ai se vê o nível de incompetência do ‘engenheiro’ charlatão.
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Está aqui a explicação disso…é ler e entender..
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