Não falha
7 Abril, 2011
Regras da política em Portugal:
a) negar veementemente aquilo que acontece. Negar rotundamente o que é inevitável. Negar absolutamente o que se vai ter de dizer amanhã.
b) quando a realidade se impõe apresenta-se como um facto não apenas consumado mas imposto pelo exterior
c) a a realidade é tão grave mas tão grave que os responsáveis pela catástrofe e pelo seu encobrimento não só tendem a ser perdoados – ninguém consegue admitir que pactuou com tal coisa – como também premiados, passando de coveiros a salvadores.
17 comentários
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As ultimas sondagens dão uma votação no Engº Socrates de +/- 33 %….
O saudoso Dr Medina Carreira questionava: como mudar o quadro político se 6 milhões de portugueses dependem do Estado!!!
É isto que devemos ter sempre presente… para evitar surpresas…que fazer????
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a HM parece que escreve os discursos do Sócrates…….
anyway:
portugal precisa de
90 mil milhões
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=1&id_news=156334
agora imaginem pagar juros de 9…10..ou mais % sobre isto
Só se pode dizer que o capricho de sócrates e criados era CRIMINOSO.
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“que fazer????”
A única solução é uma parte de Portugal declarar a independência da outra parte.
.
Títulos que os Jornais teriam hoje não fossem dos maiores responsáveis pelo estado do país: FALHANÇO, RUÍNA, BANCARROTA, FALÊNCIA.
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A.P.
esses valores incluem transferência directa de SEIS % DE votos do BE para o PS
ou seja, a esquerdalha gay-lesbos, pó e erva, parasitas da sociedade capitalista
não são ganhos do PS
falta saber até onde vai esse voto útil
e se o BE fica num táxi
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Sem dúvida
andar com a Máfia com experiência na maçonaria ao colo (pq muitos tb lá estão)
foi tarefa reiterada e permanente dos “media”
com excepção da MMG
e do CM
aqui há anos o país assistiu ao escândalo de uma filha de ministro Barroso ter entraddo para a UN com cunha—-alias, nem grande cunha foi…)
foi uma peixaria que durou semanas ( os “jornalistas” são ocos para assuntos importantes……..)
agora, comparem com o 1,2 milhão de euros do Rui Pedro Soares, gajo k não sabe fazer nada a não ser combinar negócios corruptos
e com os 72 mil euros da mulher do alberto martins
tudo muito soft….muito “objectivO”…ponderado
enfim, escravidão mediática à máfia com experiência na maçonaria
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Método mais do que testado…
http://lishbuna.blogspot.com/2011/04/tudo-confirmado-portanto-seguranca.html
… logo, facilmente descodificável.
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Para os defensores fanáticos da NÃO AJUDA-SOCORRO
e continuação dos empréstimos a juros ruinosos
aqui vai
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/juros-divida-divida-publica-agencia-financeira/1244873-1727.html
brevemente vão adoptar o discurso, com total descaramento, que a HM descreveu no post
com a colaboração dos gangs mediáticos
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Roubini:
As Greece and Ireland flounder in Europe, many analysts are turning their gaze to Portugal, the PIIG nation deemed most likely to follow suit. Economist Nouriel Roubini isn’t worried about Europe’s twelfth most populous country, however; he’s more concerned with Portugal’s larger next door neighbor, Spain.
“I think the big question is not Portugal — that is too small — but rather whether the contagion could spread, over time, to Spain, a country that is on one side too big to fail, but from the other side too big to be saved,” he said late last week on Bloomberg’s The Pulse.
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Eu defendo a não ajuda e o défice zero.
Quem apoia o FMI é porque nos quer endividar ainda mais. É a continuação de viver acima das posses . A esquerda está contra o FMI porque é esquizofrénica e sonha com imprimir dinheiro e desvalorizações. Se se chamasse Fundo Monetário Soci@lista e despejasse uma montanha de dinheiro ainda maior já estaria a favor.
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1) A fantasia é mais atraente do que a realidade .
2) A classe jornalista está na algibeira dos socialistas .
3) As TVs estão dominadas por socialistas.
4) O que não aparece na TV não existe.
CRUEL CONCLUSÃO : Muito provavelmente o socialismo continuará a dominar e a empobrecer os portugueses.
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“Quem apoia o FMI é porque nos quer endividar ainda mais. É a continuação de viver acima das posses .”
.
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Ora nem mais. Meus parabéns por dizer muito em tão pouco. 5*****!
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Aliás, o FMI é a derrota dos que verdadeiramente desejam mudar o país. Não a vitória. Mas o futuro demonstrará como nisto tenho razão.
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Anti comuna. Tem aqui uns velhos conhecidos neste post do Corta Fitas para recordar :
http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/4289489.html
.
Boa demonstração da qualidade dos jornalismo Expressionista Português.
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O Expesso? isso é um jornal? Isso é lixo, que nem para embrulhar sardinhas serve. É tóxico. ahahahahah
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Isto sem o Arrelindo parece um cemitério…
“Ó Luiz, vê lá, queres assim…ou com mais molho?”…
Senhor Primeiro Ministro Dr. Pedro Passos Coelho:
Excelência,
O senhor treme à brava.
E engole saliva aos quartilhos, mas não se preocupe com isso, esteja à vontade.
O anterior p.m. não tinha esses defeitos mas não foi por que governou bem.
A “gente queremos” um governante que governe bem, não um actor, para isso vamos aoa Cinema.
Lembre-se, sobretudo, ou gabardine, tanto faz, que não fala só para doutores…
Fale simples, claro e franco.
Quando precisar de dinheiro chute que “nós empresta”mas, P.F.
Não dê com o martelo em cima dos números, para tapar buracos.
Para isso já bastou bastante quanto baste o anterior.
Lembre-se que o senhor é um governante e não um calceteiro, sem desprimor para estes.
Cumprimenos,
Zé
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Obviamente que a vinda do FMI é a derrota do pensamento dos «liberais» tugas.
Ainda ontem, o Director-Geral do FMI, disse, e a propósito da crise internacional global e da crise das dívidas soberanas, que agora é preciso mais ESTADO e menos MERCADO!
Como os nossos «liberais» advogaram e caucionaram todo este tempo a vinda do FMI e da austeridade, eu quero ver como é que eles vão «descalçar» esta bota…
Afinal, meus amigos, mais Estado ou mais Mercado? Ou em alternativa mais Paleio Fiado?
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Não é assim em tudo? Desde quando os portugueses assumem a responsabilidade pelos seus actos?
Há muito que José Gil explicou isto no “Portugal hoje – o medo de existir”; estão lá muitas das causas para a situação actual.
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