esta gente é perigosa – II
8 Abril, 2011
No socialismo em construção que grassa pela baixa lisboeta governada pela PS, cremos que falta um elemento essencial: a adopção de fardamento Sun Yat-sen/Mao, a condizer com a linha ideológica camararária, e a aplicar em todos os empregados de esplanada, de modo a evitar a diferenciação social, ou quiçá origens burguesas, pertubadoras da paz social e harmonia visual.
20 comentários
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Os socráticos preferem mais os fardamentos da mocidade e da legião portuguesa.
Os fatinhos chineses à Mao Tse Tung, do tempo da Revolução Cultural, está mais ao gosto e jeito do PSD, um partido receptor de quantidades apreciáveis de ex-maoistas, ex-comunistas e ex-trotsquistas.
Aliás, um partido de ex-qualquer coisa; ex-divorciados; ex-drogados; ex-alcoólicos,etc.
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A dupla municipal António Costa/Zé-que-não-faz-falta, coadjuvada pela alegrista Roseta e quejandos, devia era lembrar-se do combate aos carteiristas que proliferam na Baixa. A Praça da Figueira, então, é um autêntico arraial: é dali que irradia a escumalha que, pelos vistos, se doutorou em Carteirismo (na Independente?) e não se cansa de aliviar turistas e outros istas de pertences e o mais a que lhe é possível estender a mão.
O dano que estes energúmenos causam à imagem do País e às finanças nacionais, ao afugentarem o turismo, é coisa que não preocupa a Câmara lisboeta. A esta interessa é perder tempo com a cor das toalhas de mesa e o tamanho das ementas das esplanadas. Uma desgraça!
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Excelente sugestão, caro Gabriel. É grave que este assunto não tenha sido ainda tratado.
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Quanto ninguém colocar os pés na Baixa não se admirem.
A Baixa é o sítio em Lisboa mais vulnerável aos delírios controleiros dos burocratas da Câmara.
Estão sempre a pensar em alguma.
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Quando.
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Realmente quanto menos corjedo e trampa na Baixa, melhor.
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Eu por acaso nem sei bem de onde vem isto. Esta tara higienista e pancada pela uniformização é prot.
A sério; isto é burocracia importada do Norte da Europa. E estes tipos nem são comunas; não é por aí que se entende. São outra coisa mais anormal- têm a pancada que são “modernos e europeus”. Isto é a doença do europismo.
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Ó Arlindo, vai ver se eu estou lá fora!
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Estes tipos têm por cá uma tradução – são os militantes “proteste”. A sério. Lembro-me como isto começou e quem eram este higienistas- eram os “progressistas europistas”- os da normalização científica e “ambiental”- começaram por estragar o urbanismo com aquelas intervenções dos “arranjos urbanos” e agora já vão nas toalhas de mesa.
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Isto é o equivalente urbano do eduquês no ensino. Literalmente.
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Mas é claro que tem um pé no jacobinismo- têm de legislar tudo. É a tara do que não é proibido é obrigatório. E o poder serve para o saque e para a tara das leis. Só não se lembram da lei quando lhes interessa.
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São estes mesmos tipos que começam como os clones miniatura a enviarem fwds a chagar toda a gente por causa dos “abaixo-assinados”. E sempre por anormalidades de caca. Aqui há tempo até recebi um desses abaixo-assinados a obrigar os merceeiros a terem letreiros em braille. Uma perfeita anedota. O mundo deles é o do perigo da individualidade. De haver alguma coisa fora do lugar.
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Será que o Arlindo com ou sem Costa é paneleiro?
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Mas eu nem sei se são perigosos. Não me admirava nada é que já houvesse empreitada a algum tipo dos toldos de pano cru e toalhas lisas.
São uns tristes.
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O Arlindo é o Dr. Pardal, açoriano que era militante do PCP e dizia mal dos socretinos.
V.s é que não se dão ao trabalho de o calar, mostrando os links quando ele andava por aqui como Horatio Cézar e Rebenta-Chulos ou Dr. Pardal.
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É um velho reformado que deve ter arranjado tacho recente lá com a canavilhas. Vendeu-a por todo o lado. Até ao Joãozinho dos Pequeninos.
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A BOA E A MÁ NOTÍCIA
A boa: está saindo de Lisboa, rumo ao norte uma ambulânia do Júlio de Matos
com uma equipa médica para vestir uma camisa de fôrças ao epilético, a má é que se encontra
rodeado de milhares de fanáticos que vão defendê-lo a todo o custo . . .
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Da-se.
Na Oura (rua dos bares), Albufeira e Portimão a ciganada “alivia”, ameaça e agride turistas hà anos e as autoridades assobiam pró lado pra não tocar nas “minorias”.
A palavra mais ouvida na rua é “haxe”, “haxe”.
Cartas, mails, reuniões de Câmara, alertas ao Governador Civil, GNR em NADA diminuíram este comportamento de matilha e ano após ano aumenta o número da alcateia e diminuem os turistas.
Logistas são agredidos dentro das próprias lojas e Ministério Público nem aceita queixas nem actua em conformidade.
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Eu também concordo com a necessidade urgente de uniformizar os empregados que servem nas esplanadas. É feio a gente atravessar a baixa e ver cada um vestido a seu gosto, uma verdadeira bandalheira. Nada como um bom uniforme, e com touca, não vá cair algum cabelo na sopa dos comensais. Roupa larga, ausência de braguilha, por razões evidentes.
Fica ainda por fazer, mas espero que no próximo ano entre em vigor, a uniformização dos clientes.
É uma vergonha ver clientes mal vestidos, outros bem vestidos demais. Também é preciso resolver o problema da discriminação dos bonitos e feios, dos velhos e jovens, etc. Talvez uma burka seja o ideal como traje nacional, a envergar logo à nascença para evitar o espectáculo degradante dos bébés feios.
Há ainda muito para fazer.
Sem dúvida que vão fazer falta muitos mais Zés.
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Tu, Fredo, é que não vais fazer falta nenhuma, depois de te cortarem a mesada socretina e deitarem-te ao lixo. Já faltam menos de dois meses, prepara-te!
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