uma tragédia à vista
Lamento dizê-lo, mas considero que não há maior demonstração de fraqueza política do que atacar o mensageiro em vez da mensagem. As sucessivas direcções do PSD, desde o fim do cavaquismo até hoje, têm-se especializado nessa «arte», a propósito das sondagens que lhes dão más votações, com os resultados eleitorais que são infelizmente bem conhecidos. A sondagem da Marktest ontem conhecida, por mais «martelada» que esteja e por mais que sirva os interesses do «inimigo», retrata uma evidência que até quem for politicamente cego consegue ver e que convém não ignorar: a tendência de queda do PSD e para a subida do PS nas intenções de voto para 5 de Junho. O que a sondagem retrata é que este PSD, que criou grandes expectativas aos portugueses, não está a «passar» no eleitorado, pelo menos o suficiente para cumprir o que seria a sua obrigação: estar muito à frente do seu rival, o Partido Socialista, cujo governo levou o país à bancarrota.
Como já anteriormente aqui escrevi, afastar do governo um partido com quase quinze anos consecutivos de poder não é tarefa para amadores e exige rigor táctico absoluto. Ao contrário e infelizmente, este PSD tem dado provas graves de desleixo político, talvez convencido pelas sondagens de há algumas semanas (que davam o partido no limiar da maioria absoluta) de que as eleições já estavam ganhas. A partir daí, o PSD tem cometido erros grosseiros sobre erros grosseiros, e passado o tempo a justificar-se e a explicar os erros cometidos, em vez de apresentar ao país aquilo que eventualmente tem para lhe oferecer. O PSD errou ao não ter apresentado aos eleitores uma alternativa séria ao regime socialista, de direita, juntamente com o CDS; errou por se ter deixado enredar em pequenas jogadas de pequena política, de que o caso de Fernando Nobre foi o mais grave exemplo; errou ao ter deixado ao PS a iniciativa política de discutir a situação do país, em vez de atacar imediatamente o governo pelas suas responsabilidades; e continua a errar ao atacar Paulo Portas, enviando-lhe remoques nos jornais e na net, em vez de se sentar com ele à mesa para discutir o futuro do país.
Infelizmente, como aqui tínhamos sugerido, a hipótese do país acordar com uma maioria de esquerda no parlamento, no dia 6 de Junho, começa a afigurar-se cada vez mais provável. Isso significará quatro anos de frente de esquerda, o fim da carreira pública de Aníbal Cavaco Silva e a definitiva secundarização do Presidente da República, e a possível «ucdização» definitiva do PSD, provavelmente em abono futuro do partido de Portas. Haverá quem goste e quem não goste. Por mim, considerarei esse cenário uma tragégia.

Mas não haverá aqui um problema cultural mais geral? Não serão os eleitores portugueses um bocado broncos?
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De resto as propostas do PSD, como privatizar a CGD, e a vontade de liberalizar os despedimentos, como escreveu algures Frasquilho, num país onde os patrões têm menos habilitações que os empregados, fizeram o resto. http://psicanalises.blogspot.com/
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disse ao ‘cê ah! ah!’ que o paços de cuelho, caa e quejando transformaram o psd no
lumpenproletariat da die Deutsche Ideologie
ou seja escória, farrapo, lixo.
já deve ter apagado a mensagem
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De facto esta sondagem é premonitória.
O PS e Sócrates poderão ainda, com algum esforço, conseguir uma desejável Maioria Absoluta.
Embora o autor afirme que «este» PSD criou algumas expectativas junto do eleitorado, a verdade é que o actual PSD é dez vezes pior do que o PSD do tempo da «velha», e que tanto foi excomungada pelo Passos Coelho e a sua entourage.
Aliás, basta ver algumas figuras «gradas» do PSD (Capucho, Mendes, MFL,etc.) e até figuras muito próximas de Cavaco a antecipar a tragédia anunciada e a descolar desta liderança errática.
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Perante uma sondagem com 800 inquiridos e em igualdade com o PS, o PSD entra em guerra interna, enquanto que o PS em situação muito desfavorável simplesmente se cala, ignora, continua a mentir sobre a situação do país e ainda por cima explica na televisão qual é o terrível programa eleitoral do PSD, que diz desconhecer. É o partido perfeito para um país imbecil.
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Este é justamente o tipo de post que, no momento, interessa ao partido do Sócrates.
Claro que esta “sondagem” não tem qualquer rigor científico.
Claro que não se trata de uma sondagem, mas de uma coisa chamada barómetro, cuja credibilidade é nula.
Claroo que o universo dos respondentes é ridículo.
Claro, claro, claro. Mas que interessa tudo isso, se serve o objectivo da estratégia socretina em curso visando a intoxicação da opinião pública?
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E, já agora, «claro» que as anteriores direcções do PSD não se têm queixado das más sondagens e têm ganho as eleições. Você, por acaso, não será o Rui Gomes da Silva?
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bom sentido de humor Rui A.
o rui gomes da silva é um must!
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Eu gostava era de ver o CAA e o Rui Gomes da Silva sentados lado-a-lado na Assembleia da República….
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Concordo em absoluto com o teor do comentário. A impreparação desta oposição fará com que a vitória do PS nas eleições, com maioria absoluta, seja um cenário cada vez mais viável e, de algum modo, a menos má das alternativsa possíveis. A sede de protagonismo é imparável, as declarações de homens como Miguel Relvas pressagiam o pior. Falta sensatez, a sensatez de reconhecer que não vivemos tempo de ruptura de modelo económico e social, mas sim de sobrevivência enquanto país. As coisas interessantes que o PSD tem feito (de que são exemplo a abertura das listas de candidatos a novos sectores da sociedade) passam em branco neste panorama. Ora, o PSD terá, se derrotado, uma pesada responsabilidade a pesar sobre si: teve todas as condições para afastar do poder o engenheiro Sócrates.
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Rui, quer promover uma verdadeira ruptura em Portugal?
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Lute pela Independência do Norte. Se o fizer vai ver que já o começarão a levar a sério.
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Primeiro ignorarão as suas ideias, depois negarão, depois lutarão contra si. Depois Vc. vencerá. Isto foi, mais ou menos dito, pelo Ghandi ou pelo Schopenhauer, já não me lembro. Mas é mesmo assim que se pode mesmo ter uma nova esperança e evitar a tragédia anunciada.
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Só há uma saída, caro Rui: a Independência do Norte. Tudo o resto é nosso wishfull thinking.
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Olhe, caro Rui, há quanto tempo me lê por aqui? Sempre a dizer quase o mesmo, que iamos ir à falência, por causa das estúpidas políticas económicas e orçamentais? Que iamos estoirar? E quantos levaram a sério o que eu dizia?
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E o Medina Carreira? Também não se passou o mesmo?
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E vale alguma coisa dizer a verdade e chamar à atenção de que iamos bater com a cabeça na parede?
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Logo, o que não tem remédio, remediado está. Logo, em vez de olharmos isto como uma mera tragédia inevitável, podemos transformar isto numa oportunidade. E ela é esta: exigir a Independência do Norte.
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Mas que Norte?
Que raio de coisa significa essa frase? Querem fazer do Porto uma Nação, é isso?
Só pode… Há fenómenos que não se entendem. Como é que pessoas inteligentes podem enlouquecer por bairrismo.
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É pá, tentem dizer onde começa e termina esse “Norte”- qual a área desse país novo; se vai ter o Pinto da Costa como seu reizinho; e em que planeta vão tratar da política internacional na outra margem do Douro.
Talvez caíssem na real e se desse conta da anedota.
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É pá, tentem dizer onde começa e termina esse “Norte”- qual a área desse país novo; se vai ter o Pinto da Costa como seu reizinho; e em que planeta vão tratar da política internacional da outra margem do Douro.
Talvez caíssem na real e se desse conta da anedota.
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“Querem fazer do Porto uma Nação, é isso?”

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Eu não sou do Porto. Nem me identifico com bairrismos desses. Zazie, vives demasiado tempo fora do Porto, não é?
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“É pá, tentem dizer onde começa e termina esse “Norte”- qual a área desse país novo;”
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É fácil. É estudares História de Portugal:
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É mais ou menos isto, com exclusão dos territórios actualmente espanhois:
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É ir ao passado e colher de lá os ensinamentos. eheheheheh
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pessoalmente acho que o problema está mais no partido do que em passos coelho,
além do argumento punjante da quantidade de líderes que o psd teve enquanto sócrates está na liderança do ps, veja-se o próprio nogueira leite, que hoje pendantemente, vem dizer que eleições serão um grande teste à liderança de passos….
com amigos destes…
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bem , mas não é o fmi que vai governar estes próximos 3 anos? estas eleições são uma redundância , porque governo já temos agendado.
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Se tu Zazie, te interesses um bocado pelo que eu designo como proto-Portugal, saberias que o Norte são os territórios que o D. Afonso Henriques “herdou”. Do rio Minho até mais ou menos aos “territórios de ninguém”, perto das Caldas, Nazaré, etc.
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Em termos geográficos, os territórios de clima humido face aos de clima mais seco.
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E, claro, primeiro ridicularizarão mas depois…
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É só para te lembrar que há países com a mesma população que este território. O caso mais evidente é o da Noruega ou da Dinamarca, por exemplo. Mas se até o Luxemburgo consegue ser um país com pouco mais de 300k pessoas, porque não o Norte de Portugal?
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noruega?
importa-se de repetir, Anti?
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O que é o Norte de Portugal?
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O Orlando Ribeiro sabia. O salazarismo, herdando as reformas do século XIX quase que apagou esse Norte. Mas apagou-o mesmo? Não, não apagou. Atenuou e até nem as mudanças do século XX, com a consequente urbanização e litoralização do território português acabou com este Norte de Portugal.
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Acho que até nisto acabam por ir de encontro ao que é o chamado proto-Portugal:
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http://www3.uma.pt/alfa/bioclimatologia_pt.html
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É ler para aprender. ehehehehehe
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Caro Campo de Minas, a Noruega só tem 4,5 milhões de habitantes. Quase a mesma que a Dinamarca. Qual a sua dúvida?
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Eu não sei o que queres dizer e, sinseramente, só entendo essa conversa como efeito de bagacinho.
AS sério. Dás-te conta do ridículo que é alguém, num país microscópico e na bancarrota, vir apresentar como solução milagrosa dividi-lo numa fatia e chamar Portugal a um pedacinho por haver quem acredite que lá vivem atlas feitos de massa diferente?
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sinceramente.
E nem devia ter dito nada. Não é para levar a sério. Só acho estranho que não te dês conta da patuscada.
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O Partido do Norte vai candidatar-se e provavelmente terá mais deputados no Porto, Braga e Viana do Casrelo do que o próprio PSD.
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anti, a noruega tem tres vezes e tal o tamanho de portugal!
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Sim, eu não ridicularizei- eu espantei-me que não enxergues o ridículo.
Há coisas que não são nada. São maluqueiras. Agora que haja pessoas inteligentes que as tomem a sério é que é fenómeno que não entendo.
E nada tenho contra o Porto- a família do lado paterno era do Porto.
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Não consigo meter um link.
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Procurem na net este trabalho:
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O Norte, o Sul, a raça, a nação — representações da identidade nacional portuguesa (séculos XIX-XX)**
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Quem quer saber, procura. ehehhehheheh
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Eu não quero saber nada. Também há pessoas que acreditam em ETs e nunca tentei saber mais nada. Cada um tem a sua pancada. Apenas me saiu o desabafo.
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Caro Campo de Minas, mas o tamanho do território interessa?
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Já viu o tamanho do Luxemburgo?
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É a densidade populacional que conta? Singapura, não lhe diz nada?
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Zazie, primeiro estranha-se, depois entranha-se. ehehehehehehh
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Olha- escreve uma tese de doutoramento sobre o assunto e depois lança o livro que eu prometo que até vou lá pedir o autógrafo. Acho-te um bacano mas nunca te tomei por retardado como um CAA que tem a mesmíssima tara.
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Do documento acima citado, retirei isto:
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“A invocação de contrastes entre o Norte e o Sul é, no entanto, bem anterior. Por exemplo, Maria Rattazzi, que visitou Portugal nos inícios do último quartel de Oitocentos, escreveu num livro de recordações que o país se podia dividir em duas regiões distintas, a do Norte, muito produtiva e
cultivada, e a do Sul, com alguma analogia com o deserto do Sara, acrescentando que os portuenses não morriam de amores pelos lisbonenses (1997 [1879], pp. 264 e 414). Como não procuramos fazer aqui a história deste tópico, basta lembrar que esses contrastes são evocados na obra do grande
etnólogo português José Leite de Vasconcellos. Este assinalava, por exemplo, que os «habitantes do Norte e da Beira são mais humildosos do que os do Sul», que havia mais religião a norte — e centro — do que a sul ou que, quanto a sentimento poético, havia duas zonas em Portugal, por um lado, o
Sul e, por outro, o Norte e a Beira (Vasconcellos, 1982, pp. 503, 509-511 e 481). O contraste entre o Norte e o Sul em matéria de religiosidade era entretanto atribuído numa revista etnográfica do Sul ao contacto da gente desta região com o islão (Figueiredo, 1903, pp. 39-40).”
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As coisas que a malta desconhece…
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“O historiador Alexandre Herculano, a personalidade mais importante da
historiografia portuguesa oitocentista, colocou a questão da génese da nação
portuguesa na sua História de Portugal (1980-1981 [1846]). Nessa obra
afirma ser a nação (portuguesa) um produto político, resultado da formação
de um estado pelos barões de um condado situado no Noroeste peninsular.
Herculano rompeu com uma forte tradição na história de Portugal, que ligava
os portugueses aos lusitanos. Esta ideia remontava em Portugal ao século XV
e, em alguns autores, os lusitanos, ascendentes dos portugueses, eram inseridos na narrativa bíblica do Génesis como descendentes de Noé (Albuquerque, pp. 275-285). Este facto, aliás, nada tinha de especificamente português. A inserção da história das populações europeias na narrativa do
Génesis era comum (Kidd, 1999; Juaristi, 2000).”
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É preciso mais? ahhahahahhahahah
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Mas, a verdade é que o outro nem se importou de ser nº 1 pelos mouros de Viana.
Essa é que é essa…
“:O)))))))))
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CAA é um senhor e ainda por cima portista, como manda a lei.
Desta vez é que a Assembleia da República vai ter um deputado de peso…
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Só esta anormalidade política que temos era capaz de incluir palhaço virtual. Morcão e jacobino a representar o distrito mais católico de Portugal.
ahahahaha
E escardalho na sucursal abrantina do abortício de irresponsabilidade até às 10 semanas.
“:O))))))
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Admitindo que a sondagem seja uma “encomenda” de alguém, não creio que seja de excluir que tenha sido “encomendada” pelo próprio PSD, para ver se o seu eleitorado acorda (afinal, isto é a Marktest, não a Eurosondagem). Ainda que assim não seja, sendo a única razão racional para ir votar “correr com Sócrates” (ou o contrário, claro, coisa que para muita gente é racional), não me parece que os resultados vão ficar longe dos anunciados. É que não há mesmo nenhuma razão para votar no PSD senão “correr com Sócrates”: a mês e meio das eleições não há discurso coerente e claro; não há uma ideia original e arrojada; não há qualquer convicção no que se diz, e o cheiro a pânico detecta-se a milhas. Noto que, este fim-de-semana, milhares de portugueses não conseguirão ir às sua terras festejar a Páscoa em família, devido à enésima greve de um grupo de “trabalhadores” privilegiados de uma empresa pública ultra-deficitária, que não se consegue financiar, que querem manter as vantagens da vinculação pública, mas evitar a redução salarial imposta a quem dela beneficia. Onde está quem diga que a primeira coisa que fará quando chegar ao poder é liquidar aquela vergonha nacional, despedir, até ao último, todos os seus “trabalhadores”, e e vender as linhas, as estações, as locomotivas e as composições à peça, e a quem pagar mais?
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A estratégia é sempre a mesma….futebol para distrair o povo… 🙂
ora: …será chuva? será o FMI? NÃO! é o F.C. PORTO: #FCP #SLB #FMI : http://wp.me/ptJ5V-1Bz
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Só para me actualizar: os senhores maquinistas desconvocaram, há minutos, a sua greve. Está tudo bem, então. Na paz do Senhor.
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Costuma-se dizer que há males que vêm por bem. Pode ser que esta sondagem ou o que lhe queiram chamar, alerte os que no PSD ainda usam a cabeça para pensar, e a boca para dizer coisas acertadas.
Há meses que toda a gente vê que cada vez que o Miguel Relvas abre a boca, o PSD perde milhares de votos. PPCoelho só tem que o mandar calar, e po-lo a servir os cafes nas reuniões da sede.
Os media tambem tomaram o partido do costume, o que torna tudo mais dificil. Por exemplo ontem 20/4, dois dos telejornais das tvs passaram nos primeiros 15 minutos 4 ministros socialistas a dizer mentiras. O outro canal, abriu o noticiario com o jogo Benfica/Porto, mas a seguir lá passou os mesmos mentirosos do PS. Este massacre dá frutos, ainda por cima quando do outro lado não tem direito a responder.
As eleições em Portugal principalmente depois de 2005, são como um jogo de futebol em que o arbitro tambem joga por uma das equipas, neste caso o PS. É esta batota que torna o Socrates imbativel.
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«po-lo a servir os cafes nas reuniões da sede»
acho que entornava o café em cima das pessoas !
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Eu se fosse o Passos Coelho convocava um Congresso Extraordinário e punha o meu lugar à disposição.
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“E diz também do equívoco que foi essa desagradável coisa da «democracia-cristã», misto de progressismo católico imbuído em pseudo-sentimentalismo social pós-marxista. Uma droga pestilenta que parece já extinta da face da terra. Graças a Deus.”
“O PSD errou ao não ter apresentado aos eleitores uma alternativa séria ao regime socialista, de direita, juntamente com o CDS; ”
No primeiro excerto, Rui A., no segundo excerto, Rui A. Com 2 ou 3 dias de intervalo, Rui A. passa de Rui Louçã a Rui Portas.
Confusos? Tomem um duche frio que isso passa.
Meus senhores, as eleições em Portugal em termos de comunicação politica sempre se ganharam ao centro.
Já aqui o escrevi 2 ou 3 vezes; o grande erro de PPC foi ter sucumbido ao aparelho e não ter negociado o PEC IV com Sócrates, exigindo eleições mais tarde. No poker chama-se a isto pagar para ver. E em termos comunicacionais seria sempre ele a ficar com o centro.
E já agora outra coisa: esta é apenas mais uma sondagem. Vale o que vale.
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Não exagerem. O PSD vai ganhar. Sem maioria.
O PS tem um bom resultado .Muito possivelmente Sócrates continua.
A partir daqui é que começam as incógnitas. E era bom que se começasse a pensar nelas.Era bom que Pedro Passos Coelho começasse a pensar nelas. Bloco central? So com ps ou com ps+pp ? Com a muleta o PP? Como ?
—Isto ainda me cheira que estas não serão as ultimas eleições deste ano. O orçamento vem aí.
Não se pense que está tudo perdido ou que há pouco a decidir. Estes são tempo importantes.
Passos Coelho pode ser o nosso Obama. Sem nenhuma da fama inicial mas quem sabe se com algum “proveito” a médio prazo.
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O erro de PPC foi ter acreditado nas tretas neo-tontas de vários economistas, que acham que o desemprego gera emprego.
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PPC podia ter dito que a redução do deficit seria à custa do aparelho burrocrático do sector publico alargado, à custa das reformas milionárias e acumuladas, à custa da eliminação do compadrio e incompetência no SEE, etc.
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Mas não. Começou com as tretas de que é preciso acabar com o Estado Social, aumentar o desemprego, diminuir os salários e manter um aparelho estatal centralista e provinciano.
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Só estes dias começou a corrigir o tiro.
Os mesmos que o mal aconselharam já começam a lhe querer tirar o tapete.
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Não vi em lado nenhum Passos Coelho criticar o governo pela tolerancia de ponto de hoje à tarde, o que não quer dizer que ele não o tenha feito e bem, na minha opinião. Mas já está em TODOS os media online o Silva Pereira a chamar-lhe oportunista. A grande revolução a fazer em Portugal nos tempos que correm é desmantelar esta gigantesca central de desinformação ao serviço do Partido Socialista, do Socrates e da camarilha que o acompanha, e que tem sido um importantìssimo pilar no trabalho de destruição deste país, e que está presente em todos os jornais, revistas e tvs.
No dia 5 de junho ninguem pode ficar em casa: temos todos que ir votar, e por esta tropa fandanga fora do poder em Portugal.
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Passos Coelho à pouco na televisão condenou o governo por ter concedido «tolerância de ponto», coisa que já vem desde os nossos saudosos Reis.
Questionado o que é que iria fazer à tarde, respondeu que ia estar com a sua família…
Claro, e os outros, vão todos para o Brasil ou para Cuba?
Este Coelhinho Querido é um DEMAGOGO da pior espécie e é preciso lembrar a esta corja que Portugal é um país de maioria católica e há que respeitar esta quadra religiosa que é a mais importante para qualquer cristão.
Mas, para serem obedientes e ficarem bonitinhos perante os estrangeiros, os Coelhinhos Queridos e quejandos recorrem à mais pura desfaçatez , populismo barato e demagogia.
Salazar era Salazar – um homem probo e de trabalho! – e sempre concedeu tolerância aos funcionários públicos!!!!!
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A grande tragédia é que só continuam a dar importância a dois partidos PS e PSD, querendo limitar a democracia portuguesa. Existe uma histeria relativamente a este assunto como se fosse nossa fatalidade a escolha entre estes dois . Alimentar as pessoas com uma falsa questão não é mais do que um acto de manipulação política.
http://profundo-portugal.blogspot.com
Maria Portugal
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O aliciamento de Fernando Nobre foi uma muito boa decisão muito mal tratada.
Ao aliciar F.Nobre o PSD adiantou-se à previsível manobra do PS, e duma penada desfez a frente que se estava a formar entre o BE o PCP e o PS.
Claro que o o F. Nobre não traria para o PSD os seus, mas eles pura e simplesmente dissolver-se-iam.
O mal endémico do PSD é que todos gostam de dar entrevistas aos media tropeçando assim em qualquer táctica usada – em vez de desvalorizar o F.Nobre passaram todos a dialogar com o PS para gáudio do PS.
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Pior que o Arlindo que pelos vistos vai manter este emprego só mesmo o anti-comuna com o seu ‘nortismo’? Será assim que se designa.
Esta gente é filha do Sócrates pois acha que ninguém em Portugal tem memória:
Ó anti-comuna, o unico sitio onde essa solução é defendida é em contumil ou em alguma casa iluminada na freguesia da Madalena. Você esquece-se que o referendo pela regionalização perdeu em TODO O NORTE com excepção do conselho do Porto?
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Mais um post que poderia perfeitamente ter sido escrito por Marques Lopes, Sousa Tavares, ou qualquer outro motorista de taxi ou barbeiro.
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Caro Carlos Alberto eu defendo a Independência do Norte, não a regionalização de Portugal. Coisas bem distintas como vai um dia perceber melhor.
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E hoje, veja lá coisa, que sempre fui um acérrimo opositor à regionalização (no fundo copiar a Madeira e os Açores, ou seja, mais parasitismo) mas sou hoje cada vez mais acérrimo defensor da Independência do Norte. Seja ele no concelho do Porto ou Celorico de Basto.
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A Independência do Norte é bem diferente da regionalização do país. E para esse peditório não dou.
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“Morcão e jacobino a representar o distrito mais católico de Portugal.
ahahahaha
E escardalho na sucursal abrantina do abortício de irresponsabilidade até às 10 semanas.
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Nunca tinha lido uma descrição biográfica tão correcta. Em duas linhas um retrato perfeito!
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eu defendo a Independência do Norte, não a regionalização de Portugal. Coisas bem distintas
AHAHHAHAHAHAHAHA
São distintas, lá isso são
“:O))))))))))
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O provincianismo espelhado por alguns comentadores tem idêntica expressão nesta sondagem:
confirmam que o Dom Sócrates é o culpado pela bancarrota mas votam nele.
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O tal Norte é aquela região do país que, sendo das mais pobres foi discriminada por antecipação para que tivesse de ser a única a pagar portagem nas SCUT?
E qual foi a reacção?
Uns tímidos protestos iniciais, mas, mal começaram a cobrar o que é que fez esta valente gente?
Recordo a quem não se lembrar: correram a comprar dispositivos de cobrança de tal maneira que os esgotaram e de seguida andaram à pancadaria para disputar a compra.
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Alguns concelhos do Norte estão a viver taxas de desemprego que exigiram uma preocupação especial de solidariedade do resto do país. Nunca se mostraram preocupados em ajudar estas zonas do país e, um defeito das gentes do Norte, é serem pouco parasitas e não esperarem ajudas alheias. Nem as reinvedicam. E isso prejudica-os, pois neste sistema corrupto, quem não chora, não mama.
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Durante anos, mas muitos anos, o Alentejo sobrevivia à custa das ajudas públicas.
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Durante anos a Madeira chulou que se fartou.
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Durante anos os Açores chulam que se farta.
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Há 30 anos atrás a fome atingiu de tal forma Setúbal que o país teve que pagar um programa especial de apoio aos comunas da zona. Ao mesmo tempo, essa mesma fome grassou no Norte mas, outra vez o nosso defeito, não berramos por subsidios especiais e tentamo-nos safar como pudemos.
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Actualmente o Norte tem das mais altas taxas de desemprego, que culminam quase 20 anos de reestruturações económicas e empresariais. Tirando alguns apoios que a Elisa Ferreira desencantou para dar de mamar aos do costume, rent seeking claro, nunca mais o país se lembro do Norte.
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Ora, o Norte não gosta muito de pedinchar, pois é costume entre nós: quem não tem dinheiro, não tem vícios. Esta forma peculiar de ser tem os seus defeitos, pois num sistema em quem berra muito bem é que mama, os do norte ficam a perder.
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Assim sendo, toda esta gente que está no desemprego (ver o mapa aqui: http://aeiou.expresso.pt/users/3186/318622/Mapadesemprego_19f7be96e7d9963acc16659656fc40ab.pdf ) devia começar a berrar e a exigir a Indpendência. Foi Lisboa que provocou a crise, Lisboa que a pague. A Independência do Norte devia ser uma realidade e apenas assumir a nossa quota parte das dívidas. O resto que se desenrasque.
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A prova provada que não existe interesse nacional ou geral está no abandono que o Norte foi votado ao longo destes 20 anos. Agora que vamos levantar a cabeça, é bom sairmos desta pocilga o mais rápido possível. Cá nos arranjaremos e nos safaremos, como foi sempre esse o nosso timbre. Seja a esgravar a courela, seja até a emigrar.
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O Norte tem que se revoltar porque quem fez a cama que nela se deite agora. Tão simples como isto.
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“As eleições em Portugal em termos de comunicação politica sempre se ganharam ao centro”. Sem ofensa para o autor, é este o género de raciocínio enlatado que vai garantir a derrota ao PSD. O “centro” é ocupado, nesta altura, pelos famosos 6 milhões de que fala Medina Carreira (que, felizmente, não são assim tantos, para 6 milhões já nos bastam os outros…) . Destes, o grosso, por pura defesa das diutornidadezinhas, da pensãozinha e do empregozinho para o sobrinho, vai votar Sócrates – que domina completamente o discurso do medo e do papão liberal – faça Passos o que fizer para “conquistar o centro”. Destes, os que não vão votar Sócrates, não farão por Passos, mas por terem nojo ao Pinto de Sousa (acontece bastante, por estranho que pareça ao General Eanes) e/ou à sua agenda sócio-fracturante. Assim, se alguém quer realmente ganhar as eleições de forma decisiva, tem, para lá destes últimos, de ir buscar os muitos que não votam, e, para isso, tem que atacar radicalmente o sistema que paraliza o país – o que tem de ser feito, pela natureza das coisas, pela direita, afrontando o tal “centro” – mas sempre sem perder de vista a protecção social (que não tem nada a ver com a protecção dos tachos, das EPs, dos IPs e das PPPs, note-se). Para ser ter um discurso radical, tem-se, obviamente, de ter credibilidade – inata ou, melhor ainda, por via de obra feita – ou então, faz-se figura de maluquinho. Claro que só há uma pessoa, em Portugal, com estas características, mas, infelizmente (e muito por culpas de “mentes pensantes” como o Amorim daqui da loja), vamos ter de esperar por ele mais um ano ou dois, o que é uma pena.
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Rui A.,
Tomara o Rui Gomes da Silva. Felizmente, estamos a largos milhares de quilómetros de distância (e não apenas geograficamente…).
Tente lá, então, adivinhar outra vez!
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Anti-comuna desculpe lá a franqueza, mas defender aqui a independencia do Norte é o mesmo que defender a independencia das Berlengas. Só por graça, não é?
Quanto à sondagem de hoje, é tão fiavél como a de há um mes que dava 48% ao PSD e 24% ao PS.
Deve fazer parte de um plano que quer fazer crer que o Socrates já bateu no fundo, mas agora a recuperação é imparavel. Vindo da TSF e do Diario Economico, nunca se sabe.
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Será que os tugas se alucinaram de vez? Que não têm mais cura? Então… um perigoso pirómano deitou o fogo aos restos do país, é depois aclamado em delírio e com os olhos molhados por um bando de acéfalos em Matosinhos, e as sondagens já o dão à frente do PSD? Mas anda tudo bêbado? Que porra de país é este, afinal? Chiça que ‘isto’ cheira mal que se farta…
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Caro Silveira, se acha que é ridiculo, diga-o. Todas as grandes ideias começam por ser ridicularizadas e acabam por serem interiorizadas.
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Lembra-se quando eu dizia que Portugal iria falir se não se mudassem as políticas económicas e oramentais? Se se lembra, sabe o quanto fui ridicularizado.
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Lembra-se quando eu dizia que poderiamos ser corridos da zona euro? Pois o mesmo se passou e hoje já há vozinhas em Portugal que até já dizem que é melhor mesmo.
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A Independêencia do Norte é uma inevitabilidade. Escreva aí num papelinho e guarde-o religiosamente. O tempo demonstrará se não tenho razão e depois abra esse papelinho para recordar o que eu lhe estou a dizer agora. E pensar em voz alta: mais uma vez aquele tonto e maluco do anti-comuna acertou. Será bruxo? eheehheehhehh
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Além de ser inevitável é quase uma benção. Se não for feita civilizadamente e cordialmente será feita ao tiro. Infelizmente. E isso é o que mais me aterroriza: banhos de sangue desnecessários. De resto, a Independência do Norte é uma inevitabilidade. E se agora parece ridiculo, com o tempo deixará de o ser. Tal como a falência de Portugal, tal como a questão da permanència de Portugal no euro.
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Se eu errar, como também erro muitas vezes, cá estarei para fazer penitência. Mas até lá, o tempo corre e cada vez acredito nisto. Só desejo que a secessão se faça de modo pacífico. Apenas isto.
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Ó rapaz: mas ver que Portugal ia ter triste destino é lucidez e basta ter mais de 30 anos para se ter essa noção. Eu também a tive a tempo de mandar embora daqui o meu pimpolho.
Agora imaginar, em plena Europa, no séc. XXI, sem ser por efeito de tsunami, aparecer um segundo Portugal a trocar os vs, pelos bs- e em grande prosperidade, é que é dom que nem o Professor Karamba conseguia.
“:O))))))
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Eu não costumo guardar muito lixo que escrevo por aqui. Mas por vezes encontro na net coisas antigas escritas por mim e, na altura, quase mirabolantes e ridiculas são vistas por outros. Este é um exemplo:
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http://norteamos.blogspot.com/2008/10/fim-do-euro-em-portugal-vista-anti.html
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3 anos depois….
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Já agora, um exemplo da mentalidade parasita de Lisboa e arredores:
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http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=480503
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Escusado será dizer que isto até já acontece. Basta ver a política energética portuguesa ou os apoios selectivos a algumas exportadoras, tipo Galp, etc.
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É mesmo inata esta mentalidade parasita e “selectiva”. Por isso ela frutifica em Lisboa e arredores.
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Vai ser a secessão das tripas, para meter nojo à “bienense”. Artistas de variedades não lhe faltam. Até vai meter remake de Carmen Miranda com muita fruta.
“:O)))))
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“Agora imaginar, em plena Europa, no séc. XXI, sem ser por efeito de tsunami, aparecer um segundo Portugal a trocar os vs, pelos bs- e em grande prosperidade, é que é dom que nem o Professor Karamba conseguia.”
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Estás enganada Zazie. Actualmente o funcionamento da UE propicia precisamente os movimentos separatistas e secessionistas. Não sou capaz de te explicar muito bem a mecanica da coisa, mas compreendo mais ou menos o porquê. E se achas que exagero, vai meditando no que se está a pasar na UE. Exemplos: secessão na Bélgica; secessão da Catalunha; secessão da Escócia; secessão da Groenelandia. Penso que estes exemplos chegam para te mostrar que estás a passar ao lado desta nova corrente histórica.
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Da mesma forma, lamento dizer-te, porque sei que és pessoa que até gosta de estudar estas coisas do passado, em vez de ridicularizares a troca dos Vs pelos Bs, devias meditar porquê que o português orginal era assim mesmo que se falava, porque mudou em Portugal e porque actualmente o português é a única língua ibérica que o fez. Talvez com o tempo entendas que acaba por desembocar naquilo que andamos para aqui a discutir.
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Conselho de amigo. Lê e estuda mais o nosso passado, mas sem palas nos olhos nem ideias pré-concebidas. Porque, quando queres, também chegas lá. ;)9
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Imagine-se o Chica-Chica-Vum-Vum dançado pelos hooligans do FCP no cortejo de coroação do reizinho Pinto da Costa.
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Ah, deste em rotbartiano à moda do Puerto. Isso foi lobby pencudo para a internacionalização do carcanhol. Acho bem. É mesmo a maior prova de nacionalismo, desejar-se federações no Império Bismerkado.
Força que vais ver a linda sorte que costumam ter os protectorados dos teutónicos.
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Despejavam-lhes logo em cima as centrais nucleares e o restante servia para fossa a céu aberto.
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Eu gosto mais da secessão austríaca e da Belga só com o James Ensor.
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O Arlindinho é um mentiroso. A questão que colocaram a Passos Coelho, foi se ele ia de férias e não onde ele ia à tarde.
A propósito, já que usa tanto espaço de escrita, podia pelo menos tentar aprender a diferença entre o “à” e o “há”.
Eu ajudo com um exemplo: “Há” miseráveis que se babam horas a fio “à” espera de lamber o unto do prato do dono.
Topa a diferença? Cuño!
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E já te disse que não ridicularizo portuenses nem bs pelos vs porque tenho costela portuense.
Gosto até muitíssimo da cidade do Porto e sou toda Norte. Não suporto é a mourama algarvia.
Mas isso não implica ter alucinações independentistas.
Na verdade, tenho pó a todos os independentismos. Sempre tive. Acho que é tara igual à dos Imperialismos mas em escala anã. São napoleónicas de anõezinhos de hospício.
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anti-comuna, não perca tempo, isso que você deseja vai ter que esperar. A boa notícia é que as placas tectónicas já não se movem há quase trezentos anos.
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Anti,
Norte atè Calddas/Nazare è assim a modos como dividir o rectangulo ao meio. Prefiro a independencia da Madeira!
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Dazulpintado:
Escrevo de improviso e às vezes cometo erros. Reconheço.
Quanto à «tolerância de ponto» condenada pelo Passos Coelho, é do mais cretino e abjecto que há.
Portugal foi sempre um país católico e devemos respeitar as tradições e a fé maioritária dos portugueses.
A baixa produtividade dos portugueses não se mede por esta ou aquela tolerância de ponto. Mede-se por outros indicadores e circunstâncias.
Ou será que Sócrates é que instiui a Semana-Santa?
Tenham juizinho nessas cabeças de alguidar!
Não sejam pelintras, miseráveis, demagogos e javardos!
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Absolutamente de acordo, mais uma vez, com o Rui A. Estamos a caminhar para outra tragédia (Sócrates por mais quatro anos). É confrangedor o discurso (?) do PSD nesta campanha. Não aproveita o facto de Teixeira dos Santos ter sido corrido, não acerta uma escolha (Nobre é desastroso, sob todos os títulos), não faz o mais fácil que é, perante a bancarrota do país, responsabilizar quem é responsabilizável pela mesma. E agora que vejo um vídeo do PPC na televisão, em jeito de conversas de família, com a mulher ao lado a fazer de figura decorativa, começo a ter a certeza de mais um desastre eleitoral para o PSD.
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Arlindo, solta-te do arganel, ninguém dará pela tua falta.
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“Anti-comuna desculpe lá a franqueza, mas defender aqui a independencia do Norte é o mesmo que defender a independencia das Berlengas. Só por graça, não é?”
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Não sei o que tem de graça. A declaração de independência de partes da Sociedade em relação ao Estado cada vez mais opressivo será a única opção.E não só em Portugal.
Isso será feito com divisão geográfica ou por geometria varável do Estado.
E haverá mortos se os Estatistas de todas as cores continuarem a querer dominar as pessoas.
Metam na cabeça que o Impossível irá acontecer: Seja um “Impossível” mau: mais estado e opressão ou um “Impossível” bom: menos estado e menos opressão.
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«Tente lá, então, adivinhar outra vez!»
Gomes «da»-«se»lva?
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Os senhores comentadores já se aperceberam que à sondagem da Marktest responderam 150 dos 850 inquiridos?
A relevância que lhe é atribuída é meramente instrumental. Visa criar uma falsa tendência no eleitorado.
Parece-me uma tentativa de manipulação demasiado amadora para se levar a sério.
Preocupa-me isso sim, o facto de ninguém desmontar publicamente esta fantochada.
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Pois .. escreve e pensa de improviso
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A cretinice, felizmente, não paga imposto.
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Estou de acordo com o anti-comuna: independência para o Norte. O Pinócrates é do Norte (Beira Interior), fica para eles…
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“A declaração de independência de partes da Sociedade em relação ao Estado cada vez mais opressivo será a única opção”
O que vos parece que é a economia informal? Não é uma declaração de independência relativamente a um Estado que só se lembra da classe média quando precisa de dinheiro, e da baixa quando precisa de votos?
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JPT,
Compreendo o seu pensamento e não me sinto ofendido, até porque o que afirmei sobre o facto de as eleições se ganharem ao centro é factual. Creio por isso que me interpretou mal, porque uma coisa é ter uma estratégia comunicacional para ganhar eleições, outra é governar.
A enorme mole de abstensionistas, nulos e brancos de que fala, não votarão em ninguém pelas ideias fracturantes.
Esses; uns são sebastianistas e outros há muito que estão reféns do complexo de Rosenthal. Construíram expectativas que os politicos são todos iguais; corruptos, bandidos e mais um par de botas, e a imagem que recebem da realidade já vem costurada à medida dessa predisposição. Por outras palavras quem faz a profecia, é na realidade, quem a faz acontecer.
Um bom exemplo deste fenómeno, são os 15% do Fernando Nobre nas presidênciais. Sem que lhe conhecessem qualquer ideia politica consistente, a expectativa criada pelo eleitorado é a de alguém com um profundo sentido humanitário, logo associado a características positivas, e dessa forma essa imagem é amplificada porque construída interiormente e, a profecia realizada.
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Desculpem lá qualquer coisinha mas incomoda-me e preocupa-me ver textos de gente que se percebe ser brilhante no raciocínio e acabarem por dizer coisas que só podem derivar de jantar bem regado.
Essa coisa de independências do Norte não é novo, nada novo, tal como também se falava em Angola nos anos 70 na independência de Angola. Quem se manifesta com tanto entusiasmo pela independência do Norte e que recua na história de Portugal estará certamente a ver a coisa como o que se passou com a Universidade de Coimbra que parece ter sido tal como o nome diz: fundada em Coimbra, mas que veio a ser transferida para Lisboa e depois de algumas cambalhotas voltou de novo às origens.
Seja o Colégio de Docentes seja a maralha da Assembleia da República o que se passa é que os eleitos da governação são recrutados de todo o lado e caso tenha ficado esquecido o actual primeiro ministro até é bem do norte e o país se se queixa não pode ser da geografia ou da dispersão genética.
Mas a questão não é geográfica e sim genética não é ? faltam olhinhos azuis ao país?
Cada dia fico mais e mais convencido que entrámos num processo de implosão e com tantas independências e regionalismos ainda acabamos os nossos dias a ver o país dividido em microscópicos retalhos geridos de chalés afrancesados porque não sobrou dinheiro para castelos .Quanto ao primeiro comentário que questiona se o eleitorado não será um pouco bronco…
Antes dizia-se que o Estado da nação era por culpa de Salazar e dos seus 40 anos de governação e o curioso é que após 40 anos a culpa de hoje não seja de ninguém ou por outra, é sempre dos outros e aqui o país levanta-se em uníssono porque todo o país acredita que a culpa é de facto apenas “dos outros”
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