A frase é uma “la paliçada”. Não estar à altura das suas responsabilidades
é susceptível de aplicação a todos que exercem funções responsáveis.
Quem é o juiz das alturas?
Sampaio não será.
Dificilmente encontraremos alguém a quem esta frase se aplique tão bem como o próprio Jorge Sampaio, pois apenas ele e mais 3 pessoas chegaram tão alto na hierarquia do Estado e, mesmo a esta distância temporal, não é difícil recordar-me de meia dúzia de ocasiões em que ele fez figuras tristíssimas.
Além de que, soubémo-lo há pouco tempo pelo próprio à saida do tribunal quando foi testemunhar a favor de um arguido do processo Face Oculta, recebia inúmeras prendinhas dos súbditos (relógios suíços e ninharias do género) e achava muito bem.
Aditamento:
Claro que, se Sampaio tinha Sócrates em mente quando largou mais esta sentença verbal e para a geral, como ele gosta, até tem alguma razão.
Ao pé de Sócrates, até Sampaio consegue ser credível.
Quanto à irresponsabilidade de Sampaio não haverá a menor dúvida considerando que “há vida para além do défice” ficou como a sua imagem de marca. E, em retrospectiva, se tivesse deixado Santana Lopes governar, teriam sido menos anos de endividamento tresloucado, como o que se seguiu com o louco que o veio substituir.
Não foi este poltrão que, investido das superiores responsabilidades de PR, se permitiu dizer ao país, cheio de ar que nem um pavão inchado, numa altura em que tinha começado já o nosso fado do défice descontrolado e das dificuldades financeiras e económicas que haviam de levar-nos à vergonha da bancarrota em que agora vegetamos, “que havia mais vida para além do défice”? O sujeito não tem um átomo de vergonha no trombil.
Ele certamente estava a dirigir-se ao Cavaco e ao Passos Coelho.
Jorge Sampaio, tem sempre uma lágrima no canto do olho, mas quando é para dizer as verdades ou actuar, não se faz rogado…
O Sampaio é o responsável por deitar abaixo um governo democraticamente eleito e conseguir pôr no poder um amigo.
Lá de falta de responsabilidade ele saberá do que fala.
Embora nunca tenha sido fã do Sampaio, já tenho saudades dele quando ele era Presidente.
Um Presidente como deve ser.
E até vivia-se muito melhor.
Se em 2009, Sampaio fosse Presidente, e em face da crise financeira internacional, teria exigido um governo maioritário.
Cavaco, pensando únicamente na sua reeleição, deixou «correr o marfim» e deixou que os partidos da oposição – da esquerda à direita- rebentassem com o que restava do País, para além de darem uma péssima imagem do país.
No meio desas trapalhadas, o que é que queriam que o Sócrates fizesse? Um milagre?
TEnham juízo, suas abéculas!!!!!
Mário Soares não resistiu a se juntar à turba de Matosinhos. Elogiou Sócrates por ter baixado o défice de Constâncio (lembram-se?) de 6,84% para 2,8%. Depois, “foi a crise internacional” que trouxe o resto… E isto se não ignorarmos o “crime” de quem juntou a essa crise uma crise política e uma crise social, ao derrubar o governo…
O Sr. Soares devia lembrar-se que se há crise em Portugal, nada tem a haver com a crise internacional e que Sócrates é que se demitiu…
“e em 2009, Sampaio fosse Presidente, e em face da crise financeira internacional, teria exigido um governo maioritário.”
.
Sócrates é um bandido que roubou a independência financeira e a dignidade a Portugal. Todos os dias continua a enlamear a nossa imagem lá fora. Agora os portugueses, juntamente com os gregos, são aqueles miseráveis que só sabem pedir dinheiro emprestado e ainda tentam aldrabar os seus colegas europeus. É natural pois que pessoas se sintam repugnadas com a ideia de formar um governo com Sócrates.
Mas não é este sujeito aquele que nunca explicou aos portugueses a razão de ter demitido um 1º ministro que governava com apoio da maioria parlamentar?
“As gentes que hoje odeiam o Sócrates são os mesmos que dizem mal do Sampaio por ter deitado o Santana no lixo?”
.
Lá vem outro a querer dar a impressão que Sócrates se pode comprar com outros. O maior bandido de sempre que devia estar encarcerado por crimes cometidos contra a pátria, ainda encontra defensores. Não há dúvida que existe muita decadência moral entre os portugueses e isso explica também a decadência do país.
Sampaio deve ter-de lembrado de quando, irresponsávelmente, dizia que há vida para além do deficit…já elevado do Guterres. Aqui de facto só falta vermos os gatos falarem
“e em 2009, Sampaio fosse Presidente, e em face da crise financeira internacional, teria exigido um governo maioritário.”
Mas Santana Lopes era chefe de um governo com uma MAIORIA no Parlamento e Sampaio correu com ele passados uns meses de lhe ter dado posse. Ide chamar burros a outros !
O Santana não era grande coisa (o Soares, como 1º ministro, também não era grande coisa), mas a comparar com o Sócrates, meu deus… Esse enganou-me bem, quando era ministro do Ambiente, a propósito da co-incineração… Mas mesmo assim não votei nesse pulha, e hoje ainda estou vagamente satisfeito por não o ter feito. Embora não tenha adiantado muito…
As duas torres de escritórios do Colombo estão feitas.
Quando Sampaio era presidente da Câmara Municipal de Lisboa (sim ele foi subindo devagarinho no conceito de Peter) vetou-as porque lhe apeteceu.
A Câmara (nós todos) teve que pagar um balúrdio de indemnização pois tudo estava mais que legal.
Alguém se lembra disto?
O maior equívoco da política portuguesa.
Quando se fizer história, Sampaio ficará como o personagem que mais valia não ter existido. Infelizmente a sua concepção de democracia tem seguidores neste triste país.
Pois é…. Quando o Sampaio accinou a bomba atómica e demitiu o governo em funçoes ,que dispunha de maioria parlamentar !!!, e provocou novas eleiçoes , os caramelos do costume não se lembraram de dizer que isso provocava uma crise política, que o País perdia estabilidade, etc, etc. a lenga-lenga repetida até à exaustão actualmente, chegando , inclusivé a ser dito que o governo ,formado com consensos, não tinha legitimidade , porque os portugueses não tinham votado no Santana para 1º ministo… ( esquecendo-se que os lisboetas também não votaram no Joao Soares para Presidente da Camara, quando o Sampaio largou o lugar para se candidatar a Presidente da Republica…)
A frase é uma “la paliçada”.
Não estar à altura das suas responsabilidades
é susceptível de aplicação a todos que exercem funções responsáveis.
Quem é o juiz das alturas?
Sampaio não será.
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Dificilmente encontraremos alguém a quem esta frase se aplique tão bem como o próprio Jorge Sampaio, pois apenas ele e mais 3 pessoas chegaram tão alto na hierarquia do Estado e, mesmo a esta distância temporal, não é difícil recordar-me de meia dúzia de ocasiões em que ele fez figuras tristíssimas.
Além de que, soubémo-lo há pouco tempo pelo próprio à saida do tribunal quando foi testemunhar a favor de um arguido do processo Face Oculta, recebia inúmeras prendinhas dos súbditos (relógios suíços e ninharias do género) e achava muito bem.
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Claro que, se Sampaio tinha Sócrates em mente quando largou mais esta sentença verbal e para a geral, como ele gosta, até tem alguma razão.
Ao pé de Sócrates, até Sampaio consegue ser credível.
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Qualquer frase pode servir para deitar abaixo
quem quer que seja,
mesmo Sai Baba.
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Quanto à irresponsabilidade de Sampaio não haverá a menor dúvida considerando que “há vida para além do défice” ficou como a sua imagem de marca. E, em retrospectiva, se tivesse deixado Santana Lopes governar, teriam sido menos anos de endividamento tresloucado, como o que se seguiu com o louco que o veio substituir.
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O Hino de Portugal
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Será mentira? Ou é apenas para o autor do post dar um ar de sua graça?!
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Há vida para além da responsabilidade!
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Não foi este poltrão que, investido das superiores responsabilidades de PR, se permitiu dizer ao país, cheio de ar que nem um pavão inchado, numa altura em que tinha começado já o nosso fado do défice descontrolado e das dificuldades financeiras e económicas que haviam de levar-nos à vergonha da bancarrota em que agora vegetamos, “que havia mais vida para além do défice”? O sujeito não tem um átomo de vergonha no trombil.
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Ele certamente estava a dirigir-se ao Cavaco e ao Passos Coelho.
Jorge Sampaio, tem sempre uma lágrima no canto do olho, mas quando é para dizer as verdades ou actuar, não se faz rogado…
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O Sampaio é o responsável por deitar abaixo um governo democraticamente eleito e conseguir pôr no poder um amigo.
Lá de falta de responsabilidade ele saberá do que fala.
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Na verdade, um país que desceu a ter um Sampaio como PR e um Sócrates como PM é porque não se enxerga. Definitivamente.
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Embora nunca tenha sido fã do Sampaio, já tenho saudades dele quando ele era Presidente.
Um Presidente como deve ser.
E até vivia-se muito melhor.
Se em 2009, Sampaio fosse Presidente, e em face da crise financeira internacional, teria exigido um governo maioritário.
Cavaco, pensando únicamente na sua reeleição, deixou «correr o marfim» e deixou que os partidos da oposição – da esquerda à direita- rebentassem com o que restava do País, para além de darem uma péssima imagem do país.
No meio desas trapalhadas, o que é que queriam que o Sócrates fizesse? Um milagre?
TEnham juízo, suas abéculas!!!!!
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Abécula é a tua tia.
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Mário Soares não resistiu a se juntar à turba de Matosinhos. Elogiou Sócrates por ter baixado o défice de Constâncio (lembram-se?) de 6,84% para 2,8%. Depois, “foi a crise internacional” que trouxe o resto… E isto se não ignorarmos o “crime” de quem juntou a essa crise uma crise política e uma crise social, ao derrubar o governo…
O Sr. Soares devia lembrar-se que se há crise em Portugal, nada tem a haver com a crise internacional e que Sócrates é que se demitiu…
http://notaslivres.blogspot.com/2011/04/sao-necessarios-consensos.htm
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“e em 2009, Sampaio fosse Presidente, e em face da crise financeira internacional, teria exigido um governo maioritário.”
.
Sócrates é um bandido que roubou a independência financeira e a dignidade a Portugal. Todos os dias continua a enlamear a nossa imagem lá fora. Agora os portugueses, juntamente com os gregos, são aqueles miseráveis que só sabem pedir dinheiro emprestado e ainda tentam aldrabar os seus colegas europeus. É natural pois que pessoas se sintam repugnadas com a ideia de formar um governo com Sócrates.
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E quem é que lá colocou o Sócrates?
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Boa pergunta.
Segundo o PCP foram os «mercados», aqui tão venerados.
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Mas esta gentalha acredita mesmo que o Santana era bom primeiro ministro?
As gentes que hoje odeiam o Sócrates são os mesmos que dizem mal do Sampaio por ter deitado o Santana no lixo?
Mas vocemezeces bebem assim tanto? QUEM me dera que o Cavaco tivesse metade da competência do Sampaio.
Mas q treta! Porra acordem
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> Um Presidente como deve ser.
Fuzilado.
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Mas não é este sujeito aquele que nunca explicou aos portugueses a razão de ter demitido um 1º ministro que governava com apoio da maioria parlamentar?
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“As gentes que hoje odeiam o Sócrates são os mesmos que dizem mal do Sampaio por ter deitado o Santana no lixo?”
.
Lá vem outro a querer dar a impressão que Sócrates se pode comprar com outros. O maior bandido de sempre que devia estar encarcerado por crimes cometidos contra a pátria, ainda encontra defensores. Não há dúvida que existe muita decadência moral entre os portugueses e isso explica também a decadência do país.
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Sampaio deve ter-de lembrado de quando, irresponsávelmente, dizia que há vida para além do deficit…já elevado do Guterres. Aqui de facto só falta vermos os gatos falarem
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“e em 2009, Sampaio fosse Presidente, e em face da crise financeira internacional, teria exigido um governo maioritário.”
Mas Santana Lopes era chefe de um governo com uma MAIORIA no Parlamento e Sampaio correu com ele passados uns meses de lhe ter dado posse. Ide chamar burros a outros !
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O Santana não era grande coisa (o Soares, como 1º ministro, também não era grande coisa), mas a comparar com o Sócrates, meu deus… Esse enganou-me bem, quando era ministro do Ambiente, a propósito da co-incineração… Mas mesmo assim não votei nesse pulha, e hoje ainda estou vagamente satisfeito por não o ter feito. Embora não tenha adiantado muito…
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Já o Sampaio é inqualificável… Está ao nível daquilo que se raspa da sola dos sapatos.
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As duas torres de escritórios do Colombo estão feitas.
Quando Sampaio era presidente da Câmara Municipal de Lisboa (sim ele foi subindo devagarinho no conceito de Peter) vetou-as porque lhe apeteceu.
A Câmara (nós todos) teve que pagar um balúrdio de indemnização pois tudo estava mais que legal.
Alguém se lembra disto?
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O maior equívoco da política portuguesa.
Quando se fizer história, Sampaio ficará como o personagem que mais valia não ter existido. Infelizmente a sua concepção de democracia tem seguidores neste triste país.
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Pois é…. Quando o Sampaio accinou a bomba atómica e demitiu o governo em funçoes ,que dispunha de maioria parlamentar !!!, e provocou novas eleiçoes , os caramelos do costume não se lembraram de dizer que isso provocava uma crise política, que o País perdia estabilidade, etc, etc. a lenga-lenga repetida até à exaustão actualmente, chegando , inclusivé a ser dito que o governo ,formado com consensos, não tinha legitimidade , porque os portugueses não tinham votado no Santana para 1º ministo… ( esquecendo-se que os lisboetas também não votaram no Joao Soares para Presidente da Camara, quando o Sampaio largou o lugar para se candidatar a Presidente da Republica…)
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