Esta Social Socialista: a dívida a quem desconta e a quem poupa
26 Abril, 2011
Perante esta notícia: Governo ‘ataca’ PPR para pagar dívida. Executivo quer convencer o sector financeiro a canalizar a maior parte dos fundos dos Planos Poupança Reforma para investimentos em títulos soberanos. aconselham-se investimentos nos seguintes produtos:
31 comentários
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Este é o primeiro passo para o confisco dos nossos bens e poupanças.
Como dizia a minha avó: “quem não tem vergonha todo o mundo é dele”
Tirem o cavalo da chuva, ponham os vossos tostões a salvo, que os ladrões estão no governo.
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O xerife de Nottingham chamava-se Sócrates? Estarei confuso?
A ideia é excelente. Com o estado entrar em bancarrota adeus PPR. Eu não autorizo.
Cada povo tem os governantes que merece (votando). Votem neles, votem.
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De acordo com a notícia, estas pretensões do governo estarão também a ser «ideologicamente atacadas» por esses «especuladores insensíveis» que são as pessoas que subscreveram PPR 😉
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Quando parece que já tínhamos batido bem no fundo, eles começam a escavar e vamos mais ao fundo. Só param quando aparecer lava.
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Mais um dia, mais uma semana, e as nossas carolas não dizem o óbvio: são precisos superávites orçamentais.
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Discute-se tudo e mais alguma coisa, mas o óbvio ninguém o faz.
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Portugal envolvido numa “guerra” contra os mercados, mas limita-se a discutir a qualidade das suas botas, que calçam os seus militares. lololololololol
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Para quando a Independência do Norte?
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Os que têm PPR e fundos da CGD e BCP que se cuidem.
Quando derem por isso já emprestaram o dinheiro ao engº e podem assim ficar descansados que nunca mais o vêem.
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É um dos grandes problemas nos dias de hoje, em Portugal…
Onde colocam as formigas, as suas (pequenas) poupanças , face ao ataque das cigarras?
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Não foi com base nesta coisa, que o Engº Sócrates supostamente ganhou um debate ao Dr. Louçã?
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“Onde colocam as formigas, as suas (pequenas) poupanças , face ao ataque das cigarras?”
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Nas vilipendiadas off shores. Percebe agora porque eles as odeiam? Acha que é por causa da criminalidade? É que, por muito que nos esforcemos a estudar os antros de criminalidade, são poucas as organizações mafiosas que recorrem a este tipo de instrumentos. Excepto, claro, os mafioso da política, que esses são ainda mais espertos que os demais.
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Os “junkies” odeiam os paraísos fiscais porque não conseguem pôr-lhes a mão. Graças a deus que existem esses instrumentos contra a gula do Estado e seus parasitas.
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Ena que grande vigarice!!!!!!
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Duas notícias para o jmf, homem que sabe tudo e tem opinião sobre tudo, fazer o seu costumeiro arrazoado em apoio, de peito aberto, ao PSD.
Atenção, isto não é para a Helena que, “coitada”, apenas fala em coisinhas que o povo gosta de ler, se bem que a meio da prosa muda logo de página.
“Juros de Espanha disparam em leilão de dívida de curto prazo.”
“A Comissão Europeia rejeitou hoje que a revisão em alta do défice de Portugal em 2010 para os 9,1% coloque em causa o esforço de consolidação orçamental do País, atribuindo-a à aplicação de novas directrizes do Eurostat”.
Ó jmf, isto não está nada fácil.
Apenas está fácil para pessoas como o jmf que resolvem todos os problemas num àpice. Pudera, tudo resolvem com escrever. E assim é fácil, muito fácil.
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Qual o problema?
os especuladores não “gerem” fundos de poupanças de outros?
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O ataque aos PPR não é muito diferente do ataque às Pensões e Reformas.
É um esbulho.
A diferença é que, no caso dos PPR, são atacados os futuros proventos de quem, voluntariamente, neles aplicaram o seu dinheiro; no caso das Reformas são atacados os actuais proventos de quem o Estado forçou a aplicar o seu dinheiro. Neste caso o Estado até já estourou esse dinheiro, como se fosse dele, e está a pedi-lo emprestado em processo Dona Branca.
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um atrasozito nas negociações com a troika ou a não concessão da “ajuda” nos montantes necessários para solver a choldra e não há ppr’s para ninguém… e as contitas serão congeladas.
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Até começo a concordar com as ideias soltas, e logo desmentidas, saídas da boca do Passos e dos que lhe são próximos. Uma revisão da constituição para acabar com o SNS. Para trucidar o ensino público. Aquela ideia do cartão social. Agora essa coisa do subsídio de desemprego ligado às reformas. Etc…etc. Tudo propostas no sentido de “matar” os mais desfavorecidos. E “mortos ” estes de certeza que o défice baixava e as contas públicas entrariam nos eixos. Ficavam por cá apenas os ricos que podem pagar a saúde privada, o ensino privado e nem precisam de subsídio de desemprego, nem reformas.
Assim não vai longe este PSD tão liberal. Melhor, não vão longe os portugueses mais desfavorecidos.
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esta crise tem os seus méritos:
começa inevitavelmente pelos mais desafortunados, mas chegará, mas chega aos afortunados!!!
e mais surpresas virão para abalar o doce perfume do capital…
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É mais seguro comprar títulos da dívida soberana portuguesa do que comprar títulos do tesouro americano ou mesmo barras de ouro, que dentro duns meses vão levar um grande trambolhão.
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quem tiver massa, que invista em droga, da ilegal, que não está sujeita a tributações!
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mais uma carta do psd ao governo: será envelope com cheque do pretendente?
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Anti-comuna
Os off-shores não estão acessíveis a quem consegue guardar 10% de um ordenado médio. Como os Bancos portugueses estão instrumentalizados e quase estatizados, e metem esse dinheiro em dívida pública – risco grande, sem falar do outro dinheiro que está em PPRs, restam poucas alternativas ao cidadão comum.
Deve ser por isso que os Deuscht e os Barclays estão em alta…
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Caro Gonçalo, Vc. tem razão. Apenas tentei me rir com o que se passa actuamente. O governo a querer enterrar tudo e todos na sua falência. Claro que as pequenas poupanças pouco podem fazer senão mete-lo no banco à ordem. heheheheh
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O Soci@lismo acaba quando acaba o dinheiro dos outros. Isto é o rapar do tacho pelos Soci@listas.
Tudo o que mexer e puder ser tirado ao Povo o será.
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E é tudo “legal” segundo o Regime Soci@lista.
Madoff ao pé desta gente é uma criança.
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Óh Luck.
Muitos ricos e muitos estados ricos já foram à falência e não eram socialistas e nunca foram socialistas.
Aliás, dizer que Portugal é socialista, é mesmo a coisa dizer que eu sou o herdeiro do trono da Suazilândia.
As tuas teorias devem ter vindo do planeta Plutão.
Mas continua, que a gente está aqui para refutar.
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Do Portugal Contemporâneo. Taxas retroactivas:
“Viver em Portugal está a tornar-se impossível. A incompetência de sucessivos governos estrangulou a sociedade de tal modo que não sobram recursos para investir.
Eis um pequeno exemplo. Por Lei sou obrigado a ter um seguro de acidentes de trabalho para a minha secretária. Custa-me a módica quantia de 258,63 € / ano e este ano vem acrescido de uma taxa de 2% para o INEM, retroactiva a 1 de Janeiro de 2009. Diz a seguradora:
Aproveitamos a oportunidade para informar que, de acordo com o orçamento do Estado para 2009, a taxa a favor do INEM foi alterada de 1% para 2%, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009.
Nem sei bem como interpretar esta informação porque estamos em Abril de 2011. Enfim…
Se fosse só esta taxa, bem estávamos. O problema é o conjunto das que vamos pagando em quase todas as facturas que nos cobram.
Publicada por Joaquim em 10:40 “
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“Muitos ricos e muitos estados ricos já foram à falência e não eram socialistas e nunca foram socialistas.”
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Um Estado Soci@lista é aquele que tem o Poder de endividamento ilimitado e sobre a riqueza existente das pessoas.
Um Governo que desvaloriza a moeda que os seus cidadãos têm em casa é um Estado Soci@lista, pode ser da Esquerda ou Direita Soci@lista. Soci@lista.
Um Governo que pode endividar brutalmente quem ainda não nasceu é Soci@lista.
O Soci@lismo é o Poder sobre a riqueza dos outros.
Pode tornar um cidadão do seu país mais pobre num ápice.
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“O ataque aos PPR não é muito diferente do ataque às Pensões e Reformas.”
O sistema de pensões do Estado é não-sustentado (unfunded). Os activos actuais pagam para os reformados actuais e receberão oh-depois dos seus próprios filhos e netos. É o pato das 3 gerações, ou método Dona Branca. Portantos, o Estado paga o que puder ou quiser porque ninguém dono do dinheiro que desconta. Este é um imposto proporcional ao salário e não é pequeno (andará pelos 28%).
Custa a ouvir, mas é assim. E o sistema é impossível de mudar para um sistema sustentado em que cada um recebe o que poupou.
Verbo horrível este, “poupar”. Os aforradores são os maiores ladrões que existem porque não fazem circular o cacau, guardam-no todo para eles sob o pretexto falso da velhice e de uma doença imprevista… É assim a ortodoxia económica do nosso tempo. E depois é tão giro ir para Cuba viver oito dias a sonhar que se é milionário.
Ah camaradas, que o sangue ainda vai correr pelos trilhos dos eléctricos!
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Não são precisos offshores para pôr as poupanças a salvo da cobiça dos camaradas.
Em qualquer país da europa civilizada, um cidadão estrangeiro, devidamente identificado, pode abrir uma conta bancária e estar assim protegido pela lei e pelas autoridades desse país.
Não é ilegal e basta declarar no IRS os rendimentos obtidos.
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E o Monstro do Blasfémias comeu outra mensagem…
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O Estado socialista vai sempre à falência a menos que seja alternado com governos mais liberais. Se não for à falência põe na falência todos os cidadãos excepto eles próprios. Um socialista nunca vai à falência: é o capitalismo com refinamento nunca conseguido pelos capitalistas. O capitalista arrisca numa empresa e pode falir, o socialista é perfeito: nunca vai à falência.
O socialista sai sempre muito rico depois de passar pelo governo: tal como mosquito se nutre do sangue de quem dorme, o socialista adormece o cidadão com o discurso encantatório e mete a massa ao bolso e as massas a pedir.
“O dinheiro há-de aparecer” e “o dinheiro é do PS” são apenas dois exemplos descarados.
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> o sangue ainda vai correr pelos trilhos dos eléctricos!
Lamento informá-lo que já sobram poucos – decerto uma medida de precaução dos estadistas com grande visão que nos/se governam …
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Só sei que já levantei os euros que tinha aplicado em dívida pública, enquanto ainda é possível fazer isso….
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