O cavalo do inglês
3 Maio, 2011
Sobre os efeitos marginais de uma medida na economia, o João José Cardoso conhece de certeza a história do cavalo do inglês. A ideia era reduzir a ração do animal um bocadinho todos os dias. Não fazia mal nenhum, o animal habituava-se e no fim poupava-se dinheiro na ração. E assim foi durante algum tempo, até que o cavalo morreu.

Não é por acaso a fuga de capitais que se regista há cerca de dois anos. Mas a isso a esquerda fina fecha os olhos e olha para outro lado. O que é preciso é manter a ficção – e o povinho engodado.
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A nossa tragedia mais recente, teve a sua genese entre 1999 e 2000 no tempo do governo Guterres, quando sairam de Portugal em poucos meses cerca de 5000 milhões de contos, 25000 milhões de euros! Depois disso nunca mais parou, e não é segredo para ninguem que o nosso maior problema é a falta de dinheiro. Porque é que isso aconteceu? Se calhar muito boa gente começou a ver o caminho que o país estava a levar, e ala que se faz tarde tarde. Fugiram de cá investidores estrangeiros, e muitos portugueses tambem levaram o cacau lá para fora. Holdings e offshores, foi um ver se te avias. Estas propostas do Louçã, se calhar mandam o resto do pouco que ainda por cá ficou pelo mesmo caminho.
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Olha, e eu a pensar que essa anedota era sobre o burro do português!
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Nestes casos vê-se bem como Esquerda é imoral.
Basta o verniz partir e todas as políticas são possíveis para alimentar sistema falido que a própria Esquerda construiu. O sistema vai comer cada vez mais a sua própria cauda.
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Tsk tsk. A estratégia até é genial…
Cria-se um importo a cobrar recursos parados
A banca fica descapitalizada
O estado tem de intervir
Nacionaliza-se a banca um a um por já só haver créditos e depositos apenas os abaixo de 100.000
Ta-da! banca nacionalizada!
Como é preciso aumentar impostos para pagar isto (visto não se falar com os únicos que emprestam o que for) e a única coisa que não está taxada é os baixos rendimentos…
.. forno a 150º, 20 minutos… e voilá! E faz-se Coreia do Norte!
É realmente genial…
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… Quando, há anos, foi decidido encetar a luta contra a corrupção, o que, entre amigos, eu disse é que as “torneiras” iriam fechar-se; porque, embora pareça observação despropositado, sem corrupção, a Humanidade não teria chegado até aqui; muito menos apresentaria paisagens preenchidas de design e conforto, porque ninguém enriquece somente a dar esmolas.
De onde se pensa que surgiam os apoios às artes, à Ciência, às instituições de solidariedade social, de que muita rapaziada de Esquerda se alimentou e sem que pusesse em causa a proveniência?… Com dinheiro de, apenas, negócios lícitos?… Quanto maior for a vigilância, maior será a estagnação, porque ninguém arrisca ganhar o que já tem, e não tiver a hipótese de uma emboscada.
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E aqui está uma agência de rating com valores mais próximos da realidade e não o optimismo habitual
das 3 conhecidas:
Weiss Ratings
http://www.weissratings.com/news/archives/debt/110428.aspx
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Um pormenor: o dono do cavalo era irlandês.
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João Miranda, tina e da-se, ou estão enganados ou não quiseram ser politicamenteincorrectos porque a verdade, verdadinha, era um burro português e pertencia a um cigano.
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O dono do cavalo era cigano.
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Sempre me embalaram que o cavalo era espanhol se calhar o de sancho pança.Diz que é inglês.está bem tanto faz.
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Sobre a naturalidade do cavalo nada consta.
Sempre ouvi dizer (ao meu falecido Pai) que era o cavalo do Inglês.
(No real as bestas somos nós todos).
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A lenda é a do cigano e o burro.
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Sempre ouvi que era o cavalo do espanhol…
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«agora que o animal começara a viver sem comer, morreu-me»
disse o dono
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