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O cavalo do inglês

3 Maio, 2011

Sobre os efeitos marginais de uma medida na economia, o João José Cardoso conhece de certeza a história do cavalo do inglês. A ideia era reduzir a ração do animal um bocadinho todos os dias. Não fazia mal nenhum, o animal habituava-se e no fim poupava-se dinheiro na ração. E assim foi durante algum tempo, até que o cavalo morreu.

16 comentários leave one →
  1. JP Ribeiro permalink
    3 Maio, 2011 11:28

    Não é por acaso a fuga de capitais que se regista há cerca de dois anos. Mas a isso a esquerda fina fecha os olhos e olha para outro lado. O que é preciso é manter a ficção – e o povinho engodado.

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  2. A C da Silveira permalink
    3 Maio, 2011 11:38

    A nossa tragedia mais recente, teve a sua genese entre 1999 e 2000 no tempo do governo Guterres, quando sairam de Portugal em poucos meses cerca de 5000 milhões de contos, 25000 milhões de euros! Depois disso nunca mais parou, e não é segredo para ninguem que o nosso maior problema é a falta de dinheiro. Porque é que isso aconteceu? Se calhar muito boa gente começou a ver o caminho que o país estava a levar, e ala que se faz tarde tarde. Fugiram de cá investidores estrangeiros, e muitos portugueses tambem levaram o cacau lá para fora. Holdings e offshores, foi um ver se te avias. Estas propostas do Louçã, se calhar mandam o resto do pouco que ainda por cá ficou pelo mesmo caminho.

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  3. tina permalink
    3 Maio, 2011 11:42

    Olha, e eu a pensar que essa anedota era sobre o burro do português!

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  4. lucklucky permalink
    3 Maio, 2011 12:10

    Nestes casos vê-se bem como Esquerda é imoral.
    Basta o verniz partir e todas as políticas são possíveis para alimentar sistema falido que a própria Esquerda construiu. O sistema vai comer cada vez mais a sua própria cauda.

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  5. António permalink
    3 Maio, 2011 12:24

    Tsk tsk. A estratégia até é genial…

    Cria-se um importo a cobrar recursos parados
    A banca fica descapitalizada
    O estado tem de intervir
    Nacionaliza-se a banca um a um por já só haver créditos e depositos apenas os abaixo de 100.000
    Ta-da! banca nacionalizada!

    Como é preciso aumentar impostos para pagar isto (visto não se falar com os únicos que emprestam o que for) e a única coisa que não está taxada é os baixos rendimentos…
    .. forno a 150º, 20 minutos… e voilá! E faz-se Coreia do Norte!

    É realmente genial…

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  6. Rodrigo Costa permalink
    3 Maio, 2011 12:49

    … Quando, há anos, foi decidido encetar a luta contra a corrupção, o que, entre amigos, eu disse é que as “torneiras” iriam fechar-se; porque, embora pareça observação despropositado, sem corrupção, a Humanidade não teria chegado até aqui; muito menos apresentaria paisagens preenchidas de design e conforto, porque ninguém enriquece somente a dar esmolas.
    De onde se pensa que surgiam os apoios às artes, à Ciência, às instituições de solidariedade social, de que muita rapaziada de Esquerda se alimentou e sem que pusesse em causa a proveniência?… Com dinheiro de, apenas, negócios lícitos?… Quanto maior for a vigilância, maior será a estagnação, porque ninguém arrisca ganhar o que já tem, e não tiver a hipótese de uma emboscada.

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  7. lucklucky permalink
    3 Maio, 2011 13:05

    E aqui está uma agência de rating com valores mais próximos da realidade e não o optimismo habitual
    das 3 conhecidas:
    Weiss Ratings
    http://www.weissratings.com/news/archives/debt/110428.aspx

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  8. 3 Maio, 2011 13:07

    Um pormenor: o dono do cavalo era irlandês.

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  9. Farto dele permalink
    3 Maio, 2011 13:46

    João Miranda, tina e da-se, ou estão enganados ou não quiseram ser politicamenteincorrectos porque a verdade, verdadinha, era um burro português e pertencia a um cigano.

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  10. zazie permalink
    3 Maio, 2011 16:17

    O dono do cavalo era cigano.

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  11. eirinhas permalink
    3 Maio, 2011 16:17

    Sempre me embalaram que o cavalo era espanhol se calhar o de sancho pança.Diz que é inglês.está bem tanto faz.

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  12. licas permalink
    3 Maio, 2011 17:29

    Sobre a naturalidade do cavalo nada consta.
    Sempre ouvi dizer (ao meu falecido Pai) que era o cavalo do Inglês.
    (No real as bestas somos nós todos).

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  13. zazie permalink
    3 Maio, 2011 17:30

    A lenda é a do cigano e o burro.

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  14. Fafe permalink
    3 Maio, 2011 21:48

    Sempre ouvi que era o cavalo do espanhol…

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  15. luís permalink
    4 Maio, 2011 06:58

    «agora que o animal começara a viver sem comer, morreu-me»
    disse o dono

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Trackbacks

  1. Sustentar um burro a pão-de-ló | Aventar

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