E de caminho também podiam falar disto
«Os juízes do Tribunal de Contas queixam-se de ter sido induzidos em erro para aprovar cinco auto-estradas, no valor de dez mil milhões de euros. A denúncia consta de um relatório de auditoria às parcerias público-privadas rodoviárias, que vai ser aprovado na próxima semana. Um documento que a TVI revela em primeira mão.
As auto-estradas lançadas pelo governo só passaram no tribunal de contas porque foi sonegada informação aos juízes. Em causa estão cinco subconcessões feitas pela Estradas de Portugal, em representação do Estado, no valor de 10 mil milhões de euros. (…) O Tribunal de Contas começou por recusar o visto a todos estes contratos, porque as propostas finais das empresas eram mais caras do que as levadas a concurso. A Estradas de Portugal voltou à carga com segundos pedidos de visto, após renegociação dos contratos, mas sonegou informação aos juízes, relativa a significativas compensações financeiras aos bancos e às construtoras privadas.»
A propósito da Estradas de Portugal leia-se ainda isto

Já aqui, as criticas são apenas para o PS, pelo que acho que estas questões serão levantadas (e correctamente) . Só o não serão se o PSD pretender manter o regime que permite esta desorçamentação (e a fuga ao controle a entidades independentes). O que não é impossível (ainda me lembro que no tempo do Cavaco o Tribunal de Contas era designado de “força de bloqueio”).
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E o Almerindo, que já deixara um buraco de milhões na RTP, não é preso?
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A expressão “checks and balances” diz-lhe alguma coisa, *da-se?
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Helena Matos,
espera-se de si um post antológico sobre o sr. dr. eduardo catroga…
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isto na minha terra chama-se burla e é crime!
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A propósito de estradas também deve ser lido isto: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/scut-portagens-estradas-tvi24-auto-estradas/1252649-4201.html
Só um cego não vê! Bem elucidativo de como Sócrates, o “guardião do estado social”, coloca o recursos do Estado, os nossos impostos, no bolso dos privados “amigos” e ainda as técnicas de desorçamentação para aldrabar o défice. Leiam a notícia e lembrem-se dela sempre que o virem a clamar com aquele ar indignado contra as privatizações.
«As concessionárias passaram a beneficiar de rendas Avultadas», denuncia o Tribunal de Contas.
Na sua própria previsão, a Estradas de Portugal vai cobrar 250 milhões de euros de portagens em 2011, mas terá de pagar rendas de 650 milhões. Resultado: 62% de prejuízo.
O Estado, para cobrar portagens, assumiu ele o risco de tráfego. Com a crise e o previsível aumento do preço dos combustíveis, menos carros vão circular nas antigas Scut. O Estado receberá menos dinheiro, mas as empresas estão a salvo porque recebem avultadas rendas fixas, suportadas pelos contribuintes e pelos automobilistas, que financiam a EP com uma parte do imposto sobre combustíveis.
“O Tribunal de Contas quantifica o ganho dos consórcios privados com cada estrada.
O consórcio Ascendi, liderado pela Mota-Engil e pelo Grupo Espírito Santo tem garantidos, independentemente do número de carros a circular, mais 2532 Milhões de rendas pela da Beira-Litoral e Alta, mais 891 Milhões na Costa de Prata, mais 1977 milhões na concessão Grande Porto. Já o consórcio Euroscut, liderado pela Ferrovial, ganhou direito a um adicional de 1186 milhões pela concessão Norte Litoral.
A renegociação visou desorçamentar a despesa com o ambicioso Plano Rodoviário do Governo, criando «receitas» para a Estradas de Portugal, que permitissem apresentá-la à Europa como mais dependente do mercado do que do orçamento de Estado”
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É triste a incompetência deste governo. Nem a introduzir portagens são capazes. Mesmo que um tipo queira ser honesto e pagar as portagens, não o consegue se usar uma viatura registada no exterior. É mesmo triste.
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Até os funcionários da Brisa dizem: não perca tempo e não pague. Isto é tudo gente incompetente e nunca conseguirão cobrar portagens a quem o não o queira.
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Mas afinal em que ficamos? não é esse o papel do TC, aprovar as contas finais e proferir o veredicto final àos negócios protagonizados pelas EP/Estado….se as mesmas vinham amputadas de alguma documentação ou informação, diz o bom senso qe as deviam ter solicitado e no fim, não as aprovariam…~Parece do mais elementar bom senso… Aliás, julgo mesmo que ao TC, e pelas dúvidas e reservas que o mesmo agora admite, deviam agora ser pedidas resposnabilidades por não terem exercido edefendido convenientemente o erário público….pois é esse o seu papel principal e para issso foi criado. Desconheço se a lei o permite (sujeitarem-se a responsabilidades judiciais…) mas é manifesta a sua inepcia no cumprimento do seu importante papel. Mas já nada admira neste podre ciclo socialista onde os chamado “reguladores” destinam-se afinal a proteger os “negócios” levados a cabo pela click “socialista..”….não admira!
Paulo Barata
não dev (desconehço o estadtutoe s contas
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O problema dos problemas dos portugueses, não está só nos políticos gatunos, corruptos e incompetentes do governo, este ou qualquer outro.
O problema dos problemas dos portugueses está, também, naqueles portugueses que não são gatunos, corruptos nem incompetentes mas que apoiam os políticos gatunos, corruptos e incompetentes…
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Há um rosto e um nome para isto tudo: Paulo Campos, filho de António Campos.
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Lá vem o José com a «vara» da justiça popular….
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Já agora, e é claro que isto nada tem a ver com o assunto, partilho o seguinte post “pescado” no Cachimbo….Meditem!
Tem-se falado muito nas trapalhadas das Estradas de Portugal. Negócios ruinosos que em muito terão contribuído para a bancarrota Sócrates. Milhões e milhões dos contribuintes a voarem para o bolso de interesses obscuros. Como chegamos até aqui? Uma pista: recuemos um pouco no tempo, até à revista Sábado de Outubro, e fiquemos a conhecer melhor Ana Tomaz, administradora da empresa:
Há três anos, Ana Sofia Côrte-Real Tomaz era um quadro médio da Estradas de Portugal, coordenadora de Estudos e Projectos. Hoje, aos 35 anos, é vogal do Conselho de Administração da empresa pública, responsável, entre outras, pela importante direcção de concessões (…)
Pelo meio, há um detalhe importante no seu currículo: foi assessora do secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e Comunicações Paulo Campos, durante três anos. “Faz parte do círculo estrito de confiança dele”, conta uma fonte do sector.
Ana Tomaz foi nomeada para a administração da Estradas de Portugal (EP) no dia 23 de Julho deste ano, já depois do aumento de impostos anunciado no PEC II e pouco antesas novas medidas de austeridade previstas no orçamento. “A nomeação causou enorme surpresa na EP, quase constrangimento, porque Ana Tomaz não tem experiência de gestão e não é normal uma antiga técnica passar assim para o Conselho de Administração”, admite uma fonte do próprio Ministério das Obras Públicas.
Pois é. Com administradoras deste calibre, é perfeitamente normal que os negócios praticados pela empresa sejam ruinosos para os interesses do Estado. Não deixa de ser curioso o número de vezes que Paulo Campos, cabeça de lista pelo PS na Guarda, aparece associado a trapalhadas entre os interesses do Estado e privados. Já parece sina deste novo “Armando Vara” do PS.
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Em resumo, “palavras para quê”….
PB
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Claro está que, em tudo isto, há um conjunto de nomeações que se revelam vitais. Mas quanto a estas, podemos estar descansados pois as mesmas “baseiam[-se] no escrupuloso cumprimento da lei e recaem na escolha de pessoas com o perfil mais adequado para cada cargo.” É pelo menos o que o gabinete de Paulo Campos nos assegura.
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Não sei o que se passa convosco. Eu estou tranquilo. A conviçcão pré-existente mantém, reforçando-se, toda a razão de ser.
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Curiosamente que capava a pessoa que fizesse um desmando com a sua mulher aqui, anteriormente critica a “vara” da jsutiça popular. Arlindices…….
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