A Câmara Corporativa errou
16 Maio, 2011
A Câmara Corporativa abomina a luta contra a corrupção. Compreende-se. Já não se compreende que esteja tão mal informado e diga que sou candidato a deputado pelo PSD no Porto. É apenas mentira, mais uma mentira. Isto começa a ser penoso…
27 comentários
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De facto… Como dizem eles nesse post: “Isto começa a ser penoso”.
http://corporacoes.blogspot.com/2011/05/programa-do-psd-sobre-corrupcao-tambem.html
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Pois se o Abrantes e o Sócrates são a mesma pessoa…
http://supraciliar.blogspot.com/2011/05/razoes-para-votar-socrates.html
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Quem no seu perfeito juízo frequenta aquela chafarica?
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Televisão alemã critica Sócrates
http://supraciliar.blogspot.com/2011/05/televisao-alema-chateada-com-socrates.html
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Desculpem – afinal o endereço é
http://supraciliar.blogspot.com/2011/05/tv-alema-critica-jose-socrates.html
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até me custa a acreditar que esta short-sentence tenha vindo própria cabecinha de Sócrates:
“Os que provocaram eleições levantaram o PS”
de antologia!
agora é só repetir em eterno retorno!
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mais uma tirada mortífera,desta feita pelo prof martelo:
“Se [Passos] deixa que Sócrates fique ao ataque está frito”
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O TEMPO DOS SUÍNOS SENTADOS…
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ou das meras estatísticas…reduzem-nos a números por que já não somos pessoas mas meros instrumentos secundários de um plano global…spar parts..nada mais…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/05/tirania-intelectual-do-numero-um-destes.html
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Antigamente as pessoas queriam criar-se uma reputação: isso já não basta, a feira tornou-se demasiado vasta; agora é necessário vender aos berros. A consequência é que mesmo as melhores gargantas forçam a voz e as melhores mercadorias não são oferecidas por orgãos enrouquecidos; já não há génio, nos nossos dias, sem clamor e sem rouquidão. Época vil para o pensador: devemos aprender a encontrar entre duas barulheiras o silêncio de que se tem necessidade e a fingir de surdo até chegar a sê-lo. Enquanto não se tiver chegado a isso, corre-se o risco de perecer de impaciência e de dores de cabeça.
Friedrich Nietzsche,
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Caro Paulo Morais,
uma vez que é conhecida a sua proverbial campanha contra a corrupção, será possível que ouse clara e publicamente citar o nome dos corruptos que conhece ou que sabe existirem, e terem sido corrompidos ou corruptores?
É que o discurso da anti-corrupção é bastante interessante e fácil de fazer. Mais difícil é ter a coragem de o denunciar pondo o nome nos bois em vez de generalizarmos e ficarmos pelas simples suspeitas distribuindo lama por tudo o que é lado, esquecendo porventura que alguns salpicos certamente cairão na nossa imaculada farda branca.
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Pergunta: Seriam Algemas ROLEX GOLD?
(ver solução em http://supraciliar.blogspot.com/2011/05/estado-pequeno-e-forte.html)
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e que tal uma Posta sobre a final desta quarta-feira?
uma sugestão de título:
Liga Europa, a Liga dos PIGS: final entre 2 equipas de Portugal com um árbitro de Espanha num estádio da Irlanda.
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Teófilo M.:
Penso que a leitura deste texto poderá responder à sua questão:
http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1035323
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Também estou à espera de um post da helenafmatos
sobre o crime sexual de D.S.K.
na suite 2806 do Sofitel em NewYork.
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Já começo a estar farto de ouvir dizer mal dos empresários tugas. Ora são aversos ao risco, ora são pouco letrados, ora isto e aqueloutro. Mas as coisas vão acontecendo e mostrando que há coisas boas a acontecer em Portugal e que há empresários que sabem o que andam a fazer. O que reparo é que a generalidade dos que se armam em superiores aos nossos empresários são mas é uns liricos utópicos, com a mania que são mais espertos do que o realmente são. Eis mais uma boa noticia que confirma a boa capacidade de adaptação dos nossos empresários na agricultura:
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“Foi em ambiente de festa, sem lamentos nem queixas, que decorreu na passada segunda-feira o XVI Encontro Anual dos Produtores de Pêra Rocha (ANP). Num jantar servido num armazém, rodeado de máquinas calibradoras e com menu baseado em produtos regionais, juntaram-se 200 pericultores (produtores de pêra) para celebrar mais um bom ano de produção e venda de pêra-rocha.
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Nas conversas à mesa falou-se da crise, claro, mas nos discursos oficiais ninguém pediu subsídios nem o ministro da Agricultura, António Serrano, que esteve presente, ouviu quaisquer reivindicações de uma classe habitualmente atreita a pedir apoios.
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Os números são expressivos: em 2010 Portugal produziu 171 mil toneladas de pêra-rocha, das quais exportou 80 mil toneladas, sobretudo para o Reino Unido (27 por cento do total de exportações), França (25 por cento) e Brasil (24 por cento). O quarto país de destino já fica a uma diferença abissal dos três primeiros – é a Rússia, com 5,4 por cento das exportações, seguido da Irlanda, com 5,1 por cento.
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União fez a força
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Torres Paulo, presidente da ANP, diz que na campanha do ano passado facturaram-se 200 milhões de euros, dos quais 150 no mercado externo. Esta associação representa 2500 pericultores, responsáveis por um volume de vendas de 120 milhões de euros. Quatro delas – Unirocha, Coopval (ambas do Cadaval), Granfer (Óbidos) e Primofruta (Bombarral) – venderam 44 mil toneladas para o estrangeiro, o que significa 54 por cento das exportações.
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A associação de pequenos produtores individuais em cooperativas ou sociedades por quotas, e a fusão de empresas agrícolas para ganharem maior massa crítica e obterem economias de escala, tem sido um dos segredos do êxito, bastante elogiado por António Serrano. “Associaram-se, ganharam dimensão e souberam projectar-se”, disse o ministro, para quem este modelo deveria ser replicado para outros sectores como os hortícolas e as flores.
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Numa época em que não basta pôr as pereiras a produzir pêra-rocha, a criação de valor passa também pela competência técnica, pelo domínio dos circuitos de comercialização e pelo marketing e publicidade. E essa é outra das explicações pelas quais o sector triplicou em cinco anos o volume de exportações. Uma das inovações tecnológicas são as câmaras de atmosfera controlada, que substituem as de frio, onde a fruta é mantida sem oxigénio, podendo conservar-se durante muitos meses com as mesmas características de quando acaba de ser colhida. Por outro lado, os agricultores sujeitaram-se a exigências invulgares noutros congéneres de outras áreas. Para além da colocação de retretes amovíveis nos pomares durante as colheitas, as inúmeras certificações obrigam a procedimentos rigorosos na forma de cuidar dos pomares, no manuseamento das pêras e no seu armazenamento e transporte.
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Os próprios pericultores são obrigados a fazer cursos de reciclagem para se poderem manter as certificações ambientais, nas colheitas é obrigatório o uso de luvas e nas centrais fruteiras há roupa apropriada, touca para a cabeça, luvas e uma forte implementação de hábitos de higiene. “Depois disso a fruta já pode ir para o supermercado, onde qualquer um lhe pode tocar nas prateleiras, mesmo que tenha as mãos sujas”, ironizava um dos agricultores durante o jantar.”
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In http://economia.publico.pt/Noticia/vendas-de-perarocha-a-crescer_1494304
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Quanto à falta de vontade dos grandes partidos em combater a corrupção, ela é evidente. A luta contra a corrupção devia estar sempre no topo das prioridades dos partidos políticos. Mas nunca está. Aliás, curiosamente, o único partido que anda com a corrupção na boca é o… BE.
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Aliás, registe-se a resposta do Sócrates ao Anacleto quando este inquirira sobre a corrupção em Portugal, no que toca ao aumento das despesas públicas e da dívida do Estado, influenciadas pela enorme corrupção em Portugal: Vc. é demagógico!
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A resposta do Sócrates diz tudo: tem medo que a luta contra a corrupção se torne tema da campanha. E percebe-se porquê.
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A coisa é tão caricata que esta resposta dos assessores do governo, até tentam desancar em quem acredita que isto devia ser prioridade de todos os partidos políticos. Os meus parabéns ao Paulo Morais por não esmorecer. E continue, doa a quem doer.
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Sabem como é que para mim Sócrates fica com alto estilo?
http://supraciliar.blogspot.com/2011/05/anedotario-5-b.html
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Quanto à falta de vontade dos grandes partidos em combater a corrupção, ela é evidente. A luta contra a corrupção devia estar sempre no topo das prioridades dos partidos políticos.
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O ÚNICO PARTIDO (GRANDE OI PEQUENO) QUE SE MOSREA
IRREDUTIVELMENTE *PELA CORRUPÇÃO* JÁ SABEM QUAL É
O P.S.
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___QUE SE MOSTRA-_____
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Por acaso reparei hoje, no supermercado que mais frequento, a tal pera rocha.
Sem dúvida que já assume o aspecto da fruta importada, calibrada e bem embalada e até a preço mais competitivo.
É claro que a fruta “industrializada” para consumo em cru, à mesa, tem outro nível.
Pessoalmente só as compraria para cozinhar (peras bebedas) ou compotas.
Acredito mesmo que o grosso das exportações seja para a indústria alimentar,
tipo enlatados de pera em calda.
O que já é bom.
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“É claro que a fruta “industrializada” para consumo em cru, à mesa, tem outro nível.
Pessoalmente só as compraria para cozinhar (peras bebedas) ou compotas.
Acredito mesmo que o grosso das exportações seja para a indústria alimentar,
tipo enlatados de pera em calda.”
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Duvido que seja assim, face aos gostos dos consumidores externos e à logística necessária e utilizada pelos vários mercados do norte e centro da Europa, que acabam por gerar um produto “fraco” de sabor nas prateleiras dos supermercados.
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No entanto, talvez estes empresários poderiam acrescentar valor ao seu produto usando precisamente a sua matéria-prima (aquela que em termos de marketing é rejeitada pelos mercados, por exemplo) para criar compotas, doces, etc. Talvez o venham a fazer, se tiverem a ousadia de criar uma espécie de marca que reflicta a origem do produto e sua qualidade, que depois associem outro tipo de produtos.
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Mas eles até podem tentar ainda outras soluções que até já é feito em Portugal. Há uma empresa portuguesa que criou um sistema de embalagem excelente para preservar o sabor da fruta fresca, em especial para o ramo HORECA, que poderia trazer uma enorme mais-valia à pêra rocha. Quer é vender fruta fesca aos hoteis, que têm um elevado custo com a fruta degradada e rejeitada pelos seus clientes.
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A questão aqui é realçar que é possível haver bons empresários no sector agrícola, que em vez de passarem a vida a lamentarem-se e pedinchar, têm um comportamento pró-activo no sentido de tentar captar quotas de mercado atendendo às especificidades dos consumidores dispostos a pagar por esta fruta. O ideal era conseguirem levar o bom sabor da nossa fruta, quase madura, ao consumidor e este reconhecer o valor. E pagar por ele. Mas não podemos pensar que os consumidor internacional irá, de um momento para o outro, compreender que o sabor da fruta é mais importante que a sua imagem. E isso implica trabalho de marketing, que leva tempo, é um investimento caro mas que se for bem sucedido, dará importantes retornos financeiros aos nossos produtores.
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O ideal é todos os agricultores passarem a pensar que são empresários e não apenas lavradores especializados em tirar da terra, produtos alimentares. Se houvesse esta mudança de mentalidades na agricultura portuguesa, estou em crer que a agricultura sofreria de tal forma uma revolução, que todos nós teriamos orgulho na agricultura portuguesa.
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Mas também não se diga sempre mal do que é feito em Portugal. Ainda no outro dia li uma noticia, que uma empresa portuguesa ganhou um concurso internacional de provas laboratoriais, atingindo a pontuação máxima na qualidade exigida pelo concurso. Até parece que foi um feito enorme, pois nunca ninguém em lado nenhum do mundo o tinha conseguido. Ou seja, há quem em Portugal consiga fazer coisas fantásticas mas depois o problema é valorizar economicamente esses feitos. Ou seja, obter retorno financeiro através do reconhecimento do público consumidor pela qualidade do que é feito em Portugal e pagar bem por essa qualidade.
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Há coisas que se estão a fazer em Portugal que são mesmo inovadoras e interessantes. A Corticeira Amorim acaba de lançar uma parceria com outra empresa do ramo corticeiro para a produção de tecidos em cortiça, no sentido de utilizar esta nova matéria-prima tanto no sector têxtil como no calçado. Pese embora o risco inerente a este enorme esforço financeira das empresas envolvidas, há aqui algo que merece por si só os parabéns pela tentativa de acrescentar valor a um produto natural, que Portugal é o principal líder mundial.
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É evidente que é um risco enorme mas pode ter importantes retornos financeiros, se a industria da moda conseguir criar produtos que sejam bem aceites pelo consumidor internacional. E o facto de se conseguir criar tecidos ou materiais que podem ser usados como substitutos à pele natural, ainda por cima biodegradáveis (ao que julgo perceber), é uma boa arma para conquistar um tipo de consumidor cada vez mais preocupado com a sustentabilidade do planeta.
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Isto demonstra que há em Portugal gosto pelo risco, pela inovação, há I&D virada para o mercado, etc. Ao contrário da imagem que é construída em Portugal sobre os nossos empresários e empresas. E mesmo que estes riscos acabem por serem fracassos financeiros, só facto de o tentarem já é algo meritório, que merece ser sempre meritório.
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A noticia do novo produto criado em cortiça e sua empresa que o irá comercializar:
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http://www.cunhavaz.com/en/noticias/go/noticias/economia/corticeira-amorim-lanca-dyn-cork
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O que é a câmara corporativa?
Será, per caso, algum legado salarazento?
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Obrigado pela dica ganda Blog não arranjam mais destes ao menos pedem desculpa quando mentem
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Caro Paulo Morais,
já tinha lido o texto, pois sou bastante sensível a esse tipo de chaga que corrompe a sociedade em geral, mas do seu arigo no Jn. apenas extraí que tem comunicado ao Ministério Público as suas denúncias que diz não carecerem de prova, o que se torna estranho, pois é sempre preciso fazer prova do que se afirma. Que a falta de gosto impera é um facto, mas ainda agora, os serviços da CMP num projeto de recuperação de uma vivenda que tinha a caixilharia das janelas em madeira, obrigou o restaurador a fazê-las em metal!!! Mas será isso um acto de corrupção?
Diz que tem carreado para o Ministério Público documentos que atestam os crimes e identificam os culpados, nesse caso a coisa já é mais grave, pois isso indicará que há também corrompidos no Ministério Público ou a não haver os seus documentos pecarão por omissão/defeito.
Não bastará clamar por justiça é preciso exigi-la, se temos a certeza do que estamos a dizer e públicamente denunciá-la escarrapachando os nomes em letras gordas e os respetivos assuntos.
A não ser assim, fica tudo na mesma, e cada um com a sua razão pelo que, mais uma vez, a corrupção vence.
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Pena é que não haja mais pessoas em Portugal a procederem como Paulo Morais, e é também pena que as denúncias ao Ministério Público, até ver, poucos ou nenhuns resultados tenham dado. Enquanto a corrupção continuar a minar o tecido económico e político, não existirão condições para o país evoluir.
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