A vida para alem do défice
15 Junho, 2011
Um pais falido tem que ser muito mais selectivo do que um país não falido em relação aos bens e valores a preservar.
15 comentários
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Um pais falido tem que ser muito mais selectivo do que um país não falido em relação aos bens e valores a preservar.
Eis um valor, caro João, a preservar: a defesa direta dos interesses nacionais em crise face a outros interesses:
Lembra-se da crise Galega? Portas, o homem de nervos de aço, a Ministro dos Negócios Estrangeiros.
http://supraciliar.blogspot.com/2011/06/portas-ministro-o-homem-de-nervos-de.html
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Exactamente. Já desperdiçámos todas as second chances, ficámos sem nenhuma.
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Eu tambem acho, principalmente no que diz respeito aos valores.
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Selecionar os valores a prescindir, parece-me uma opção fantástica. Eu, começava logo por voltar a permitir o trabalho infantil…
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Rb
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Essa é uma das vantagens da crise. Impede que adormeçamos problemas e prolonguemos agonias atirando-lhes dinheiro para cima
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….
Muito meritório este critério!!!
Mas é mais urgente é desmascarar o PATRIOTISMO de alguns marmanjos que tem OBSCENAMENTE acumulado fortunas, sacadas ao erário público…
Sempre em nome da CRISE, do DEFICIT, da DÍVIDA…
Sempre com o choradinho na boca.
Grandes patriotas:
Bandeiras
espiritos santos
Coelhos
carrapatos
ulrioches
…
(e tantos outros em quem poder não tem a morte…)
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a MENTIRA perdura para além do déficit:
permito-se transcrever o artº de Pezarat Correia CENSURADO pelo DN ontem:
«Ana Gomes provocou uma tempestade mediática com as suas declarações sobre Paulo Portas. Considero muito Ana Gomes, uma mulher de causas, frontal, corajosa, diplomata com muito relevantes serviços prestados a Portugal e à Humanidade. Confesso que me escapa alguma da sua argumentação contra Paulo Portas e não alcanço a invocação do exemplo de Strauss-Kahn. Mas estou com ela na sua conclusão: Paulo Portas não deve ser ministro na República Portuguesa. Partilho inteiramente a conclusão ainda que através de diferentes premissas. Paulo Portas, enquanto ministro da Defesa Nacional de anterior governo, mentiu deliberadamente aos portugueses sobre a existência de armas de destruição maciça no Iraque, que serviram de pretexto para a guerra de agressão anglo-americana desencadeada em 2003. Sublinho o deliberadamente porque, não há muito tempo, num frente-a-frente televisivo, salvo erro na SICNotícias, a deputada do CDS Teresa Caeiro mostrou-se muito ofendida por Alfredo Barroso se ter referido a este caso exactamente nesses termos. A verdade é que Paulo Portas, regressado de uma visita de Estado aos EUA, declarou à comunicação social que “vira provas insofismáveis da existência de armas de destruição maciça no Iraque” (cito de cor mas as palavras foram muito aproximadamente estas). Ele não afirmou que lhe tinham dito que essas provas existiam. Não. Garantiu que vira as provas. Ora, como as armas não existiam logo as provas também não, Portas mentiu deliberadamente. E mentiu com dolo, visto que a mentira visava justificar o envolvimento de Portugal naquela guerra perversa e que se traduziu num desastre estratégico. A tese de que afinal Portas foi enganado não colhe. É a segunda mentira. Portas não foi enganado, enganou. Um político que usa assim, fraudulentamente, o seu cargo de Estado, não deve voltar a ser ministro. Mas já não é a primeira vez que esgrimo argumentos pelo seu impedimento para funções ministeriais. Em 12 de Abril de 2002 publiquei um artigo no Diário de Notícias em que denunciava o insulto de Paulo Portas à Instituição Militar, quando classificou a morte em combate de Jonas Savimbi como um “assassinato”. Note-se que a UNITA assumiu claramente – e como tal fazendo o elogio do seu líder –, a sua morte em combate. Portas viria pouco depois dessas declarações a ser nomeado ministro e, por isso, escrevi naquele texto: «O que se estranha, porque é grave, é que o autor de tal disparate tenha sido, posteriormente, nomeado ministro da Defesa Nacional, que tutela as Forças Armadas. Para o actual ministro da Defesa Nacional, baixas em combate, de elementos combatentes, particularmente de chefes destacados, fardados e militarmente enquadrados, num cenário e teatro de guerra, em confronto com militares inimigos, também fardados e enquadrados, constituem assassinatos. Os militares portugueses sabem que, hoje, se forem enviados para cenários de guerra […] onde eventualmente se empenhem em acções que provoquem baixas, podem vir a ser considerados, pelo ministro de que dependem, como tendo participado em assassinatos. Os militares portugueses sabem que hoje, o ministro da tutela, considera as Forças Armadas uma instituição de assassinos potenciais». Mantenho integralmente o que então escrevi. Um homem que, com tanta leviandade, mente e aborda assuntos fundamentais de Estado, carece de dimensão ética para ser ministro da República. Lamentavelmente já o foi uma vez. Se voltar a sê-lo, como cidadão sentir-me-ei ofendido. Como militar participante no 25 de Abril, acto fundador do regime democrático vigente, sentir-me-ei traído.»
Junho de 2011-06-13 PEDRO DE PEZARAT CORREIA
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O Pedro Pezarat Correia, na sua lógica insofismável, faz-me pensar o que já sabia: a vida inteligente em Portugal nem trabalha para o Estado nem está nos quartéis.
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pois,mas a mentirosa da Catherine Deneuve tem a lata de chamar mentiroso ao Pinócrates!
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Homens de tomates precisam-se, em todas as àreas da governação. Portugal faz bem, é preciso que o MNE venda melhor e deixe de comprar quinquilharia que não serve para nada. Portugal tem que estancar a hemorragia e cumprir o MemorandO, e não é para hoje nem para amanhã, é para ontem! Nem que seja à lapada! Vamos fazer ver à Grécia e aos restos das Grécias todas como é que se faz. A gente sabemos como é que se faz e chegou a hora de não deixarmos que brinquem mais comnosco. Vamos dar o litro e o Grito porque nada mais no resta a não ser isso. Não, não podemos falhar. Nós não somos nenhuns coitadinhos, somos Portugueses e Portugueses não há outros como nós. Vamos ganhar esse jogo tenho a certeza. A malta aí da Europa ainda não sabe com quem é que se meteu.
Escrevam aí, porque eu não vou durar para sempre…para vos lembrar.
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«……para vos lembrar»
foi dizendo estas palavras que morreu o último homem, o voluntarista , junto ao sopé da montanha.
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“Ana Gomes, (…) com muito relevantes serviços prestados a Portugal e à Humanidade”
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Quem escreve esta anedota como preâmbulo, alguma vez deve ser tomado a sério?
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A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
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O país está falido mas a dança das cadeiras já começou….
A corrida ao pote também já começou!
Falidos estão vocês todos que não vêm um boi à sua frente e acreditam nas tretas que os jornais divulgam!
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José Pinto Basto,
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Agora percebo o apelo do Presidente para o retorno à terra: temos de criar os tomates que já há muito perdemos para que existam homens de tomates para provisionar o Governo.
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Infelizmente, só tenho cerejas neste momento. As ameixas estão quase a dar e os morangos já deram. De fruta vou estando provisionado até Outubro.
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—> Mais-ou-menos à Direita ou mais-ou-menos à Esquerda não é o mais importante!!!…
—> O mais importante é o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA e o DIREITO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
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—> Quem defende a competição global… leia-se: ficar à mercê do pessoal que anda numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios… [NOTA: e ficar à mercê da superclasse (alta finança internacional – capital global)] está no seu Direito!… E que faça bom proveito: tchau!
—> Todavia, também deve existir o Direito à Sobrevivência!!!…
Resumindo:
-> Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!…
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ANEXO:
-> Os não-nativos JÁ NATURALIZADOS estão com uma demografia imparável em relação aos nativos…
-> Só os nacionalistas parvinhos-à-Sérvia é que não vêem o óbvio: com o desmoronamento da base sociológica que esteve na sua base… uma Identidade está condenada ao CAIXOTE DO LIXO da História!
-> Uma obs: como alguém disse: “A superclasse promove assim o etnocidio das nações.E uma nação só pode ser chamada de nação se tiver uma maioria esmagadora de homogenidade racial composta pela raça raiz fundadora da nação.”
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