Rebentar a bolha da política
Reduzir a dimensão dos governos e do parlamento e reduzir os privilégios dos governantes são mais do que medidas simbólicas. Se forem medidas tomadas de forma consistente a todos os níveis do Estado constituem uma poupança de milhares de milhões de euros. O efeito directo de poupança nos salários é pouco relevante. A verdadeira poupança ocorre devido à redução de incentivos para que os portugueses se tornem políticos. Por cada lugar que se retire no Parlamento há uma dezena de portugueses que nunca serão deputados. Por cada lugar que se corte na junta de freguesia há milhares de portugueses que nunca tomarão posse de um cargo político. Os jotinhas têm que saber que no futuro terão menos probabilidades de viajar em executiva se optarem pela carreira de político. Os jotinhas têm que saber que a probabilidade de serem deputados vai diminuir no futuro. E se tivermos uma sociedade menos politiizada, em que se perceba que a bolha da política acabou, haverá menos gente com ideias mirabolantes para gastar o dinheiro dos outros. Menos Expos, menos TGVs, menos auto-estradas, menos rotundas e mais poupança. Haverá mais gente a usar o seu talento no mercado. Imaginem que todo o talento conspirativo dos milhares de boys do governo e da oposição fosse usado para fazer crescer as empresas … Isso é que era …

Falta referir que os jotinhas
também são encaixados nas empresas.
Para fins político-partidários.
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Mas isso dá trabalho…O que é uma chatice!
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Enquanto não se tirar aos Políticos a possibilidade de impostar e endividar – e para quem fabrica moeda inflacionar- sem limites nada mudará.
É preciso destruir o poder que os Políticos têm de destruir um País.
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A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
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É uma mudança de paradigma que acontecerá facilmente porque vai de encontro ao que o público deseja, ou seja, acabar com o abuso por parte dos políticos. Bom post!
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Sem dúvida! Por algum lado há que começar. Agora, acusar de populismo e demagogia é prematuro e mal intencionado. Espero bem que muita gente não chegue nunca a certos lugares. Gente como José Junqueiro ou José Rui Cruz (este já se foi) que desbarataram dinheiros alheios pelo distrito de Viseu, para caçar votos! São pessoas sem moral, sem valores, sem responsabilidade. Nunca tiveram uma profissão. E fazem parte dos cangalheiros da nossa desgraça!
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Muito bem!
Hoje o João está inspirado! O S. Joõu pô-lo em excelente forma!
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Principalmente menos jotinhas nas «secretarias de estado».
Já viram os possíveis novos Secretários de Estado?
Aquilo é de partir o côco!
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sem dúvida. vamos ver se esses parasitas têm inteligência suficiente para abrandarem a actividade chupista de modo a evitarem a morte do hospedeiro. é que se não rebenta essa bolha , arrebentadois estamos nós.
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