Oligarquias
«Cerca de seis mil dias de ausência ao trabalho foi quanto contabilizaram, no ano passado, as três principais direcções regionais de educação, que empregam 750 pessoas. (…) A Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), com 253 trabalhadores efectivos e 2705 dias de ausência, foi a que registou um maior absentismo, mas com uma quebra de 30 por cento por comparação a 2009. No conjunto, os encargos com o pessoal nestas três estruturas foram superiores a 23 milhões de euros, dos quais 57 mil em prémios de desempenho. A Direcção Regional de Educação do Norte foi a única que divulgou as despesas de representação, que totalizaram 92 mil euros. A remuneração máxima varia entre cerca de 3700 euros (Porto) e 4512 euros (Centro e Lisboa).» PÚBLICO

Se se meter por aí com paninhos de lã Helena, you’ll end up dead.
Muitos interesses intalados. «Éne» milhares de funcionários e «dependentes.
Aki as «reformas» terão que ser muito radicais (e já agora, autorizadas por quem de direito…) ou ica tudo como estava.
Just my (not so unknowing) opinion. 😦
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para compor o ramalhete, faltou registar que os felizes beneficiários dos prémios de desempenho foram os que não se ausentaram!
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É igual ao litro. Esses até podiam faltar todos os dias que era a mesma coisa. Estar no local de “trabalho” sem fazer a ponta dum corno ou andar por aí a passear são coisas que têm a mesma utilidade.
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Essa dos prémios de desempenho quando a educação está de rastos é mesmo de rir ( ou chorar ) !.
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Acabem com essas estruturas inuteis em vez de aumentarem os impostos.
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Ou seja, em média os trabalhadores auferem (brutos) cerca de 2200€ por mês (na realidade, bastante menos contando com os impostos mais ADSE). Em média os trabalhadores do Centro estiveram ausentes do trabalho 11 dias no ano (ausências justificadas, suponho? Incluirá ausências por maternidade/paternidade/doença)?
É isto muito ou pouco? Não sei, só vendo os perfis efectivos das pessoas, e a comparação com os restantes trabalhadores com o mesmo perfil. Sei que é mais do que a média nacional em termos de remuneração, mas suponho que provavelmente as qualificações académicas também serão muito acima da média nacional…
O que eu sei é que estes números não trabalhados dão uma imagem distorcida da realidade. Se alguém fizesse o mesmo com os ordenados e ausências ao trabalho dos gestores nacionais seria acusado de pretender promover a “luta de classes”, não era?
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Notem que eu não estou a dizer (nem o poderia por falta de dados) que os vencimentos são justificados ou injustificados (possivelmente até o serão, mas não sei que funções desempenham e com que competência o fazem). Mas não me parece que os valores brutos absolutos possam alguma vez ser a forma mais correcta de apresentar esta informação se a intenção for uma discussão racional e não agit-prop.
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Se um dia alguém conseguir estabelecer uma relação entre salários, postos de trabalho e classificação no Estado e a respectiva filiação partidária (para não falar em apelidos), se calhar aparecem coisas muito mais surpreendentes, de valores astronómicos.
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Lembro-me de entrar num ministério qualquer (e já nem me lembro do que ia lá faxer) e em vez de elevador subi uns doze andares a pé, precisava do exercício. Qual não é a minha surpresa, em cada piso estava uma gajah quase sempre «overweight», sentada a uma secretária, com um ar absolutamente entediado. Uma ou duas em doze pisos tivereram a lata de me interpelar, credenciais e o que vêm aki fazer, e etc.. Estava de fato e gravata, resolvi faxer uma «experiência sociológica»: Pus uma tromba severa e disse «Cale-se Imediatamente. Ou amanhã está na rua» (fantasia eu nunca poderia faxer isso…) Remédio santo. Tudo aquilo amochou. A minha sensação era que estava num hotel qualquer em Moscow, no tempo do Brehznev…
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Como se vê pelo comentário de João Branco, é fácil (e popularucho) atacar classes profissionais com a divulgação de números a eito, sem se saber a que se referem exactamente. Tão fácil como dizer que se morre afogado em lagos com meio metro de profundidade…em média! Se as Direcções Regionais de Educação não fazem faltem (e acredito que não) acabem com elas decentemente e, de preferência, não atirando para o desemprego quem até agora serviu o sistema, mas é pura safadeza atiçar a opinião pública contra as pessoas que lá trabalham, sem o mínimo de escrúpulo para já nem falar em ética!
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Ainda mais que aos Políticos, deveria haver limites ao número de anos que uma pessoa trabalha na função publica. Não mais de 8 anos.
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Oh Lucklucky os políticos deveriam estabelecer limites para o n° de anos que uma pessoa possa ser político e/ou governante
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Se o João Branco e o HR conhecem muita gente que ganhe €2200 por mês, seja qual for o respectivo nível de qualificações, obviamente não trabalham no sector privado (excluo do conceito os monopólios naturais, bem entendido). Se conhecem alguém que falta ao trabalho, em média, 11 dias por ano (ou seja, rigorosamente um dia por mês), obviamente não trabalham no sector privado (idem aspas). E se acham que quando fecha uma empresa que não faz falta, isso não atira para o desemprego quem as serviu, é porque, obviamente, não trabalham no sector privado. Como esta gente nem fala a nossa língua (a daqueles que vão pagar metade do subsídio que não auferem, para se poder pagar meio subsídio aos que dele gozam), quando falam em “escrúpulos” e “ética” querem, obviamente, dizer outra coisa qualquer.
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“Oh Lucklucky os políticos deveriam estabelecer limites para o n° de anos que uma pessoa possa ser político e/ou governante”
Os políticos podemos votá-los fora.
Não podemos fazer nada aos Sir or Dame Humphrey…
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Ora aí está o que faz falar sem saber, JPT! Esses rancores contra os funcionários públicos toldam a razão e nem deixam dar atenção ao que se lê, pois o que se questiona é exactamente a demagogioa barata a que se prestam os números não explicados. As licenças de maternidade, por exemplo, e terão sido algumas num universo de 750 funcionários reconhecidamente constituído por uma maioria de mulheres, desequilibram de imediato essa sua presunção de funcionários a faltar 11 dias por ano. Mas, claro, cada um acredita no que quer…ou pode.
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Falta agrupar as faltas pela sua justificação.
Já agora por sexo.
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Gostei particularmente desta notícia. Fui professora. Sei como se funciona na DREC. Mas os professores são sempre os maus da fita. E, já agora: Mário Soares disse que os gregos vieram para a rua gritar e que não era impensável que os portugueses fizessem o mesmo. embora nas entrelinhas se possam ver alguns pensamentos que estão a incendiar o Dr. Mário Soares, o importante é o nosso orgulho: português é português, grego é grego. Tanto cá como na Grécia bem o Dr. Soares pode dar graças aos governos socialistas pela situação em que puseram os dois países!
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Quando se trata de demagogia a audiência de helenafmatos é garantida.
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Sócrates lutou contra estes lobies e oligarquias da função pública.
Mas os sindicatos do Sr. Nogueira (PCP) e do Sr. Picanço (PSD) fizeram-lhe uma guerra infernal.
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A maior ignorância que existe hoje em dia é a ignorância estatística. Comenta-se números em bruto e depois analisa-se conforme a conveniência. Pensava que a Helena Matos tivesse alguma formação nesta área de análise de dados, pois tem formação superior. Valores absolutos e médias aritméticas são dados muito pobrezinhos para fazer uma análise estatística rigorosa. É a velha história de dois amigos, em que um deles come um frango inteiro e diz que em média cada um comeu meio frango.
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“Sócrates lutou contra estes lobies e oligarquias da função pública.”
AHAHAHAHAHAH. Essa é boa.
Sócrates AUMENTOU e ALIMENTOU descaradamente os lobies das Direcções Regionais e as oligarquias dos altos funcionários que não tem nada de útil a acrescentar ao enorme monstrengo.
Cresca e apareça. Ai está a conta para alguém a pagar.
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Eu estou è a ficar impressionado com os cortes na despesa que este governo tem vindo a fazer.
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Trabalhar na função púbica é uma actividade desgastante. Na privada, o meu chefe, diria mesmo a maioria dos chefes, faltam aí uns 50% do tempo. Estou a usar o sentido lato de “falta” que inclui almoços com clientes, reuniões de manhãs e tardes inteiras com conversa da treta, etc, etc.
Produz-se muito mais trabalho na ausência deles, não perdemos tempos e tempos a justificar tudo o que fazemos e não fazemos, reuniões internas, etc.
Não sei se a empresa onde trabalho é ou não típica, mas podem crer que o que digo é verdade.
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O mInistro das Finanças apresentou em Bruxelas aos seus colegas o «programa de ajustamento» em 180 segundos…..
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Licença de parto? Na Dren?
A grande maioria das mulheres lá colocadas tem mais de 45 anos.
A não ser que os restantes,(homens, a partir dessa idade, sejam eles os parturientes.
Como pode então o caso de uma ou duas funcionárias usufruirem e influenciarem sgnificativamente a média?
Claro que não pode a não ser que seja média estatítica ponderada nas NO arlindesas.
Qualificações acima da média? Digam isso aos jovens licenciados contratados a prazo por pouco mais do ordenado mínimo ou a recibo verde.
Esta gente não se toca? Falam das coisas como se 700 mil dos existentes cada um de nós não tivesse um exemplo próximo em que se espante com o número de dias de “férias” que usufrui de “dispensas” que usufrui de número de “baixas” que mete e da sempre contagem do tempo de serviço.
Para dar um exemplo caricato, sabem quando foi extinta a secretaria (com 35 funcionários) do servíço cívico?
E quando é que o serviço cívico acabou efectivamente? Foram quase vinte anos que 35 não tinham nada que fazer.Estes nem baixa metiam portanto não faltavam….iam lá e saíam ou combinavam não ir.
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Governo tem 11.600 chefes!
psicanalises.blogspot
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A questão que se coloca tem uma resposta óbvia a ser dada por aqueles que tão encarniçados se mostram. Deixem-se de trestas, helenasfmatos e outros. Quantas horas e dias TRABALHAM por ano?
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agora falta contar os equiparados a chefe…
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Este pobre país, gordo e enxundioso, agora lançado para o ‘lixo’ da nossa vergonha e a ser a troça da Europa, por responsabilidade de um aveitureiro ininputável, de seu nome Sócrates, tem de emagrecer, já e drasticamente, se ainda quiser evitar ir a pique para o fundo… É preciso responsabilizar (criminalmente e politicamente) quem sanciona a escandalosa situação que se passa na Educação. Este escândalo, de que trata o post, devia chocar o país inteiro. Nunca se foi tão longe em ‘desavergonhice’ como nesses lôbregos tempos de triste governança socialista do Sócrates e do Guterres. Faz dó!
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Cara Helena Matos,
Espero que tenha analisado bem os dados. É que as licenças de maternidade são contadas como absentismo, lutos, acidentes de trabalho, licença de casamento, consulta médica justificada, exames e frequências de trabalhdores estudantes, etc.
Acabo como comecei: espero mesmo que tenha analisado bem os dados.
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Cara Helena Matos,
Espero que tenha analisado bem os dados. É que as licenças de maternidade são contadas como absentismo, bem como luto, acidentes de trabalho, licença de casamento, consulta médica justificada, exames e frequências de trabalhadores estudantes, etc.
Acabo como comecei: espero mesmo que tenha analisado bem os dados.
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> Quantas horas e dias TRABALHAM
Não vamos por aí. Há muitas organizações que, quanto mais trabalharem, mais prejudicam o país …
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Gosmas
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são prof’s e téc’s superiores queriam qaue ganhassem quanto
e têm 20 anos e mais de carreira têm maleitas 10 dias extras de férias por doença é pouco
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As três DRE (faltam as outras e as equipas de apoio às escolas e por aí fora…) amarfanharam mais de vinte milhões de euros para estarem a coçar o rabiosque. Enquanto isso, cortaram o pagamento da correcção de exames nacionais para pouparem pouco mais de dois milhões. Tem lógica, sim senhor.
Acabem com as DRE, ou, no mínimo, reduzam-nas a um máximo de 20 pessoas (e já é muito). Muita daquela gente anda um ano inteiro a inventar uma patacoada para justificar a sua existência lá. Eu e mais dois colegas já tivemos de fazer 500 km (ida e regresso) para nos falarem, durante uma hora, de uma estupidez qualquer relativa ao Net Segura, ou Segura Net, ou o raio que os parta e que levou a que o primeiro indignado fosse um encarregado de educação (sim, tb foram convidados) que perguntou aos dois jovens (na casa dos vinte) se tinha faltado ao emprego e tinha percorrido tantos km para aquilo.
Relativamente à autora do «post», a dita Matos, enfim… vai vegetando enquanto comentarista e opinarista como, afinal, fazem tantos neste chiqueiro, opinando sobre tudo e todos. Ah, tanta sabedoria nesta chafarica!
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Espero bem que HM tenha analisado em conformidade os dias de abstentismo na VW de Palmela que ronda 1,8 dias por cada ano de trabalho.
Aí sim chegaria à conclusão que estes, não tem filhos e por isso não tem licença de maternidade, nunca lhes morre ninguém da familia, não tem acidentes de trabalho, não se casam. não vão às consultas médicas e muito menos são trabalhadores estudantes para poderem usufruir dos exames e frequências.
Asssim a Sofia poderia fazer o comparativo e analisar bem.
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Estado Chulo = Despesas de representação, grande abseintismo (metade das faltas serão falsamente justificadas), prémios de desempenho…. Claro que assim não sobra dinheiro para o Estado Social.
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Concordo.
O Sócrates era objectivamente contra o Estado Social mas a favor do Estado Xuxialista.
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É preciso que o governo elimine rapidamente dezenas de entidades públicas desnecessárias.
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Xuxialista ou Chuchialista ?
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Em Lisboa e Centro ganha-se bem.
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Esta pouca vergonha resolvia-se com o cheque-ensino!
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