Todas as medidas (do mesmo género) serão insuficientes.
Passos Coelho declarou que as medidas anunciadas na sequência das reuniões do Eurogrupo e do Ecofin podem
ser insuficientes, sublinhando que é preciso “uma resposta europeia que seja robusta e rápida” para um “problema sistémico” que atinge toda a UE. Entretanto, o risco de bancarrota atribuído a Portugal sobe para 60%.
O problema é que tal risco, afecta, em alta, não só Portugal e a Grécia, mas também, a Espanha, a Itália, para além da Irlanda. A Bélgica também já começa a deslocar-se (se bem que a alguns uns passos atrás) para a mesma fila.
Do outro lado do Atlântico, nos E.U.A., as coisas começam também a ser preocupantes. Sobretudo, se se conjugarem, simultaneamente, os “picos” de todas as crises e os riscos de default.
Voltando às declarações do Primeiro-Ministro sobre as medidas anunciadas pelo Eurogrupo e pelo Ecofin, neste quadro actual, torna-se evidente que o jogo de medidas avulsas para acalmar-os-mercados-financeiros-que-não-se-acalmam, tenderá a ter tanto de interminável como de inconsequente. No caso Europeu, só um aprofundamento da integração económica e financeira poderá significar algo de diferente e de consequente, para se garantir viabilidade ao Euro. A emissão de obrigações e títulos da dívida europeus (os Eurobonds), implica, correspectivamente, mais receitas próprias da União (significativamente acima dos actuais + ou – 1,18% do PIB de todos os Estados-membros), um outro orçamento da União e a capacidade de criar receitas próprias (impostos), alternativas e substitutivas das dos Estados-membros, cobrindo a assunção colectiva da dívida pública (de todos os Estados-membros) …
Mas, a questão de fundo permanece: como resolver um problema global (ou sistémico, nas palavras de Passos Coelho) que oscila permanentemente entre uma anemia económica ou uma excessiva financeirização da economia… Ou avança com ambas, simultanemente. Como se pode quebrar o círculo interminavelmente vicioso?
Por aqui, sem dúvida, será uma das vias. Chegará? E como fazê-lo adequada e operativamente?

Efetivamente o Alforreca está a dar cartas na Europa.
Não é por acaso que o Presidente do Conselho Europeu veio a Lisboa hoje para dele receber instruções para resolver a crise.
Recorda-se que no currículo oficial do 1º Ministro, na página oficial do governo, consta que ele foi docente em economia. Provavelmente economia da moamba.
Está, certamente. mais atualizado que o Esclerótico.
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Triste país este, entregue nas mãos de Esclerótico, do Alforreca e do Gato Constipado.
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O nosso governo já está a encher balões para nos tirar do fundo do abismo.
Estamos safos!…
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Passos Coelho foi «docente» em Economia?
Onde? No mercado «Roque Santeiro»?
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Uma das opções, que não tem sido badalada, é fazer como os camones: imprimir a saída da crise.
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Felizmente não existem muitos a defender isto, senão…
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Mas nesta altura, os principais culpados do nervosismo do mercado, são a Alemanha e a Holanda. Nesta altura, falar em haircuts, é um completo suicidio. Ou eles sabem muito bem onde está o risco ou isto implode.
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Está mais para implodir que outra coisa.
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“No caso Europeu, só um aprofundamento da integração económica e financeira poderá significar algo de diferente e de consequente, para se garantir viabilidade ao Euro.”
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haha! nada garante a viabilidade de moeda alguma com esta gente que quer défices e mais dívida quando já fez o povo dever mais de 100% do PIB.
A única coisa que assegura é uma catástrofe ainda maior.
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3.44. Reorganizar a estrutura da administração local. Existem actualmente 308 municípios e 4.259 freguesias. Até Julho 2012, o Governo desenvolverá um plano de consolidação para reorganizar e reduzir significativamente o número destas entidades
(Página 16 do memorando da troika)
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Notícia TVI24:Passos «anuncia» redução das freguesias
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Eu pergunto: e os municípios? Foram substituidos por um imposto extraordinário (em todos os sentidos)? E agora que as medidas parece não serem suficientes (alguma desorçamentação de última hora?) pergunto: o que aí vem? Uma taxa extraordinária? Sim porque esta coisa de cumprir o que está no memorando não pode ser.
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Para complementar:
Veja o BCE a mandar todas a regras que estavam escritas na pedra, para o lixo.
O mandarinato europeu vai tentar ganhar tempo e assim destruir tudo à sua passagem.
Ou seja as regras quaisquer que sejam valem nada.
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“haha! nada garante a viabilidade de moeda alguma com esta gente que quer défices e mais dívida quando já fez o povo dever mais de 100% do PIB.”
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Então explique-me a sua solução e que não provoque um colapso económicp. Se Vc. me explicar isso. (Não vale invocar o ouro, porque ká sabe o que eu penso dos tolinhos do ouro. eheheehheh)
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O que é para si “colapso”? viver com a riqueza dos anos 90 é “colapso” para si?
É que se acabarmos com o défice agora podemos lá chegar. Se for daqui a 4 ou 5 anos regressaremos à riqueza dos anos 80.
Qual prefere?
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A Moodys está mesmo a lutar contra o euro:
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“Although Moody’s acknowledges that Ireland has shown a strong commitment to fiscal consolidation and has, to date, delivered on its programme objectives, the rating agency nevertheless notes that implementation risks remain significant, particularly in light of the continued weakness in the Irish economy. ”
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In http://www.moodys.com/research/Moodys-downgrades-Ireland-to-Ba1-outlook-remains-negative?lang=en&cy=global&docid=PR_222257
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“O que é para si “colapso”? viver com a riqueza dos anos 90 é “colapso” para si?”
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É vivermos uma grande depressão, pior que a dos Anos 70, do século XIX.
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Vc. continua a viver numa ilusão. Mas pronto. Cada maluco a sua mania. Eu tenho as minhas e Vc. as suas. Posso desde já lhe dizer que nunca o punha a reestruturar uma empresa. Vc. em vez de a recuperar, estourava-a ainda mais. ehehhhehheh
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Olhe, vá lendo, para não dizer que não é por falta de informação, que abre os olhinhos:
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“The U.S. Financial Crisis: Lessons From Sweden”
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In http://fpc.state.gov/documents/organization/110770.pdf
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E ponha agora os olhinhos na Suécia. Quem dera aos americanos ou aos tugas, estarem na mesma situação que a deles. Mas eles abriram os olhinhos, não foram com paleios malucos, de quem em vez de resolver problemas, apenas os agrava.
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se tiverem de pagar a astronómica dívida emitem tanto papel moeda
que o dólar valerá um cêntimo
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“Sistémico” é uma palavra bonita.
Gostei.
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uhmmmm, que lindo…. uma esquerdinha tão racistinha.. e pode??? esquisito….
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o quê? nós?
nós somos diferentes da Grécia.
nós somos diferentes da Irlanda, da Bélgica, da Itália…
nós somos diferentes da Espanha, da França…
nós somos diferentes da Alemanha, do Luxemburgo…
nós somos diferentes de Portugal…
NÓS SOMOS TODOS DIFERENTES mas temos um problema em comum, a EUROPA! A Europa Monetária sem Europa Política e Económica é um problema continuado.
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Há camaradas com muitas ilusões quanto à possível saída da crise, em beleza e sem esforço…
Parece que nunca ouviram falar em verdadeiras crises económicas e suas consequências, fome na barriga, insegurança nas ruas, arbitrariedades das autoridades, gangues que impõem a sua lei, descalabro moral.
Os camaradas acham que se vai sair disto sem um regime brutal que imponha a sua vontade às tais oligarquias de que fala um post acima. Eu, por mim, não lhes chamo assim, que quero dar-me bem com toda a gente.
O problema é que vivemos num sistema em equilíbrio e que portanto não pode evoluir pelas suas próprias regras senão para aprofundar a situação actual. E o problema é que foi este mesmo sistema que nos trouxe aqui. Quem tiver barbas que as ponha de molho.
Por mim, se houver guerra sou o primeiro c’avalo.
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… no entanto parece que alguns editores do Blasfémias continuam a apostar que se sairá da crise com a receita que passa pela destruição do Estado Social e por privatizar a Justiça/Educação/Saúde. Afinal nem só os leaders da Europa são idiotas.
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Afinal, o Sócrates tem culpa ou não tem culpa de tudo o que está acontecendo em Portugal?
Agora a crise já é europeia ou mundial?
Respostas para o meu apartado.
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“Afinal, o Sócrates tem culpa ou não tem culpa de tudo o que está acontecendo em Portugal?”
Ó home de deus! Veja lá se adivinha quem DUPLICOU a dívida?
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Caro Portela….
“A Europa Monetária sem Europa Política e Económica é um problema continuado.”
Pois é.
Mas a Europa Política e Económica que terá de haver e que aparecerá mais cedo ou mais tarde não é a da “solidariedade” e a da”boa convivência”.
É aquela que está a aparecer e a que a MFL referiu.
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-Quem paga manda.
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Portela Menos 1,
“… no entanto parece que alguns editores do Blasfémias continuam a apostar que se sairá da crise com a receita que passa pela destruição do Estado Social e por privatizar a Justiça/Educação/Saúde. Afinal nem só os leaders da Europa são idiotas.”
A justiça não diria, mas que vai ser necessário privatizar a educação e a saúde, não tenho dúvidas nenhumas. O governo, este ou qualquer outro, é impotente para gerir aqueles 2 monstros.
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“É vivermos uma grande depressão, pior que a dos Anos 70, do século XIX.”
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Você parece que ficou parado e nada aprendeu.
Como qualquer Soci@lista ou Social-Democrata quer comer o bolo e que este continue no prato.
Então o que vai fazer para que o mercado de habitação não entrar em depressão?
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Construir casas para pessoas que não existem?
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Você ainda não entendeu que há depressões virtuosas. Se um carro passa a durar 10 anos em vez de 5 você tem uma depressão na industria dos carros. Essa excelente notícia não é comum porque ainda há escassez de carros, mas em uma década estaremos no mesma situação que com as habitações.
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O problema da economia da abundância só se resolve trabalhando menos horas,
mas como a Esquerda e Direita Soci@lista estão viciados em crescer a qualquer custo nem que seja a crédito não deixam tal acontecer.
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O Estado Português se gastasse quanto gastava nos anos 90 teria as contas em ordem.
Se não voltarmos para aí rápido voltaremos para os anos 80 à força.
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Caro AC,
Ontem mesmo o ministro das finanças alemão continuou na sua teimosia ao afirmar que se opõe à emissão de divida publica unica.
Parece-me que está a ficar cada vez mais isolado, porque em poucos dias a opinião dos economistas europeus começou finalmente a convergir para a absoluta necessidade de uma moeda únoica ter divida pública única, senão colapsa.
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LL, o facto da divida existir divida unica não significa que a divida tenha de aumentar, apenas que uma parte da divida publica de cada país pode voluntariamente vir a ser trocada por divida publica unica e dessa forma estabilizar os juros, já que o risco de incumprimento dessa divida é muito mais reduzido (15 ou 16 países falirem é pouco provável).
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O LL tem razão em que uma das formas de escaparmos a esta ratoeira moderna, é a redução do horário de trabalho com redução salarial proporcional, É preciso incentivar as empresas a darame essa hipóteses aos seus trabalhadores.
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Ontem veio cá o Van Rompuy pedir sacrificios em nome do ideal europeu e do euro , ontem mesmo estava a merkel em Luanda a promover as exportações alemãs para Angola.
Não sejamos parvos.
A Alemã EON já declarou interesse na Portuguesa EDP .
Não sejamos parvos.
A Deutsch Telecom já comprou a Helenic Telecom na Grecia , e esta a procurar novos alvos a sul.
Não sejamos parvos.
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” Não sejamos parvos.”
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Só os parvos pagam impostos.
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a solução residia em teixeira dos santos, obviamente!
agora é demasiado tarde!
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o menino pedrito já começou a dançar: diz que encontrou um desvio colossal nas contas….
vai ter uma morte como a dos grilos…
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pois a educação: o melhor jornal do mundo e arredores tem um título sintomático-CONFUSÃO TOTAL NA EDUCAÇÃO
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“LL, o facto da divida existir divida unica não significa que a divida tenha de aumentar”
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A Dívida aumenta porque a classe Político-Jornalista e o Povo que querem continuar a gastar mais que os respectivos Países produzem.
Meter tudo numa panela maior não vai parar os free riders, assumindo que quem se autocontrola é suficiente estúpido para aceitar, só lhes vai dar oxigénio para continuarem.
O que é que julga que foi o Euro? Funcionou como Eurobonds de reputação da Alemanha.
Ou seja o Euro destruiu- camuflou- a nossa má reputação e assim permitiu o nosso enorme endividamento.
Os resultados estão à vista.
Se tivéssemos Escudo os mercados teriam dado o alarme muito mais cedo. E não teríamos tido um idiota a dizer há mais vida par além do défice.
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Carlos Dias Posted 13 Julho, 2011 at 01:29 |
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há mais do que uma Europa. Isso é pacífico. É só ler os editores do Blasfémias.
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lucklucky,
“Ou seja o Euro destruiu- camuflou- a nossa má reputação e assim permitiu o nosso enorme endividamento. (…) Se tivéssemos Escudo os mercados teriam dado o alarme muito mais cedo. ”
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É verdade.
Mas a culpa não foi da adesão ao Euro … foi nossa, pela razão que o lucklucky indica.
O Euro foi uma oportunidade (estabilidade monetaria, mercado unificado, dinheiro facil e barato, regras de disciplina orçamental, fundos estruturais, etc, etc).
De resto, uma parte fectiva da melhoria do bem estar dos portugueses ao longo dos anos deve-se a tudo isto.
Mas o Euro acabou também por ser uma oportunidade perdida, desperdiçada.
E acabou por se transformar numa armadilha. Na qual estamos agora metidos.
Tudo isto por se ter dado crédito a tantos desses idiotas que diziam ou pensavam que “havia mais vida para além do défice” !
Dito isto, sair agora do Euro é “pior a emenda que o soneto”.
Devemos esperar que não nos obriguem a sair e temos de procurar soluções dentro do Euro.
Soluções estas que começam dentro de casa, apertando verdadeiramente o cinto, reduzindo o peso do Estado e as despesas publicas, privatizando e liberalizando a economia.
Temos de procurar ser um pais furgal e competitivo dentro do Euro.
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Jose Ferreira da Sil,
“A Alemã EON já declarou interesse na Portuguesa EDP .
Não sejamos parvos.”
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Seriamos parvos é se pretendessemos dificultar ou impedir o investimento estrangeiro em Portugal !
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“Meter tudo numa panela maior não vai parar os free riders…”
Agora é que o camarada deu no vinte. São esses cavalheiros beneméritos que querem comer o pão sem o amassar que nos trouxeram aqui. Afinal, onde está a dúvida? Meter um papel numa caixa e receber em troca um “táxi social para os idosos” (slogan em eleições municipais de Lisboa), quem pode querer melhor?
Alguns camaradas mais matreiros chamam-lhes “pobres” mas isso é para confundir as coisas. Pois há pobres, há-os, sim senhores. Mas há aqueles que nunca fizeram nada na “puta da vida” como dizia uma senhora que aos dez anos andava a servir para não passar fome e hoje tem uma vida confortável e uma família de que se orgulha, apesar de ter que tratar de um marido 18 anos preso á cama. Deu ao pedal, e não vejo como pode ser de outro modo.
Chamam-lhes free-riders e também “mamões” e “tachistas”. É aqui que está nó gordo… Atrás disso vem o problema político… ai camaradas que o sangue vai correr nas calhas dos eléctricos…
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“Meter tudo numa panela maior não vai parar os free riders…”
Agora é que o camarada deu no vinte. São esses cavalheiros beneméritos que querem comer o pão sem o amassar que nos trouxeram aqui. Afinal, onde está a dúvida? Meter um papel numa caixa e receber em troca um “táxi social para os idosos” (slogan em eleições municipais de Lisboa), quem pode querer melhor?
Alguns camaradas mais matreiros chamam-lhes “pobres” mas isso é para confundir as coisas. Pois há pobres, há-os, sim senhores. Mas há aqueles que nunca fizeram nada na “puta da vida” como dizia uma senhora que aos dez anos andava a servir para não passar fome e hoje tem uma vida confortável e uma família de que se orgulha, apesar de ter que tratar de um marido 18 anos preso á cama. Deu ao pedal, e não vejo como pode ser de outro modo.
Chamam-lhes free-riders e também “mamões” e “tachistas”. É aqui que está nó gordo… Atrás disso vem o problema político… ai camaradas que o sangue vai correr nas calhas dos eléctricos… Mas no fim virá a vitória do socialismo e o caminho glorioso para o fim da exploração do homem pelo homem (ou será ao contrário?).
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Caro Lucklucky, não meta tudo no mesmo saco. Precisa mesmo que lhe aclare as ideias.
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“Você parece que ficou parado e nada aprendeu.
Como qualquer Soci@lista ou Social-Democrata quer comer o bolo e que este continue no prato.
Então o que vai fazer para que o mercado de habitação não entrar em depressão?”
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Mas o que tem a ver a dívida pública com o crédito á habitação? A ligação é apenas indirecta mas Vc. quer colapsar a economia com o fim da emissão de dívida pública. Quer que lhe faça um desenho?
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“Você ainda não entendeu que há depressões virtuosas. Se um carro passa a durar 10 anos em vez de 5 você tem uma depressão na industria dos carros. Essa excelente notícia não é comum porque ainda há escassez de carros, mas em uma década estaremos no mesma situação que com as habitações.”
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Ah! Pronto. Admita por fim que é adepto da depressão. Isso já o tinha apercebido, mas Vc. nunca teve coragem de o dizer abertameente.
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Sabe uma coisa? Vc. acha as depressões virtuosas eu apenas algumas recessões.
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“O Estado Português se gastasse quanto gastava nos anos 90 teria as contas em ordem.
Se não voltarmos para aí rápido voltaremos para os anos 80 à força.”
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Mas Vc. quer simplesmente aprofundar a crise do mercado de crédito. Vc. mistura as coisas. Olhe, já viu o documento públicado ontem? Leia-o e veja o que é pretendido.
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De resto, já lhe disse a si que Vc. é como os malquinhos do ouro. Acham que as depressões são boas, em nome da acumulação de ouro. E depois dizem que os outros é que são mercantilistas. lolololololol
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Olhe, dou-lhe vários conselhos. Estude a depressão económica, de 1870 a 1896. Estude o “crime dos 70” e estude como foi possível ser teimoso em meter-se numa completa estupidez, que foi adoptar o padrão ouro sem garantir liquidez á economia. E depois, para cumulo da estupidez dos dirigentes da altura, quando se descobriu um novo método de extrair mais ouro, a inflação dispara e, mais uma vez, os dirigentes não souberam conter os preços.
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Sabe qual o seu problema? Lê demasiada teoria mas poucas análises á realidade. E como Vc. muitos malquinhos do ouro. Enfim. Patartas.
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O homem tem ideias fixas com o ouro. Até nas dentaduras o quer proibir. Para ele, os dentes postiços têm que ser obrigatoriamente em papel… Razão teve o presidente Nixon quando acabou com a ligação do dólar ao ouro. É que os maluquinhos do Banco de França começaram a exigir mais do vil metal em troca dos dólares, no tempo de um certo maluquinho chamado De Gaulle. Mas o Nixon mostrou quem é macho e imitando o Zé Povinho respondeu: “Queres ouro? Toma!”
Viva a República.
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Eu? Proibir o ouro? Ó homem, compre todo o ouro que puder. Alguém tem que alimentar a bolha. Eu gosto de bolhas também. Só não gosto de ser apanhado quando elas estoiram. De resto, compre ouro, homem.
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Mas olhe que, em euros, a sua rentabilidade fica bem abaixo de outras alternativas. Enfim, é assim as manias. É assim que se formam bolhas. Também se dizia que as casinhas era dinheiro em caixa. lolololololololol
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Comprar ouro? Era preciso que eu tivesse cacau…! Eu até julgo que é proibido comprar ouro em barra, em Portugal. Mas agora a sério… por quê chamar “maluquinhos” aos sujeitos que gostam do ouro, têm o fascínio do amarelo? Vossência escreve aqui com frequência e vê-se que sabe da poda, tanto melhor. Assim, para quê diminuir algumas pessoas que, na sua ingenuidade, vêm as cousas de modo diferente? Nem é o meu caso, que eu não pesco charuto destas ciências infusas que são as economias nacionais.
E se o mangas quiser ter menos rendibilidade do que o euro e for comprar ouro, é razão para lhe chamar “maluquinho”? É isso o que me faz confusão e parece impróprio do nível que Vossência demonstra.
E se a inflação vier — daquela como deve ser, à alemã de 1919-23 — e o portador do ouro se safar bem, também lhe chama maluquinho?
E o Nixon, é mesmo uma referência na economia mundial ao acabar com a ligação ao ouro?
Para mim tudo isto pouco interessa, tomara eu ter dinheiro para comprar o sobretudo de madeira que me há-de aconchegar. Mas eis no que me interrogo: os investidores no ouro (que tem subido de preço) são mesmo todos maluquinhos e só Vossência é quem tem o curso completo?
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“Mas agora a sério… por quê chamar “maluquinhos” aos sujeitos que gostam do ouro, têm o fascínio do amarelo?”
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Porque são tolinhos. Uma coisa é cada um investir naqulo que acha que lhe serve melhor. Outra é querer obrigar o mundo a seguir as ideologias deles, mesmo que para isso se provoque uma depressão económica, gerando desemprego, fome e muita miséria social. Desculpe que lhe diga, só mesmo um sociopata pode desejar tal à Humanidade e ao seu semelhante.
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Repare que até muitos nazis como comunistas julgavam e julgam que estão a fazer bem. Da mesma forma, muitos destes tolinhos querem cometer os mesmos erros do passado, desde que lhes encaixe na ideologia. E alguns são tão fanáticos que é impossível debater racionalmente com eles. Estão para as questões monetárias como as beatas para religião. Puro fanatismo. Por isso acham normal e até saudável uma depressão económica, para “curar o doente”. Fazem lembrar os médicos do antigamente que faziam jorrar sangue das veias do doente, mesmo que este estivesse em estado terminal e fraco.
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“E se o mangas quiser ter menos rendibilidade do que o euro e for comprar ouro, é razão para lhe chamar “maluquinho”? ”
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É. O que eles pretendem proteger afinal? A inflação ou rentabilizar o capital? Não são eles que se deve provocar uma depressão ou uma forte deflação para valorizar o capital? Mesmo que provoquem um colapso económico? Mesmo que a miséria humana aumente? A fome? A miséria? Sabe? Quando a Alemanha, do Bismarck, decidou enveredar pelo padrão-ouro, a miséria aumentou de tal forma, que houve duas consequências bastante curiosas. Por um lado, a mortalidade infantil subiu, a esperança de vida caiu e até o tamanho médio dos recrutas militares baixou, devido às más condições de vida. O outro facto foi, que a emigração nalguns estados alemães chegou a atingir 1% ao ano, da sua população.
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Agora, se eles querem ter ouro e têm até fascinio pelo ouro, tudo bem. Que se encham de ouro e que sejam felizes. Mas não queiram impôr aos outros a sua idolatria pelo “bezerro do ouro2. Não queiram é obrigar o mundo a viver as fantasias deles.
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“Mas eis no que me interrogo: os investidores no ouro (que tem subido de preço) são mesmo todos maluquinhos e só Vossência é quem tem o curso completo?”
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Meu caro amigo, as bolhas formam-se assim. A crença inabalável que os preços só podem subir, pelo recente comportamento passado dos preços. A dada altura, os que duvidam de tanta fartura, como os que criticam as bolhas, são mesmo considerados malucos, porque afinal os preços desse activo sobem. Como se viu na bolha imobiliária.
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Agora, deixe-me que lhe diga. Não há uma elevada correlação positiva entre a inflação e o ouro. Nem entre o aumento da massa monetária e o ouro. Se não o há, toda a ideologia por trás do ouro como protecção da inflação não passa de uma treta. Tipo, wishfull thinking.
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As bolhas alimentam-se a si próprias. Quem tem consciência de que é uma bolha, sabem o que andam a fazer. Os que acreditam em fezadas, mais tarde ou mais cedo, a dureza da realidade fará as suas vítimas. Toda a vida foi assim, toda a vida será.
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E viva o ouro! lolololololololol
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Já agora, para rterminar esta conversa do ouro.
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Os maluquinhos do ouro dizem que o QE está a aumentar a inflação e a especulação. a aumentar os preços das matérias-primas, criando bolhas. Se eles admitem isto, deviam admitir que o ouro sobre de preço como sobe o crude, os alimentos, etc. Portanto, na verdade, o ouro não é especial. está a ter um comportamento igual a tantas outras mercadorias. Está a viver uma bolha. Até ao dia que estoirará e fará dos seus crentes, meros crentes em fezadas, como os que durante 20 anos, andaram a penar com o ouro.
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Isto é sempre assim. Toda a bolha tem o seu rebanho de carneiros, não é verdade? É velhinho isto, que já não me admira nada tanta afeição pelo ouro. O ouro de hoje para alguns eram as multimédia de outros há uns anos atras, como já foram as libras de ouro antes, como já foram as acçções do BIP, etc. Toda a bolha tem o seu rebaanho de carneiros e toda a geração tem direito a pelo menos viver uma bolha especulativa. lololololololol
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Quem vê isto, vê tudo:
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http://www.telegraph.co.uk/finance/financevideo/8635217/Gold-ATM-machine-at-Westfield-meet-the-first-customer.html
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Daqui a uns anos é que me vou rir ao relembrar estes dias. eheheehhhehheheh
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