O maravilhoso mundo dos destacamentos
27 Julho, 2011
Professores destacados há quatro anos regressam às escolas Esta é uma medida que só peca por tardia mas é um daqueles casos de que se pode dizer que é um benefício para o país mas uma dor de cabeça para a maior parte das escolas que têm de receber estas almas.
Obs. Segundo a TSF Mário Nogueira desconfia da intenção do Governo e teme mais Esta notícia podia ter outros títulos. Por exemplo este: Professordestacado há 20 anos em funções sindicais comenta o fim de alguns destacamentos
21 comentários
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Coitados dos alunos que calharem em sorte a alguns deles!
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Excelente notícia.
Parece que pela primeira vez de há muitos anos não são só as moscas que estão a mudar.
Espero sinceramente, que os Nogueiras, os Carvalho da Silva e os Proença, nos deixem em paz e sejam substituídos por gente arejada
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Sim, realmente se há coisa que os os Nogueiras, os Carvalho da Silva e os Proença têm conseguido é levar a sua avante, e é por isso que estamos como estamos. Poupem-me
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Convinha fazer o mesmo aos “delegados sindicais”…
A propósito : alguém saberá o número desses “trabalhadores”, ideológicamente dedicados a tempo inteiro…?
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Isto é um atentado, aos sindicalistas. Os fascistas, que ganharam as eleições, querem pôr os camaradas a trabalhar, é reácionário. Estes proxenetas, já não sabem fazer nada, se é que alguma vez, souberam.
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Excelente Helena Matos.
De vez em quando acertas uma.
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que horror, sindicalistas!
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bonito eram os vossos Sindicatos Nacionais, no tempo em que helenafmatos era uma criança; admite-se que tenha lido depois sobre o assunto e explique aqui aos seus “yes-woman” quem os dirigia, quem reprimia; quanto custava uma greve antes de 25Abri1974.
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Helena:
Que grande oportunidade para que os jornalistas façam uma investigação, a sério, ao que se passa. É que, pelo que diz a notícia, professores nessa situação são apenas 400. Mas os professores que estiveram destacados e a quem foi “arranjada” uma carreira para se manterem nas direcções gerais e regionais, são muito mais. A esses, verdadeiros excedentários, não consegue o ministro tocar (porque tem que lhes pagar). Já agora, seria interessante divulgar quem foi o(a) ministro(a) que “inventou” tal carreira.
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Realmente estes destacamentos de docentes para o exercício de funções não docentes é estupidez. Se as pessoas querem fazer carreira como sindicalistas ou como administrativos nas direcções regionais ou noutras quaisquer funções que se dediquem a essas funções e deixem de ser professores.
Sabem qual o resultado deste regresso? 400 professores que já não estão habituados a dar aulas (e que nem gostam de dar aulas, caso contrário nunca teriam optado por essas outras funções) vão voltar às salas, tirando em muitos casos o lugar a professores dedicados e com qualidade que nunca desertaram das suas funções profissionais.
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Uma outra situação completamente surrealista que está acontecer em muitas escolas: na minha escola, no meu departamento, temos 8 professores à espera da reforma (7 dos quais já a pediram em Novembro)e a quem vão ter que ser atribuídos horários completos. Temos 4 horários zero, quatro professores do quadro que vão ter que concorrer para outras escolas. Quando vier a reforma dos futuros reformados, vamos ter centenas de alunos à espera das colocações dos contratados.Além do tempo que o processo demora, ainda há que contar com os contratados que vêm e não aceitam ou que desistem passado algum tempo. E isto numa disciplina com exame nacional…
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Se algum dos comentadores é, ou tem algum familiar professor, sabe que po problema é muito mais delicado do que simplesmente acabar com 400 destacamentos (num universo de cento e não sei quantos mil). O problema está na miríade de “carreiras” e “carreirinhas” que pululam à volta da Educação, ocupando-lhe os diversos patamares da administração central e regional. Isso sim, é um problema. Tal como acontece noutros países, muitas dessas tarefas podiam e deviam ser desempenhadas por professores, através de uma redução do peso dos aparelhos centrais e de um aumento da autonomia das escolas.
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É um passo. Tenho esperança de que ainda havemos de ver o cheque-ensino no terreno.
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o post é básico e limita-se ao anti-sindicalismo básico. para um registo ideológico que habitualmente defende a mobilidade, a flexibilidade e a polivalência não está nada mal.
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Esses tais *professores* têm que ser submetidos a formação intensiva,
e avaliadas as suas capacidades para desempenhar a função de ensino.
Se não estiverem à altura______reforma compulsiva: SÃO LIXO NÃO RECICLÁVEL!
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Helena,
Seja radical, e questione os fósseis que tendo outra formação encarreiram para Presidentes de Câmara, Deputados de vário tipo, Directores Gerais e de vários nível, que pupulam por aí, e que ninguém os obriga a praticar as profissões donde vieram.
Vá meta-se com eles, para que não se diga que tem uma fixação, tipo Hitler, com os professores de Artes e não só ….
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Mais uma bimbalhada da dona Helena… que odeia sindicatos e sindicalistas, logo, não deixa escapar uma oportunidade que seja, mesmo que notoriamente forçada, para destilar o seu ultra-reacionário ódio. Muito bom! :-)))
Claro que o mundo estaria muito melhor sem essa praga dos sindicatos… e se cada trabalhador tivesse que se submeter, individualmente e sem qualquer apoio, aos “humores” da entidade patronal.
Adorava saber se a bimba Helena algum dia recusou um aumento salarial, por ele estar “infectado” pela negociação colectiva feita por um sindicato e por sindicalistas.
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Os cargos dirigentes nos sindicatos não deviam ultrapassar dois ou três mandatos.
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Bem, vou ver um documentário no NAT GEO. É sobre sindicalistas, essa espécie em expansão, que habita em teias, e está a estender o seu habitat a todo o planeta.
Só não chegaram aos offshores, nem às agências de rating, esses paraísos terrenos livres desta praga. Cruzes!
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Os diversos sindicatos de professores são mais do que deploráveis, raiam a ignomínia. Que o Estado pague àquelas pessoas para desempenharem, em regime de exclusividade!, funções de agit-prop já era mau q.b.
Pior só mesmo isto:
1) nas negociações dos últimos 10 anos conseguiram para si próprios a benesse de juntarem à actividade sindical a possibilidade de acumulação de funções docentes – e no ensino particular, note-se – sem qualquer restrição de carga horária ao contrário de todos os outros professores que estão severamente limitados;
2) no actual modelo de avaliação de professores o Ministério seguiu de perto, de muito perto mesmo infelizmente, a proposta daquele senhor professor primário de bigode, Nogueira acho que é assim, da avaliação inter-pares, diabolizando a figura reguladora que poderia ser exercida, com vantagens, pelo Director, confinado a um mero papel de corpo-presente no júri final;
3) como a asneira rapidamente se tornou evidente para todos, incluindo os próprios sindicatos que assistiram à debandada de sócios, o senhor professor primário fez aquilo que se espera de um crápula cobarde e primário: saltou da fogueira e nem a hombridade de reconhecer que o que existe resultou da sua proposta e com a qual concordou, expressando a sua adesão de sorriso alarve perante as tv’s nacionais;
4) neste momento, e com o intuito de uma vez mais prejudicar os professores que foram vítimas bastantes da sua imbecilidade e que se submeteram à lei vigente – e por conseguinte ao regime de avaliação em vigor -, vem propôr a nulidade da avaliação já efectuada, numa situação que a verificar-se violará gravemente a lei e, nessa medida, os direitos dos professores que não tiveram medo de ser avaliados. Por mais reles e abstrusa que fosse a avaliação saída da cabeça do senhor professor primário de bigode a quem o Estado português paga um salário líquido de, pelo menos, 2000 € mensais para ele ‘morder a mão que lhe dá de comer’. O resto do que ele ganha pagam-no os professores que gostam de palhaços.
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