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O maravilhoso mundo dos destacamentos

27 Julho, 2011

Professores destacados há quatro anos regressam às escolas Esta é uma medida que só peca por tardia  mas é um daqueles casos de que se pode dizer que é um benefício para o país mas uma dor de cabeça para a maior parte das escolas que têm de receber estas almas. 

Obs. Segundo a TSF Mário Nogueira desconfia da intenção do Governo e teme mais  Esta notícia podia ter outros títulos. Por exemplo este:  Professordestacado há 20 anos em funções sindicais comenta o fim de alguns destacamentos

21 comentários leave one →
  1. 27 Julho, 2011 17:10

    Coitados dos alunos que calharem em sorte a alguns deles!

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  2. Antonio Maria permalink
    27 Julho, 2011 17:13

    Excelente notícia.
    Parece que pela primeira vez de há muitos anos não são só as moscas que estão a mudar.
    Espero sinceramente, que os Nogueiras, os Carvalho da Silva e os Proença, nos deixem em paz e sejam substituídos por gente arejada

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  3. vitre permalink
    27 Julho, 2011 17:24

    Sim, realmente se há coisa que os os Nogueiras, os Carvalho da Silva e os Proença têm conseguido é levar a sua avante, e é por isso que estamos como estamos. Poupem-me

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  4. Zé Fernandes permalink
    27 Julho, 2011 17:32

    Convinha fazer o mesmo aos “delegados sindicais”…
    A propósito : alguém saberá o número desses “trabalhadores”, ideológicamente dedicados a tempo inteiro…?

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  5. Jose Domingos permalink
    27 Julho, 2011 17:32

    Isto é um atentado, aos sindicalistas. Os fascistas, que ganharam as eleições, querem pôr os camaradas a trabalhar, é reácionário. Estes proxenetas, já não sabem fazer nada, se é que alguma vez, souberam.

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  6. Manuel Tiago permalink
    27 Julho, 2011 17:40

    Excelente Helena Matos.
    De vez em quando acertas uma.

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  7. Portela Menos 1 permalink
    27 Julho, 2011 17:43

    que horror, sindicalistas!

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  8. Portela Menos 1 permalink
    27 Julho, 2011 17:55

    bonito eram os vossos Sindicatos Nacionais, no tempo em que helenafmatos era uma criança; admite-se que tenha lido depois sobre o assunto e explique aqui aos seus “yes-woman” quem os dirigia, quem reprimia; quanto custava uma greve antes de 25Abri1974.

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  9. 27 Julho, 2011 18:00

    Helena:
    Que grande oportunidade para que os jornalistas façam uma investigação, a sério, ao que se passa. É que, pelo que diz a notícia, professores nessa situação são apenas 400. Mas os professores que estiveram destacados e a quem foi “arranjada” uma carreira para se manterem nas direcções gerais e regionais, são muito mais. A esses, verdadeiros excedentários, não consegue o ministro tocar (porque tem que lhes pagar). Já agora, seria interessante divulgar quem foi o(a) ministro(a) que “inventou” tal carreira.

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  10. 27 Julho, 2011 18:27

    Realmente estes destacamentos de docentes para o exercício de funções não docentes é estupidez. Se as pessoas querem fazer carreira como sindicalistas ou como administrativos nas direcções regionais ou noutras quaisquer funções que se dediquem a essas funções e deixem de ser professores.
    Sabem qual o resultado deste regresso? 400 professores que já não estão habituados a dar aulas (e que nem gostam de dar aulas, caso contrário nunca teriam optado por essas outras funções) vão voltar às salas, tirando em muitos casos o lugar a professores dedicados e com qualidade que nunca desertaram das suas funções profissionais.

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  11. Ana Mendes da Silva permalink
    27 Julho, 2011 18:44

    Uma outra situação completamente surrealista que está acontecer em muitas escolas: na minha escola, no meu departamento, temos 8 professores à espera da reforma (7 dos quais já a pediram em Novembro)e a quem vão ter que ser atribuídos horários completos. Temos 4 horários zero, quatro professores do quadro que vão ter que concorrer para outras escolas. Quando vier a reforma dos futuros reformados, vamos ter centenas de alunos à espera das colocações dos contratados.Além do tempo que o processo demora, ainda há que contar com os contratados que vêm e não aceitam ou que desistem passado algum tempo. E isto numa disciplina com exame nacional…

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  12. 27 Julho, 2011 18:47

    Se algum dos comentadores é, ou tem algum familiar professor, sabe que po problema é muito mais delicado do que simplesmente acabar com 400 destacamentos (num universo de cento e não sei quantos mil). O problema está na miríade de “carreiras” e “carreirinhas” que pululam à volta da Educação, ocupando-lhe os diversos patamares da administração central e regional. Isso sim, é um problema. Tal como acontece noutros países, muitas dessas tarefas podiam e deviam ser desempenhadas por professores, através de uma redução do peso dos aparelhos centrais e de um aumento da autonomia das escolas.

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  13. 27 Julho, 2011 19:17

    É um passo. Tenho esperança de que ainda havemos de ver o cheque-ensino no terreno.

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  14. jal permalink
    27 Julho, 2011 22:21

    o post é básico e limita-se ao anti-sindicalismo básico. para um registo ideológico que habitualmente defende a mobilidade, a flexibilidade e a polivalência não está nada mal.

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  15. licas permalink
    27 Julho, 2011 23:02

    Esses tais *professores* têm que ser submetidos a formação intensiva,
    e avaliadas as suas capacidades para desempenhar a função de ensino.
    Se não estiverem à altura______reforma compulsiva: SÃO LIXO NÃO RECICLÁVEL!

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  16. observador permalink
    27 Julho, 2011 23:03

    Helena,

    Seja radical, e questione os fósseis que tendo outra formação encarreiram para Presidentes de Câmara, Deputados de vário tipo, Directores Gerais e de vários nível, que pupulam por aí, e que ninguém os obriga a praticar as profissões donde vieram.

    Vá meta-se com eles, para que não se diga que tem uma fixação, tipo Hitler, com os professores de Artes e não só ….

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  17. 27 Julho, 2011 23:19

    Mais uma bimbalhada da dona Helena… que odeia sindicatos e sindicalistas, logo, não deixa escapar uma oportunidade que seja, mesmo que notoriamente forçada, para destilar o seu ultra-reacionário ódio. Muito bom! :-)))
    Claro que o mundo estaria muito melhor sem essa praga dos sindicatos… e se cada trabalhador tivesse que se submeter, individualmente e sem qualquer apoio, aos “humores” da entidade patronal.
    Adorava saber se a bimba Helena algum dia recusou um aumento salarial, por ele estar “infectado” pela negociação colectiva feita por um sindicato e por sindicalistas.

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  18. PMP permalink
    27 Julho, 2011 23:23

    Os cargos dirigentes nos sindicatos não deviam ultrapassar dois ou três mandatos.

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  19. Fincapé permalink
    28 Julho, 2011 16:45

    Bem, vou ver um documentário no NAT GEO. É sobre sindicalistas, essa espécie em expansão, que habita em teias, e está a estender o seu habitat a todo o planeta.
    Só não chegaram aos offshores, nem às agências de rating, esses paraísos terrenos livres desta praga. Cruzes!

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  20. Judite Branco permalink
    28 Julho, 2011 18:04

    Os diversos sindicatos de professores são mais do que deploráveis, raiam a ignomínia. Que o Estado pague àquelas pessoas para desempenharem, em regime de exclusividade!, funções de agit-prop já era mau q.b.
    Pior só mesmo isto:
    1) nas negociações dos últimos 10 anos conseguiram para si próprios a benesse de juntarem à actividade sindical a possibilidade de acumulação de funções docentes – e no ensino particular, note-se – sem qualquer restrição de carga horária ao contrário de todos os outros professores que estão severamente limitados;
    2) no actual modelo de avaliação de professores o Ministério seguiu de perto, de muito perto mesmo infelizmente, a proposta daquele senhor professor primário de bigode, Nogueira acho que é assim, da avaliação inter-pares, diabolizando a figura reguladora que poderia ser exercida, com vantagens, pelo Director, confinado a um mero papel de corpo-presente no júri final;
    3) como a asneira rapidamente se tornou evidente para todos, incluindo os próprios sindicatos que assistiram à debandada de sócios, o senhor professor primário fez aquilo que se espera de um crápula cobarde e primário: saltou da fogueira e nem a hombridade de reconhecer que o que existe resultou da sua proposta e com a qual concordou, expressando a sua adesão de sorriso alarve perante as tv’s nacionais;
    4) neste momento, e com o intuito de uma vez mais prejudicar os professores que foram vítimas bastantes da sua imbecilidade e que se submeteram à lei vigente – e por conseguinte ao regime de avaliação em vigor -, vem propôr a nulidade da avaliação já efectuada, numa situação que a verificar-se violará gravemente a lei e, nessa medida, os direitos dos professores que não tiveram medo de ser avaliados. Por mais reles e abstrusa que fosse a avaliação saída da cabeça do senhor professor primário de bigode a quem o Estado português paga um salário líquido de, pelo menos, 2000 € mensais para ele ‘morder a mão que lhe dá de comer’. O resto do que ele ganha pagam-no os professores que gostam de palhaços.

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