a força do hábito
O grande problema de Portugal não está somente na crise. As crises resolvem-se, com mais ou menos tempo, com mais ou menos sacrifícios, como já resolvemos outras no passado e como outros países resolveram e resolvem nos dias de hoje. O problema está em que, desta vez, parece que ninguém quer reconhecer as causas efectivas dos nossos problemas e, em contrapartida, todos se entreterem a inventar subterfúgios e falsas razões para a “explicar”. Vejamos: de há, pelo menos, trinta e cinco anos para cá, vivemos num regime socializante, suportado por princípios económicos intervencionistas e proteccionistas, fortemente limitadores da propriedade privada e do rendimento pessoal, e com políticas que acreditam nas virtudes da redistribuição de renda pelo estado, o que tem vindo a ser feito crescentemente, com um progressivo e galopante aumento da carga fiscal ao longo das quatro últimas décadas. Pois, segundo parece, a doutrina dominante é que esta crise, a nossa crise, não é uma crise dessa mentalidade socialista e estatista e das suas políticas, mas sim uma crise do capitalismo e do mercado, isto é, do liberalismo, palavra que serve agora como adjectivo para insultar o adversário, como no passado se utilizava amiúde a palavra “fascista” para queimar quem não fosse do PC ou da extrema-esquerda. Nestas circunstâncias, por mais ciente que esteja o governo das razões da crise e do que é necessário fazer para a superar (o que não é certo que esteja), o esforço para realizar as reformas necessárias será muito superior ao que seria normal e desejável. Talvez seja por isso que, até agora, o governo não anunciou nenhuma reforma profunda e se tem limitado a repetir as mesmas receitas do passado: aumento de impostos (IRS, IVA) e reestruturações em vez de privatizações (RTP). Bem vistas as coisas, o governo tem-se limitado a dar-nos aquilo a que estamos habituados e a que, se calhar, a maioria dos seus ministros também já se habituou. Convém é ter presente que os estados de graça governativos são cada vez mais curtos, e que se quarenta dias não foram suficientes para anunciar as reformas, daqui por mais oitenta é capaz de já não ser tempo para o fazer.

Caro rui a.,
Como tem passado?
Vejo que começa a perder qualquer réstia de esperança. Nós por cá também.
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Em Portugal parece que ninguém ouviu falar em Capitalismo de Estado. Que, pasme-se, é um dos pilares do Fascismo. A nossa Esquerda vive agarrada a mitos do passado e é incapaz de discutir o futuro, ou seja, que modelo de Estado Social vão os nossos países ser capazes de estruturar. Pelo contrário, na cultura dominante são, somos, todos pobres, todos com direito a qualquer coisa, direito ao subsídio, direito à mobilidade, direito a este mundo e o outro, sem se perceber que acabamos todos a pagar o que o Estado adjudica de uma forma ou de outra. Sem se perceber, mesmo depois de tudo o que já passámos, o que é o significado de “insustentável”.
Mas eu, que venho de um pensamento de Esquerda e hoje tenho um pensamento mais à Direita, começo a sentir que não parece existir uma saída política. Porque existe um problema da Finança, que vem de trás e que não se resolveu após a crise de 2008, e que a Direita também não parece ter capacidade de enfrentar. A Política perdeu capacidade de reformar e regular o sistema de forças, os Estados vão-se descapitalizando e estamos à beira de uma crise generalizada do crédito das nações que ameaçam colapsar como um castelo de cartas.
Será que vamos ter de passar por uma crise profunda para que um novo equilíbrio político se possa refazer? E será através de mecanismos democráticos, ou através de processos despóticos que ninguém sabe bem em que irão resultar. Tento ter esperança, mas cada vez temo mais pelo nosso futuro.
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Este governo tem um calendário para cumprir o memorando da TRÓIKA negociado, assinado, mas não cumprido, como é óbvio pelo governo Sókas /Teixeira (fugiram dos problemas, como guterres…) tão apertado, tão apertado que nem podem respirar.
E exigir que ao fim a de mês e meio tenham reformas estruturais……….francamente.
O Sókas é que chamava a tudo Reformas….ao bom estilo Gobbels…que deixaram o país na bancarrota
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“E exigir que ao fim a de mês e meio tenham reformas estruturais”
O que seria exigível, num país que se desse ao respeito, é que essas reformas tivessem sido propostas antes das eleições, numa plataforma de entendimento pré-eleitoral dos dois partidos que se antevia poderem vir a ganhar as eleições (e que acabaram por as ganhar), e que elas começassem a ser executadas no exacto dia seguinte ao da tomada de posse do governo. Considerar tempo insuficiente quarenta dias de governação para as começar a fazer, isto num momento de emergência social e financeira, quando é pacífico que as medidas duras da governação (não, não é só aumentar os impostos…) se têm de tomar no período de estado de graça dos governos, isto é, nos seus primeiros três, quatro meses de mandato, é que me parece mais próprio do Burundi do que de um país democrático da Europa Ocidental.
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rui a.
as suas preocupações não têm razão de ser; é só ler os posts de helenafmatos e a tralha dos comentadores apoiantes da dita.
Está lá tudo, o Capitalismo nunca existiu e a culpa de a o sol nascer todos os dias, veja bem, é do Multiculturalismo.
Impressionado que fiquei com o tema, fui reler o acordo da Troika e não dei por alguma menção ao bicho; donde, concluo eu, BCE/FMI/UE só podem estar a fazer o jogo do regime socializante, suportado por princípios económicos intervencionistas e proteccionista, fortemente limitadores da propriedade privada e do rendimento pessoal …
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Sim, estimado Rui A.
Também concordo que as reformas devem ser propostas antes das eleições.
Só que ninguém , ou quase ninguém o faz….
Mesmo o célebre “YES, WE CAn”….foi um embuste completo ( que levou muitos nababos a a delirar com o tipo.
Creio que nas circunstâncias actuais, em que a este Governo caíu o memorando da TROIKA em cima da cabeça, mais os buracos negros, mais as minas e armadilhas deixadas pelo governo sókas na Administração Pública (conheço algumas muito bem)…talvez fosse impossível exigir mais.
Isto:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=26141
Creio que, neste momento, é mais importante do que qqer reforma estrutural que, acredito, serão tomadas em devido tempo.
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Portela Menos 1,
Quer rever a história contemporânea de Portugal? Apagar as nacionalizações de 75? A Constituição de 76? As taxas crescentes do IRS, IVA, IRC e por aí em diante? As leis proteccionistas do trabalho? As inúmeras empresas públicas e as “golden shares” para tramar a concorrência? Acha que isto foi um modelo de “liberalismo” e do tal “livre-mercado”, o da “mão invisível”, e do “capitalismo selvagem” a quem os historinhadores de agora responsabilizam pelo lastimável estado desta coisa?
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Sátiro,
Ninguém no seu estado normal (e mesmo até um pouco anormal…) de saúde mental, rejeita a dificuldade do momento e o peso da herança recebida. Também não desconhecemos que a emergência dos pagamentos e a falta de recursos só poderia ser resolvida, no curtíssimo prazo, indo à fonte de quem ainda tem algo, isto é, aos bolsos dos trabalhadores dependentes, que recebem o seu salário e descontam os impostos na fonte. Agora, isto sabido, não vale a pena continuar a chover no molhado. Venham mas é as soluções estruturais para os nossos problemas e não se fiquem somente pelas “soluções” circunstanciais para as dívidas do tesouro público, que não resolvem coisa nenhuma, antes agravam a situação do país se não forem acompanhadas das medidas que levem à diminuição do tamanho do monstro. O que nisto tudo me parece francamente inquietante é que os nossos responsáveis políticos considerem ainda pouco o tempo já passado para, no fim de contas, começarem a governar, o mesmo é dizer, a resolver os problemas do país. O tempo não ajudará este governo e quanto mais passar sem que se ataquem as questões de fundo, pior será para fazer mais tarde o que precisa de ser feito quanto antes.
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O grande problema de Portugal é a insaciável voracidade que um determinada burguesia – que não foi habituada a trabalhar ou a empresariar – tem pela ocupação dos cargos bem remunerados do «estado social».
Há pouco a TVI24 passava em rodapé que o incrível Santana Lopes vai presidir à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Mais «cargos» e «carcanhol» para os amigos e correlegionários!
Ainda vamos ver o Honorável Deputado da Nação, Exmo Sr. Prof. Dr. CAA, ser nomeado para a Companhia das Lezírias ou para a Coudelaria Nacional…
(E andam aqui os tristes sátiros, beirões, colaços, lemes e alguns vermes a desperdiçar o seu latim para uma sociedade «melhor». Uma sociedade «às direitas», dizem estes representantes do lupen-bambibaloíde cá do rincão.O melhor que faziam era pegar num taco de basebol e retirar «algum» enquanto é tempo… ou então que comprem corda sisal para se enforcarem, tal é a vergonha que devem passar quando andam nas ruas)
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rui a.
podemos sempre esperar mais uns meses e perguntamos ao milhão de desempregados o que acham sobre o tema.
uma coisa eu tenho certeza, não foi por ter um PS a governar que se fizeram políticas socialistas; continuo a dizer que o PS foi nestas três décadas o abono de família de CIP’s e Banqueiros; de resto é ver como está o país e confirmar com um simples exemplo: as pensões acima de 246€ estão congeladas!
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Portela Menos 1,
Escusa de esperar mais uns meses. Pode perguntar ao actual milhão de desempregados, mais aos empregados com salários de miséria. Afinal, permita-me a pergunta, de que serviram as leis proteccionistas do trabalho, os pesados impostos sobre as pessoas e as empresas, os supermercados a fecharem aos domingos, os salários mínimos garantidos, o direito à greve, as planificações económicas, os projectos para se criarem sucessivas bolhas de emprego (já nem lhe falo nos 150 do Eng. Sócrates, que parece não apreciar)? Afinal de contas, em sua opinião, isto são políticas “liberais” e “capitalistas”? Afinal, isto foi o quê?
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As pensões de 246,00 encontram-se «congeladas», mas as reformas douradas da aristocracia do «estado social» estão bem «fresquinhas» e a render no banco ou na caixa…
E, como se vê na televisão, todos esses marmanjos até «têm pena do pobre», coitados!
Austeridade sim, mas desde que não mexem nos nossos bolsos, pois fartámos de trabalhar uma «vida inteira» e ainda temos muitos mercedes, bmw’s e vivendas para pagar!
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Diz que as crises se vão aguentando, que sempre se aguentaram, contudo devo recordar que todo o poço tem fundo, e cada crise que temos é em direcção ao fundo desse poço. Portanto em alguma altura estaremos no “fundo”. Por esse fundo entenda-se situações limites e de medidas muito mais prejudiciais para o povo que as actuais. Bancarrota , pessoas que perdem tudo numa semana.
Vi a Argentina passar por isso. Vivi lá e sei o que é assistir a uma perda generalizada do apoio social para um povo já fragilizado pela crise. Se as pessoas já tem pouco, e perdem todo o apoio da segurança social, é um caos.
Imagine-se no meio de uma crise perder-se direito a reformas, salários da função publica, hospitais e médicos do estado, subsídios etc? É um quadro muito mau mesmo.
O problema dos portugueses é que padecem de 2 problemas graves.
Memória curta, pois esquecem que há 30 anos não muda nada. Os vícios do governo alastram-se e instalam-se como se fizessem parte da mobília. Os senhores poderosos que dominam a esfera económica e politica do país, são sempre os mesmos e estão lá por trás longe das campanhas ridículas, longe das exposições á critica do povo, ocultados como deve ser, SÃO ELES QUEM MEXEM OS CORDELINHOS, os candidatos e governantes são apenas os novos “fantoches” que dão a cara pelas medidas que se impõe tomar para que o jogo continue. “The show must go on.”
Depois sofre de esperança excessiva. http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/esperanca-e-ultima-morrer-mas-tambem.html
Acreditam sempre que o próximo governo vai mudar isto tudo. Permitimos 6 anos de Sócrates, devastadores sempre na esperança. Votamos no PPC sempre na esperança.
A esperança em excesso chama se passividade, apatia.
Será que depois de tantos anos a repetir o mesmos comportamentos, ainda não deu para perceber que as portas estão abertas, não há lei nem justiça que possa punir os pecados políticos, para que ser-se santo? Eles sabem que podem gastar , desviar, meter tachos, boys e girls, sabem que a impunidade protege os políticos até dos mais criminosos crimes de gestão que arruínam o país. http://vodpod.com/watch/10248116-gesto-danosa?u=dedeportugal&c=dedeportugal Para quê ter medo? Para quê ser integro?
É aqui que reside o cerne da questão… não são os políticos que estão errados, eles apenas são humanos corruptíveis, ( a ocasião faz o ladrão, ou poder e dinheiro excesso corrompe) o que está errado é não haver leis que os impeçam de o ser. O poleiro está ao desgoverno e quem chega tem tudo á frente, fama poder e dinheiro.
Sem limites, sem controle, com muita impunidade.
tantas medidas que se podem tomar para reduzir a despesa pública e nem uma tomaram? http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/06/no-novo-governo-nao-se-fala-dos.html
http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/e-mais-facil-roubar-o-povo-que-cobrar.html
Mas os portugueses ainda vão até ao cadafalso votar no nosso carrasco… apoiar para que entre no poleiro mais um fraco corruptível. Abrimos lhe a porta para serem livres de continuar a obra de todos os antecessores.
As pessoas ainda votam… acreditam em partidos!!?? Acreditam em lideres fabricados á pressa e estudados á medida do povo vulnerável !!?? Mas esquecem-se do regime que temos. DESGOVERNADO e IMPUNE.
Deixem de votar, mostrem que sabem que já não temos democracia, não coloquem ninguém no poleiro, e aí sim alguma coisa tem que mudar.
Até lá contem com mais do mesmo porque eles não MUDAM para eles é sempre a abrir. Estão tão bem assim… vão mudar para quê?
Tenho pena que seja quase impossível ter o povo todo a apoiar o povo contra o governo, pois muito do nosso povo é cego por fanatismos partidários ou é cego e ainda acredita que votar é um direito. E vai votar nem que seja no mais giro , no mais engraçado, ou no que esteve lá na terra a beijar velhotas.
Mas de alguma forma teremos de mostrar que não queremos pactuar com isto.
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rui a.
“Afinal, isto foi o quê?” – Política de direita, aplicada por PS/PSD/CDS, apesar do preâmbulo da Constituição!
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Portela Menos 1
Então, o que falta para ser uma “política de esquerda”? Os outros 50% do subsídio de Natal?
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Quem está maribando para esta crise e para o que vocês dizem , é o nosso PM e o nosso PR que estão no «Allgarve» do Manuel Piño, na Manta Rota e na Coelha…
O trabalho é para os servos da gleba.
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«Vejamos: de há, pelo menos, trinta e cinco anos para cá, vivemos num regime socializante, suportado por princípios económicos intervencionistas e proteccionistas, fortemente limitadores da propriedade privada e do rendimento pessoal, e com políticas que acreditam nas virtudes da redistribuição de renda pelo estado»
.
Caro Rui,
Como se explica, então, a miséria que graça nos EUA e o bom nível de vida dos países escandinavos?
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Com exceção da Noruega, o socialismo já foi desmantelado na Escandinávia nas décadas de 80 e 90. E a Noruega mantém o socialismo sem um forte desemprego e sem défice por que tem petróleo que até chateia.
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Corrijo: porque.
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“BCE/FMI/UE só podem estar a fazer o jogo do regime socializante”
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Até agora é o que se vê Portela. Não se esqueça que se pode ser soci@lista para os sindicatos e profissões e para as confederações patronais. Por cá em regime corporativo tem sido sempre dar soci@lismo – aka dinheiro dos outros – para um lado e para o outro.
A manjedoura do soci2lismo tem dado para todos.
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Explique Diogo:
Os Escandinavos Americanos estão muito bem.
Tirando a Noruega devido ao petróleo não há pais algum escandinavo que tenha mais rendimento per capita que os EUA…
E nos EUA não há grupo étnico que tenha mais rendimento que os Asiáticos…
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Diogo
“Como se explica, então, a miséria que graça nos EUA …”
.
Que “grassa” que eu t’acho, Diogo. A miséria é tal que os americanos fogem aos milhões para o México e para Cuba, não é verdade, Diogo?
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Confundir estado de graça
Com estado de desgraça
È ser cromo!
Não perceber o que se passa
È governar ao sabor do poder
Sem estratégia sem saber
Sem rumo para onde vamos?
Como iremos viver?
Começam os Portugueses reflectir
Nada de bom para vir
Será que serão estas as últimas férias?
Certo! Certo! È que quanto a lideres nicles
Só especialistas em tretas e lérias
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Um país socialista como Portugal , onde as leis nunca são gerais e universais , onde a justiça demora uma eternidade a funcionar , onde tudo o que “mexe” é sufocado pelos fiscais das finanças , da ASAE , das autarquias e dos institutos públicos reguladores , onde o crime contra pessoas e bens continua a aumentar e o governo apenas e só fez aumentos de impostos nestes primeiros tempos !?… Nada de estrutural faz e vai de férias? Que indícios está a dar para o futuro? Continuação do socialismo que nos trouxe á bancarrota , sem dúvida!
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Valha-nos o Santana Lopes que vai para a Santa Casa da Misericórdia!
Isto, qualquer dia está nas mãos das misericórdias….
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Se não foram capazes de proceder à limpeza da escória socratista que gravita na direcçõ da administração pública, o que é que se pode esperar? reformas? não me parece.
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“o esforço para realizar as reformas necessárias será muito superior ao que seria normal e desejável”
Naquilo que eu puder contribuir, pode crer que o esforço para fazer as tais “reformas” vai ser superior ao que deseja.
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Mas qual socialismo?! Devem estar todos grogues, só pode ser!
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rui a., o grande problema de Portugal é ter inúmeros fala-baratos, ou seja, muita gente a falar muito sem saber de quê, muita gente sem fazer coisa nenhuma, muiita gente sem ter nada que fazer e muita gente a querer fazer qualquer coisa e sem encontrar.
Mas não, o problema é bem pior. Com a abrilada e as suas directas consequências, a grande maioria do Povo endoideceu e perdeu as noções mais elementares da “boa educação”.
Veja-se o que se passa no Parlamento…
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O problema de Portugal é que passou do prazo de validade há 500 anos e ninguém deu por isso ou teve coragem de assumir essa condição perante o povo!
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«a miséria que graça nos EUA»
Como diz?
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rui a.
Posted 10 Agosto, 2011 at 19:30 | Permalink
“E exigir que ao fim a de mês e meio tenham reformas estruturais”. É exactamente isso que PS & Companhia proclamam aos quatro ventos pouque sabem muito bem que isso seria uma tarefa ciclópica pois eles próprios não sabem o estado de desarrumação em que largaram o (des)governo.
Essa «plataforma de entendimento pré-eleitoral dos dois partidos que se antevia poderem vir a ganhar as eleições» que você pretendia seria um silogismo hipotético com a premissa de que o Povo não quer mais socialismo não contemplada. Erro de raciocínio ou, se quiser, raciocínio confuso ou mesmo, mais correcto, traiçoeiro – um hábito da política socialista.
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rui a.
Posted 11 Agosto, 2011 at 02:28 | Permalink
Já que você se espanta tanto com a miséria nos USA, é verdade. As medidas que o macaquinho Obama tem deixado tomar têm um sentido claramente socializante e a tendência é para a perda de qualidade de vida.
Vá lá ou informe-se junto de amigos — se os tem lá.
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INACREDITÁVEL
dizer que há miséria nos USA.
Com certeza, para eles miséria deve ser ganhar menos …sei lá…de……5 mil €uros.
Comtanta miséria, há mais de 12 MILHÕES DE emigrantes ilegais….
Emigram para a miséria???
e não querem sair de lá, apesar das campanhas contra eles.
Onde chega a menoridade mental….
apre
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O que é o socialismo?
Pois aqui está a resposta:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/ministro-da-economia-herda-frota-de-luxo220921240
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1º) Crise é a situação mais frequente nas páginas da nossa história.
.
2º) Em nenhuma crise (cá ou em qualquer outro lado), houve unanimidade na sua justificação. Vejam-se as polémicas do tempo do liberalismo, ou da república.
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3º) A melhor prova de que não pode haver unanimidade quanto às “causas efectivas”, está no seu próprio texto. Enfatiza as despesas dos estados como factores despoletantes, mas esquece o desinvestimento (de anos e anos) nas actividades produtivas e/ou as opções especulativas das instituições financeiras. Se nos quisermos deter no caso português, então esqueceu-se de muita coisa. Mesmo muita.
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Pois é! Já lá vão mais de 2 meses desde a noite de núpcias e o noivo mostra-se impotente.
É frouxo.
Não é capaz de.
A noiva desespera.
O divórcio está à vista…
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TRETAS
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Ás vezes questiono -me se as pessoas que sugerem ideologias politicas como solução para a crise ou para Portugal, se estão a dizer o que pensam ou apenas a mostrar que também existem filósofos em Portugal? Será que acreditam mesmo que ser capitalista ou liberal ou socialista ou neoliberal ou radical ou o….. resolveria alguma coisa?
Será possível acreditar ainda em integridades ideológicas quando nem as integridades humanas e morais, não são respeitadas?
É como pedir a um menino da Etiópia Esgalgado de fome que tente entender Platão ou Nietzsche!!!!
Se fossemos liberais é que era bom? Se fossemos socialistas, capitalistas… !!!! OH MEU DEUS JÁ NEM DEMOCRACIA TEMOS E AS PESSOAS PREOCUPADAS COM DETALHES, quase impossíveis de percepcionar pelo quadro económico, politico ou social de um país como este!?
AQUI trata-se de corrupçãohttp://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/mais-umas-fugas-obscuras-do-nosso-pobre.html, a níveis catastróficos, que sim afectam a economia de Portugal.http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/06/dinheiro-publico-tratado-como-lixo.html E os liberais , os socialistas ou outros que mais também são corruptos … ser-se uma coisa não exclui a outra portanto , seria mais do mesmo.
Façam as contas do que sai dos cofres estatais por gestão danosa,http://vodpod.com/watch/10248116-gesto-danosa?u=dedeportugal&c=dedeportugal , incompetênciahttp://apodrecetuga.blogspot.com/2011/06/gestores-de-sucesso-gerir-121-milhoes.html, corrupção e roubo descaradohttp://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/8-milhoes-pagos-sem-se-conhecer-destino.html e descubram que a crise não tem reposta em teorias filosóficas ou politicas ultrapassadas delineadas por traços tão ténues que nem se reconhecem e ninguém sabe quando e onde se aplicam.
A resposta para as causas da crise e possível solução estão na justiça http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/justica-bem-beneficiada-e-calada.html / IMPUNIDADE. E posteriormente na apatia embrutecida do povo que não reage e continua a pactuar votando.
Votar será um direito? Ou um dever? Ou será mais uma manipulação dos eleitores para acederem ás urnas e parecer que estamos todos de acordo com o que nos andam a fazer.
Continuemos a votar e a pactuar com eles e os seus esquemas.
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Eu voto desde os 18 anos, mas vou deixar de dar para esse peditório. Aqui em casa somos 4 eleitores. Eu ainda era o único que votava…
Da última vez perguntei porque não votavam e a resposta foi que eram todos uns f… d… p…
Começo a perceber o sentimento de ser aldrabado por políticos.
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O SÁTIRO
Posted 11 Agosto, 2011 at 03:49 | Permalink
*****
INACREDITÁVEL???
Se não pode lá ir ou não tem gente conhecida nos USA, faça uma análise económico-social decente e depois venha lar comigo.
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Erro: … «e depois venha FALAR comigo.»
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Não estou nada de acordo com o texto. E o futuro me dará razão.
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