O regresso da taxa Tobim…
… e, já agora, para manter as aparências, de Van Rompuy (estão ver quem é, ou não?!).
Tecnicamente e em concreto, não se compreende, por agora, o alcance da expressão “integração económica reforçada” na zona euro. Quer dizer, aguarda-se a materialização, em termos de atribuições e competências e no quadro institucional dos Tratados, desse reforço da integração económica que só poderá – e deverá – passar, necessariamente, pelo lado orçamental (da União e dos Estados-membros) e da convergência de políticas fiscais (apesar da desvantagem que, no estádio actual de integração, pode gerar: perda de concorrência fiscal entre Estados e economias).
Agora, politicamente, a indicação de Van Rompuy, só tem um significado: o governo económico assumido (finalmente), deverá ser sempre um governo económico alemão e francês. Uma forma delicada de se assumir o inevitável “directório” que, bem vistas as coisas, sempre existiu (ou se pretendeu que, politicamente, existisse) na Europa, pelo menos, desde os tempos do “concerto europeu”….

A tirania a crescer a passos largos na União Europeia.
Tal como os Tugas que foram comprados com promessas de “tendencialmente gratuito” e assim entregaram todo o poder e responsabilidades aos políticos e agora tiveram como recompensa os políticos tirar-lhes tudo.
Vai acontecer o mesmo no Continente onde nasceram os mais eficientes totalitarismos.
Jugoslávia em formação.
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Se houver guerra esperamos que os Portugueses desta vez não sejam uns «servos de Deus», ou enganados e traídos como foram os Sérvios.
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A aplicação da taxa Tobim só peca por tardia. Tudo o que regule a aplicação de capitais na economia virtual e melhore a distribuição, é o melhor estímulo que se pode dar à economia real, aquela que produz riqueza. Quanto ao domínio franco-alemão, já não é de hoje e não vi os “blasfemos” muito interessados em fazer-lhe frente quando se avançou com a proposta de uma estratégia conjunta para os países do sul.
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