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O regresso da taxa Tobim…

16 Agosto, 2011
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… e, já agora, para manter as aparências, de Van Rompuy (estão  ver quem é, ou não?!).

Tecnicamente e em concreto, não se compreende, por agora, o alcance da expressão “integração económica reforçada” na zona euro. Quer dizer, aguarda-se a materialização, em termos de atribuições e competências e no quadro institucional dos Tratados, desse reforço da integração económica que só poderá – e deverá – passar, necessariamente, pelo lado orçamental (da União e dos Estados-membros) e da convergência de políticas fiscais (apesar da desvantagem  que, no estádio actual de integração, pode gerar: perda de concorrência fiscal entre Estados e economias).

Agora, politicamente, a indicação de Van Rompuy, só tem um significado: o governo económico assumido (finalmente), deverá ser sempre um governo económico alemão e francês. Uma forma delicada de se assumir o inevitável “directório” que, bem vistas as coisas, sempre existiu (ou se pretendeu que, politicamente, existisse) na Europa, pelo menos, desde os tempos  do “concerto europeu”….

 

 

3 comentários leave one →
  1. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    16 Agosto, 2011 20:30

    A tirania a crescer a passos largos na União Europeia.
    Tal como os Tugas que foram comprados com promessas de “tendencialmente gratuito” e assim entregaram todo o poder e responsabilidades aos políticos e agora tiveram como recompensa os políticos tirar-lhes tudo.
    Vai acontecer o mesmo no Continente onde nasceram os mais eficientes totalitarismos.
    Jugoslávia em formação.

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  2. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    17 Agosto, 2011 03:18

    Se houver guerra esperamos que os Portugueses desta vez não sejam uns «servos de Deus», ou enganados e traídos como foram os Sérvios.

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  3. Trinta e três's avatar
    17 Agosto, 2011 09:09

    A aplicação da taxa Tobim só peca por tardia. Tudo o que regule a aplicação de capitais na economia virtual e melhore a distribuição, é o melhor estímulo que se pode dar à economia real, aquela que produz riqueza. Quanto ao domínio franco-alemão, já não é de hoje e não vi os “blasfemos” muito interessados em fazer-lhe frente quando se avançou com a proposta de uma estratégia conjunta para os países do sul.

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