A passo e a pensar num Rolls-Royce*
20 Agosto, 2011
“(…) Por falar em alta velocidade, esta semana, decorreu, também,
outra cimeira, se bem que Ibérica. Santos Pereira e o seu homólogo espanhol
reuniram-se a propósito do TGV. Novamente, também em Setembro e a este
respeito, existirão desenvolvimentos (a decisão final). Ocorre-me, a respeito
desta nossa “alta velocidade”, a velha máxima sobre os Rolls-Royce: há mil
razões para não comprar um; a primeira, é a falta de dinheiro… as outras, assim
sendo, já não interessam!” (Link para o resto do texto )
* Grande Porto, 19.08.2011, Opinião.
19 comentários
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DEVERAS CURIOSO… O que aconteceu com o despedimento colectivo de 112 trabalhadores do Casino Estoril
“O irregular e promíscuo funcionamento dos poderes públicos é a causa primeira de todas as outras desordens que assolam o país.
A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
Independentemente do valor dos homens e das suas intenções, os partidos, as facções e os grupos políticos supõem ser, por direito, os representantes da democracia. Exercendo de facto a soberania nacional, simultaneamente conspiram e criam entre si estranhas alianças de que apenas os beneficiários são os seus militantes mais activos.
CASINO ESTORIL
Quem investiga esta triste noticia para o Concelho de Cascais. Porque é que o estado não quer saber que a empresa Estoril-Sol despediu ilegalmente 112 funcionários do Casino Estoril em substituição de precários o que significa mais desempregados e desempregadas e postos de trabalho perdidos no Concelho de Cascais. Já não basta haver milhares de desempregados e desempregadas no nosso concelho agora vão juntar-se a este drama mais 112 trabalhadores.
A comissão de trabalhadores diz que a Estoril-Sol já fechou ao longo dos últimos 6 anos um total de 681 postos de trabalho. Muitas empresas em nome do lucro e camufladas pela crise vão despedindo indiscriminadamente não querendo saber das suas responsabilidades sociais.
A Presidência da Republica não tem força nem estabilidade.
CASINO ESTORIL
Despedimento colectivo de 112 trabalhadores no Casino Estoril
Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente ? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos ?
Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada fizeram mediante as provas que presenciaram.
Não gosto de ver o caos em que puseram este país, por irresponsabilidade, por falta de respeito, pelo cidadão nos casos da justiça que a civilização criou como valores para a igualdade.
Muitas das vezes, os nossos governantes não têm a capacidade de perceber para onde nos estão a conduzir ou não têm a coragem de assumir. Isso custa-me, porque há vítimas que estão a sofrer imenso.
Por má gestão, por causa de carreiras meteóricas.
Não posso deixar de condenar, todo o governante ou político, que pôs o seu trajecto individual e social acima do trajecto colectivo.
Podem não se importar com as palavras, mas o certo é que não deixa de ser egoísmo, egocentrismo, quase tirania.
Quem com responsabilidades está por detrás deste despedimento ilegal, que leva o estado a suportar o subsidio destes 112 trabalhadores.
O Parlamento oferece constantemente o espectáculo do desacordo, do tumulto, da incapacidade legislativa ou do obstrucionismo, escandalizando o país com o seu procedimento e, a inferior qualidade do seu trabalho.
Aos Ministérios falta coesão, autoridade e uma linha de rumo, não podendo assim governar, mesmo que alguns mais bem-intencionados o pretendam fazer.
A Administração pública, incluindo as autarquias, em vez de representar a unidade, a acção progressiva do estado e a vontade popular é um símbolo vivo da falta de colaboração geral, da irregularidade, da desorganização e do despesismo que gera, até nos melhores espíritos o cepticismo, a indiferença e o pessimismo.
A corrupção não existe, agora chama-se: Ciência Politica Utilitária
Directamente ligada a esta desordem instalada, a desordem financeira e económica agrava a desordem Política, num ciclo vicioso de males nacionais. Ambas as situações somadas conduziram fatalmente à corrupção generalizada que se instalou…”
A sociedade está podre, mas a esperança de que o povo acorde de vez sem medo de olhar para o empresário ou politico e dizer-lhes a vida neste planeta a todos pertence.
A maior pobreza existe no meio dos empresários e políticos que massacram um povo em prol de uns míseros euros que não são eternos pois todos morremos e os euros para além da morte não fazem falta.
POR MAIS QUE OS TUBARÕES TENTEM ABAFAR O CASO DO DESPEDIMENTO COLECTIVO DO CASINO ESTORIL EU IREI SEMPRE LEMBRAR A TODOS QUE SOU ALÉRGICO A INJUSTIÇAS E CORRUPÇÃO.
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Acho que o Ministro só está a ser “delicado” com o colega.
Não diz que não já. Este era um encontro para se tornarem conhecidos…
Não podia ser agressivo.
O outro dizia SIM. Agora diz-se talvez. Em Setembro diz-se não.
Mas, se isto é importante, a redução da TSU não será menos.
Se nós não a conseguimos baixar, forçam-se os Chineses a adoptar…
http://notaslivres.blogspot.com/2011/08/china-deve-passar-pagar-tsu.html
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Desde quando o Rolls-Royce é um carro de alta velocidade?
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Até parece que o TGV vai fazer concorrência aos Rolls-Royces.
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Não se compra o roll-royce, não há dinheiro, é só o vais dizer, ó Pereira.
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Perfeitamente de acordo. Embora hajam investimentos do estado que se fossem efectuados (por alternativa ao tgv)diminuiriam o defice comercial do país, nomeadamente investimentos que substituam a importacao de energia.
Rb
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A taxa de cobertura das importações é mais de 100% se descontarmos os combustíveis e lubrificantes. Logo, um programa nacional de formação de cadeias de carbono por gasificação e processo de Fischer-Tropsch teria bastante que retornar.
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Se o TGV português é tão importante para España, então que façam ELES o TGV por cá com o SEU dinheiro, que o explorem ELES (a Renfe) e que fiquem ELES com os lucros ou assumam ELES os prejuízos. Limitamo-nos a colher os impostos devidos, como a qualquer empresa que opere em Portugal.
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Já viram como sairia cómodo e barato à ICAR ir a Madrid, de TGV, assistir às comemorações da JMJ, com os apelos ao “radicalismo cristão” de Bento XVI. O pessoal das paróquias da ‘Zona J’, da ‘Musgueira’, em Lisboa, do Bairro do Aleixo, do Porto, da Vila d’Este, em Gaia, e Alberto Sampaio, na Póvoa do Varzim, e de outros sítios que tais, deliraria… para desencanto dos elitistas do Norte e do Sul que achariam que o TGV é luxo exclusivo deles. Seja para ir à capital de Espanha “mirar las golfas” ou saudar “El Papa” com papel higiénico da Renova.
Oh Álvaro, ou decides com racionalidade ou voltas para o Canadá para ensinar o mundo a ficar pior. Entende, meu filho, que está é uma luta de provincianos interesses mercantilistas, sujeita à crítica de homens com óculos de tosca armação e que fazem lembrar ridículas personagens d’ ‘Os Maias’ – Por exemplo, o Conde de Gouvarinho…
http://solosemensaio.blogspot.com
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Carlos Fonseca,
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Será que como TGV podemos exportar manifestantes e idiotas jacobinos e violentos? Podíamos exportá-los para Cuba ou para a Coreia do Norte, e pode se quiser ir com eles, pois serão bem recebidos, como bem sabe.
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Agora a sério: quem destruiu à sua passagem como locustas não foram os peregrinos da JMJ mas os acéfalos que contra eles protestavam. Erra o alvo.
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Antes que me chateie, azar o seu!, não sou católico. Mas acredito na liberdade de religião, e nisso Ratzinger é irrepreensível. Que o diga Leonardo Boff, a quem Ratzinger defendeu quando por todos os lados era atacado.
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Mais lhe digo, se um dos meus filhos estivesse num tal desacato, contra todas as normas de civilidade, levava um par de estalos tal que se punha na linha.
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A este ???
o melhor é Mete-lo neste tgv(?) para o canada …
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O super-Álvaro é o cromo mais colorido e mais naif deste governo de «iniciativa presidencial».
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Arlindo da Costa,
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O governo é de iniciativa socrática. Foi ele que se demitiu.
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Nós – vírgula – podemos lançar uma empresa de construcção de motores de qualidade a toda a prova que, além de sobressalentes para a própria Rolls-Royce, produzisse todo o equipamento necessário ao TGV e a outros que já utilizam aquela marca. Traria trabalho e muito prestígio para Portugal.
Há um enorme problema a resolver e ultrapassar: arranjar técnicos bem qualificados a todos os níveis. Mas, talvez não, agora com as repescagens que o ministério da educação es tá a fazer que resulta em canudos de ensino superior em menos de um fósforo…
… Ou o PSD/CDS já estão a governar e puzeram fim àquele aborto?
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***** Nós – vírgula -, os que vivem em Portugal…
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Podemos Leme?
Quem lhe disse a si que podemos? dos Rolls-royce?
A tecnologia destes combíos está na mão de quem? Até a tecnologia dos proprios carris foi concedida a muito custo aos espanhois.
Agora chegam os tuga e datam a fabricar é? Acha que o mundo anda assim a ver os navios a passar.
Ahhhhhhh e depois de fabricar essa “tecnologia” toda vá e registe-a e não deixe mais ninguém usar a patente tá?
Ele há cada uma……
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Oh Tiradentes, você sabe, por acaso, o que é tecnologia e como se fabrica? Ou já está como as meninas e meninos da trubijão a falar das “novas tecnologias” sem ter a mais levezinha ideia do que se trata? Ou seja, é outro ignorante como eles?…
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OH Lemezinho……pelos vistos vc já foi capaz de pôr na prática toda essa tecnologia (com o seu superior saber).
Cagar postas de pescada teóricas porque se terá um conhecimento particularmente aprofundado numa determinada área é o habito do palrador tuga como vc. Sabe muito …fazer nickles batatinhas.
Talvez dentro de uns dez anos teremos os tgvs leme e cia.
Espero durar para ver.
Quem falou em “novas tecnologias”. Quando muito falei nelas patenteadas.
Ou vc na sua ignorância suprema /excepto na parte tecnológica) não sabe ler direito ?
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“Mas acredito na liberdade de religião, e nisso Ratzinger é irrepreensível. Que o diga Leonardo Boff, a quem Ratzinger defendeu quando por todos os lados era atacado”
Hã? Está a falar a sério, Francisco Colaço? O Ratzinger defendeu quem?
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O Tiradentes ainda anda e andará à peocura da mioleira que se esparramou toda pelos buracos dos dentes e dos cornos… Porra, aquilo é que é merda!…
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