Às vezes parecemos umas baratas tontas
Não sei se a ASAE já as exterminou de vez, mas suspeito que não. Ainda deve haver por aí muita cozinha onde, ao acender-se uma luz numa noite de Verão, as surpreendemos a fugir em todas as direcções. Elas, as baratas. Tontas, dizem.
Sem qualquer sentimento de nostalgia por este tipo de espectáculo – sempre abominei a sensação de esborrachar, mesmo que involuntariamente, um desses insectos inoportunos –, a imagem da sua desorientação veio-me à cabeça quando assistia ao remoinho de reacções à cimeira entre a senhora Merkel e o senhor Sarkozy.
O primeiro sinal de desnorte surgiu com a ideia de que iríamos ter um “governo económico”. Houve quem se precipitasse a bater palmas sem notar que não era bem isso que estava a ser proposto – se é que alguma coisa estava a ser proposta. Hoje já temos reuniões regulares dos ministros das Finanças da zona euro, agora sugere-se duas reuniões por ano dos respectivos chefes de Estado. Para “governo” é, digamos, um pouco espaçado. Hoje também já temos um pouco mais do que inútil “presidente” do Conselho da União Europeia, o senhor Rompuy, agora sugere-se que ele também presida a essa espécie de Conselho Europeu restrito aos membros da zona euro. Lidas e relidas as declarações dos líderes, tudo junto parece não ser mais do que areia atirada aos olhos dos famosos mercados – mercados que, de resto, não se deixaram impressionar.
O segundo sinal de excitação em pouca água surgiu com a ideia de que franceses e alemães iriam redimir a Europa com a ajuda de uma taxa sobre as transacções financeiras, rapidamente crismada de “taxa Tobin”, o exilir por que suspiram todos os que acreditam que os males do mundo se resolvem com novos impostos. A proposta era bem mais modesta mas, mesmo assim, dificilmente se concretizará: um relatório do FMI discutido na última reunião do G-20, em Junho, considerava a criação de uma tal taxa inútil como forma de combater a instabilidade financeira e lembrava que o seu custo acabaria, inevitavelmente, por ser passado para os clientes dos bancos. Neste quadro tal taxa será irrelevante, ou mesmo contraproducente. Falar dela foi outro acto de lançar areia para os olhos. Das opiniões públicas.
Ao contrário das baratas, que quando se abre a luz limitam-se a fugir em todas as direcções, os líderes políticos deveriam saber para onde correm, mas cada vez duvido mais que isso suceda. Ou, então, que nos digam o que está realmente em causa.
Vejamos, por exemplo, o que deveria ser um verdadeiro “governo económico”, um que cumprisse os objectivos ambiciosos com que costumam apresentá-lo. A sua simples existência teria de passar, antes do mais, pela criação de um verdadeiro orçamento europeu que permitisse acorrer a eventuais desequilíbrios entre os diferentes países do euro. Isso implicaria a existência de mecanismos de transferências de recursos entre diferentes regiões da Europa, mecanismos semelhantes aos existentes no interior de cada estado nacional. Não se duvide pois que os tão discutidos eurobonds são apenas um remedeio temporário, e que os federalistas não duvidam que seriam apenas mais um “pequeno passo” para a concretização do seu sonho de uns “Estados Unidos da Europa”. Hoje os eurobonds, amanhã um super-orçamento europeu.
Mas há outro exemplo. A coordenação das políticas fiscais dos diferentes países da zona euro não corresponderia apenas a algumas regras relativas aos défices e à dívida, mas também à harmonização das taxas que, eventualmente, se pudesse considerar que violassem as leis da concorrência. Isto significaria que os países mais débeis (como Portugal) poderiam passar a ter mais dificuldade em utilizar formas de desvalorização fiscal para compensarem, por exemplo, uma menor produtividade do factor trabalho. Foi de resto em nome desta “harmonização” que já tentaram acabar com o IRC reduzido da Irlanda, pelo que ninguém deve ficar surpreendido.
A questão que se coloca é, por isso, simples: um governo económico traduzir-se-á sempre numa redução da soberania dos Estados. Os mais ricos ver-se-ão obrigados a transferir recursos para os mais fracos não de forma pontual, mas através de mecanismos automáticos. Já os mais pobres serão obrigados a adoptar, sem protestar, as políticas impostas pelos directórios europeus. Quer uns, quer outros, perderão capacidade de decidir sobre a afectação dos seus recursos nacionais.
Escusado será dizer que não existem nem tradição, nem instituições, nem consenso democrático que autorizem um tal “governo económico”. Apenas uma retórica útil em tempos de aflição mas que pode ter como consequência agravar, a prazo, os problemas que quer resolver hoje.
Em momentos de pânico é difícil raciocinar, e o que hoje vivemos são momentos de pânico. E não só nos mercados, como provam as hesitações e a cacafonia dos líderes europeus. É por isso que é perigoso fazer o que, apesar de tudo, parece mais fácil porque é a única coisa que parece possível fazer: aceitar como desejável e até inevitável alguma forma do tal “governo económico”. Hoje isso pode salvar os países mais endividados, amanhã estes perceberão até que ponto isso implicou cederem às regras dos mais fortes, sendo que neste momento o mais forte é a Alemanha (e os seus aliados).
Loureiro dos Santos defendeu esta semana, numa entrevista, aquilo que muitos pensam mas ninguém se atreve a dizer alto: que a Alemanha de Merkel está a conseguir, pela via económica, o que não conseguiu pela guerra, com o Kaiser e com Hitler, isto é, está a estender as suas fronteiras até às praias da Europa. O polemista inglês Simon Heffer foi mais longe num artigo que provocou ondas de choque em Berlim: na sua opinião estaríamos a assistir ao nascimento de um Quarto Reich: “onde os exércitos de Hitler falharam, os modernos alemães estão a triunfar por via do comércio e da disciplina financeira”.
Exagero, dir-se-á. Também acho. Seja lá como for convém não brincar com coisas sérias e não esquecer o número de vezes que, ao longo desta crise, da Grécia à Irlanda, dos nacionalistas ingleses a Boaventura Sousa Santos, se recuperou a memória recente da Europa para atacar a Alemanha. E o pior é que, na tal aflição de baratas encadeadas com a luz, é fácil alimentar suspeições e acordar fantasmas. Tanto mais que a mistura é explosiva. Se não, reparem: crise económica, com o seu corolário de desemprego crescente; percepção de que a Europa entrou em declínio; instituições europeias que não são vistas como democráticas; transferência real do poder dessas instituições para cimeiras bilaterais como a desta semana em Paris; substituição do sentimento de solidariedade pela raiva do ressentimento; e, por fim, crise do consenso que manteve unidas (e pacificadas) as sociedades do pós-guerra.
Uma coisa é certa: quem defende que a boa solução passa por acelerar em direcção a formas de governo não consensual pode estar a acordar demónios adormecidos. E isso é mais perigoso, e desagradável, do que conviver com baratas, mesmo tontas.
Público, 19 Agosto 2011

E se jmf apresentasse as suas propostas?
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é uma opinião tonta. Porque a maioria dos franceses e boa parte dos alemães desejam um governo federal. Portugueses, espanhóis e gregos sonham com isso, que os libertará dos seus políticos corruptos e incompetentes. Por isso o futuro é ou governo federal ou nada. Eu estou do lado do governo federal. Nessa altura os eurobonds surgirão naturalmente. Seria estúpido se a almanha aceitasse os eurobonds neste momento arriscando-se aos desvarios do club med, e seus governantes incompetentes, que a iriam obrigar a pagar juros que iam minar o seu (pouco) crescimento económico. Tem razão a sra Merkel. Estou com ela. http://psicanalises.blogspot.com/
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o que o general L dos Santos diz ou deixa de dizer, escreve ou deixa de escrever, a mim não me aquece nem arrefece.
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esses parecem uma baratas tontas…mas a SIC jacobina ( e a RTP-N )essas sabem muito bem ao que vem…a Igreja Católica Portuguesa que não se prepare para o que vem ai…hoje, a SIC-Noticias apresenta uma entrevista com “Juiz” Baltazar Garzon seguida de um grande DEBATE!!!??? lol o novo inspirador da Jacobinada Portuguesa, que “vem” a Portugal ensinar o que é a Justiça Maçónica…pela mão da SIC-Jacobina-Judaica!!! vem a Portugal defender que organizações secretas “judias” continuem a “governar” Portugal…
http://www.youtube.com/watch?v=xpGMqSrsKMs
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até os tubarões, já cheiram a “sangue” em Portugal…só assim se “explica” terem se aproximado tanto…
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A Tirania Unionista Europeia aproxima-se.
Até há uns como o trill acima que aceita o Monopólio Político e a Ditadura com a entrega de todo o poder aos Políticos.
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Ou seja não aprendeu nada da História recente do seu próprio País.
Um Povo que foi comprado com promessas soci@listas de “tendencialmente gratuito” entregou todo o poder à classe político-jornalista.
Agora os vendedores de promessas tiram-lhes tudo e esse Povo sem Poder pois quase tudo está no Estado nada pode fazer.
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Quem não quer uma Europa Federal não pode querer uma moeda Federal como é o EURO.
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Não é possivel técnicamente ter uma moeda unica sem divida unica, porque em 17 paises ou mais existirão sempre diferenças económicas que são depois amplificadas pela existência de uma moeda única.
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«Às vezes parecemos umas baratas tontas»…
Que o ilustre JMF se ache uma barata tonta, tudo bem.
Por favor não inclua o tio Arlindo nessa fauna.
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jmf1957 tem um tic de escrever no plural, arrogando-se uma representatividade que ninguém lhe deu.
É dar de barata.
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Quem não anda nada tonto é o Alberto João que continua a querer mamar á custa dos cubanos do Continente.
Quer independência mas é só na gestão da coisa, porque o que ele sabe a mim ainda não me esqueceu.
Foi uma vergonha vir à comunicação social dizer que preferiu a derrapagem a subjugar-se a Sócrates, agora diz que já pode negociar com a sua gente. se este país fosse um estado de direito este homem estava fora da política há muito.
O PSD e o Presidente da República assobiam para o lado como se nada se passasse, é uma vergonha, se fosse alguém ligado ao PS, era um caso para investigação, assim andam todos a fingir que são surdos cegos e mudos.
VERGONHOSO.
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“é uma opinião tonta. Porque a maioria dos franceses ” trill
que em breves linhas diz o que há-de ser essa Europa, se não quer ir ao ar, como um balão furado, como um pedregulho tosco, ao fundo
admirável, por outro lado, nesse seu voo de tubarão à Merkel e o Sarkozi
E assim que é falar, do que eu gosto, positivo .
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Com trics, arlindos, tubarões, piscoisos e demais figurantes da orquestra social/socialista ou nacional /socialista – vai dar ao mesmo – que por aí andam a cantar “ó tempo volta para trás”, este “país” parece-se cada vez mais com um jardim zoológico. Bicharada desenraizada e interesseira que vive a suspirar pelo tratador que lhe enchia a pança!
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Esta união monetária tem corrido relativamente bem. E é mais antiga que o Euro. E os países são independentes.
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Tenho várias dessas notas (e kwanzas e francos congoleses) cá por casa.
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Sim, esses paises do CFA (http://pt.wikipedia.org/wiki/Franco_CFA) desde 1945 são um exemplo de desenvolvimento e bem estar para o mundo !!!!.
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Insistir na treta de moedas unicas sem dividas unicas é não perceber nada de economia e crédito bancário.
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porque não promovem um referendo a perguntar aos tugas se querem ou não permanecer no Euro? se por mero acaso quiserem o Euro não há alternativa ao “governo económico” cada vez mais centralizado e controleiro e alguns problemas q o jmf levanta são reais, nomeadamente a questão da fiscalidade como forma de competir, quando a produtividade é mais reduzida.
Se querem voltar ao escudo pensem já num hair-cut de todo o tamanho, aliás o melhor é mesmo não pagar mais nada do que se deve. E há um bom argumento: a UE acabou com as nossas pescas e com a nossa agricultura por isso não pagamos o que devemos. Há é que viver com o que se produz cá pq durante longos anos não haverá empréstimos vindos do exteriores. Ou haverá… de Angola e da China mas a China só empresta com vantagens políticas claras e evidentes. É uma solução possível, absolutamente possível. Fechar o país às importações de produtos europeus e americanos e estabelecer-se um mercado comum com os Palops. Há é que tomar uma decisão e assumi-la. Por mim estejam à vontade c qq uma das hipóteses pq eu sou dos que não se deslumbram c os carros alemães. Esta solução não é possível para os tugas que vivem para o carro r para o futebol, nesse caso esses é melhor desandarem rapidamente antes que as fronteiras se fechem…
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seja em que caso fôr este governo tem de desenvolver sectores produtivos estratégicos, re-activar a agricultura e a indústria pesqueira, aumentar a quota para produção de leite nos Açores e exigir apoios para o reactivar destas indústrias que morreram devido à UE. Aumentar a quota pesqueira é básico.
Tb as indústrias de ponta militares – q são indústrias referência para mtas outras – deveriam ser desenvolvidas. Toda a indústria tec – seja em tecidos “inteligentes” seja em componentes electrónicos, seja a indústria farmacêutica – tem potencialidades.
O ensino – desde o básico – tem de passar a estar ligado à “vida real”, à produção e ao trabalho.
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portanto não penso que o governo europeu seja inevitável, porque não é, mas para isso há que abandonar o Euro e fazer-se o que acima enunciei. Mas se continuarmos no Euro é, aliás a existência do Euro depende de um governo central cada vez mais centralizador e controleiro.
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mesmo continuando no Euro acho isto:
seja em que caso fôr este governo tem de desenvolver sectores produtivos estratégicos, re-activar a agricultura e a indústria pesqueira, aumentar a quota para produção de leite nos Açores e exigir apoios para o reactivar destas indústrias que morreram devido à UE. Aumentar a quota pesqueira é básico.
Tb as indústrias de ponta militares – q são indústrias referência para mtas outras – deveriam ser desenvolvidas. Toda a indústria tec – seja em tecidos “inteligentes” seja em componentes electrónicos, seja a indústria farmacêutica – tem potencialidades.
O ensino – desde o básico – tem de passar a estar ligado à “vida real”, à produção e ao trabalho.
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O «Trill» acha, honestamente, que «este» governo de iniciativa presidencial, consegue fazer alguma coisa de jeito, nomeadamente desenvolver as «indústrias militares»?
Ó «Trill», andas a ver muitos canais da MEO….
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Houve um tonto que entrou em “loop” e depois ficou sem saber como saír do remoínho ou do redemoínho. Na dúvida, baldou-se…
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Estes dizem isto,
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-Rise of the Fourth Reich, how Germany is using the financial crisis to conquer Europe
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2026840/European-debt-summit-Germany-using-financial-crisis-conquer-Europe.html#ixzz1VZKKNyud
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-EMU crisis deepens as slump reaches Europe’s AAA core
http://www.telegraph.co.uk/finance/financialcrisis/8705343/EMU-crisis-deepens-as-slump-reaches-Europes-AAA-core.html
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O artigo vale a pena! Os comentários nem por isso. O mesmo de sempre! Tantos teóricos!
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Estranho é que por aqui não se fale, nem a Helena, do lugar da terra com mais sotainas por metro carré nem do seu bento cantantante. Um feito alucinante.
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“Ó «Trill», andas a ver muitos canais da MEO….”
não vejo tv e quando vejo – ed ano a ano – é o canal mezzo ou o arte.
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Todos estamos à espera que o ilustre JMF ou a insigne Drª Helena venha aqui prostestar contra o populismo comunista do Alberto João da Mamadeira.
( O triste ontem, no Porto Santo, guinchou como um macaco!)
Afinal de contas, a Madeira, também não merece um modelo «liberal» ou vai estar permanentente do outro lado do muro económico que divide as economias estatizadas das economias de mercado?
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trill (comentário do ano): «não vejo tv e quando vejo – ed ano a ano – é o canal mezzo ou o arte.»
exacto.
R.
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também, esse trill é só cultura estética del’Arte
já Jardim, ó Arlindo, a vê-lo ontem, nababo, gordo como … numa foto, não me pareceu tanto assim um macaco
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«Certo»:
Dizes bem. Gordo como um… porco. Mas guinchava como um macaco à caça duns cobrezinhos da troika.
É assim todos os anos anos.
O gajo vai encharcar-se para o Porto Santo. Guincha de forma estridente para que o ouçam em Lisboa e na Coelha.
E depois ainda se queixa da falta de «liquidez»!
Liquidez no vasilhame estomacal é que não estou a ver…
Persupuesto…
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por supuesto, é claro
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Rogério:
não vejo tv e não tenho aparelho de tv. Quando estou em algum lugar com tv cabo aproveito e vejo o mezzo ou o Arte. Dá pa topar? De resto ainda tenho dvd’s por ver – q vejo no desktop (esclareço para não ser eleito tb para o 2º cometário do ano) – e cd’s por abrir.
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“também, esse trill é só cultura estética del’Arte”
se acha mesmo isso até me sinto lisonjeado.
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-Corrupção: coisas dos BRIC’s e dos “Caminhos Marítimos para a Índia” ….
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-Corruption in India: ‘All your life you pay for things that should be free’
As Anna Hazare leaves prison to continue his protest, residents in Delhi explain how bribery forms part of everyday life
http://www.guardian.co.uk/world/2011/aug/19/corruption-india-anna-hazare
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-Beijing fears Nimbyism of angry middle classes
http://blogs.telegraph.co.uk/news/peterfoster/100101546/beijing-fears-nimbyism-of-angry-middle-classes/
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Federalismo. Francisco Lucas Pires, um homem à frente do seu tempo?
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Obviamente sempre só houve, e há, três opções:
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Federação ou Confederação de Estados Europeus ou derrocada da União e do Euro.
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União com tratados acrobáticos daqui, dali e dacolá e o ‘cada um safe-se como puder’ são, e foram, nada. Temos o resultado dos adiamentos e das hesitações. Felizmente não tão catastrófico e apocalíptico como por aí o pintam nas ‘manchetes’, vá-se lá saber porquê e para quê …..
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Desde inicio que a questão era e é esta.
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Ninguém esteve à frente do seu tempo. Sempre foi um tema corriqueiro nas conversas ao cafézinho. Embora o ‘calcanhar de aquiles’ fosse e seja o ‘como’. Os medos (egoísmos) nacionalistas têm adiado o Momento. Ou inviabilizado.
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a Índia é um dos países mais corruptos do mndo.
New Deli ´é juntamente c o Afeganistão um dos lugares mais perigosos do mundo.tugal.
Qto à China penso que a corrupção será noutra escala, mais ao nível daquilo o que se passa em portugal, tipo grandes negócios para as empresas dos amigos, promiscuidades entre partido e estado, etc. Tanto quanto sei a Chine – ao contrárioda Índia- é um alugar seguro para se viajar.
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a Índia é um dos países mais corruptos do mndo.
New Deli ´é juntamente c o Afeganistão um dos lugares mais perigosos do mundo.tugal.
Qto à China penso que a corrupção será noutra escala, mais ao nível daquilo o que se passa em portugal, tipo grandes negócios para as empresas dos amigos, promiscuidades entre partido e estado, etc. Tanto quanto sei a Chine – ao contrárioda Índia que pode ser altamente perigosa – é um lugar seguro para se viajar.
Quanto a negócios eu confiaria num chinês, já o mesmo não digo de um indiano.
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ha , claro a democracia…
lamento mas não daria um cêntimo pela democracia indiana, totalmente minada pela corrupção e pelo poder dos corruptos que todos controlam e todos subjugam.
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Os nossos editores liberais foram todos de ferias? Nem uma posta sobre a divida da Madeira?
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Todos nós estamos à espera que o Conselho de Segurança da ONU delibere sobre queda do «tiranete» da Madeira, tal e qual aconteceu com Kadafi.
A «primavera democrática» que atingiu o Norte de África, de leste a oeste- será que estender-se-á até à costa ocidental africana?
Espero que não sejam precisos bombardeamentos da NATO sobre o «Pravda da Madeira» ou mesmo da Quinta da Poncha….
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na, apesar do rei
momo e carnaval, aquilo
não tem pitroil, ó Arlindo da Costa
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Mas tem bom tintol e boa poncha, para além do bolo-do-caco!
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“… a Alemanha de Merkel está a conseguir, pela via económica, o que não conseguiu pela guerra, com o Kaiser e com Hitler, isto é, está a estender as suas fronteiras até às praias da Europa….”
Dir-se-ia que o que Merkel está a conseguir, com o seu óbvio e genético centralismo, é uma repulsa às potenciais versões de unificações, via economia, da Europa.
E muito bem. São muitas economias heteronómicas, não miscíveis, senão mesmo concorreciais. Turismo, pescas, pequenas indústrias vs industria pesada… Uma excelente vacina para futuras “uniões”? .
Nem a militar, nem a, por esta via, económica, a mítica União Europeia, parece ser viável.
Apenas ao velho problema do centro da Europa, França vs. Alemanha, em nova versão.
Já a Finança, essa, supra-nacional, há muito que puxa os cordelinhos a seu belo prazer.
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Que fp de país é este em que uma gaja que faz abortos uns atrás dos outros nos hospitais públicos ou privados, a matar o filho que está desenvolvendo-se dentro dela, não paga a ponta dum corno, nicles!, e ao desgraçado do velhote que, durante uma vida inteira, trabalhou no duro nas terras, a bem dizer de sol a sol, é-lhe exigido que pague uma taxa moderadora quando, para tratar de doença grave, tem de ir ao hospital? Isto, claro, partindo do princípio de que o chamem para a respectiva consulta não muitos anos depois da sua marcação, porque, não raras vezes, a consulta chega demasiado tarde, quando o pobrezito já morreu.
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E por falar nas nossas mulheres e nas NOSSAS FILHAS, então lá vai:
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-What does the New Testament say about women?
http://freethoughtnation.com/contributing-writers/63-acharya-s/578-what-does-the-new-testament-say-about-women.html
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-What does the Coran say about women?
http://freethoughtnation.com/contributing-writers/63-acharya-s/574-what-does-the-koran-say-about-women.html
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Interessante ?
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