Síntese da execução orçamental
22 Agosto, 2011
Já está devia estar disponível a edição de Agosto da Síntese de execução orçamental elaborada pela DGO. Destaque para a informação relativa do SNS, da Administração Regional e da Administração Local, divulgada apenas trimestralmente.
Actualização 20h25: agora já está mesmo.
3 comentários
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Estou à espera que os tiriricas habituais da televisão que comentam a «inconomia» tuga, que apareçam em calções e óculos de sol para comentar esta «síntese orçamental»…
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Que fp de país é este em que uma gaja que vai fazer abortos de nove em nove meses ao hospital, à borla, sem pagar a ponta dum corno, matar o filho que dentro dela está em desenvolvimewnto, e a um pobre diabo dum velho que, uma vida inteira, trabalhou no duro, a produzir alimentos nas terras para enchermos a mula, a bem dizer de sol a sol, exigem-lhe que pague a porra duma taxa moderadora?
Mas que é isto, com um catano!
Para onde estão a ir os milhgares de euros de impostos que me chupam por ano, para sustentar parasitas que se recusam a estudar e a trabalhar?
Chiça, porra!
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Tudo isto ouvi dizer.
Quem Investiga esta Corrupção! Os bares das salas de jogo foram concessionados a um Director da empresa, que colocou um testa de ferro(EX EMPREGADO DA EMPRESA) a geri-los.
O Tamariz e a discoteca Jézebel foram entregues á companheira do sr Dr Assis. O Du art Louge, vai brevemente passar para as mãos do genro do sr Dr Assis, mas como o genro é assessor da Administração, vai mais um “testa de Ferro” (desta vez é um cunhado do Dr Assis) gerir o espaço. Depois anda por lá um ex secretário de estado a receber um vencimento na ordem dos 18 mil euros mês, a fazer algo que ninguem ainda entendeu, chamam-lhe director Geral… lol. O Casino Estoril transformou-se num Cartel. O pudor e a vergonha desapareceram, aquilo é um espaço a saque. A BANDIDAGEM E A GATUNAGEM por ali é pura e dura. Investigar? Toda a gente sabe o que se passa. Vivemos é num País de faz de conta, onde se despedem 112 pessoas honestas e cumpridoras, para que estes parasitas continuem o seu saque.
“O irregular e promíscuo funcionamento dos poderes públicos é a causa primeira de todas as outras desordens que assolam o país.
Independentemente do valor dos homens e das suas intenções, os partidos, as facções e os grupos políticos supõem ser, por direito, os representantes da democracia. Exercendo de facto a soberania nacional, simultaneamente conspiram e criam entre si estranhas alianças de que apenas os beneficiários são os seus militantes mais activos.
A Presidência da Republica não tem força nem estabilidade.
O Parlamento oferece constantemente o espectáculo do desacordo, do tumulto, da incapacidade legislativa ou do obstrucionismo, escandalizando o país com o seu procedimento e, a inferior qualidade do seu trabalho.
Aos Ministérios falta coesão, autoridade e uma linha de rumo, não podendo assim governar, mesmo que alguns mais bem-intencionados o pretendam fazer.
A Administração pública, incluindo as autarquias, em vez de representar a unidade, a acção progressiva do estado e a vontade popular é um símbolo vivo da falta de colaboração geral, da irregularidade, da desorganização e do despesismo que gera, até nos melhores espíritos o cepticismo, a indiferença e o pessimismo.
Directamente ligada a esta desordem instalada, a desordem financeira e económica agrava a desordem Política, num ciclo vicioso de males nacionais. Ambas as situações somadas conduziram fatalmente à corrupção generalizada que se instalou…”
Meus amigos:
O que acabaram de ler não é cópia de nenhum artigo do “Público”, “Diário de Notícias” ou de qualquer revista.
Nem sequer é da minha autoria.
Contudo, é actual.
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