Conceitos não entendíveis
25 Agosto, 2011
E jamais aceites pelo establishment:
- A progressividade fiscal mina o crescimento económico e é aberrante em termos de equidade;
- Mais impostos significam sempre mais despesa, mais poder para o Estado e menos liberdade para os cidadãos;
- A intervenção do Estado na economia é sempre em benefício de minorias ruidosas e ardilosas;
- Há 2 formas de enriquecer: inovando, arriscando e trabalhando duro ou por concessão de privilégios (rent-seeking ou outros), só possíveis por intervenção do Estado;
- É preferível que as grandes fortunas (ainda existirão em Portugal?) se multipliquem dentro de portas do que incentivá-las a ir fazê-lo noutras paragens mais tax friendly.
31 comentários
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Delirantes, os Ron Paul desta triste paróquia.
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Could the author add more non-Portuguese words, please? That’s one way of rebelling against the new writing agreement!!!
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Há mais do que duas formas de enriquecer: por herança, crimes…
“A intervenção do Estado na economia é sempre em benefício de minorias ruidosas e ardilosas”: retirar o adjectivo ruidosas. A Mota Engil o Espírito Santo, etc, mal se ouvem.
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Falta no post o fecho lógico.
Conclusão:
Nada melhor que a lei da selva!
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“2.Mais impostos significam sempre mais despesa, mais poder para o Estado e menos liberdade para os cidadãos;”
Vc sabe mto bem que os países mais desenvolvidos do mundo são aqueles onde se paga mais impostos, os países escandinavos e a Alemanha, n é verdade? A\qestão é que para esse nível de impostos a classe política tem de ser impoluta, esse é o problema das economias atrofiadas do Sul, não a quantidade de impostos.
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e tb sabe mto bem que foi desde o Bush e a sua redução brutal de impostos (mais o custo das guerras) que a economia dos eus começou a descarrilar. No tempo de Clinton estava florescente a economia dos eua., apesar da carga de impostos.
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Grátis: http://nationalinterest.org/article/critique-pure-gold-5741
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há que ter + um pouco visão…. psicanalises.blogspot
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“Could the author add more non-Portuguese words, please? That’s one way of rebelling against the new writing agreement!!!”
Brilhante!
Blasfémias em inglês já!
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já agora o link para a página do Nosso governo:
http://www.bundesregierung.de/Webs/Breg/EN/Federal-Government/federal-government.html
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se eu tivesse ido ás aulinhas de alemão quando andava no conservatório em vez de me andar a apaixonar pelas pianistas era o que teria feito melhor…
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ainda por cima as pianistas n me passavem peva (eram umas merdosas convencidas q iam ser estrelas) , tinha mais sucesso com as violinistas…
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1.A progressividade fiscal mina o crescimento económico e é aberrante em termos de equidade;
A progressividade fiscal não existe; se analizarmos em proporção dos rendimentos vemos que as classes médias-altas são as que menos pagam impostos e as que mais fogem aos impostos visto que os mais ricos da nossa sociedade são os mais contribuiam para os impostos. Resultado; a classe média é quem tem que suportar a diferença (além de ter de subsidiar os preguisosos).
2.Mais impostos significam sempre mais despesa, mais poder para o Estado e menos liberdade para os cidadãos;
Correto.
3.A intervenção do Estado na economia é sempre em benefício de minorias ruidosas e ardilosas;
Sim mas é mais profunda que isso; a “não-intervenção” do Estado que favorece o não respeito da concorrência e que permite a criação de economias de renda também existe.
4.Há 2 formas de enriquecer: inovando, arriscando e trabalhando duro ou por concessão de privilégios (rent-seeking ou outros), só possíveis por intervenção do Estado;
Mesma coisa que o 3.
5.É preferível que as grandes fortunas (ainda existirão em Portugal?) se multipliquem dentro de portas do que incentivá-las a ir fazê-lo noutras paragens mais tax friendly.
Claro, mas “subsidiar” as grandes fortunas também é inútil e lastimável para o país (basta ver os lindos efeitos do famoso “bouclier fiscal” francês ou das diminições de impostos para as grandes fortunas durante os anos Bush-filho; não impediu o dinheiro de ir para à Suiça como eles dizem). Além disso, é inútil as grandes fortunas aumentarem desproporcionalemente quando os rendimentos dos outros estagnam ou diminuem, porque significa que os ganhos dos mais abastados são artificais e baseados numa bolha espéculativa (promovida indirectamente pela “não-ação” do Estado).
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Em Portugal, é à pala do ponto 4. (por concessão de privilégios (rent-seeking ou outros), só possíveis por intervenção do Estado) que os ricos vão ficando sempre mais ricos.
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Os grunhos e outros patetas que falam de ricos em Portugal devem viver em alguma favela. Só pode.
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“Could the author add more non-Portuguese words, please? That’s one way of rebelling against the new writing agreement!!!”
Excellent comment Guma !
Quanto ao post…tão grande é a distância em que me encontro do seu pensar que seria por demais patético (para si) o meu comentário.
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“Could the author add more non-Portuguese words, please? That’s one way of rebelling against the new writing agreement!!!”
Concordo que é um comentário excelente.
Se tivesse esperado mais um pouco poderia também incluir outras palavras de doutos comentadores, como “analizarmos” e “preguisosos”.
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O ponto cinco é refinada bullshit.
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Resumindo:
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Ou seja o modelo de impostos dos paises nordicos, alemanha etc pura e simplesmente não resultam em Paises como Portugal ou doutras culturas, viveres, governanças e élites’ diferentes.
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Só se atinigirão nestes Países os efeitos sociais desses modelos não os aplicando em Países como Portugal. Substituindo-os por:
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“-IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os por um único: INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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(**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticado antes e depois do 25 de Abril.
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-SEGURANÇA SOCIAL:
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7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo IUSS – Imposto Único de Segurança Social colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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(***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses (****)
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9) Criação do Fundos Nacionais de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, com escolha opcional entre geridos pelo Estado e pela Banca, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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(****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social”
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Enquanto as elites ‘estrangeiradas’ forem a opção de governança Portugal não sai da cepa torta.
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Tal como os anteriores, a escolha pelas Governanças do atual pacote politico (sancionado DEPOIS pelo FMI/UE) para provocar mais Recessão, Empobrecimento e Derrocada das Empresas vai produzir resultados catastroficos, sem resolver nada. Piorará e adiará por muito mais tempo a SOLUÇÃO PARA PORTUGAL porque não passa duma miragem teorica e vazia face ao contexto internacional. Impotente.
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Existem mais formas de enriquecer, infelizmente.
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Com a mentalidade tuga que os nossos ricos têm, não vamos a parte nenhuma.
São mais mamões do que cachorros recém-nascidos!
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LR:
Toda a sua argumentação baseia-se num princípio perigoso: todos os que alguma vez ocupem lugares no aparelho de Estado, são vigaristas. Se reparar, há mil e um exemplos que mostram que o que tem faltado é mais espaço para a intervenção da cidadania e maior limitação de poderes para os que ocupam cargos executivos. Não há mal algum em pagar impostos e eles são necessários para garantir serviços essenciais. O que pode haver é suspeitas sobre o modo como são gastos.
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Isto não são “conceitos”. Tenta novamente, libertário de meia-tijela.
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1. “A progressividade fiscal mina o crescimento económico e é aberrante em termos de equidade;”
Escreva o que quer dizer, deixe-se de coloridos. A progressividade pune os rendimentos mais altos, aqueles que segundo o autor, criam emprego e geram riqueza quando não estão simplesmente a viver dos dividendos e/ou especulação e a reinvestir parcelas mínimas. A progressividade nem sequer existe necessariamente, como o Buffet disse, mercê dos benefícios e isenções fiscais que foram o resultado de políticas de subserviência baseadas em raciocínios imbecis como o ponto 5.
2. “Mais impostos significam sempre mais despesa, mais poder para o Estado e menos liberdade para os cidadãos;”
Como já disse aqui, a vossa liberdade já a conhecemos muito bem. A liberdade do “quem pode, pode”. Mas é interessante que tenha associado a despesa aí ao raciocínio, até porque se alguma coisa se tem pautado pela responsabilidade é o consumo privado, não é?
3. “A intervenção do Estado na economia é sempre em benefício de minorias ruidosas e ardilosas;”
A não intervenção do Estado é sempre em benefício de minorias ruidosas, ardilosas, poderosas e exploradoras. Que tal?
4. “Há 2 formas de enriquecer: inovando, arriscando e trabalhando duro ou por concessão de privilégios (rent-seeking ou outros), só possíveis por intervenção do Estado;”
Fora naturalmente o berço (era interessante termos um estudo sobre a mobilidade social em Portugal.. é que olha-se para as trombas e são sempre os mesmos), o ilícito e a exploração (que tem pouco de inovador ou arriscado e menos ainda de trabalho). 5, portanto.
5. “É preferível que as grandes fortunas (ainda existirão em Portugal?) se multipliquem dentro de portas do que incentivá-las a ir fazê-lo noutras paragens mais tax friendly.”
Já cá faltava esta. E portanto, que as grandes fortunas contribuam, para o serviço que são de todos, proporcionalmente menos que os pobres e remediados.. porque isso faz toooodo o sentido!
Agora a sério.. tenham tino.
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Deficit na Constituição,
0,35% o caso da Constituição Alemã:
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A Alemanha reformou em 2009 os artigos 109 e 115 da sua Constituição que ficoi assim:
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” Artículo 109.3.- “Los presupuestos de la Federación y de los Länder [regiones autónomas] deben ser, por regla general, equilibrados, sin ingresos provenientes de créditos”.
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· “La Federación y los Länder podrán prever la posibilidad de regulaciones concretas cuando el desarrollo coyuntural se aparte de la situación normal, tanto en momentos de expansión económica como de recesión, así como una regulación de excepción para casos de catástrofes naturales o situaciones extraordinarias de emergencia que escapen del control del Estado y que graven considerablemente la situación financiera estatal. Cada regulación de excepción deberá prever [una] regulación de amortización”.
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· “[El presupuesto federal] se regula conforme al artículo 115”.
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· Artículo 115.2.- “Ingresos y gastos deben equilibrarse sin ingresos provenientes de créditos. Se cumple este principio si los ingresos provenientes de créditos no superan 0,35% del Producto Interior Bruto nominal.”
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É mesmo necessário substituírem o blasfémias pelo blasphemy??
O texto com tanto inglesismos ficou very ugly and unbearable.
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É mesmo necessário substituir o blasfémias pelo blasphemies ??
O texto com tanto inglesismos ficou very ugly and unbearable.
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ETCenas não seja provinciano nem mande bufardas de ‘borla’
É lamentável que os Portugueses não falem Inglês como Português como se passa com os Holandeses, Suecos, Noruegueses, Dinamarqueses etc que falam Inglês com a mesma fluência que as suas lingua-mãe. É vê-los a ‘nadar’ pela riqueza do Mundo …
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Caro Senhor Engenheiro, falar e escrever em inglês faz parte do meu dia-a-dia profissional, inclusive com colegas das nacionalidades que refere, entre outras. Não lamente o que não tem que ser lamentado, pois até somos tidos em boa conta pelas gentes desses países, no que ao inglês diz respeito.
Talvez seja por isso que publica como anónimo, mas evite fazer a figura do ignorante que gosta de pregar sermões com as generalidades das comparações Portugal-Países do Norte – essas sim, as verdadeiras bufardas de borla que já ninguém tem paciência para ouvir.
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Pois.
E a contradiçãozita entre o seu 2º comentário que nega e arrasa o 1º ?
(Bufar(da) além de exoelir o ar com a boca com força tb significa basofiar, alardear, blasonar etc)
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A contradição está na sua mete pequenina e saloia, típica de quem só sabe zurrar “lá fora é que é” mas nunca pôs o pé para lá de Espanha, se tanto.
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