na senda do disparate socrático
Portugal tem uma imensa falta de capitais e de capitalistas. De gente com algum dinheiro que o queira reproduzir criando empresas e emprego. Os impostos altos, a situação da falta de crédito na banca e a quase inexistência de capitais estrangeiros (em fuga para outros destinos mais convidativos), têm originado falências em catadupa e aumentado exponencialmente o desemprego. Perante esta situação, em que é uma evidência a necessidade que o país tem de gerar e atrair capitais e capitalistas, o que faz o governo «liberal« de Pedro Passos Coelho? Cria um imposto especial sobre os «ricos», pois então, sendo que o conceito de «rico», ainda legalmente impreciso, deverá ser provavelmente latíssimo quando o próximo orçamento de estado o determinar… Cavaco apoia e os socialistas do PS, liderados pelo inspirado Tó-Zé Seguro, não querem ficar atrás dos socialistas do PSD e do CDS, logo, apoiam também. A medida é, contudo, um erro translúcido, e de nada parecem valer os avisos de Medina Carreira e de alguns fiscalistas para o tamanho do disparate: o governo parece ser-lhes indiferente, como o foi também o governo de José Sócrates a avisos e advertências semelhantes feitos, por vezes, pelas mesmas pessoas. A continuar a empobrecer desta maneira o país, sempre por causa do calote das finanças públicas, hão-de explicar depois como irá a economia portuguesa recuperar.

Pelos vistos no Blasfémias são todos ricos.
Ou são pobres e dependem dos ricos, que lhes cortariam prebendas.
Na minha educação cristã, a defesa dos ricos sempre me pareceu pornográfica.
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Apelidar a medida de “erro” sustentando-se no Medina Carreira talvez não seja a melhor opção.
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Emplastro das caixas de comentários, faça como o outro e mande arranjar o teclado, assim já pode tirar o trapo da boca.
Os ricos que eu conheço, e são muitos, andam de pick-up de caixa de madeira ou utilitarios baratos. Dão emprego a muita gente e , fundamentalmente, produzem. E não são burros, se apertados pela máquina extorsionária, criam fundações, para onde tranferem os bens, de que continuam a usufruir ou abrem uma off-shore.
Um rico pode financiar uma instituição de assistencia social, empregar mais gente do que necessita, ou exercer o dever de cidadania de qualque outra forma, mas NUNCA pagará mais impostos voluntariamente, a não ser que tenha algo a ganhar com isso, como por exemplo , polícia perto das suas lojas ou GNR a patrulhar as suas herdades.
Estou , claro , a falar de ricos onde o haver excede largamente o dever, e não de ricos “investidores de risco” , que estariam amanhã na sopa do Sidónio se os chamassem a contas.
Esta idéia á quase digna do Sócrates, o tal a quem os outros líderes europeus faziam continência, como diz o Arlindo. Eu acho é que ele provocava era incontinência, tais eram as gargalhadas que deviam dar à sua custa.
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Como pode haver alguém, que me pareça de bom senso ,vir defender que será um erro taxar as grandes fortunas e não se alarme que seja ripado um subsídio a um desgraçado que ganhe 501€ com o qual,pelo Natal ,compraria um agsalho ao filho ou, com mais um pouco de sacrifício,um brinquedozito dos mais baratos a quem o filho do afortunado daria o pontapé se lho pusessem à frente.Deixe lá o Medina Carreira que também exagera nas suas atitudes.Venha essa taxa porque poderá refrear opções mais radicais pela injustiça com que estão confromtados.
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eirinhas, quem ganhe 501 euros pagará 8 ( oito ) euros de imposto.
Não descarto o facto do imposto ser um saque, mas os mais afectados serão os que têm as prestações do BMW
e do T4 com acabamentos de luxo para pagar, principalmente porque os construtores estã falidos e já não dão luvas, já ninguem pode pagar explicações, em suma , a maioria dos rendimentos não declarados secou.
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Desde que a taxa extra seja sobre os rendimentos (digamos, 5% para rendimentos acima dos 100 mil euros anuais), poderá ser razoável. Moralmente apenas. Para calar os demagogos (é por isto só que os – mesmo – ricos a defendem). Isto não resolve nada e a SIC deverá ter feito mal as contas dando nota de que esta taxa evitaria a taxa sobre o subsidio de Natal.
Se o imposto é sobre a riqueza ou sobre a poupança, aí, é o equívoco total.
Pois esse imposto cairia (também e inevitavelmente) sobre os que poupam para os cursos dos filhos, salvaguardando os que (ganharam o mesmo mas) optaram por ir todos os anos passar férias no Brasil…
http://notaslivres.blogspot.com/2011/08/imposto-sobre-os-ricos.html
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Respire fundo, Rui A. O que o Medina Carreira diz, é isto: “Estou de acordo porque vivemos num contexto especial.Não faz sentido que uma pessoa que ganhe 500 euros seja taxada ao máximo e que uma pessoa que tenha mais dinheiro pague pouco. A actual discussão faz sentido. O problema é melindroso.A questão aqui é o método pelo qual se vai cobrar aos mais ricos. Pensar no método é que vale a pena”. Como vê, ainda não é desta que regressamos à selva…
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É natural que alguns pencudos estejam aflitos.
Lá se vai o dinheirinho para correcção do nariz.
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Todos nós sabemos que em Portugal há muita “gente com algum dinheiro que o queira reproduzir criando empresas e emprego” e que não está encostada ao estado e a empresas rentistas que comprou ao preço da chuva ao mesmo estado, claro que ficou com eventuais prejuízos e ainda paga indemnizações.
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Todos nós sabemos que em Portugal há muita “gente com algum dinheiro que o queira reproduzir criando empresas e emprego” e que não está encostada ao estado e a empresas rentistas que comprou ao preço da chuva ao mesmo estado que claro, ficou com eventuais prejuízos e ainda paga indemnizações
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O Caminho da Servidão está cheio de atalhos insuspeitos.
Mas, como sempre, os ratos fiam-se na flauta do novo Hamelin que desta vez os levará ao paraíso.
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“Travailler plus pour être taxé plus”, nouveau slogan de l’UMP, (diga-se CDS/PSD em tradução automática)
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Medina Carreira não é ouvido só de agora! Temos de nos lembrar disso. E eu também acho: se fosse rica, não tinha o dinheiro em Portugal. Já sobre isto os bloquistas e comunistas andam muito calados. O Fisco farta-se de suar na procura da sede de algumas empresas devedoras! Onde é que estarão essas sedes? As grandes fortunas vão fazer o mesmo! E se Berardo tem uma delas, porque é que a sua Fundação recebe um balúrdio do Estado Português? A de Mário Soares idem… Já dizia a Ivone Silva: este país é um colosso; está tudo grosso, está tudo grosso!
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Continua tudo na mesma. Quando se devia era pôr a justiça a funcionar e ir buscar os milhões que têm sido roubados nos 30 anos de “democracia” e enfiar os gatunos na cadeia. Isso sim, seria uma solução. Agora, andar a tirar dinheiro a quem trabalha (seja operário ou patrão) para ser esbanjado por um bando de políticos mal-intencionados, mentirosos e meliantes (tudo em m).
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O disparate blafemo de rui a.: “gente com algum dinheiro que o queira reproduzir criando empresas e emprego”
acorde! nunca as fortunas foram tão grandes, nunca os ricos foram tão super-ricos e isso não salvou o mundo, pelo contrário foi a ganância por mais lucros e fortuna que causou a actual crise e as fortunas não se reinvestiram para salvar o mundo.
Mas continua a ignorar a distribuição do rendimento, que deve ser mais pelo trabalho do que pelo estado. Nos EUA, desde 1979 os rendimentos de 1% de famílias super-ricas aumentou quase 400% e os rendimentos de 80% das famílias ficou na mesma ou caiu. Sem nenhum resultado digno de nota.
E continua a ignorar Roubini que não é comunista, bloquista ou socialista: “Assistimos a uma redistribuição maciça do trabalho para o capital, dos salários para os lucros, a desigualdade de rendimentos e de riqueza aumentou. Esta redistribuição faz com que o excesso de capacidade e a falta de procura agregada sejam ainda piores. Karl Marx acertou: a certa altura, o capitalismo pode autodestruir-se porque não se pode continuar a transferir rendimento do trabalho para o capital sem que se gere excesso de capacidade e défice de procura agregada. E é isso que se está a passar. Pensámos que os mercados funcionavam, mas não é isso que está a acontecer. O que é racional do ponto de vista individual – cada empresa, para sobreviver e prosperar, corta os custos laborais cada vez mais –, ignora que os meus custos laborais são os rendimentos e o consumo de alguém. É por isso que este processo é autodestrutivo. Não se pode resolver o problema com liquidez. Quando existe demasiada dívida ou se supera a situação através do crescimento ou da poupança. Mas se toda a gente gasta menos e poupa mais nos sectores público e privado, então estamos perante o paradoxo keynesiano da poupança e podemos ter uma depressão.”
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«Os ricos que eu conheço, e são muitos, andam de pick-up de caixa de madeira ou utilitarios baratos. Dão emprego a muita gente e , fundamentalmente, produzem.»
Porra homem, então conhece muito pouca gente. A maioria dos que eu conheço vive dos dividendos ou da especulação, dão emprego à medida certa do que podem explorar para maximizar o seu benefício (nada contra, mas não venham com histórinhas) e, SE TANTO, supervisionam, que trabalhar são contas de outro rosário.
Mas eu até acho engraçada esta subserviênciazinha parola do “eles é que geram riqueza”.. Porquê taxá-los de todo então? Porque não impostos zero sobre rendimentos e lucros para os nossos empresários, que nem recebe uma parcela de todo o posto de trabalho que cria nem nada? Porque não um serviço comunitário de felácios para estes senhores?
Matem-se
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Dividendos e especulação ? Frases feitas, amigo.
Houve muitos que , não direi que ficassem ricos, mas ganharam muito dinheiro no imobiliario, com cúmplices na administração pública, outros , negócios de sucata, etc. Esses são casos de polícia , não são para taxar mas sim para confiscar.
Justiça , justiça era todos pagarem o mesmo, não em termos percentuais, mas absolutos, já que todos usufruem do mesmo. Os mesmos deveres, os mesmos direitos. O que ganha 100 pagar 10 e o que ganha 1000 pagar 400 não é justiça, é política.
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Um poste clarivididente que só a cegueira ideológica e os fumos marxistas que enevoam as cabeças de muita gente, permite criticar.
As coisas são simples:
Os ricos (seja qual for o critério) têm dinheiro? Têrm.
O que lhe fazem?
Uns metem-no debaixo do colchão, outros investem, outros consomem, outros dão ( destes últimos lembremo-nos, por exemplo, de Champalimaud e da sua Fundação, de Gulbenkian, de Bil Gates, etc).
De um modo geral é dinheiro que circula. Quando um “rico”, bebe um Moet Y Chandon na esplanada, está a pagar serviços de quem o serve, de quem lho vende, de quem o importa, de quem fabrica a cadeira onde se senta, etc.
Ou seja, em 100 ricos, digamos que 80 usam-no “bem”.
O balanço é positivo.
Dar esse dinheiro ao estado pode ser:
1- Bom, se for bem gerido
2-Mau, se for mal gerido.
Ou seja, as hipoteses de o balanço ser positivo são de 50%. É arriscado. E, no nosso caso, falar em 50% de acerto é ser bastante benevolente. O estado que temos tido, “investe” em mordomias, em Audis, em rotundas, em flores, em ajudas de custo, enfim, numa miríade de coisas rigorosamente dispensáveis.
Que conclusão tirar daqui?
A mim parece-me claro: quanto menos dinheiro o estado tiver, menos asneiras faz e acaba por se limitar àquilo que é a sua função, em vez de andar a comer a carne de que é suposto ser o esqueleto.
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uma pequenina ideia para não estarem sempre a bater nos pequeninos:
http://utopiarealista.blogspot.com/2011/08/solucao-simples.html
e quando ao argumento de venda de imóveis e fuga de capitais, aumente-se o imposto nas transações de imóveis acima de 250 mil euros, e taxe-se a 3% as diminuições de património significativas e não justificadas.
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Se eu fosse “rico” punha-me a mexer deste país…
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O Medina Carreira mais esse grupinho de «fiscalistas» totós, percebem tanto de economia como eu percebo da vida sexual da melga.
Então se não se deve tributar os «ricos», por que raio havemos de tributar a «classe média» e os «pobres»?
Se não tributássemos estes últimos também não garantíriamos a saída do país, de capitais e de mão-de-obra ainda jovem, que preferem trabalhar «lá fora» do que sustentar os ricos «cá dentro»?
Ainda há dias ouvi os «Caiados Guerreiros» e deu-me vontade para rir de tanto simplismo e ignorância.
É certo que eles têm que defender os seus clientes, mas alguma honestidade intelectual exige-se!
Por falar em fiscalista, onde pára o Diogo Leite Campos, o qual demonstrou por gráficos que quem recebe líquido por mês 5.000,00 euros, deve ser considerado pobre?
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O português continua igual a si próprio: inveja o rico, não porque gostasse de o ser, mas porque deseja que o rico fique pobre como ele.
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Então porque é que os governantes, burocratas e politicos profissionais são invejosos, quando tributam os pobres e as classes médias?
Não têm também estas classes direito a enriquecer, não pagando impostos?
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Tanto ou mais importante que taxar os ricos, seria aplicar um imposto de 60% ou mais sobre os artigos de luxo, nomeadamente : Barcos, aeronaves e outros apetrechos de que desfrutam muitos “Pobres” que nunca pagaram impostos.
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“Dar esse dinheiro ao estado pode ser:
1- Bom, se for bem gerido
2-Mau, se for mal gerido.
Ou seja, as hipóteses de o balanço ser positivo são de 50%”
Parece a demonstração de que “a lógica é uma batata”.
E que tal, escrever menos e pensar mais?
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A inveja, o rapinanço a falta de ética continuam nos genes tugas. Sempre a quererem sugar os outros.
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Sugaram os Africanos.
Sugaram os Europeus.
Os Alemães agora até são xenófobos porque os subsídios europeus são poucos. Não pagam as nossas dívidas.
Agora querem sugar os ricos.
Os ricos vamos lhes obrigar a pagar 50, 60% mais mais mais.
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Mas estes invejosos além disso são estúpidos. Não pensam. Querem dar mais poder aos políticos com as políticas que levaram o país ao desastre:
Mais e mais impostos para destruir a economia livre e ser a economia política a rainha.
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Dentro de pouco tempo se verá o desastre do Soci@lismo de Direita do PSD e CDS.
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“1- Bom, se for bem gerido”
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Não não é bom se for bem gerido. É imoral.
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