Óptimo!!!
5 Setembro, 2011
S&P ameaça dar rating especulativo a eventuais eurobonds
Pelo racional das teorias da conspiração, estes tipos estarão a fazer o frete à Angela Merkel e(ou) aos “gringos” que querem destruir o euro. Mas se isto levar os governos a focalizarem-se no que é estruturante – reduzir despesas, défices e dívidas – estaremos perante uma louvável especulação, com a defesa implícita de uma boa causa.

Absolutamente de acordo.
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As eurobonds só funcionam se existir um regime de solidariedade entre os estados.
De que forma é que a austeridade, redução de despesa e de dívida fomentam o crescimento económico? ainda não percebi o mecanismo, devo ter falhado macroeconomia I…
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“Mas se isto levar os governos a focalizarem-se no que é estruturante – reduzir despesas, défices e dívidas – estaremos perante uma louvável especulação, com a defesa implícita de uma boa causa.”
e…focalizarem-se no desemprego e crescimento económico, igualmente e com mesmo peso!! O Estado deve sair da economia…os bancos estão a sair da economia…associado a uma profunda recessão económica internacional…logo, uma catastrofe economica-social e politica nos aguarda, sem dó nem piedade!… quando é que Portugal sai do Euro?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
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Quando é que os europeus (não a UE e muito menos o BCE!!!!!!!!!!!!!) criam agências de notação para colocarem a dívida americana e as finanças dos países emergenmtes, no lixo????
A verdade, é que hoje em dia a Líbia (mesmo em guerra) tem mais «dinheiro em caixa» do que o Governo Federal dos EUA.
Estou certo ou estou errado?
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Quando o FOCO se centra na redução de despesas está tudo perdido. O FOCO deve estar no aumento do Valor Acrescentado. Temo que, quando os lideres europeus perceberem isto, já será for ade tempo; alguns paises não irão aguentar. Nessa altura irão perceber que a única forma que temos para manter o estilo de vida é endereçar politicas que motivem a produção de Valor.
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Quando constactarem que, atrás de uma medida de austeridade virá irremediavelmente uma outra adicional para corrigir o desvio provocado pela medida anterior, será tarde. É uma espécie de circulo vicioso do qual nunca se sai. Se em economia 2+2 fosse igual a 4, não precisamos de economistas… o problema é que 2+2 nos dias de hoje tem dado um resultado de 3.
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As medidas que PPC se propõem efectuar ainda nem sequer entraram em vigor e o país já está de rastos. O crescimento da receita está em declinio e dirige-se novamente para, pasme-se, 3.
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Estou até convencido que, a recessão será pior do que a estimada pelo governo. Nessa altura manda a ideologia que se volte a cortar … on and on… até ao desastre total.
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Alguém consegue acreditar que um país que aumenta impostos, corta na despesa abruptamente, aonde os empresarios não tem acesso ao crédito, aonde o endividamento dos privados é o dobro da do estado, dizia, alguem acredita que o país pode crescer apartir de 2013? Só mesmo um louco. O defice externo é de tal forma grande que, com medidas com as que estamos a assistir que redudam no assassinato da Mão Invisivel, a coisa não é possivel de combater por esta via. Para conseguir sair da crise e estabelecer um programa de reembolso da divida TOTAL o país precisava de crescer acima dos 5% ao ano. Impossivel.
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A bancarrota está preparada para o ano de 2014. É precisamente nessa altura que não haverão mais soluções improvisadas, ou melhor sobrarão duas à escolha: «Europa Federal» ou «Saida da Zona Euro».
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O resto é conversa para enganar meninos.
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Rb
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MFIGAS,
Qual é a relação entre “solidariedade” e “crescimento económico”?
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ARLINDO,
Começando pelo fim, o Arlindo está normalmente errado. No caso concreto da criação de uma agência de notação europeia está como de costume.
Não apenas já existem bastantes agências de notação europeias, não são as agências de notação que determinam as taxas de juro, são os investidores.
As agências de notação influenciam as taxas de juro na medida da credibilidade das análises que fazem de os Estados, as organizações e as empresas cumprirem as suas obrigações financeiras. Se a ideia é criar uma agência de notação europeia para que as avaliações à situação dos Estados europeus sejam mais positivas, então essa agência não terá qualquer credibilidade.
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“De que forma é que a austeridade, redução de despesa e de dívida fomentam o crescimento económico?”
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Então Portugal e a Europa notabilizaram-se pelo extraordinário crescimento económico na primeira década do Séc XXI. como resultado das suas elevadas dívidas… interessante… quer explicar esse mundo bizarro onde vive?
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Quando raio os Soci@listas de Esquerda e Direita metem na cabeça que o crescimento económico nasce de novas ideias no qual o mercado – as pessoas vêem valor- não do dinheiro.
Como o dinheiro não é vosso, vocês entregam à clientela e a quem tem poder para o reivindicar não quem tem boas ideias.
Vocês são os verdadeiros especuladores. E não têm vergonha de especular com o dinheiro dos outros, aliás fazem-no por meio da ameaça de violência do Estado.
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Novas ideias nascem da diferença. Algo que os Soci@listas de Esquerda e Direita abominam e que por meio dos Ministérios da Educação se esforçam por destruir.
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Joaquim, não deve ter percebido a primeira parte do meu comentário. O regime de solidariedade tem a ver com o formato em que as eurobonds seriam emitidas. De acordo com a notícia, a atribuição de uma nota de rating “especulativa” justifica-se por cada estado cobrir “apenas” a sua quota-parte nas emissões e não a totalidade das emissões.
Solidariedade e crescimento económico => não percebo onde foi buscar isto ao meu comentário (não era o objectivo ligar estes dois conceitos), mas já que o faz, sugiro a leitura de “plano marshall” na wikipedia.
Cumprimentos
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lucklucky,
O problema não são os défices ou a dívida em si, mas onde gasta / gastou o dinheiro.
Por certo não ignora os benefícios da alavancagem, pois não? Convém não misturar as coisas.
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Normalmente as previsões do signatário, moi-même, encontram-se certas.
Se os ilustres oponentes tiverem a paciência de fazerem um levantamento exaustivo e estudo comparativo das minhas previsões, certamente vão ter que dar a mão à palmatória.
Até porque já existe a Companhia Portuguesa de Rating.
O que é que obsta esta Companhia – que está registada na CMVM e até junto do BCE – de classificar a fantabulástica dívida de tetraliões dos EUA?
Não pode a CPRating «avisar o mercado» e a «comunicação social» que lá para o final do corrente ano vai rever em baixa o rating da dívida americana ou estão com medo que os seus dirigentes sejam raptados pela CIA?
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“”Toda intervenção governamental cria novos problemas enquanto tenta infrutiferamente resolver os antigos.”
Murray Rothbard in An Austrian Perspective on the History of Economic Thought, vol. 1, Economic Thought Before Adam Smith.
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“Por certo não ignora os benefícios da alavancagem, pois não? Convém não misturar as coisas.”
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E quando, c0m0 sucede sempre que o Estado intervém, os custos são superiores aos benefícios? Assobia-se para o lado? Lançam-se novos impostos?
Convém não misturar as coisas, pois não?
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como…
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O nosso mercado interno tem de ser competitivo, aberto e concorrencial. Em 100 dias, deste Governo não há nada que vá nesse sentido. E o Governo parece que vai falhar a aplicação das directivas europeias que constam no memorando da Troika… Vejam o capítulo Other services sector.
Com as ordens profissionais deste país ninguém se mete…
vamos ver se este Governo continua a ser forte com os fracos (empresários) e fraco com os fortes (corporações).
Soluções no memorando da Troika que deviam ser aplicadas até ao fim do ano (e que as ordens profissionais não gostam…):
– Adopt the remaining necessary amendments to the sector specific legislation to fully implement the Services Directive, easing the requirements related to establishment and reducing the number of requirements to which cross-border providers are subject.
– Further improve the functioning of the regulated professions sector (such as accountants, lawyers, notaries) by carrying out a comprehensive review of requirements affecting the exercise of activity and eliminate those not justified or proportional.
– Adopt measures to liberalize the access and exercise of regulated professions by professionals qualified and established in the European Union.
– Eliminate restrictions to the use of commercial communication (advertising) in regulated professions, as required by the Services Directive.
Estas medidas aplicadas em Portugal iriam revolucionar a concorrência nos serviços.
Só a aplicação da última iria dar uma grande folga no mercado publicitário local (imprensa, rádio e online).
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Pi-Erre
esse é o problema de quem não sabe gastar. a dívida em si não é nenhum demónio.
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Com as fontes do credito secas, com as contas publicas descontroladas até há poucos meses, com a divida externa astronomica que temos, gostaria que os profetas da desgraça que não acreditam que esta receita pode ajudar o país a sair do buraco onde está, nos explicassem como é que deviamos fazer. Mas com modos simples e faceis de entender, porque “burros velhos” como eu, dificilmente aprendem linguas!
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MFIGAS,
Relacionei as duas partes do seu comentário anterior porque não havia nada a separá-las. Foi por isso que o questionei. Mas, tratando-se de dois comentários separados e não relacionados, vale a pena responder-lhes.
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“As eurobonds só funcionam se existir um regime de solidariedade entre os estados.”
As eurobonds não funcionam apenas se existir um regime de solidariedade entre os estados. As eurobonds SÃO um regime de solidariedade entre os estados, em que os mais produtivos e menos gastadores assumem uma parte do risco dos empréstimos feitos aos menos produtivos e mais gastadores.
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“De que forma é que a austeridade, redução de despesa e de dívida fomentam o crescimento económico?”
Ponto 1: O crescimento económico só é desejável se não fôr à custa do consumo interno. Se fôr, isso implica em mais dívida (imagem do padeiro que consome todo o pão que produz a mais e que tem que pagar a farinha, o fermento, o sal, a água e a energia), o que é muito negativo (suicida) a médio-longo prazo: não apenas a dívida terá que ser paga, os juros consomem recursos que seriam melhor usados em produzir bens para vender;
Ponto 2: A austeridade (consumir menos) liberta bens para vender, o que cria riqueza que pode ser investida em mais unidades de produção;
Ponto 3: A redução da despesa pública resulta num menor peso do Estado sobre quem o paga (empresas e famílias), libertando recursos para estes investirem em mais produção;
Ponto 4: A redução da dívida resulta em menos juros a pagar, o que resulta em o Estado não necessitar de ir buscar tanto dinheiro às empresas e às famílias, libertando recursos para investir em mais produção;
Ponto 5: Uma dívida pública mais baixa torna o Estado menos vulnerável à flutuação dos juros e permite-lhe poupar mais para fazer face às crises, crises essas que normalmente resultam em mais pessoas que necessitam do apoio do Estado. Assim, não necessita de aumentar tanto o peso sobre a sociedade civil e, portanto, não sacrifica tanto a capacidade produtiva, o que permite uma recuperação da crise mais rápida.
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Países como Portugal e a Grécia estão há mais de 25 anos a beneficiar de um “plano Marshall”, na forma de apoios europeus. Vale a pena ou é sequer necessário procurar na Wikipedia para saber quais foram os resultados?
Um “plano Marshall” resulta quando o país que dele beneficia tem a cultura da responsabilidade, do mérito e da poupança e sabe que vai ter que pagar a ajuda que recebe. Quando os apoios recebidos são vistos como um direito adquirido e um meio de vida, o “plano Marshall” apenas adia o desfecho inevitável, tornando-o muito mais doloroso.
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Todos estamos à espera que o «burro velho» do Medina Carreira venha às pantalhas da Tugolândia avaliar esta «rapaziada» que está no poder e dar umas «dicas» pr’á gente sair da crise, como ele fazia quando o Engº Sócrates segurava o leme desta nau em mar encapelado e com os ratos a abandonar o barco…
Ou o homem já meteu a viola no saco?
Ou não passava dum reles mercenário às ordens dos conspiradores?
Se o homem não morrer em breve (de morte natural, claro…), vamos ver o que ele tem a dizer aos costumes…
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“(…) no que é estruturante – reduzir despesas, défices e dívidas(…)”.
Então, não se produz nadinha?
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Eu tambem gostava de gastar à grande, fazer brutas dividas, e depois esperar que viesse alguem pagá-las. Agora que está o caldo entornado é que querem eurobonds. Vão lá perguntar aos alemães, aos suecos, aos holandeses, se querem eurobonds. Porque a esses, que terão de as pagar, é que têm que perguntar se as querem.
Andam por aqui muitos teoricos que certamente sabem muito de macroeconomia, que fazem citações de grandes economistas, normalmente premios Nobeis, mas que vivem noutro mundo. Os Srs Drs ainda não perceberam onde é que nós estamos metidos, pois não? Lendo o que escrevem, não perceberam mesmo!
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O sr Arlindo, quando falar do Senhor Doutor Henrique Medina Carreira, perfile-se, ponha-se em sentido, e faça continencia sff. O que Medina Carreira dizia, bateu tudo certo. Por isso, pela criminosa acção politica dos socialistas em geral e de José Socrates em particular durante os ultimos 16 anos, Portugal está metido na maior crise economica, financeira, e social desde os governos dos Filipes. E ainda têm o descaramento de vir para a televisão com Zurrices, a querer sacudir a agua do capote. Os sacrificios que este governo, e são muitos, está a pedir aos portugueses, são para resolver os problemas criados pelo PS, para tapar os buracos que o PS abriu.
Ao contrario do que os socialistas pensam, os portugueses não são burros. Apesar dos aumentos de impostos, e dos sacrificios pedidos, eles sabem quem são os culpados, e de acordo com a sondagem deste fim de semana da SIC e do Expresso, se as eleições fossem agora, os resultados seriam exactamente iguais.
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Trinta e três,
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“Então, não se produz nadinha?”
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Leia o comentário acima do Joaquim Amado Lopes. Muitos comentadores que aqui vêm “falar de cátedra” a não percebem minimamente os mecanismos da economia, que o Estado não tem recursos próprios, vai buscá-los todos à sociedade civil – que é quem produz riqueza – deixando-a mais depauperada e incapacitada de continuar a produzir. Daí que uma política de austeridade seja menos recessiva se for feita pela redução da despesa em vez dos aumentos de impostos os quais, gerarão inevitavelmente mais despesa.
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MFIGAS
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O Estado NUNCA sabe gastar porque não arrisca, vai aos bolsos dos contribuintes, obriga-os a pagar impostos. Só poderá saber gastar quem arrisca o seu património, sobretudo se lhe custou a ganhar.
Os governos são sempre irresponsáveis, excepto quando cometem crimes de guerra e, mesmo assim, só quando perdem e alguém se decide a incriminá-los.
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Por falar emgringos:
A razão pq os USA são a maior potência científica, económica, política e militar do Planeta (por mais raivinhas que isto provoque…e são muitas…..ih……ih….ih):
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50775&op=all
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“focalizar”? Focar chega. Os países que se foquem.
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A.C. da Silveira:
O Medina Carreira é tão Professor, como eu sou o Nostradamus!
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Caro LR,
Você continua a não querer perceber como funciona a economia e por isso insiste no erro crasso de que é possivel existir uma moeda única sem divida pública única.
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Numa economia com bancos e livre circulação de capitais , este EURO só existe porque os economistas que o desenharam são ignorantes e incompetentes , bastando 10 anos para provar a asneira.
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A CEE já existe á 50 anos dos quais 40 sem este Euro bacoco, agora quem insiste na asneira tem de assumir as consequências e permitir a emissão de divida única , para estabilizar a moeda única.
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Não se deve confundir a economia, que deve ser o mais possivel uma disciplina rigorosa, com ideologias pseudo-liberais, mas que na prática destroem o liberalismo ao promoverem a destruição da economia, em nome do anarquismo libertário.
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LR:
Com o seu comentário, só me deu razão. A “austeridade” nunca pode ser um fim em si mesma. Acontece que as medidas que estão a ser tomadas, assim a entendem. Por sua vez, quando o LR ignora como “estruturante”, a necessidade de aumentar a produção de riqueza e a diversificação das fontes de receita, cai no mesmo erro. A despesa só é inútil, quando não produz mais-valias. Quando produz, chama-se investimento. E é deste que necessitamos. O que tivemos com os fundos europeus, foi desperdício (e o Sócrates é só uma pequeníssima parte da história). Comparar esses fundos ao Plano Marshall, não faz qualquer sentido. Para isso,deviam ter proibido o gasto em actividades não produtivas, como proibiram a Alemanha de gastar nas forças armadas (sim, eu sei que o objectivo foi outro).
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Trinta e três,
Ok, deixe então que o investimento seja feito por quem sabe, de forma mais rigorosa e a suas custas, fazer a análise custo/benefício, os privados. E para que tal aconteça, não se lhes pode extorquir os recursos. Há então que cortar fortemente na despesa para arranjar margem para uma descida de impostos. É austeridade, mas virtuosa.
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PMP,
“A CEE já existe (h)á 50 anos dos quais 40 sem este Euro bacoco, agora quem insiste na asneira tem de assumir as consequências e permitir a emissão de divida única , para estabilizar a moeda única.”
As consequências a que se refere não derivam propriamente da existência do Euro mas sim de as regras com que este foi criado terem sido violadas repetida e impunemente.
Tivessem países como Portugal e a Grécia sido punidos duramente (e, eventualmente, expulsos do Euro) quando tiveram deficit público superior a 3% do PIB e dívida pública superior a 60% do PIB ou recorreram à “contabilidade criativa” e o Euro não estaria na situação em que está.
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A emissão de dívida pública não estabilizaria o Euro uma vez que essa dívida estaria próxima do nível do “lixo”, prejudicando os países em boa situação sem salvar nenhum dos outros.
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Neste momento, a escolha é salvar o Euro (à custa de grandes sacrifícios dos países mais endividados e deixar cair os que não aceitem esses sacrifícios) ou continuar a usar artifícios (contabilidade criativa, emissão de dívida única, …) para adiar brevemente o seu fim e fazer com que este seja estrondoso.
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