“This is a brazen act of domestic political interference by a foreign dictatorship that neither understands nor respects the rights of women or freedom of speech,” said Alykhan Velshi, executive director of EthicalOil.org, a grassroots advocacy organization that educates consumers about their choice between ethical oil from Canada’s oil sands and conflict oil from dictatorships like Saudi Arabia. “Each time we buy Saudi conflict oil we are funding their oppression – and now their attempts at Saudi-style censorship of Canadian TV. http://www.ethicaloil.org/news/saudi-arabia-moves-to-censor-canadian-tv-ad/
“The US, Jaffe says, could have 2 trillion barrels of oil waiting to be drilled. South America could hold another 2 trillion. And Canada? 2.4 trillion. That’s compared to just 1.2 trillion in the Middle East and north Africa.
Jaffe says those new oil reserves, combined with growing turmoil in the Middle East, will “absolutely propel more and more investment into the energy resources in the Americas.”
Russia is already feeling the growth of American energy, Jaffe says. As the U.S. produces more of its own natural gas, Europe is free to purchase liquefied natural gas the US is no longer buying.
“They’re buying less natural gas from Russia,” Jaffe says. “So Russia would only supply 10 percent of European natural gas demand by 2030. That means the Russians are no longer powerful.” http://www.npr.org/2011/09/25/140784004/new-boom-reshapes-oil-world-rocks-north-dakota
não tarda descobre-se que oil é coisa que não falta debaixo do mar. portugal , espanha , grécia , todos os países com costa vão ser milionários. upss , milionários não , que o oil vai ficar ao preço da uva mijona , mas pelo menos não gastamos :))
Para quê fazer afirmações não validadas por geólogos? Os USA já tiveram de facto tanto petróleo como a Arábia Saudita, mas gastou-se. Afirmções de “pode ter o dobro” não são honestas. O que vemos actualmente é que são os geólogos que fazem distinção entre o “on e off-shore” e os economistas não, quando o custo de exploração é, por grosso, de 1 para 10.
Afinal não são os economistas que dão maior atenção aos §§§ ?
Portugal começa a impôr-se como referência internacional nos têxteis e calçado? Se o conseguir, isto é fantástico. Uma curiosa noticia com um dos nossos herois exportadores:
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“Tal como outras empresas do sector, José Armindo sente o regresso a Portugal de marcas internacionais que na última década tinham optado por países de produção mais barata. “Agora já me posso dar ao luxo de seleccionar os clientes. Isso porque fizemos uma aposta muito forte na internacionalização e também no delinear de uma estratégia”, justifica. E, além da qualidade reconhecida, tanto da marca própria como dos trabalhos desenvolvidos para outras empresas, reconhece que o “made in Portugal” é sinónimo de qualidade”. “Aliás, tenho clientes que me pedem mesmo para colocar na etiqueta ‘Made in Portugal’ e não ‘Made in União Europeia'”, ilustra.”
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In http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2035694&page=2
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Se os clientes começam a pedir que se coloque Made in Portugal, quer dizer que os consumidores começam a reconhecer a enorme qualidade da produção tuga. Falta saber que mercados o pedem. Felizmente o espanhol já reconhece a enorme qualidade dos nossos têxteis e calçado há muitos anos atrás. (A zara começou assim, a desenhar e a vender o que de bem feito fazíamos em Portugal. Agora crescem a velocidades menores quando começaram a deslocalizar a produção de Portugal para outros locais com mão-de-obra mais barata. Se não voltar a Portugal, a Inditex arrisca a sofrer a sua primeira grande crise de crescimento.)
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Isto são boas noticias. É isto que Portugal precisa. Tornar-se na referência mundial na qualidade dos seus produtos. Têxteis, calçado e até rolhas de cortiça. Isto são grandes noticias, esperemos que as marcas tugas consigam dar boa resposta a estas solicitações do mercado. É preciso tornar Portugal no país coool da moda e da boa qualidade da sua produção.
Só uma nota importante. Algumas noticias dão como justificação o retorno de grandes produtores mundiais ao nosso país devido à queda do euro contra algumas moedas. Isso é apenas uma verdade aparente. O que se passa é isto. Os países ditos de mão-de-obra barata não consegue produzir com qualidade a baixo preço. Ou seja, os seus salários estão a subir muito mas a qualidade não. Estão a perder vantagens competitivas. Ora, Portugal consegue produzir alta qualidade com salários relativamente elevados para os seus concorrentes mais directos na subcontratação. Ao mesmo tempo, Portugal goza a vantagem de ter custos de mão-de-obra competitivos face aos seus concorrentes com marcas próprias, como Itália, França e até suiços. Ou seja, Portugal pode agora aproveitar para impôr as suas marcas, pois consegue produzir com qualidade, coisa que os países de mão-de-obra barata não o conseguem. e consegue ter salários baixos para os países de referência mundial, mas com custos salariais mais altos.
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Mas se na moda temos estas vantagens todas, noutros sectores temos mão-de-obra de alta qualidade (c0mo a nossa engenharia) que poderão aproveitar a forte subida dos custos salariais na mão-de-obra qualificada nos países emergentes. Um engenheiro na China já chega a custar muito mais que um tuga, mas com qualidade abaixo dos portugueses. (Em média claro.) Esta excelente mão-de-obra tuga poderá servir para atrair a produção de multinacionais, que procuram boa mão-de-obra qualificada a preços competitivos. Como as empresas japonocas, chinocas, etc. É preciso é agora fazer um esforço colectivo para atrair projectos de elevado spillover para ajudar ainda mais o nosso tecido produtivo. Para o fortalecer.
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Ou seja, não é o valor do euro a nossa vantagem competitiva. Assim como um euro forte também não o é. (Aliás, uma moeda forte ajuda muito mais que uma moeda fraca, é preciso desfazer mitos que nada têm a ver com a realidade económica dos países mais competitivos do mundo, quase todos eles com moedas bem fortes Embora eles vendam aos seus concorrentes que eles, os seus concorrentes precisam de moedas fracas. Burros não são eles.) A vantagem competitiva de Portugal é a sua população, o seu posicionamento geográfico e os erros alheios também. Não o euro, mais a sua fraqueza ou força.
Não há história de um país pobre que se tenha desemvolvido com petróleo. Seria a pior coisa que nos poderia acontecer. Desejo, sinceramente, que não o achem. Que a crise nos afunde mais. Que saiamos do euro. Que a europa saia de nós. E que então enfentemos sem subterfúgios a nossa condição: somos pobres e broncos. Broncos porque pobres e pobres porque broncos. E então, muito cientes disso, fazer todo o percurso como deve ser. Com petróleo aparecerá um Chaves, um Sócrates e enfim.
Primeiro, desenvolvimento. Depois riqueza. Assim como a Noruega, vá lá.
Ainda me lembro de ser quase consenso universal que o pitroil era coisa do passado, por falta dele. eheheh
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Agora começam a descobrir que ainda há muito crude por descobrir e explorar. Até é possível que Portugal venha a ter um grande papel na produção deste, se se confirmarem as minhas suspeitas, que temos muito crude e gás, nos nossos mares.
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São as modas. Umas vezes acredita-se piamente no peakoil, outras vezes nos maleficios do malfadado aquecimento global, no chamado “investimento público” para tirar países da crise, etc. No entanto…
“o regresso a Portugal de marcas internacionais que na última década tinham optado por países de produção mais barata” – enquanto fôr assim, não saímos da cepa torta, da mesma forma que se instalam, “desinstalam-se”! Eu quero marcas internacionais nacionais…
“enquanto fôr assim, não saímos da cepa torta, da mesma forma que se instalam, “desinstalam-se”! Eu quero marcas internacionais nacionais…”
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Eu também quero marcas nacionais. Mas para termos marcas nacionais, é bom que venha know-how de fora que ajude a fortalecer o nosso tecido produtivo. Se não fossem as marcas internaionais no passado a instalarem-se cá, como teriamos aprendido a fazer coisas boas? Talvez o conseguissemos mas muito lentamente. O investimento estrangeiro trás know-how, não apenas capitais e busca de rentabilidade. E o capital intelectual e o know-how é o melhor capital do mundo. Que depois permite que nos autonomizemos e criemos marcas próprias. Esta pecha do IDE no sector alimentar (importamos quase tudo directamente, sem know-how para aprendermos a produzir) é um dos grandes estrangulamentos para a nossa competitividade.
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Mas, claro, se queremos subir na cadeia de valor e atingir o topo, é com marcas nacionais. Mas também é preciso que os portugueses não sejam patetas e denigram a produção nacional e optem por marcas estrangeiras, por mera azeiteirice. E em Portugal, não faltam “azeiteiras” sempre a embandeirar em arco mostrando marcas estrangeiras nos seus consumos. Sobretudo entre alguns, com a mania que são superiores ao aderirem a toda a porcaria que vem de fora.
Porque é que em Arteixo, pequena localidade na Galiza a 140km de Portugal nasceu em 1975 uma empresa que hoje tem mais de 5000 lojas no mundo de marcas como Zara, Massimo Dutti, Bershka, Oysho, Pull, Bear, Stradivarius, Zara Home, Tempe, Uterqüe,Lefties, etc; (só esta empresa representa uns 25% da carga despachada no Aeroporto Pedras Rubras) e do lado de cá da fronteira nunca apareceu nada disso apesar do knowhow e qualidade da produção portuguesa sempre ter sido considerado bom ?
É giro… Toda esta gente se esquece – ou não sabe, que, infelizmente, é o mais provável… – que hoje se comemora o tratado de Zamora em que D,. Afonso Henriques garantiu a independência de Portugal.
De facto, é manifesta ignorância.
Mas também é verdade que foi um acto heróico de um Rei que hoje ninguém agradece sequer porque nem Amor têm o Pátria que também não sabem o que é. E é justamente por isso que o País está no estado miserável em que se encontra com uma cáfila de bestas socialistas a destruír e a minar tudi o que poden seguidos pelos prosélitos idiotas que, à força e sem o serem, se dizem de esquerda.
Uma bandalheira generalizada!
As Elites Portuguesas e uma boa parte dos Portugueses não querem ser independentes e ter vontade própria.
Não querem Responsabilidades.
Querem apenas encostar-se a alguém com dinheiro e que pense por eles.
Leme
Vem para aqui falar de D. Afonso Henriques.
Veja lá não seja esquartejado, é que os Piscoisos e os Arlindos não estão pelos ajustes.
Veja: Esse homem não era republicano, não se preocupava com o analfabetismo dos portugueses, não tinha qualquer ideia de estado social, não gostava dos muçulmanos, era cristão, não queria saber do princípio da não-violência pois ainda incentivava os seus homens no campo de batalha, pediu ajuda aos cruzados para tomar Lisboa ou seja a esses malandros sem respeito pelos habitantes da Palestina, tinha uma barba sem respeito pelo modelo de Lenine ou mesmo de Marx, casou e teve filhos mantendo o modelo tradicional de família (que horror), não pedia dinheiro emprestado para o reino ditando ao mesmo tempo condições aos credores.
Realmente Leme vir lembrar um Homem destes, ” é pá você está OUT”
eh, agora é claro, o petróleo vaga em ondas enormes à volta daquele cabo carvoeiro, dali às berlengas e volta até peniche, e nós julgávamos que era água salgada
e vai ser bom para o país, que é dizer para os donos da Galp, mas é sempre uma honra falarem de nós lá fora a propósito da alta e baixa do crude, como de algum derrame que se veja
que é o pior, a havê-lo, com desaire para aqueles areais e rochas, como para a gente ribeirinha e o marisco
e já o leme ama d. afonso henriques e tem que se ele não existisse nem haveríamos nós, esta gente, incluso socialistas, com o que o leme era feliz, parece, e porém nem leme haveria, caso para se dizer com a raposa em “O Principezinho”, a perfeição não existe
Toda a gente sabe que D.Afonso Henriques era socialista.
Nacionalizava tudo o que encontrava à sua volta.
O «Leme» aqui, como é habitual, faz figura de urso.
Mas como ontem foi o Dia Mundial do Animal, o visado está absolvido.
O Afonso ainda gastava energia no campo de Batalha ou seja conquistava, agora o Lenine
confiscava, as palavras são parecidas mas o seu significado é profundamente diferente.
Já agora um pouco mais a sério, o FMI foi criado em 1944, e tornou-se tradição em Portugal
os pedidos de auxílio serem feitos pelos primeiros-ministros socialistas (melhor dizendo lideres do PSP). Curiosamente o último até disse que não governaria sob a tutela da dita organização mas logo se arrependeu e candidatou-se a primeiro sob a tutela da mesma.
Hoje, 5 de Outubro, dia da implantação da República, Sua Alteza abre os portões do Palácio de Belém ao povo, num gesto de verdadeira abnegação, para que o dito povo veja com os seus olhos os Jardins do Palácio, e consiga ter um vislumbre de como vivem aqueles que democraticamente elegemos. Parece que até mostrou alguns tesouros do Palácio e foi avisando que “acabaram os tempos de ilusões” e vêm aí mais sacrifícios para o povo.
Como estou no norte do país, não tendo possibilidade de ser também recebido, peço aos súbditos de Lisboa que me contem o que viram e ouviram na sua visita. Ficarei assim mais reconfortado com os novos sacrifícios que me pedem.
Mário Soares pediu a vinda do FMI pela 2ª vez (em 1983) depois da bancarrota Balsemão, ou seja depois do estiolanço dos governos da AD (1979-1983) sendo primeiros-ministros Sá-Carneiro e Francisco Pinto Balsemão, sendo Ministros das Finanças, Cavaco Silva e João Salgueiro.
A bem da verdade.
Tina , eu não sei se esse artigo que linka é ciência de vão de escada , mas sei que aquela que dizem que não é de todo descobriu os neutrinos ( tadinho do einstein ) e até cientistas muito a sério , daqueles que fazem humor com percepção extra sensorial , avançam a ideia de viajar atrás no tempo :)) cromos. e também sei que mitos não são exclusivos dos tempos “atrasados” , os de agora são apenas mais elaborados de forma a também ganhar dinheiro e não só a atemorizar os crentes . não me admirava nada que oil não fosse de origem fóssil e que oil fosse antes fezes da Terra , sempre a sair…má notícia prós especuladores , sem dúvida.
uma pena que já não haja cientistas fora da alçada do poder político e financeiro : mesmo que haja oil a pontapé é deus que o manda a conta gotas , isso e os trovões , e se o oil acaba é mad max que vem aí.
EhEhEhEh.
Agora que descobriram petróleo em Portugal vamos finalmente cumprir a nossa História.
Comprar Cadillacs, R.R., Bentleys e azeiteirices do género.
Basta de Mercedes e BMW.
Temos de ter carros decentes.
A Isabel dos Santos que se coza.
Vá comprar saldos para o Corte Inglês.
Finalmente vamos mandar nos alemães, Finlandeses e outros povos esquisitos.
Ó Jardim já podes alcatifar a Madeira.
Tu tinhas razão.
Bem ajas.
com as eolicas foi a mesma coisa : aumentou a electricidade
Salazar qdo lhe disseram haver petroleo em Angola disse mais ou menos isto : só me faltava mais isto , estamos desgraçados ( viu-se … agora andamos a rastejar perante quem matou portugueses civis e militares … mas na maior … por um prato de lentinhas o tuga vende-se a qq um … a vergonha acabou )
Não compreendeu a ironia do texto que escrevi, pois não, que curiosamente era a seu favor.
Quanto a questões de compreensão nada posso fazer, a massa cinzenta não se vende.
Sauditas com medo. Para ler em conjunto:
Europeus aliados aos Sauditas como era de esperar:
BRUSSELS—The European Union’s executive body will propose that oil extracted from sands should be treated as dirtier than conventional oil, a move that will inflame a spat with Canada, a major producer of oil from sands, an EU official familiar with the matter said Tuesday.
http://online.wsj.com/article_email/SB10001424052970204524604576610660358461644-lMyQjAxMTAxMDAwNDEwNDQyWj.html?mod=wsj_share_email
“This is a brazen act of domestic political interference by a foreign dictatorship that neither understands nor respects the rights of women or freedom of speech,” said Alykhan Velshi, executive director of EthicalOil.org, a grassroots advocacy organization that educates consumers about their choice between ethical oil from Canada’s oil sands and conflict oil from dictatorships like Saudi Arabia. “Each time we buy Saudi conflict oil we are funding their oppression – and now their attempts at Saudi-style censorship of Canadian TV.
http://www.ethicaloil.org/news/saudi-arabia-moves-to-censor-canadian-tv-ad/
“The US, Jaffe says, could have 2 trillion barrels of oil waiting to be drilled. South America could hold another 2 trillion. And Canada? 2.4 trillion. That’s compared to just 1.2 trillion in the Middle East and north Africa.
Jaffe says those new oil reserves, combined with growing turmoil in the Middle East, will “absolutely propel more and more investment into the energy resources in the Americas.”
Russia is already feeling the growth of American energy, Jaffe says. As the U.S. produces more of its own natural gas, Europe is free to purchase liquefied natural gas the US is no longer buying.
“They’re buying less natural gas from Russia,” Jaffe says. “So Russia would only supply 10 percent of European natural gas demand by 2030. That means the Russians are no longer powerful.”
http://www.npr.org/2011/09/25/140784004/new-boom-reshapes-oil-world-rocks-north-dakota
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não tarda descobre-se que oil é coisa que não falta debaixo do mar. portugal , espanha , grécia , todos os países com costa vão ser milionários. upss , milionários não , que o oil vai ficar ao preço da uva mijona , mas pelo menos não gastamos :))
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Lucklucky. Thumbs-up. Claro como água.
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Para quê fazer afirmações não validadas por geólogos? Os USA já tiveram de facto tanto petróleo como a Arábia Saudita, mas gastou-se. Afirmções de “pode ter o dobro” não são honestas. O que vemos actualmente é que são os geólogos que fazem distinção entre o “on e off-shore” e os economistas não, quando o custo de exploração é, por grosso, de 1 para 10.
Afinal não são os economistas que dão maior atenção aos §§§ ?
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Sobre a inesgotabilidade do petróleo:
http://fimdostempos.net/petroleo-inegostavel.html
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Agora também já temos aqui ciência de vão de escada
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Portugal começa a impôr-se como referência internacional nos têxteis e calçado? Se o conseguir, isto é fantástico. Uma curiosa noticia com um dos nossos herois exportadores:
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“Tal como outras empresas do sector, José Armindo sente o regresso a Portugal de marcas internacionais que na última década tinham optado por países de produção mais barata. “Agora já me posso dar ao luxo de seleccionar os clientes. Isso porque fizemos uma aposta muito forte na internacionalização e também no delinear de uma estratégia”, justifica. E, além da qualidade reconhecida, tanto da marca própria como dos trabalhos desenvolvidos para outras empresas, reconhece que o “made in Portugal” é sinónimo de qualidade”. “Aliás, tenho clientes que me pedem mesmo para colocar na etiqueta ‘Made in Portugal’ e não ‘Made in União Europeia'”, ilustra.”
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In http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2035694&page=2
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Se os clientes começam a pedir que se coloque Made in Portugal, quer dizer que os consumidores começam a reconhecer a enorme qualidade da produção tuga. Falta saber que mercados o pedem. Felizmente o espanhol já reconhece a enorme qualidade dos nossos têxteis e calçado há muitos anos atrás. (A zara começou assim, a desenhar e a vender o que de bem feito fazíamos em Portugal. Agora crescem a velocidades menores quando começaram a deslocalizar a produção de Portugal para outros locais com mão-de-obra mais barata. Se não voltar a Portugal, a Inditex arrisca a sofrer a sua primeira grande crise de crescimento.)
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Isto são boas noticias. É isto que Portugal precisa. Tornar-se na referência mundial na qualidade dos seus produtos. Têxteis, calçado e até rolhas de cortiça. Isto são grandes noticias, esperemos que as marcas tugas consigam dar boa resposta a estas solicitações do mercado. É preciso tornar Portugal no país coool da moda e da boa qualidade da sua produção.
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El Gobierno belga aprueba la creación de un ‘banco malo’ con los activos de Dexia
http://www.elmundo.es/elmundo/2011/10/04/economia/1317761289.html?a=GE58ec28e07f486991abfd096ffaf32d01c&t=1317766324&numero=
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Second Wave of Protests Unleashed: Targets the Federal Reserve
http://www.washingtonsblog.com/2011/10/second-wave-of-protests-unleashed-targeting-federal-reserve.html
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Só uma nota importante. Algumas noticias dão como justificação o retorno de grandes produtores mundiais ao nosso país devido à queda do euro contra algumas moedas. Isso é apenas uma verdade aparente. O que se passa é isto. Os países ditos de mão-de-obra barata não consegue produzir com qualidade a baixo preço. Ou seja, os seus salários estão a subir muito mas a qualidade não. Estão a perder vantagens competitivas. Ora, Portugal consegue produzir alta qualidade com salários relativamente elevados para os seus concorrentes mais directos na subcontratação. Ao mesmo tempo, Portugal goza a vantagem de ter custos de mão-de-obra competitivos face aos seus concorrentes com marcas próprias, como Itália, França e até suiços. Ou seja, Portugal pode agora aproveitar para impôr as suas marcas, pois consegue produzir com qualidade, coisa que os países de mão-de-obra barata não o conseguem. e consegue ter salários baixos para os países de referência mundial, mas com custos salariais mais altos.
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Mas se na moda temos estas vantagens todas, noutros sectores temos mão-de-obra de alta qualidade (c0mo a nossa engenharia) que poderão aproveitar a forte subida dos custos salariais na mão-de-obra qualificada nos países emergentes. Um engenheiro na China já chega a custar muito mais que um tuga, mas com qualidade abaixo dos portugueses. (Em média claro.) Esta excelente mão-de-obra tuga poderá servir para atrair a produção de multinacionais, que procuram boa mão-de-obra qualificada a preços competitivos. Como as empresas japonocas, chinocas, etc. É preciso é agora fazer um esforço colectivo para atrair projectos de elevado spillover para ajudar ainda mais o nosso tecido produtivo. Para o fortalecer.
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Ou seja, não é o valor do euro a nossa vantagem competitiva. Assim como um euro forte também não o é. (Aliás, uma moeda forte ajuda muito mais que uma moeda fraca, é preciso desfazer mitos que nada têm a ver com a realidade económica dos países mais competitivos do mundo, quase todos eles com moedas bem fortes Embora eles vendam aos seus concorrentes que eles, os seus concorrentes precisam de moedas fracas. Burros não são eles.) A vantagem competitiva de Portugal é a sua população, o seu posicionamento geográfico e os erros alheios também. Não o euro, mais a sua fraqueza ou força.
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Não há história de um país pobre que se tenha desemvolvido com petróleo. Seria a pior coisa que nos poderia acontecer. Desejo, sinceramente, que não o achem. Que a crise nos afunde mais. Que saiamos do euro. Que a europa saia de nós. E que então enfentemos sem subterfúgios a nossa condição: somos pobres e broncos. Broncos porque pobres e pobres porque broncos. E então, muito cientes disso, fazer todo o percurso como deve ser. Com petróleo aparecerá um Chaves, um Sócrates e enfim.
Primeiro, desenvolvimento. Depois riqueza. Assim como a Noruega, vá lá.
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Algumas sobre petroleo e gás nos USA:
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-Utah Oil Discovery
According to my sources, the Utah crude oil deposits are massive. Large enough to to bring the price of oil crashing down. Large enough to eliminate America’s dependence on foreign oil. Large enough to keep hidden from the world for just a few more years
http://www.wolvgas.com/
http://www.investorideas.com/OGSN/
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Black gold boom: Texas prepares to drill 3,000 oil wells in a YEAR that could deliver major boost for U.S. economy
http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1392376/Texas-prepares-drill-3-000-oil-wells-YEAR-deliver-major-boost-US-economy.html#ixzz1O1IXtdtl
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-Raining hydrocarbons in the Gulf
http://www.geotimes.org/june03/NN_gulf.html
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New drilling method opens vast oil fields in US
http://news.yahoo.com/s/ap/20110210/ap_on_re_us/us_shale_oil_7
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=Oil Secrets of Prosperous European Nations
http://english.pravda.ru/business/companies/26-05-2010/113524-european_oil-0
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Oil discovery in Falklands hailed as biggest of its kind since North Sea oil
http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1284171/Oil-discovery-Falklands-hailed-biggest-kind-North-Sea-Oil.html#ixzz0q2to0BgE
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Ainda me lembro de ser quase consenso universal que o pitroil era coisa do passado, por falta dele. eheheh
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Agora começam a descobrir que ainda há muito crude por descobrir e explorar. Até é possível que Portugal venha a ter um grande papel na produção deste, se se confirmarem as minhas suspeitas, que temos muito crude e gás, nos nossos mares.
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São as modas. Umas vezes acredita-se piamente no peakoil, outras vezes nos maleficios do malfadado aquecimento global, no chamado “investimento público” para tirar países da crise, etc. No entanto…
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“o regresso a Portugal de marcas internacionais que na última década tinham optado por países de produção mais barata” – enquanto fôr assim, não saímos da cepa torta, da mesma forma que se instalam, “desinstalam-se”! Eu quero marcas internacionais nacionais…
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uma luz ao fundo do …. poço?
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Só se o poço for bem fundo.
E atirarem a maioria dos nossos políticos lá para dentro.
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…revelaram fortes indícios da existência de crude.
Parece mais uma notícia de “alegadismo” com indícios à sobremesa.
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“enquanto fôr assim, não saímos da cepa torta, da mesma forma que se instalam, “desinstalam-se”! Eu quero marcas internacionais nacionais…”
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Eu também quero marcas nacionais. Mas para termos marcas nacionais, é bom que venha know-how de fora que ajude a fortalecer o nosso tecido produtivo. Se não fossem as marcas internaionais no passado a instalarem-se cá, como teriamos aprendido a fazer coisas boas? Talvez o conseguissemos mas muito lentamente. O investimento estrangeiro trás know-how, não apenas capitais e busca de rentabilidade. E o capital intelectual e o know-how é o melhor capital do mundo. Que depois permite que nos autonomizemos e criemos marcas próprias. Esta pecha do IDE no sector alimentar (importamos quase tudo directamente, sem know-how para aprendermos a produzir) é um dos grandes estrangulamentos para a nossa competitividade.
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Mas, claro, se queremos subir na cadeia de valor e atingir o topo, é com marcas nacionais. Mas também é preciso que os portugueses não sejam patetas e denigram a produção nacional e optem por marcas estrangeiras, por mera azeiteirice. E em Portugal, não faltam “azeiteiras” sempre a embandeirar em arco mostrando marcas estrangeiras nos seus consumos. Sobretudo entre alguns, com a mania que são superiores ao aderirem a toda a porcaria que vem de fora.
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Porque é que em Arteixo, pequena localidade na Galiza a 140km de Portugal nasceu em 1975 uma empresa que hoje tem mais de 5000 lojas no mundo de marcas como Zara, Massimo Dutti, Bershka, Oysho, Pull, Bear, Stradivarius, Zara Home, Tempe, Uterqüe,Lefties, etc; (só esta empresa representa uns 25% da carga despachada no Aeroporto Pedras Rubras) e do lado de cá da fronteira nunca apareceu nada disso apesar do knowhow e qualidade da produção portuguesa sempre ter sido considerado bom ?
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E Medina Carreira é que era catastrófico e pessimista!!!!!!
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É giro… Toda esta gente se esquece – ou não sabe, que, infelizmente, é o mais provável… – que hoje se comemora o tratado de Zamora em que D,. Afonso Henriques garantiu a independência de Portugal.
De facto, é manifesta ignorância.
Mas também é verdade que foi um acto heróico de um Rei que hoje ninguém agradece sequer porque nem Amor têm o Pátria que também não sabem o que é. E é justamente por isso que o País está no estado miserável em que se encontra com uma cáfila de bestas socialistas a destruír e a minar tudi o que poden seguidos pelos prosélitos idiotas que, à força e sem o serem, se dizem de esquerda.
Uma bandalheira generalizada!
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As Elites Portuguesas e uma boa parte dos Portugueses não querem ser independentes e ter vontade própria.
Não querem Responsabilidades.
Querem apenas encostar-se a alguém com dinheiro e que pense por eles.
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Esta notícia é uma grande mentira.
Faz parte da estratégia da chafarica do Sr. Relvas.
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Arlindo da Costa
Arlindo explica lá a ligação do Relvas ao petróleo do mar junto de Peniche, afinal
sabe muitas coisas que desconheço.
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Leme
Vem para aqui falar de D. Afonso Henriques.
Veja lá não seja esquartejado, é que os Piscoisos e os Arlindos não estão pelos ajustes.
Veja: Esse homem não era republicano, não se preocupava com o analfabetismo dos portugueses, não tinha qualquer ideia de estado social, não gostava dos muçulmanos, era cristão, não queria saber do princípio da não-violência pois ainda incentivava os seus homens no campo de batalha, pediu ajuda aos cruzados para tomar Lisboa ou seja a esses malandros sem respeito pelos habitantes da Palestina, tinha uma barba sem respeito pelo modelo de Lenine ou mesmo de Marx, casou e teve filhos mantendo o modelo tradicional de família (que horror), não pedia dinheiro emprestado para o reino ditando ao mesmo tempo condições aos credores.
Realmente Leme vir lembrar um Homem destes, ” é pá você está OUT”
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eh, agora é claro, o petróleo vaga em ondas enormes à volta daquele cabo carvoeiro, dali às berlengas e volta até peniche, e nós julgávamos que era água salgada
e vai ser bom para o país, que é dizer para os donos da Galp, mas é sempre uma honra falarem de nós lá fora a propósito da alta e baixa do crude, como de algum derrame que se veja
que é o pior, a havê-lo, com desaire para aqueles areais e rochas, como para a gente ribeirinha e o marisco
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e já o leme ama d. afonso henriques e tem que se ele não existisse nem haveríamos nós, esta gente, incluso socialistas, com o que o leme era feliz, parece, e porém nem leme haveria, caso para se dizer com a raposa em “O Principezinho”, a perfeição não existe
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Toda a gente sabe que D.Afonso Henriques era socialista.
Nacionalizava tudo o que encontrava à sua volta.
O «Leme» aqui, como é habitual, faz figura de urso.
Mas como ontem foi o Dia Mundial do Animal, o visado está absolvido.
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Arlindo
Ò Arlindo desculpe mas o Afonso não era Socialista; ele por acaso pediu dinheiro ao FMI?
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O Lenine também não pedia, confiscava.
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Arlindo
O Afonso ainda gastava energia no campo de Batalha ou seja conquistava, agora o Lenine
confiscava, as palavras são parecidas mas o seu significado é profundamente diferente.
Já agora um pouco mais a sério, o FMI foi criado em 1944, e tornou-se tradição em Portugal
os pedidos de auxílio serem feitos pelos primeiros-ministros socialistas (melhor dizendo lideres do PSP). Curiosamente o último até disse que não governaria sob a tutela da dita organização mas logo se arrependeu e candidatou-se a primeiro sob a tutela da mesma.
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Hoje, 5 de Outubro, dia da implantação da República, Sua Alteza abre os portões do Palácio de Belém ao povo, num gesto de verdadeira abnegação, para que o dito povo veja com os seus olhos os Jardins do Palácio, e consiga ter um vislumbre de como vivem aqueles que democraticamente elegemos. Parece que até mostrou alguns tesouros do Palácio e foi avisando que “acabaram os tempos de ilusões” e vêm aí mais sacrifícios para o povo.
Como estou no norte do país, não tendo possibilidade de ser também recebido, peço aos súbditos de Lisboa que me contem o que viram e ouviram na sua visita. Ficarei assim mais reconfortado com os novos sacrifícios que me pedem.
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Mário Soares pediu a vinda do FMI pela 2ª vez (em 1983) depois da bancarrota Balsemão, ou seja depois do estiolanço dos governos da AD (1979-1983) sendo primeiros-ministros Sá-Carneiro e Francisco Pinto Balsemão, sendo Ministros das Finanças, Cavaco Silva e João Salgueiro.
A bem da verdade.
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Tina , eu não sei se esse artigo que linka é ciência de vão de escada , mas sei que aquela que dizem que não é de todo descobriu os neutrinos ( tadinho do einstein ) e até cientistas muito a sério , daqueles que fazem humor com percepção extra sensorial , avançam a ideia de viajar atrás no tempo :)) cromos. e também sei que mitos não são exclusivos dos tempos “atrasados” , os de agora são apenas mais elaborados de forma a também ganhar dinheiro e não só a atemorizar os crentes . não me admirava nada que oil não fosse de origem fóssil e que oil fosse antes fezes da Terra , sempre a sair…má notícia prós especuladores , sem dúvida.
uma pena que já não haja cientistas fora da alçada do poder político e financeiro : mesmo que haja oil a pontapé é deus que o manda a conta gotas , isso e os trovões , e se o oil acaba é mad max que vem aí.
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Esta é engraçada… A primeira vez que ouvi falar em petróleo no mar português tinham uns 9 ou 10 anos, back in 1975/76…
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Há petróleo no Beato.
Vem mesmo a calhar quando o PR veio novamente pedir mais sacrifícios….
Isto anda tudo ligado…
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Tolstoi era um bom homem que morreu dr parvoíce, Será que o Tolstoi que anda por aqui a arengar é descendente do dito e é parvo por hereditariedade?
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“desculpe mas o Afonso não era Socialista”
.
Tolstoi, até fez o Afonso estremecer na sepultura.
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EhEhEhEh.
Agora que descobriram petróleo em Portugal vamos finalmente cumprir a nossa História.
Comprar Cadillacs, R.R., Bentleys e azeiteirices do género.
Basta de Mercedes e BMW.
Temos de ter carros decentes.
A Isabel dos Santos que se coza.
Vá comprar saldos para o Corte Inglês.
Finalmente vamos mandar nos alemães, Finlandeses e outros povos esquisitos.
Ó Jardim já podes alcatifar a Madeira.
Tu tinhas razão.
Bem ajas.
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Esqueci-me de dizer que o petróleo português não faz nódoa e pode ser comestível (desde que não em excesso).
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porreiro … vamos ter petroleo
significa que vamos pagar mais pela gasolina
com as eolicas foi a mesma coisa : aumentou a electricidade
Salazar qdo lhe disseram haver petroleo em Angola disse mais ou menos isto : só me faltava mais isto , estamos desgraçados ( viu-se … agora andamos a rastejar perante quem matou portugueses civis e militares … mas na maior … por um prato de lentinhas o tuga vende-se a qq um … a vergonha acabou )
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Leme
Não compreendeu a ironia do texto que escrevi, pois não, que curiosamente era a seu favor.
Quanto a questões de compreensão nada posso fazer, a massa cinzenta não se vende.
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