Isso foi no tempo das vacas gordas em que nos davam a fundo perdido muito dinheirinho. Agora que já não somos o bom aluno levamos porrada e damos nós os juros.
.
Os Veternaos de Guerra e os militares começam também a meter-se ao barulho ?
.
Thomas is a 24-year-old Marine Veteran (2 tours in Iraq), he currently plays amateur football and is in college.
Thomas comes from a long line of people who sacrifice for their country:
Mother, Army Veteran (Iraq), Step father, Army, active duty
(Afghanistan), Grand father, Air Force veteran (Vietnam), Great Grand
Father Navy veteran (World War II).
.
[Occupytimessquare] 1 Marine vs. 30 Cops (Marine Wins)
Em 1987 a 1990 existia crédito
–
Não existia não. Quanta gente é que em 1992 tinha carro? Quem não se lembra das estradas cheias de buracos, autocarros velhos a cair de podres, escolas frias e sem grandes condições, ordenados bem mais baixos. De repente tudo muda: não há família cujo membro maior não tenha carro, as estradas melhoraram como de o dia para a noite, as escolas (algumas) parecem palácios, os ordenados subiram substancialmente.
Pergunto: esta melhora espontânea foi proporcional ao aumento do nosso PIB? Obviamente que não. Foi do crédito. Algum dia viria a conta para pagar.
Porque os USA não conseguem criar muito emprego? Falta de mão-de-obra qualificada.
.
. http://balancedscorecard.blogspot.com/2011/10/outra-forma-de-by-pass-ao-pais.html
.
.
Portugal ainda vai a tempo de mudar e fazer um enorme esforço com as associações empresariais e prover mão-de-obra qualificada. Não se pode pensar que o tradicional desenrasca chega.
.
.
As mudanças nas condições económicas mundiais exigem cada vez mais mão-de-obra qualificada para que determinadas actividades industriais floresçam. Não apenas a nível dos quadros superiores mas sobretudo médios. Desde serralheiros, electricistas, mecánicos, picheleiros, etc. É bom que Portugal mude o seu sistema de ensino, onde as associações empresariais tenham uma palavra a dizer, sob pena de parte da nossa juventude chegar ao final do 12º ano e não ter mesmo qualquer qualificação profissional, como acontece hoje frequentemente.
Não pior cego do que aquele que não quer ver. Para algumas pessoas, o crescimento do PIB, durante os governos do Cavaco, não pode ser-lhe minimamente creditado, tem que haver outra qualquer explicação: dinheiros da CEE, crédito em abundância, etc., etc. Que lhes havemos de fazer?
Mas a gordura do Estado era isto? Eu pensava que se estavam a referir aos institutos, desperdícios, custos intermédios, carros e camionetas dos ministros e gestores, etc. Poré, fiquei a saber agora que o Passos, Catroga, Relvas, Moedas e outros laranjas quando falavam em gorduras do Estado estavam a olhar para os vencimentos dos funcionários públicos. Diziam que era fácil acabar com institutos e poupar não sei quantos milhões, que era fácil reduzir nos desperdícios da saúde e poupar cerca de 6 milhões de €, que era facílimo cortar nas despesas intermédias do Estado e poupar outros tantos milhões, enfim, quando estavam na oposição era fácil cortrea em tudo. Aumentar impostos era impossível porque estavam no limte admissível e cortar o décimo terceiro mês um disparate. A TSU era a grande solução, a grande panaceia, que o PSD quando no Governo iria de imediato implementar para dar força à economia e criar empregos. Contudo, quando chegou ao Governo o PSD fez tudo ao contrário do que promenteu: começou com o disparate de cortar no décimo terceiro mês; continuou com o imposível aumento de impostos; prosseguiu com o corte do subsídio de férias e décimo terceiro mês; de novo aumento de impostos. Esqueceu-se da TSU e das gorduras do Estado. Conclusão: fez tudo ao contrário do que prometeu. Portanto: MENTIU.
Verifica-se que a desvalorização do escudo ajudou ao crescimento económico nesse periodo.
A partir de 1993 e com uma politica de escudo forte e entrada no Euro o crescimento económico é muito menor, aliás o mesmo aconteceu emvários outros países .
1990?
Ainda não tinha reaparecido o Mandarim,
que os europeus e americanos tinham adormecido.
Agora, com o acordar da China, é tarde.
Empobrecendo pouco alegremente,
mas continua e inexoravelmente.
A luta continua e a derrota é certa.
bem , está claro que , se entretanto não morrermos , hipótese a considerar , à austeridade se seguirá o crescimento. é fácil crescer a partir do 0 , não é ? a seguir às guerras , por exemplo , aquilo é que é crescer!! esse gráfico é la palice.
“Em 1987 a 1990 existia crédito”
-Pois ficámos ricos com o crédito desde 2000 até hoje não foi?
Não é o crédito que faz a riqueza.
São as ideias correctas.
Despejar dinheiro não resolve nada sem ideias.
.
-O crescimento de dos anos 80 foi a reconstrução após a destruição provocada pela esquerda do 25 de Abril. O que havia a fazer era relativamente simples.
Foi uma fase liberalizadora. Acabou-se com a TV única, só isso deu muita embalagem e confiança.
Aliás a extrema esquerda vai fazer uma escolha brevemente: pode redimir-se da destruição económica causada no 25 de Abril ou repetir a receita.
.
“Agora, com o acordar da China, é tarde.
Empobrecendo pouco alegremente,
mas continua e inexoravelmente.”
-Um país de 10 milhões pessoas não consegue fazer nada que interesse 7 000 milhões pessoas?
Se tal for verdade as pessoas desse país de 10 milhões devem começar a olhar muito seriamente para o que anda a fazer. A começar na escola e na educação que os media dão às crianças e aos pais…
Resposta a Pinto 07.11,
.
“Quanta gente é que em 1992 tinha carro? Quem não se lembra das estradas cheias de buracos, autocarros velhos a cair de podres, escolas frias e sem grandes condições, ordenados bem mais baixos
Pergunto: esta melhora espontânea foi proporcional ao aumento do nosso PIB? Obviamente que não. Foi do crédito. Algum dia viria a conta para pagar”.
.
A Banca Europeia deu crédito às toneladas aos Portugueses para fabricar novos Consumidores artificiais que comprassem os produtos que exportam. Não foi apoio aos Portugueses que fizeram papel de paus de cabeleira. Foi para se ajudarem a eles próprios, não fecharem fabricas (automoveis, maquinarias, energias solares, comboios, armamento, submarinos, telemoveis etc etc) e serviços (softwares etc), não terem desemprego, para apresentarem ao resto do Mundo com ‘sucessos e nações poderosas’.
.
Quando esgotaram a sua capacidade de dar crédito entrou-se nas crises e austeridades ….. mas primeiro os novos consumidores artificiais que fabricaram. Eles nunca têm culpa nenhuma nem são os principais responsáveis de nada. Ora bem.
.
Resta-nos fazermos-nos à vida. Abandonar estas tretas da troika que não levam a lado nennum. O que ficou dos apoios da União Europeia ? Principalmente dividas. Era para Consumir não era para instalar Produção sustentada.
.
Há mais Mundo além da Europa. Com ‘solidariedades, uniões e amigos de peniche destes’ não nos safamos. A menos que se dê um ‘milagre’ na UE embora a oportunidade até já tivesse passado.
.
Esses anos de 1987 a 1989, de grande crescimento economico era quando o Cavaco estava a destruir ” a industria, a agricultura e as pescas” portuguesas, como dizem os comentadores iluminados que só debitam asneiras? Penso eu de que!
.
Sou um fã do Ministro das Finanças e da Economia. Fico sempre embasbacado com esta gente da cátedra da sebenta&dacabula. É que adoro mesmo. É um fascinio com um sonho.
.
Estes ‘Mr’ a abrir Empresas e a criarem Empregos, a lutarem contra as fantasias dos Fiscos e S Sociais, a esfarraraperem-se para no fim do mês pagarem ordenados a quem se olha para a cara e se vê filhos, educação, saúde, casa etc para pagar. Porque não lhe dão a oportunidade. Este Estado é um son of bitch. Não deixa esta gente de alto gabarito salvar o País no duro, onde dói, a criarem Empresas independentes dos favores do estado ? Estão concerteza super revoltados. Até querem tanto.
.
Mas há uma que não percebo:
.
então o ‘elite’ conclui assim “não se sabe com precisão o que vai acontecer”. Pergunta: se não sabe o que vai acontecer como é que se atreve ‘catedraticamente’ a proibir e obrigar um País inteiro com austeridades e tretas que segundo ele são a solução ?
.
Concerteza não estão a bater bem da mioleira. Se não sabem o resultado como é que se arrogam ‘à caga-sentenças dos alfarrábios’ tal qual analfabetos chapados a obrigar a fazer aquilo que nem sabem os resultados ?
.
expliquem-me melhor que darei a mão à palmatória. esta contradição é politicamente explosiva.
.
Também queriam fazer um PREC. O bota-abaixo. Mais vingança que alta capacidade de lider ou estadistas.
.
Saiama de fininho. Está em curso a revolta das panificadoras que despachou a 1ª republica aliada à revolta duns que tais que despacharam a 2ª Republica. Portugal é um país ‘esquisito’. Ele há cada coisa.
.
Claro isto é um romance. Nada de real.
.
Post Sriptum: ouvi por aí dizer que as Empresas vão depositar num contentor TIR as chaves das Empresas no Terreiro do Paço para ps Ministérios da Economia e das Finanças com o seu alto Conhecimento ficarem com elas para as não deixarem falir com as medidas que dizem que resolvem para o EMPREGO ser um MUST em Portugal.
.
Os portugueses sofrem de inumerocracia e de iliteracia economico-financeira e social . Sáo assim fáceis de enganar . A televisão é a Biblia Sagrada deste Povo . Telenovelas e futebol . Assim o povão fala de politica e partidos como quem fala de futebol … E ainda não percebeu porque nasce e porque morre (alguns até morrem à nascença…) .
Assim também não percebem que a nossa(impura) Democracia está inquinada de imensas irracionalidades .
Ela é incapaz de resolver a crise em que nos debatemos.
E este povão vai sentir na pele uma Ditadura “democrática”
para a qual os seus cromosomas parecem estar há muito tempo virados .
E assim continuaremos a meter um papel no errado buraco e falar de PS’s PPD’s e quejandos … sem já conseguirmos ver as rotas solas dos nossos sapatos .
E felizes aqueles que já não têm sapatos …
Creio que o anti-comuna está muito errado ou, pelo menos, muito baralhado. Porque é que os USA têm mão-de-obra tão qualificada desde a medicina à construção passando pelo desenvolvimento científico e toda a industria em garal?
Não querendo ser desmancha-prazeres, até 92 só a inflação eram pelo menos 10% sendo mesmo de 20% em 85 e pior ainda no ano anterior… já para não falar do “crescimento” estar em escudos e cada escudo ter variado substancialmente de valor nesse período.
Sobre o pobre Passos ter mentido, evidentemente que em retrospectiva mentiu.
Mas o mais triste nisso tudo é a ignorância de um povo que até para lhe conseguirem meter as contas em ordem tem que ser enganado.
Podíamos sempre continuar a chamar “Democracia” a sucessivos gangs de políticos irresponsáveis prometerem e gastarem cada vez mais na caça ao precioso voto. Podíamos decretar um 15º mês para todos, reformas por inteiro aos 50 anos, salários mínimos de 1000 euros e subsídios de desemprego equivalentes. Tudo o que gastámos em PPP’s ruinosas, a safar os alegres accionistas do BPN, em milhares de obras sobrefacturadas nos últimos anos podia perfeitamente ter sido gasto nestas regalias adicionais.
Até quando?
Até Maio passado.
Porque objectivamente o Estado faliu em Maio passado e mesmo o “luxo” de a generalidade das pessoas só se ir aperceber disso ao longo de 2012 e 2013 é algo que só nos é permitido por pertencermos à União Europeia.
E como bem diz o governador do Banco de Portugal, em 2014 a nossa dívida acumulada ainda será monstruosa. Se até lá conseguirmos que o Estado aperte o cinto até ao ponto em que tenha mais receitas do que despesas, talvez a partir daí seja possível começar a reduzir um pouco a nossa dívida colectiva. Aos poucos. Durante 10 anos ou mais. E se entretanto a Europa tiver remendo e começar a crescer a sério, talvez tenhamos alguma ajuda nesse processo.
E talvez comecemos também a crescer. Mas o nosso crescimento só será verdadeiro quando deixar de ser proporcional ao quanto o Estado se consegue endividar e gastar. Vai depender de coisas saudáveis como o que conseguimos cada um de nós produzir, inventar, patentear, vender, etc. mais e melhor que os nossos concorrentes.
Qualquer outro caminho é pura e simplesmente mentira.
Por favor não se deixem enganar.
JM, o optimista.
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Isso foi no tempo das vacas gordas em que nos davam a fundo perdido muito dinheirinho. Agora que já não somos o bom aluno levamos porrada e damos nós os juros.
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Em 1987 a 1990 existia crédito
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Os Veternaos de Guerra e os militares começam também a meter-se ao barulho ?
.
Thomas is a 24-year-old Marine Veteran (2 tours in Iraq), he currently plays amateur football and is in college.
Thomas comes from a long line of people who sacrifice for their country:
Mother, Army Veteran (Iraq), Step father, Army, active duty
(Afghanistan), Grand father, Air Force veteran (Vietnam), Great Grand
Father Navy veteran (World War II).
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[Occupytimessquare] 1 Marine vs. 30 Cops (Marine Wins)
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Ora vejam lá bem quem sacou a guita?…
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Em 1987 a 1990 existia crédito
–
Não existia não. Quanta gente é que em 1992 tinha carro? Quem não se lembra das estradas cheias de buracos, autocarros velhos a cair de podres, escolas frias e sem grandes condições, ordenados bem mais baixos. De repente tudo muda: não há família cujo membro maior não tenha carro, as estradas melhoraram como de o dia para a noite, as escolas (algumas) parecem palácios, os ordenados subiram substancialmente.
Pergunto: esta melhora espontânea foi proporcional ao aumento do nosso PIB? Obviamente que não. Foi do crédito. Algum dia viria a conta para pagar.
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E capaz de “interpretar” este gráfico caro JM, interprete!, interprete!

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Tempos de ´vacas gordas´e de subsídios comunitários a rodos…
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http://economia.publico.pt/Noticia/ocde-preve-que-irlanda-retome-o-crescimento-ja-este-ano-1516535
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Porque os USA não conseguem criar muito emprego? Falta de mão-de-obra qualificada.
.
.
http://balancedscorecard.blogspot.com/2011/10/outra-forma-de-by-pass-ao-pais.html
.
.
Portugal ainda vai a tempo de mudar e fazer um enorme esforço com as associações empresariais e prover mão-de-obra qualificada. Não se pode pensar que o tradicional desenrasca chega.
.
.
As mudanças nas condições económicas mundiais exigem cada vez mais mão-de-obra qualificada para que determinadas actividades industriais floresçam. Não apenas a nível dos quadros superiores mas sobretudo médios. Desde serralheiros, electricistas, mecánicos, picheleiros, etc. É bom que Portugal mude o seu sistema de ensino, onde as associações empresariais tenham uma palavra a dizer, sob pena de parte da nossa juventude chegar ao final do 12º ano e não ter mesmo qualquer qualificação profissional, como acontece hoje frequentemente.
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Não pior cego do que aquele que não quer ver. Para algumas pessoas, o crescimento do PIB, durante os governos do Cavaco, não pode ser-lhe minimamente creditado, tem que haver outra qualquer explicação: dinheiros da CEE, crédito em abundância, etc., etc. Que lhes havemos de fazer?
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Estamos a caminho de uma nova ordem social: revolta contra o capitalismo concentrado e demolidor.
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Mas a gordura do Estado era isto? Eu pensava que se estavam a referir aos institutos, desperdícios, custos intermédios, carros e camionetas dos ministros e gestores, etc. Poré, fiquei a saber agora que o Passos, Catroga, Relvas, Moedas e outros laranjas quando falavam em gorduras do Estado estavam a olhar para os vencimentos dos funcionários públicos. Diziam que era fácil acabar com institutos e poupar não sei quantos milhões, que era fácil reduzir nos desperdícios da saúde e poupar cerca de 6 milhões de €, que era facílimo cortar nas despesas intermédias do Estado e poupar outros tantos milhões, enfim, quando estavam na oposição era fácil cortrea em tudo. Aumentar impostos era impossível porque estavam no limte admissível e cortar o décimo terceiro mês um disparate. A TSU era a grande solução, a grande panaceia, que o PSD quando no Governo iria de imediato implementar para dar força à economia e criar empregos. Contudo, quando chegou ao Governo o PSD fez tudo ao contrário do que promenteu: começou com o disparate de cortar no décimo terceiro mês; continuou com o imposível aumento de impostos; prosseguiu com o corte do subsídio de férias e décimo terceiro mês; de novo aumento de impostos. Esqueceu-se da TSU e das gorduras do Estado. Conclusão: fez tudo ao contrário do que prometeu. Portanto: MENTIU.
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Verifica-se que a desvalorização do escudo ajudou ao crescimento económico nesse periodo.
A partir de 1993 e com uma politica de escudo forte e entrada no Euro o crescimento económico é muito menor, aliás o mesmo aconteceu emvários outros países .
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1990?
Ainda não tinha reaparecido o Mandarim,
que os europeus e americanos tinham adormecido.
Agora, com o acordar da China, é tarde.
Empobrecendo pouco alegremente,
mas continua e inexoravelmente.
A luta continua e a derrota é certa.
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bem , está claro que , se entretanto não morrermos , hipótese a considerar , à austeridade se seguirá o crescimento. é fácil crescer a partir do 0 , não é ? a seguir às guerras , por exemplo , aquilo é que é crescer!! esse gráfico é la palice.
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Confundir crescimento na segunda metade da década de 80, com massivas transferências da CEE, gastas em cimento, parece-me simplório e bacoco.
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Convém não esquecer outra coisa: tudo isso foi anterior ao BPN e ao BPP:
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“Em 1987 a 1990 existia crédito”
-Pois ficámos ricos com o crédito desde 2000 até hoje não foi?
Não é o crédito que faz a riqueza.
São as ideias correctas.
Despejar dinheiro não resolve nada sem ideias.
.
-O crescimento de dos anos 80 foi a reconstrução após a destruição provocada pela esquerda do 25 de Abril. O que havia a fazer era relativamente simples.
Foi uma fase liberalizadora. Acabou-se com a TV única, só isso deu muita embalagem e confiança.
Aliás a extrema esquerda vai fazer uma escolha brevemente: pode redimir-se da destruição económica causada no 25 de Abril ou repetir a receita.
.
“Agora, com o acordar da China, é tarde.
Empobrecendo pouco alegremente,
mas continua e inexoravelmente.”
-Um país de 10 milhões pessoas não consegue fazer nada que interesse 7 000 milhões pessoas?
Se tal for verdade as pessoas desse país de 10 milhões devem começar a olhar muito seriamente para o que anda a fazer. A começar na escola e na educação que os media dão às crianças e aos pais…
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Resposta a Pinto 07.11,
.
“Quanta gente é que em 1992 tinha carro? Quem não se lembra das estradas cheias de buracos, autocarros velhos a cair de podres, escolas frias e sem grandes condições, ordenados bem mais baixos
Pergunto: esta melhora espontânea foi proporcional ao aumento do nosso PIB? Obviamente que não. Foi do crédito. Algum dia viria a conta para pagar”.
.
A Banca Europeia deu crédito às toneladas aos Portugueses para fabricar novos Consumidores artificiais que comprassem os produtos que exportam. Não foi apoio aos Portugueses que fizeram papel de paus de cabeleira. Foi para se ajudarem a eles próprios, não fecharem fabricas (automoveis, maquinarias, energias solares, comboios, armamento, submarinos, telemoveis etc etc) e serviços (softwares etc), não terem desemprego, para apresentarem ao resto do Mundo com ‘sucessos e nações poderosas’.
.
Quando esgotaram a sua capacidade de dar crédito entrou-se nas crises e austeridades ….. mas primeiro os novos consumidores artificiais que fabricaram. Eles nunca têm culpa nenhuma nem são os principais responsáveis de nada. Ora bem.
.
Resta-nos fazermos-nos à vida. Abandonar estas tretas da troika que não levam a lado nennum. O que ficou dos apoios da União Europeia ? Principalmente dividas. Era para Consumir não era para instalar Produção sustentada.
.
Há mais Mundo além da Europa. Com ‘solidariedades, uniões e amigos de peniche destes’ não nos safamos. A menos que se dê um ‘milagre’ na UE embora a oportunidade até já tivesse passado.
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Esses anos de 1987 a 1989, de grande crescimento economico era quando o Cavaco estava a destruir ” a industria, a agricultura e as pescas” portuguesas, como dizem os comentadores iluminados que só debitam asneiras? Penso eu de que!
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Sou um fã do Ministro das Finanças e da Economia. Fico sempre embasbacado com esta gente da cátedra da sebenta&dacabula. É que adoro mesmo. É um fascinio com um sonho.
.
Estes ‘Mr’ a abrir Empresas e a criarem Empregos, a lutarem contra as fantasias dos Fiscos e S Sociais, a esfarraraperem-se para no fim do mês pagarem ordenados a quem se olha para a cara e se vê filhos, educação, saúde, casa etc para pagar. Porque não lhe dão a oportunidade. Este Estado é um son of bitch. Não deixa esta gente de alto gabarito salvar o País no duro, onde dói, a criarem Empresas independentes dos favores do estado ? Estão concerteza super revoltados. Até querem tanto.
.
Mas há uma que não percebo:
.
então o ‘elite’ conclui assim “não se sabe com precisão o que vai acontecer”. Pergunta: se não sabe o que vai acontecer como é que se atreve ‘catedraticamente’ a proibir e obrigar um País inteiro com austeridades e tretas que segundo ele são a solução ?
.
Concerteza não estão a bater bem da mioleira. Se não sabem o resultado como é que se arrogam ‘à caga-sentenças dos alfarrábios’ tal qual analfabetos chapados a obrigar a fazer aquilo que nem sabem os resultados ?
.
expliquem-me melhor que darei a mão à palmatória. esta contradição é politicamente explosiva.
.
Também queriam fazer um PREC. O bota-abaixo. Mais vingança que alta capacidade de lider ou estadistas.
.
Saiama de fininho. Está em curso a revolta das panificadoras que despachou a 1ª republica aliada à revolta duns que tais que despacharam a 2ª Republica. Portugal é um país ‘esquisito’. Ele há cada coisa.
.
Claro isto é um romance. Nada de real.
.
Post Sriptum: ouvi por aí dizer que as Empresas vão depositar num contentor TIR as chaves das Empresas no Terreiro do Paço para ps Ministérios da Economia e das Finanças com o seu alto Conhecimento ficarem com elas para as não deixarem falir com as medidas que dizem que resolvem para o EMPREGO ser um MUST em Portugal.
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Trinta e três: «tudo isso foi anterior ao BPN e ao BPP:»
E também à crise e ao Sócrates.
R.
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Os portugueses sofrem de inumerocracia e de iliteracia economico-financeira e social . Sáo assim fáceis de enganar . A televisão é a Biblia Sagrada deste Povo . Telenovelas e futebol . Assim o povão fala de politica e partidos como quem fala de futebol … E ainda não percebeu porque nasce e porque morre (alguns até morrem à nascença…) .
Assim também não percebem que a nossa(impura) Democracia está inquinada de imensas irracionalidades .
Ela é incapaz de resolver a crise em que nos debatemos.
E este povão vai sentir na pele uma Ditadura “democrática”
para a qual os seus cromosomas parecem estar há muito tempo virados .
E assim continuaremos a meter um papel no errado buraco e falar de PS’s PPD’s e quejandos … sem já conseguirmos ver as rotas solas dos nossos sapatos .
E felizes aqueles que já não têm sapatos …
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/nao-e-possivel-conciliar-austeridade-com-crescimento-diz-ulrich=f681395#ixzz1b9Ikny18
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Creio que o anti-comuna está muito errado ou, pelo menos, muito baralhado. Porque é que os USA têm mão-de-obra tão qualificada desde a medicina à construção passando pelo desenvolvimento científico e toda a industria em garal?
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Não querendo ser desmancha-prazeres, até 92 só a inflação eram pelo menos 10% sendo mesmo de 20% em 85 e pior ainda no ano anterior… já para não falar do “crescimento” estar em escudos e cada escudo ter variado substancialmente de valor nesse período.
Sobre o pobre Passos ter mentido, evidentemente que em retrospectiva mentiu.
Mas o mais triste nisso tudo é a ignorância de um povo que até para lhe conseguirem meter as contas em ordem tem que ser enganado.
Podíamos sempre continuar a chamar “Democracia” a sucessivos gangs de políticos irresponsáveis prometerem e gastarem cada vez mais na caça ao precioso voto. Podíamos decretar um 15º mês para todos, reformas por inteiro aos 50 anos, salários mínimos de 1000 euros e subsídios de desemprego equivalentes. Tudo o que gastámos em PPP’s ruinosas, a safar os alegres accionistas do BPN, em milhares de obras sobrefacturadas nos últimos anos podia perfeitamente ter sido gasto nestas regalias adicionais.
Até quando?
Até Maio passado.
Porque objectivamente o Estado faliu em Maio passado e mesmo o “luxo” de a generalidade das pessoas só se ir aperceber disso ao longo de 2012 e 2013 é algo que só nos é permitido por pertencermos à União Europeia.
E como bem diz o governador do Banco de Portugal, em 2014 a nossa dívida acumulada ainda será monstruosa. Se até lá conseguirmos que o Estado aperte o cinto até ao ponto em que tenha mais receitas do que despesas, talvez a partir daí seja possível começar a reduzir um pouco a nossa dívida colectiva. Aos poucos. Durante 10 anos ou mais. E se entretanto a Europa tiver remendo e começar a crescer a sério, talvez tenhamos alguma ajuda nesse processo.
E talvez comecemos também a crescer. Mas o nosso crescimento só será verdadeiro quando deixar de ser proporcional ao quanto o Estado se consegue endividar e gastar. Vai depender de coisas saudáveis como o que conseguimos cada um de nós produzir, inventar, patentear, vender, etc. mais e melhor que os nossos concorrentes.
Qualquer outro caminho é pura e simplesmente mentira.
Por favor não se deixem enganar.
Boa batalha a todos.
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