“só se desilude quem tem ilusões”
3 Novembro, 2011
Está aqui a segunda parte do meu artigo com o título em epígrafe, publicado no site da OrdemLivre.org. A primeira parte pode ser lida aqui.
10 comentários
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Está aqui a segunda parte do meu artigo com o título em epígrafe, publicado no site da OrdemLivre.org. A primeira parte pode ser lida aqui.
Gostei muito do artigo.
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Agora so falta conseguir explicar que para existir um liberalismo do tipo classico estavel, e necessario uma intervencao do estado na economia conforme o preconizado por Keynes.
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Este governo nunca me desiludiu.
Quem é que se iludiu com um um «governo» do Sr. Passos Coelho, que não percebe nada de nada?
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O Okavango também procura novos caminhos, mas não há maneira de chegar ao oceano.
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como poderia um mercado livre e desregulado funcionar num estado cheio de craps? Por favor Rui, pense melhor!
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“(…) Não é preciso concordar com toda a teoria de Oppenheimer sobre a origem de Estado para perceber que este irá sempre ser sinônimo de coerção, de força. Enquanto o meio econômico é o meio das trocas voluntárias entre indivíduos, o meio político é o meio da imposição através do monopólio do uso da força. Quando estudamos casos históricos de Estados e suas origens, esta noção fica mais clara ainda. Portanto, o ideal será sempre tentar reduzir ao máximo possível a esfera política, o poder do Estado e seu escopo, cedendo o máximo de espaço possível ao meio econômico, pacífico por definição. Qual é este limite para a ação do Estado é algo que está aberto ao debate, mas somente um ódio muito grande da liberdade pode explicar a defesa de um tamanho acima do mínimo possível para garantir a paz e a ordem, assim como as liberdades individuais. Se Estado é
força e sua origem está na conquista, defender o menor tamanho possível para este “monstro” é dever de todos aqueles que amam a liberdade.
Rodrigo Constantino “
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rui.a
Gostaria muito que apontasse o sistema que melhor de adequaria a Portuga.
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Pois. Tal como se esperava o rui.a não respondeu à quetão que lhe coloquei.
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Em suma, o Rui A. aceita que Al Capone governe a cidade, mas deseja apenas que ele se porte benzinho e não cometa (muitos) massacres. É isso?
Ah, pois!… não existem alternativas, não é?
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Livre mercado em Portugal…
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http://economico.sapo.pt/noticias/optimus-admite-subir-precos-se-o-sector-acompanhar_130595.html
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Tamêm áxo.Kerçe dzêri,áxo co rui a. continua a dárnus cábo dus córnos ca pôrra do liberalismu. Na á cu caguente,xiça!
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