Que Drummond me perdoe
27 Novembro, 2011
Pedro negociava com Aníbal que negociava com António
que negociava com José que negociava com Mário que negociava com Carvalho & Proença
que supostamente não negociavam com ninguém.
Pedro foi para casa, Aníbal para história, António desapareceu sem deixar rasto,
José nunca acabou filosofia, Mário derrotado gritou vitória,
Carvalho & Proença ficaram a arrumar o salão de festas e quem riu foi um tal centrão
que não tinha entrado na história.
Ps. A RTP cobriu o evento com uma linda gala.
10 comentários
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Não tem um gráfico com isso?
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Excelente post! Parabéns!
(Gostei especialmente do caso da nova força de bloqueio, dita Aníbal… Quem diria?)
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E a Helena, a mais inspirada, divertia quem a lia.
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A luta continua.
O Centrão vencerá.
Mais Seguro menos seguro.
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Não morre ninguém de desastre, como na quadrilha?
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Um engraçado “plágio” de Drumond de Andrade, que não deixa contudo de encerrar uma grande verdade.
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Uau! Excelente! O post do ano!
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Um pais de mercadores de ideologias. Todos negociam e vão retirando o dizimo mas ninguém produz.
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Um País. Uma Nação.
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O totó do Seguro está a colaborar na chacina dos portugueses.
Não auguro grande futuro a este pateta!
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