Choques e indignações
18 Dezembro, 2011
Estes “vidrinhos de cheiro” indignam-se e chocam-se com a realidade. Recusam-se a encará-la ou a aceitá-la, para eles não existem a regressão demográfica nem as restrições orçamentais. Acham que o emprego é um direito a ser garantido pelo Estado, não concebem que isso acabou em definitivo e que hoje o trabalho tem de ser procurado onde exista ou criado pelo próprio. Nem tão pouco interiorizaram que um mundo globalizado requer um nível de mobilidade algo superior à deslocação quotidiana para o concelho vizinho.
Ou então estão conscientes disto tudo, mas a sua linguagem não vai além do “politiquês”, “sindicalês” ou “aparelhês”. Foram toda a vida formatados para garantir, prometer, oferecer, jamais a sugerir esforço ou assumpção de riscos.
51 comentários
leave one →

Passos Coelho dá um óptimo conselho individual aos professores ao mesmo tempo que faz um péssimo trabalho como PM. Ao permitir-se sugerir publicamente a emigração aos licenciados deste país está a mostrar que não tem qualquer plano para recuperar o país nem acredita nisso. Quer apenas pagar as dívidas e deixar o país abandonado, como uma daquelas aldeias do interior, onde restam meia dúzia de velhos e uma ou duas crianças. Portugal merecia melhor do que isto no governo.
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É só a Bolha Especulativa na Educação a rebentar…
Muito dinheiro investido – cada vez mais a cada ano que passa -para cada vez mais mísero retorno.
Não vai ser só cá. A explosão vai ver-se em todo o Ocidente.
É o que acontece quando uma clique aristocrata de esquerda domina uma parte da economia com força do Estado por detrás.
Todos devem ser doutores sem saberem fazer contas de subtrair.
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CA,
Qual é o plano que cria emprego para professores?
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É verdade, Sr. LR.
Todo o «aparelhês» do PSD tomou conta dos organismos do Estado.
Não seria melhor que essa gente emigrasse, ou é verdade que eles não sabem fazer outra coisa, senão mamar à custa dos contribuintes?
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É uma pura questão de realismo. O País não suporta no seu estado actual toda a massa de licenciados, mestrados e doutorados que tem. Para eles a escolha é simples: Ficar e viver frustrado e possivelmente na miséria ou tentar realizar-se profissionalmente fora do pais. Pode ser em Espanha, França, Alemanha ou noutro sítio qualquer. Sair da zona de conforto. Sair da casinha dos país, enxugar as lágrimas e conhecer novas realidades. Esperar um lugarzinho no estado, um estágio da treta, uma bolsa de subsistência é algo que só pode ser almejado por quem não tem muito para dar nem a si, nem ao país. Eu fiz isso quando as coisas ainda estavam “aceitáveis”. Não me arrependo. Daria o conselho do PM a todos os que tendo habilitações o podem fazer. Ou isso ou o desemprego e a frustração. Não vim para um PALOP nem trabalho com a comunidade portuguesa. Cheguei, adaptei-me, sobrevivi e agora VIVO. Adoro o meu país e voltarei. Mas nos meus termos. Não nos termos que estes miseráveis partidos da oposição acham que temos de suportar. Só posso aplaudir Passos Coelho. Finalmente temos alguém que diz as coisas como elas são. Os que não gostam continuem a enterrar a cabeça na areia. Está quentinho…
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Essa dos “vidrinhos de cheiro” é de homem, foi forte. Mas desde quando é que um gajo é forçado, convidado, obrigado a abandonar o país? Desde que os adeptos da globalização decidiram que será assim? faz-se com o país o que se tem feito com o interior? até porque há sempre a hipótese de mudar de profissão. E, caso o douto escriba não saiba, há quem vá mais longe do que simplesmente para o concelho vizinho. Mas creio que isto tudo era evitável se existisse o cheque-ensino.
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palhaçada total !! basta vêr o numero de pessoas que estão a fugir já de Portugal…senão o desemprego ja estava em valores muito próximos dos espanhois…palhaçada total!! no Orçamento para 2012 o desemprego esta em 13,4% e este orçamento foi aprovado há dias atrás!!?? grande intrujice politica tal como o valor da recessão…esta merda vai mesmo rebentar…13,4% de desemprego…não admira que Portugal tenha chegado à situação a que se encontra, engana-se a ele próprio…
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João,
O cheque-ensino “fabrica” meninos para justificar mais professores?
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Se não se importam, a verdadeira questão é outra:
http://lishbuna.blogspot.com/2011/12/e-que-tal-fechar-as-escolas-superiores.html
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LR,
É claro que o cheque-ensino, não fabricando criancinhas, dará trabalho a mais professores. Pelo menos nas cabecinhas como a do João e a do Mário Nogueira. Como? Se os pais tiverem a possibilidade de escolher as escolas para onde mandarem os seus filhos, escolhem as com melhores condições e melhores professores. Inevitavelmente, muitos optarão por escolas privadas.
As escolas públicas continuarão a existir, mesmo com as salas de aulas às moscas, dando trabalho aos bons professores que preferem o sistema público e aos maus professores que não encontrem trabalho em escolas privadas (que poderão pagar melhor do que o sistema público já que, segundo parece, o custo médio por aluno no privado é menor do que no público).
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Tem que concordar que é uma ideia criativa.
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Profs emigrar? disparate… ainda se fossem trolhas, ou manobradores de máquinas, ou engenheiros ou cozinheiros, ou até mercenários… agora profes? Não… KORROR… esses são cá precisos para furmarem, ou frumarem nem sei bem, os que têm que emigrar…
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“Ao permitir-se sugerir publicamente a emigração aos licenciados”
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Se não há alunos você quer o quê?
Muitos mais professores deveriam ser despedidos uma vez que a Escola é o sítio onde houve menos ganhos de produtividade desde há 100 anos.
Você já se perguntou porque é que em toda a economia há ganhos de produtividade mas nas escolas não há. Pelo contrário.
Porque é que 100 anos depois a quantidade de anos na escola para ter a mesma competência em vez de diminuir aumentou? Ou seja a produtividade baixou?
Encontra alguma industria, actividade económica onde raio isto aconteceu e tenha sobrevivido?
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É contrastante o discurso extremamente realista de PPC com o discurso extremamente populista e dengoso do Inseguro. É óbvio que se não há alunos, ou os professores emigram ou fazem outra coisa qualquer.
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A alternativa a emigrarem é mudarem de profissão.
É claro que se os professores tivessem querido ser livres os melhores teriam tido oportunidade de demonstrar o seu valor ao mercado. Provavelmente o mercado aumentava com mais pessoas a darem mais valor à educação se esta fosse de melhor qualidade.
Mas preferiram ser parte de uma experiência soviética com sede no Kremlin da 5 de Outubro.
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Se um primeiro-ministro, como Sócrates, mente sistematicamente ao país, cai bem, é optimista, levanta-nos o moral. Se um primeiro-ministro diz a verdade ao país, cai a Sé, os Congregados e a Torre dos Clérigos…Que queriam que ele dissesse aos professores que ficaram desempregados e aos que vão ficar desempregados nos próximos anos, mercê da demografia e da falta de dinheiro? Acaso não lhes deu um bom conselho? Procurarem emprego nos Palops? Num país em que sempre se emigrou, é vergonha emigrar? Ou será que ser professor é uma “casta” superior, à parte que somos obrigados a sustentar, mesmo que não tenham trabalho? Já chega termos de sustentar o Mário Nogueira!
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Mas note-se ainda como a Esquerda que foi quem destruiu o Estado Social em Portugal destruiu aquilo que a Fenprof de esquerda diz defender: emprego de professores.
Os ataques culturais da Esquerda à Família -por ex: o aborto é mais subsidiado que muitas consultas de pediatria- asseguraram a destruição do ganha pão dos professores.
Mas não é só cultural o ataque da esquerda.
O próprio Estado Social ao Impostar quem trabalha a níveis cada vez mais altos impede a criação de famílias mais numerosas.
É como a víbora que come a própria cauda.
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vai imigrar tu ó pa!
cada um escolhe o seu próprio inferno, e o PPC escolheu a cona da tia
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O lucklucky, nos seus comentários, diz tudo o que há a dizer sobre o assunto. Muito bem.
Já estou a imaginar a receita socialista para a criação de empregos para os professores: reduzam-se as turmas a cinco alunos e já está. No fundo a receita socialista, dividir para multiplicar.
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Quando é que Passos Coelho emigra para o Kwanza Sul’
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E a culpa do excesso de professores é de quem esteve a governar Portugal até agora e não fez qualquer controlo da situação, ou se sabia, não quis dizer a verdade. Portanto, do Partido Socialista. E agora são os socialistas que se vêm mostrar indignados quando PPC diz que não há emprego para eles em Portugal. Estes socialistas são uns falsos, sempre a enganarem o povo.
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Entretanto os Britânicos já têm um plano de contigência para evacuar todos os súbditos de Sua Majestade, antes do colapso do euro.
Em Portugal, qualquer dia amanhecem com as contas congeladas, os aeroportos fechados e a tropa na rua.
Quem se poder safar, que se safe a tempo, pois o bicho vai pegar!…
E os professores que «cavem» daqui para fora antes que tenham de sair a salto do país! Passos Coelho dixit!
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Ora foda-se. Vem-me este estúpido com a merda do liberalismos e essas “cenas” todas de que todo o mundo deve ser independente, emancipado, e etc. e tal. Se perder um cliente até trinca os tomates, e se os clientes forem-se todos enforca-se ou pede ajuda a quem? Se não tiver o Estado quem vai tomar conta dele? A sopeira? Não consigo entender a preferencia em obedecer a um privado em vez de um colectivo. Deve ser pelos contos de Cavalaria.
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😦
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O problema não é que os professores continuem a ser professores mas sim que o governo esteja tão apressado em sugerir-lhes que resolvam o desemprego com a emigração.
Obviamente Passos Coelho, como muitos comentadores por aqui, não tem a menor ideia do que fazer para governar o país e refugia-se na suposta inevitabilidade de não fazer nada.
Parecem conceber as pessoas de forma completamente estática e parecem ser incapazes de compreender que um bom líder pode motivar a mudança. São os maus e péssimos lideres (daqueles que temos tido em Portugal) que se refugiam sistematicamente na impossibilidade de fazer seja o que for.
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Não. Em Portugal os líderes refugiam-se sistematicamente na capacidade de fazer por isso é que se arrogam da capacidade de nos endividar a todos e assim nos levar para a bancarrota.
O último começou com 90 mil milhões de Dívida Publica e acabou com 170 mil milhões.
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o A-C não anda por aí para comentar esta nova frente exportadora dos liberais tugas?
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O CA até deveria estar contente por o Passos Coelho ser incapaz de comprar votos com conversa bonita.
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Lembram-se da “Paíxão da Educação”? a seguir veio uma década de crescimento nulo.
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lucklucky
Líder é aquele que é capaz de conduzir os outros a objectivos comuns.
Por aqui chamamos líder ao chefe e muitas vezes o chefe é apenas quem naquele momento tem na mão o poder de distribuir o dinheiro.
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Concordo plenamente com a declaração! O mal destes novos professores (e de todos os recém licenciados) é a inércia que lhes assume a vida. Colocam a responsabilidade no Estado exigindo que seja o emprego e as boas condições do mesmo partam dele.. Os Portugueses têm de uma vez por todas de se consciencializarem que um certificado não basta (apesar de ser necessário e até benéfico)! Há procurar e trabalhar na procura para, aí sim, obter resultados. Se o mercado dos Professores está completamente lotado? Qual é a novidade? Choque? Restam duas possibilidades: ou mudam de ofício (ou de “vocação”, como preferirem) ou vão para o estrangeiro. Se são tão capazes e extraordinários como dizem ser só têm a ganhar. Pode ser que sejam finalmente reconhecidas as vossas aptidões…
Professores de sofá é que não fazem falta certamente.
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“Obviamente Passos Coelho, como muitos comentadores por aqui, não tem a menor ideia do que fazer para governar o país e refugia-se na suposta inevitabilidade de não fazer nada.”
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Mas não havendo alunos suficientes, como se pode dar trabalho aos professores? Qual é a solução que sugere?
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mais vidrinhos de cheiro, agora no Arrastão, um inimigo de estimação dos liberais tugas:
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“O desemprego é infelizmente uma realidade há vários anos nesta área e a situação não irá melhorar. Certamente nunca a curto prazo. Mas as claques que têm vindo a reagir de forma indignada, muitos dos quais nem sequer se deram ao trabalho de lerem o que realmente Pedro Passos Coelho disse, denota que em Portugal há uma série de pessoas que prefere que os políticos mintam.”
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(…) Este tipo tem toda a razão. Onde é que já se viu, o pessoal ficar indignado com a verdade? Felizmente que ainda há políticos honestos, sinceros, que nunca mentem e dizem sempre a verdade – a redundância é propositada, o nosso primeiro-ministro merece todos os pleonasmos do mundo. Um homem sério, com planos para o futuro, que sabe o que quer para o país. Que ingratidão, ninguém compreender a visão deste homem! (…)
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Concordo plenamente com a declaração! O mal destes novos professores (e de todos os recém licenciados) é a inércia que lhes assume a vida. Colocam a responsabilidade no Estado exigindo que o emprego e as boas condições do mesmo partam dele.. Os Portugueses têm de uma vez por todas de se consciencializarem que um certificado não basta (apesar de ser necessário e até benéfico)! Há que procurar e trabalhar na procura para, aí sim, obter resultados. Se o mercado dos Professores está completamente lotado? Qual é a novidade? Choque? Restam duas possibilidades: ou mudam de ofício (ou de “vocação”, como preferirem) ou vão para o estrangeiro. Se são tão capazes e extraordinários como lhes (!) dizem ser só têm a ganhar. Pode ser que sejam finalmente reconhecidas as vossas aptidões…
Professores de sofá é que não fazem falta certamente.
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tina
Assumindo que é verdade que há professores a mais (o que não é de todo evidente) sugiro simplesmente que o PM diga: “gostaríamos de vos dar trabalho a ensinar mas de momento isso não é possível; contudo o país tem grandes necessidades de pessoas qualificadas e vamos todos trabalhar em conjunto para responder a essas necessidades. Além disso em breve esperamos estar a crescer e nessa altura vamos precisar de vocês por aqui.”
Claro que isto pressupõe que o país tem alguma viabilidade económica. A alternativa escolhida por Passos Coelho parece ser “o país vai continuar em recessão durante muitos anos; temos pessoas qualificadas a mais; procurem um país com esperança de crescimento económico”.
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Os portugueses podem muito facilmete obrigar o governo a contratar estes professores. Basta-
lhes simplesmente ter mais filhos.
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bem , podia ter aconselhado um up grade de meninos para velhos , uma reconversão para a área da geriatria , porque o que sobra em escolas vai faltar em lares e serviços à 4 ª idade :))
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“o A-C não anda por aí para comentar esta nova frente exportadora dos liberais tugas?”
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Eu n’ao vou comentar muito. Apenas digo que os professores podem ter lugar nas empresas, porque ter experi*encia pedagogica ë uma vantagem öbvia.
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E desculpem a ma escrtita, que o computadior nao eh meu,
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Os políticos em Portugal são uma nódoa!!! E que tal importar estes e exportar novos? Permutas com Primeiros Ministros dos PALOPs só pode ser benéfico a Portugal. A gestão danosa q os políticos em Portugal têm feito só pode levar a esta conclusão. Se a regra para resolver problemas graves no nosso País é a emigração, fechem já o País e abram-no no nosso querido mês de Agosto que é quando vale a pena!!!
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Os políticos em Portugal são uma nódoa!!! E que tal exportar estes e importar novos? Permutas com Primeiros Ministros dos PALOPs só pode ser benéfico a Portugal. A gestão danosa q os políticos em Portugal têm feito só pode levar a esta conclusão. Se a regra para resolver problemas graves no nosso País é a emigração, fechem já o País e abram-no no nosso querido mês de Agosto que é quando vale a pena!!!
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E estes gajos não emigram? Ai a mama da blasfémia. Tão dotados estes tugas.
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Os professores, se são portugueses, têm dificuldades para arranjar trabalho como qualquer outro. Se não há trabalho para professores e se se querem manter no ensino resta-lhes emigrar seja para os palop o para qualquer outro país cuja língua eles dominem. Se não quiserem emigrar que procurem outras funções para que estejam habilitados.
Em última análise há sempre a agricúltura ou matos para roçar.
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CA:
“gostaríamos de vos dar trabalho a ensinar mas de momento isso não é possível; contudo o país tem grandes necessidades de pessoas qualificadas e vamos todos trabalhar em conjunto para responder a essas necessidades. Além disso em breve esperamos estar a crescer e nessa altura vamos precisar de vocês por aqui.”
Portanto, o CA quer que o Primeiro-Ministro tenha um discurso de tretas e mantenha as ilusões ridículas que nos trouxeram à situação actual.
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1) “pessoas qualificadas” é um termo tão geral e difuso que não quer dizer nada. Portugal tem realmente um deficit de pessoas qualificadas mas em áreas profissionais técnicas, não de professores do ensino básico e secundário. Dizer que vamos precisar dos professores que não conseguem colocação agora é dizer-lhes para aprenderem uma nova profissão. Se o Primeiro-Ministro dissesse isso, em vez de dizer algo absolutamente razoável e realista (o CA ouviu ou leu sequer o que o Primeiro-Ministro disse?), o clamor hipócrita seria exactamente o mesmo.
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2) O PIB a crescer só resultará na necessidade de mais professores de uma forma muito indirecta e limitada (e que não é desejável num país com uma taxa de desemprego oficial superior a 12%, a real é superior): através do aumento da imigração.
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3) “vamos todos trabalhar em conjunto” é uma expressão que soa bem mas que não significa absolutamente nada e é mesmo ridícula, num contexto em que:
– o líder do maior partido da oposição pede o fim da austeridade (dívida pública cerca do valor do PIB e a subir),
– um destacado dirigente e deputado desse mesmo partido diz alto que devemos ameaçar não pagar a quem ainda nos vai emprestando dinheiro (dívida aumentada em muito pelos Governos do mesmo partido), o que provocaria um aumento brutal e súbito da austeridade, e
– através dos seus comissários políticos nos sindicatos, partidos com representatividade eleitoral residual marcam greves gerais e recrutam idiotas para, em piquetes de greve, impedirem de trabalhar quem não quer aderir a tamanho disparate.
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Mais do que de “professores qualificados”, Portugal precisa de uma grande dose de realidade e de acabar com a complacência para com fantasias “socretinas” (com ênfase no “cretinas”).
Nunca apreciei Pedro Passos Coelho mas tenho que reconhecer que o Primeiro-Ministro tem estado mais do que à altura das suas responsabilidades e sabe que os problemas só podem ser ultrapassados se forem reconhecidos e enfrentados, não se forem escondidos ou desvalorizados.
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como o coelho gosta muito de pretos, que trate da sua vida com a familia dos santos lá pelas savanas africanas!
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““vamos todos trabalhar em conjunto” é uma expressão que soa bem mas que não significa absolutamente nada e é mesmo ridícula, num contexto”
Eu diria que é ridícula num contexto em que temos este governo à frente do país.
Posso resumir o que penso sobre as declarações de Passos Coelho:
1 – São um bom conselho não só para os desempregados mas para todos os portugueses: se puderem, emigrem, pois com esta gente à frente do país nada de bom há a esperar.
2 – São perfeitamente coerentes com o pensamento e capacidade de liderança de Passos Coelho. Verdadeiramente ele não é capaz de mais do que isto.
3- Com esta capacidade de compreender e liderar o país, estamos cada vez mais longe da Irlanda e mais perto da Grécia. O ano de 2012 vai provar isso.
4- A nossa única hipótese seria uma substituição desta classe política do PSD, PS e CDS por gente minimamente competente, o que me parece virtualmente impossível.
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CA,
nem mais!
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Resumindo:
Se não há alunos, não há professores. O contrário também é verdade.
Se não há médicos, não há doentes. O contrário também é verdade.
Se não há estado, não existem funcionários públicos. O contrário também é verdade.
Se não há peixe no mar, não existem pescadores. O contrário também serve.
Se não há agricultura, não existem agricultores. O contrário é, fatalmente, verdade.
Se não há oposição, não existe democracia. O contrário é, infelizmente, verdade.
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“gostaríamos de vos dar trabalho a ensinar mas de momento isso não é possível; contudo o país tem grandes necessidades de pessoas qualificadas e vamos todos trabalhar em conjunto para responder a essas necessidades.”
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Como pode uma pessoa qualificada como professora exercer outra profissão senão essa? Ou ela estuda e treina-se em qualquer outra coisas ou emigra. Vocês estão habituados a ser alimentados com falsas esperanças e não conseguem compreender que a atitude de Passos Coelho é precisamente porque não deve gostar de enganar ninguém, um aviso sério para aqueles que estão a pensar em estudar nessa área.
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Quando se vai para prof. a idea ‘e ter emprego para o resto da vida.
Habituem-se!
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Se Inglaterra tivesse um Passos Coelho como PM em 1939, este teria dito aos ingleses: meus amigos, não temos capacidade para enfrentar a Alemanha. Mas há muitos países afastados da Europa que estão a precisar de gente qualificada. E os comentadores lá do sítio diriam aos ingleses que eles estavam era habituados a ser alimentados pelos seus governos com falsas esperanças mas que o seu PM não queria enganar ninguém. E se calhar hoje viveríamos sob aquela bandeira da cruz gamada.
Mas, coitados dos ingleses, Passos Coelho ainda não tinha nascido e tiveram que se contentar com esse lunático do Winston Churchill.
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“estamos cada vez mais longe da Irlanda e mais perto da Grécia. O ano de 2012 vai provar isso.”
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E não terá nada que ver com Passos ou não Passos.
Mas isso já não lhe diz nada porque quer palavras bonitas e o ego afagado.
E eu não tenho muito bom a dizer de Passos que até reforça o soci@lismo com mais impostos.
Mas vocês são muito piores que o Passos que pelo menos parece conhecer as limitações do lugar.
Vocês julgam o que é ao Estado que cabe definir profissões e futuro das pessoas? ou seja continuam a acreditar no Estado mesmo depois dessa bolha rebentar dezenas ou centenas de vezes por esse mundo fora ao longo dos últimos 100 anos.
Por cá a Educação está no Estado e depois quando a Educação se revela um falhanço – aliás a carreira de professor para uma boa parte das pessoas é um falhanço profissional- ainda querem o Estado a decidir o seu futuro. Ou seja continuam a colocar o dinheiro no banco que falhou. E há de sempre falhar porque é impossível ao Estado decidir o futuro das pessoas.
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Vê-se que o CA está habituado a facilidades de tal modo que acha que os professores desempregados, lá por serem pessoas qualificadas, já são “empregáveis”. O país precisa de pessoas qualificadas mas apenas em algumas áreas.
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CA:
“A nossa única hipótese seria uma substituição desta classe política do PSD, PS e CDS por gente minimamente competente, o que me parece virtualmente impossível.”
Esta frase resume todo o seu pensamento. Só a “verdadeira esquerda” lhe serve, apesar da (ou será antes “pela”?) sua consistente falta de senso comum ou relação com a realidade.
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