Competitividade é isto
4 Janeiro, 2012
Sistema fiscal holandês é desenhado para atrair holdings
O sistema fiscal holandês está desenhado para ser irresistível para os grupos empresariais estrangeiros que queiram deslocalizar-se para lá. A um generoso regime de isenções, a Holanda junta uma sólida estabilidade e uma ampla rede de acordos de dupla tributação – ideal para empresas que estão em processo de internacionalização, como o Grupo Jerónimo Martins.
32 comentários
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Acho que sim, Portugal teria a ganhar em implementar TODO o sistema fiscal da Holanda (ou de outro país do norte da Europa). Notem que isso significaria porém aumento de carga fiscal total, e principalmente aumento da fiscalização do rendimento.
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… ah, e depois de ter feito essas mudanças muito provavelmente ainda não seria competitivo com esses países, porque tem custos de contexto muito superiores.
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O regime fiscal do Benelux esta previsto nos tratados europeus com oforma de compensação da deslocalização de industrias para paises do sul . A abertura do comercio mundial , principalmente à Asia , mudou os dados ; a deslocalização foi para fora da UE . E a importação Asiatica chega à europa central (Roterdão e Antuerpia são os maiores portos de importação de produtos chineses).
Os nossos dirigentes não viram o perigo de deixar fugir as suas empresas para a Holanda . Diga-se de passagem que os gregos viram a sua industria naval partir para o regime fiscal favoravel de Londres.
E aqui esta Portugal encurralado entre os produtos baratos da China e a ameaça da partida das suas grandes empresas para o estrangeiro mal esta atingam um estatuto de SPGS.
Vai ser necessario ter boas armas para ganhar esta guerra economica , coragem não chega.
Não nos esqueçamos que na idade media Portugal foi uma potencia mas ; tinha as melhores armas da época , e era o pais com melhores barcos e sistemas de navegação .
Por isso , é preciso preparar o terreno .
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um porto como o de Roterdão é que nos dava jeito, isso sim
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Cobrando menos impostos os holandeses acabam por gerar mais receitas do que os portugueses. O caso português é o que se chama matar a galinha dos ovos de ouro. Mas que mais se pode esperar de um país tendencialmente à esquerda?
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A Holanda demonstra bem que social-democracia e impostos baixos sobre as empresas são totalmente compativeis.
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E afinal, os empresários portugueses não eram todos uns broncos para a esquerda? Por que então, quando estes se vão embora, a esquerda fica toda amofinada e os apelida de mesquinhos? Parece que a esquerda afinal gosta de broncos!
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PMP: São, se combinados com impostos altos sobre o rendimento individual, fiscalização eficiente e ordenados individuais que permitam uma base tributária que ganhe suficiente dinheiro para o fisco não ter de depender das empresas…
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João Branco : É o eterno problema da galinha e do ovo – quem veio primeiro ?
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A ideia parva de em Portugal se manterem impostos altos sobre as empresas, especialmente as PME’s e de Bens Transacionáveis arruinou o país, especialmente quando em simultaneo fixamos em 193 um cãmbio estupidamente elevado.
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Aquilo na Holanda é isto, maioria é piratas e judeus, a que parte se cola o soares dos santos?, ora, a ambas e a cada uma delas, que assim são peraltas .
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Competitividade é o PS ficar calado quando se trata do grupo Sonae e o PS protestar por causa da JM.
Deve ser para “tapar” a farsa socrática do envio do orçamento para o constitucional.
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PMP: Nesse caso é muito fácil responder – o que veio primeiro (em Portugal) foi o modelo de impostos indirectos mais elevados e impostos directos sobre empresas nominalmente altos (é uma herança do condicionamento industrial). O valor nominalmente alto dos impostos sobre as empresas explica (e promove) o clientelismo das empresas e o aumenta poder fático dos políticos (o valor efectivo de impostos é muito mais baixo para as empresas “amigas” ou como se diz, “inovadoras” ou “exportadoras” ou o que der jeito nessa altura).
A questão de “manter o modelo” diz muito sobre a forma como se faz politica pública em Portugal: não existiam (não existem?) condições práticas de implementar impostos individuais significativos (devido à economia informal e ao hábito do “desenrasque” e a limitações da máquina fiscal) pelo que em vez de pensar como se poderiam melhorar as coisas… o poder “desenrascou-se” através do aumento dos impostos indirectos.
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João Branco : O país acabou por não se desenrascar, como se vê.
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O que é estranho é a falta de proponentes na direita e no centro para uma redução significativa dos impostos sobre as empresas, especialmente sobre as PME’s e as de Bens Transacionáveis.
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alguém poem uma maçã na boca da tina?
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O mais curioso é que estes blasfemos «liberais» andaram todo este tempo a reinvindicar liberalismo, iniciativa privada, mercado livre e agora até já aprovam as medidas neo-comunistas e estatistas do governo que temos.
Sócrates, ao pé destes albaneses gasparov’s e relviskys, era um verdadeiro Liberal. Nos costumes. Na política e principalmente na economia.
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Soares dos Santos disse “A próxima vez que chamarem broncos aos empresários portugueses vou-me embora”. E foi isso o que ele fez. Bem feito!
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Quem comprar um kilo de arroz ou uma merda qualquer naquelas bodegas do Alexandre devia ir para ã frente dum pelotão de fuzilamento!
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O sistema português é desenhado para facilitar que quer fugir aos impostos.
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E na Holanda, ainda, além dos judeus e piratas tem as putas, que não impede a pertença às outras duas, livremente, e o soares franco não resistiu, sabedor disso, obviamente .
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A direita nhonha, a do fachistério lusitano, esfalfa-se em defender o mega-merceeiro. E descobriu que a Holanda «desenhou» um sistema fiscal, coisa que o bronquismo atávico da elitagem lusa nunca foi capaz de fazer. Analfabrutos, pedantões, penduraram o lápis atrás da orelha e agora cagam postas liberunhas, pós-parolas e neo-badalhocas. Esquecidas andam dos seus sabujos antepassados régios, que expulsaram daqui capitais e cérebros, há cinco séculos. E a Holanda acolheu essa gente e seus capitais. Foi quando, ao que parece, aprendeu a «desenhar»… enquando nesta faixa atlântica a norte do Magrebe, os gatafunhos na areia evoluiram apenas para as postas inúteis, mas convencidas, impantes e definitivamente cretinas, da blogueirice caseira.
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Copiar ou adaptar o modelo holandês não é inovação. Não inova Portugal nem resolve nada. Em Portugal para ser digno herdeiro da capacidade e energia popular dos ‘Descobrimentos’ é muito mais isto, ousar no novo, no diferente, à frente do mundo, o resto é copianço das elites cabulas académicas:
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“(publicado em 2008).
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Mantém-se que não há outra alternativa séria que reacenda rapidamente o DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO e a criação de Riqueza e Emprego. Em vez de provocar a RECESSÃO INSUSTENTADA e criação de Pobreza e Desemprego.
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As 9 REFORMAS pacificamente revolucionárias’ MAIS 3 ADICIONAIS para instaurar o LIBERALISMO AVANÇADO com sustentação dos DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSÍVEIS DOS PORTUGUESES (universalidade da Educação, Saúde, Pensões, Idade de Reforma razoável e Solidariedade com os Desempregados) e RESOLVER PORTUGAL:
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Isto é um Programa do CAPITALISMO, embora pareça Marxista na acanhada Democracia Portuguesa que tudo sugere confusa e desorientada numa ramificação da ‘elite-escol’ de aliança de certa Esquerda com certa Direita instaladas numa nomenklatura, num appartnik e num diktat quiçá desde o Portugal de 1899.
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-APROVAÇÃO PELA AR e EVENTUAL INCLUSÃO POSTERIOR NA CONSTITUIÇÃO (embora não necessária):
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1) RACIO máximo PIB/Carga Fiscal (indicativo)
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2) RACIO máximo PIB/Despesas do Estado (*)
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(*) Provocadora da Reforma séria da estrutura de Governança, da Burocracia Publica e do Orçamento Geral do Estado. A possibilidade de ultrapassagem destes racios viabilizada por 2/3 ou 3/ 4 de votos da AR.
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-BANCA EM PORTUGAL e GARANTIA DOS DINHEIRO DOS DEPOSITANTES:
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3) SEPARAÇÂO ABSOLUTA da Banca Comercial de quaisquer actividades especulativas nomeadamente Sociedades de Investimentos Financeiros ou Hedge Funds, para protecção absoluta das Poupanças e Dinheiro dos Depositantes para regresso da confiança nos Bancos.
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4) TAXA PARA GARANTIAS BANCÁRIAS calculada sobre todos os negócios e receitas da Banca robustecendo financeiramente o Fundo de Garantias Bancárias para devolver a qualquer momento os Depósitos dos Cidadãos, Empresas e Entidades Publicas que confiaram no Banco que ficou inviabilizado, faliu ou fechou.
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-IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os por um único: INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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(**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticada antes e depois do 25 de Abril.
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-SEGURANÇA SOCIAL:
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7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo IUSS – Imposto Único de Segurança Social colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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(***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses (****)
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9) Criação do Fundo Nacional de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, gerido pelo Estado, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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(****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social
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-MEDIDAS ADICIONAIS PARA REFORÇO DA SUSTENTAÇÂO DOS DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS DOS PORTUGUESES na Civilização Europeia avançada no Mundo:
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a) BAIXAR a idade de reforma cerca dos 55 anos para desempastelar POSTOS DE TRABALHO PARA OS JOVENS, NOVOS LICENCEADOSe DESEMPREGADOS: admissão obrigatória de jovens ou desempregados até ao limite do ordenado que o reformado auferia (o aumento da idade de reforma pra 60 ou mais anos só é logica em Países que importam mão de obra por a nacional ser insuficiente, exº Alemanha)
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b) Libertar os Encarregados de EDUCAÇÃO: cheque-educação, cada um endossa o Cheque-Educação à Escola que LIVREMENTE escolhe para os filhos seja publica ou privada ou cooperativa, religiosa ou laica.
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c) SAÚDE, reactivação de todos os Postos de Saúde e Equipamentos abandonados, recrutamento médicos estrangeiros com novo contrato de trabalho diferente dos actuais, receituário obrigatório por principio activo, e se necessário eventual reactivação dos Laboratórios Farmacêuticos do Estado (exº antigos Laboratorios Militares), acabar com modelos de ‘capitalismo selvagem’ que ocasionalmente existam na carreira profissional publica da saúde ou compras hospitalares.
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O Futuro é romper com o Passado que HOJE se apresenta errado.
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Resolver Portugal passando a criar Riqueza e Emprego reacendendo o País num TECIDO ECONOMICO LUCRATIVO em vez de passar a vida a viver com dinheiro emprestado, à custa dos outros. O resto é utopia.
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Insistir em resolver Portugal apenas pelas FINANÇAS (empréstimos externos e juros) é continuar a empobrecer tudo e todos. MAIS DO MESMO. Foi a aposta falhada da teoria dos PEC’s . Uma espécie de Colação paroquial nos funerais.
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Se não rompermos com o Passado nunca garantiremos ao FMI, à EU, aos Mercados Externos, às Agencias de Rating, a quem pedimos dinheiro emprestado e a quem estamos empenhados por Dividas, que somos capazes de competir em não em dimensão micro/nichos mas macro (nacional). Que somos de confiança produtiva e competitiva para recebermos a contrapartida de reestruturação da Divida Externa e juros mais baratos que nos protegerão da miséria e do subdesenvolvimento.
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Mas teimam em irrealidades ……
Até rapaziada mais nova das juves que ainda não se apercebeu ou se libertou do Velho.
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O cancro português, hoje, nasce nas tais JUVES e já tem metástases por todo o lado. O que é preciso romper não é com o passado. É com O QUE SE PASSA.
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Quanto mais impostos houver menos dinheiro teremos…..
Enquanto tivermos esta carga fiscal que não faz qualquer sentido , o investimento estranjeiro será nulo e o que existe certamente irá embora.
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ahahaha, o João Santos, básico de esquerda, sempre a querer dar um ar intelectual aos seus comentários. Dá imenso gozo ver a esquerda tão irritada, por situações que eles próprios criaram! Tal como as pessoas muito burras, só aprendem à custa dos próprios erros. Quem é estúpido, sofre.
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“Se é legítimo a um empresário fazer essa opção – ainda que possa ser criticável – também os consumidores podem retirar consequências dessa opção e adaptar o seu comportamento. Qualquer consumidor, perante esta opção do empresário, pode adaptar o seu perfil de consumo”
um perigosos sindicalista do … CDS dixit !
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A Tina tem falta de Tino.
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Certo,
por falar em putas,já viu que o alexandre é a sósia da Madame Filipa?
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(cont 18.36H e 18.45H)
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não me apetece nem merece perder tempo com a peixeirada que grande parte da elite de ‘alta colidade’ que ‘lidera os destinos’ está a armar com ‘teorias, sebentas & romances’ com a vulgar questão da JM.
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Concçusão de quem está habituado a bater o punho em cima da mesa aos Amesterdam’s dos tais holandeses que se fizeram pela máo dos que expulsámos de cá nos sete e oitocentistas (é sempre bonito para os embasbacados mandar uns ‘toks’ historicos e sebastianistas) e há muitos anos aos top-nivel dos Leiden’s (impec’s, esta hein ?):
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os holandeses estão a seguir ao segundo a ‘grande discussão politica, intelectual, economica e por aí fora dos tugas’
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e estão-se a c*g*r a rir com tanta nabice de ‘leadership’ e ‘cagança cientifica economico-financeira’ de quem se assume de governança, dirigir e rasgar o Presente e o Futuro,
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por cá, para muitos poucos, e vamos continuar a falar simples:
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é de partir a moca a rir,
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pois façamos A SIMPLICIDADE É A SOFISTICAÇÃO SUPREMA, disse o genio Da Vinci. Mas estes gajos que se mandam para estadistas e governar não atinam, não conseguem ….
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Não só os Holandeses. Os boches, os francius, dalguma forma mais ‘meiga’ os beefs etc por aí fora para ficarmos pelos mais antigos porque se fossemos aos mais atuais tinhamos que invocar os monhés, os xinas, os russos etc etc ,
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com esta gajada a mandar e a decidir estamos feitos ao bife. Mas tá bem, resuma-se para descanso, é a a vida …. até ver .. depois há-de se resolver …… Bonito hein !! Tudo numa boa. Assim é que se enxofra, se manda.
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O JM enganou-se, afiambrou o dente no Socrates em busca dum ‘novo sol de esperança na terra’. Ingénuo, ele seria mas os sonhados seriam mais que seriam !! Iludiu-se, quando deu por ela os que ‘empoleirou’, os novos ‘salvadores’ morderam-lhe aindamais as canelas e teve de dar aos sapatos para preservar o que o suor lhe custou. E como podia ter sido um embasbacado iludido mas não é burro de todo … fez o que qualquer alemão, francês, norueguês etc ou xina ou russo ou afro ou em qualquer parte do Mundo, empregado ou empregador ou funcionário publico ou para-publico, faria.
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Então qual é o problema ? São eles ou os marretas que dizem que governam e comamndam nações e não sabem agilizar em MACRO os seus Países para GANHAREM o Mundo ??????
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A todos que convivemos aqui num 2011 de paródias,
um BOM 2012 para o ‘tangos’ dos mais maduros que, desculpem, acham um piadão aos apocalipticos de fés virtualmente raras dos não são precisos que não atam nem desatam.
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Lá vai o tango, a diversão, pois 2012 não será o que afiançam seria (a razão …… fica para qualquer dia, nem ‘eles’ sabem nem sonham, pois não),
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