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“Concorrência Imperfeita”

11 Fevereiro, 2012
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Vagueando pela blogosfera e após uma pista deixado na “caixa de comentário” por um leitor, deparei-me com esta proposta: “Adeptos da Concorrência Imperfeita“. Parece interessante. A seguir

5 comentários leave one →
  1. trill's avatar
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    11 Fevereiro, 2012 20:11

    pois… no “ajuste directo” é que não há lá mta concorrência…

    http://psicanalises.blogspot.com/

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  2. trill's avatar
    trill permalink
    11 Fevereiro, 2012 20:14

    “Não um monopólio legal protegido pelo Estado ou por patentes, ou por mafiosos, mas um monopólio informal instalado na mente dos clientes.

    A graça de existir conquista-se diariamente seduzindo e satisfazendo os clientes, tudo o resta é treta!”

    assino por baixo mas cá no lugar a decair é o 1º que funciona: negócios de milhões para os amigos que um dia saberão retribuir.

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  3. trill's avatar
    trill permalink
    11 Fevereiro, 2012 20:17

    “Quando um país tem uma fraca produtividade o que é que dizem os encalhados da tríade?
    .
    Tem de trabalhar mais!!!
    .
    Contudo, se o país não estiver a usar a sua capacidade instalada ao máximo, de nada serve aumentar as horas de trabalho, para aumentar a produtividade. Pelo contrário, a produtividade baixa. ”

    Ora aqui está. Na Portulância faz-se esquecer que a baixa produtividade tem que ver com a má qualidade da administração e gestão, o que é um “golpe” algo perverso.

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  4. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    12 Fevereiro, 2012 01:36

    São dois links para o mesmo blogue. Era para ser assim?

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  5. silva's avatar
    silva permalink
    12 Fevereiro, 2012 10:12

    Esta mensagem, por parte de trabalhadores que foram despedidos sem apelo nem agravo do Casino do Estoril, mostra bem o que significa as leis laborais: letra morta, a falta de cumprimento das próprias leis do sistema.

    Esta denúncia também demonstra que sem a determinação na luta contra as políticas reaccionárias do governo, estas situações propagam-se como faúlhas. Por isso façamos, explorados, em contrapartida que o combate contra o grande capital se intensifique, alastrando como o fogo numa floresta.

    “Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos?
    Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
    Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.

    E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.

    Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada fizeram mediante as provas que presenciaram.
    Não gosto de ver o caos em que puseram este país, por irresponsabilidade, por falta de respeito, pelo cidadão nos casos da justiça que a civilização criou como valores para a igualdade.
    Muitas das vezes, os nossos governantes não têm a capacidade de perceber para onde nos estão a conduzir ou não têm a coragem de assumir. Isso custa-me, porque há vítimas que estão a sofrer imenso.
    Por má gestão, por causa de carreiras meteóricas.
    Não posso deixar de condenar, todo o governante ou político, que pôs o seu trajecto individual e social acima do trajecto colectivo.
    Podem não se importar com as palavras, mas o certo é que não deixa de ser egoísmo, egocentrismo, quase tirania.
    Quem com responsabilidades está por detrás deste despedimento ilegal, que leva o estado a suportar o subsídio destes 112 trabalhadores.”

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