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Nova Lei da Concorrência deve ser aprovada hoje

15 Fevereiro, 2012
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Na Assembleia da República.

Após um período de discussão pública que não suscitou, apesar da prioridade assumida pelo Governo (… ou pela Troika), relativamente a este dossiê, grande debate mediático.

Creio que uma parte significativa da reforma ainda ficará por fazer, na medida em que dependerá da instalação (e onde) do novo Tribunal de competência especializada (Concorrência e Propriedade Industrial).

Tecnicamente, esta teria sido uma oportunidade para desenvolver e clarificar alguns aspectos que esta nova Lei deixa passar ao lado (vg., relações entre Tribunais e Adc). No entanto, o bom é inimigo do óptimo e o tempo urge (“Memorando” oblige!)

44 comentários leave one →
  1. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 12:26

    Esta é das reformas mais fundamentais na sociedade portuguesa. A garantia de uma saudável concorrência e a Justiça. (Onde se possa aplicar as sanções para quem viola as leis da concorrência.)
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    Como consumidor e cidadão, desejo o mais alto nível de concorrência dentro do país. Com poucas barreiras à entrada do mercado e pouca “fricção” no mercado. Como produtor (ou investidor, não interessa), é minha obrigação “fugir” à concorrência, conseguindo preços cada vez mais altos pela venda dos meus produtos e serviços. (Para subir as margens e as rentabilidades do capital.)
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    Este governo tem que acelerar um bocado o passo. Não se entende como as portagens subiram tanto de preço quando a inflação foi induzida sobretudo pelo aumento da carga fiscal. Este tipo de rendas tem que acabar.

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  2. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 12:35

    Como a Europa está a dar uma lição ao resto do mundo.
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    “The first estimate for the euro area
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    (EA17) trade in goods balance with the rest of the world in December 2011 gave a 9.7 bn euro surplus, compared with -1.7 bn in December 2010. The November 2011 balance was +6.3 bn, compared with -2.3 bn in November 2010. In December 2011 compared with November 2011, seasonally adjusted exports rose by 0.1% while imports fell by 0.9%. ”
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    in http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/6-15022012-BP/EN/6-15022012-BP-EN.PDF
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    Enquanto a Euroárea se reestrutura, também começa a gerar importantes excedentes comerciais, aproveitando os erros alheios para tornar-se muito mais competitiva. E á medida que os preços importados energéticos estabilizam, a Zona Europa começará a gerar importantes superavites comerciais, que tornarão no euro, na moeda mais forte do mundo. E mais sólida, claro.
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    Portugal está a fazer o seu trabalhinho de casa e a conseguir excelentes resultados. talvez mais breve do que se pensa, Portugal terá superavites comerciais, em especial com o mundo fora da Zona Euro. A Europa está a transformar-se na mais poderosa máquina económica do mundo.

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  3. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 13:12

    Como participar no milagre económico português. Resolver problemas de resíduos e em simultâneo produzir combustível “ecológico”.
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    “Azeite recupera vocação ancestral de produção de energia
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    Seis milhões de euros para transformar desperdícios dos lagares em combustível
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    Afinal, os romanos não estavam assim tão loucos, ao utilizarem o azeite como combustível. Dois mil anos depois, há uma empresa que está apostada em aproveitar tudo o que a azeitona tem para dar, para além do azeite”
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    in http://economia.publico.pt/Noticia/seis-milhoes-de-euros-para-transformar-desperdicios-dos-lagares-em-combustivel-1533683
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    Alguns destaques meus:
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    “Chama-se Tira-Chuva a empresa que está a acabar de construir uma fábrica que vai transformar os sobrantes dos lagares de azeite (bagaços da azeitona) em combustível para centrais termo-eléctricas internacionais. É em Variz, no concelho de Mogadouro.”
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    No interior do país, que precisa de “rejuvenescer” com actividades económicas não dependentes dos dinheiros do Estado. E produção para exportar.
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    “Por isso, aos seis milhões de euros previstos para a unidade de transformação dos bagaços de azeitona está associado um outro investimento que pode chegar aos 4,5 milhões de euros.
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    Trata-se de uma unidade de co-produção de energia, com recurso à biomassa, ou seja, aos desperdícios florestais. “Essa vertente do projecto teve um grande peso na decisão de nos instalarmos nesta região”, assume. A central vai consumir as biomassas, ou seja, os sobrantes florestais que decorrem das limpezas das matas. “É uma biomassa com menor valor do ponto de vista económico e a operação teria uma rentabilidade menor se queimássemos os outros combustíveis”, explicou ao PÚBLICO.
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    Para já, é a unidade de transformação dos bagaços de azeitona que vai entrar em produção já no segundo trimestre deste ano. Estima-se que possa vir a produzir 50 mil toneladas de combustível por ano e vai dar emprego a 16 pessoas (mais oito na unidade de co-produção). Um factor “estruturante para a região”, segundo disse António Pimentel, vice-presidente da autarquia mogadourense, defendendo mesmo que um projecto destes deveria ter “comparticipação a 100% do QREN, porque vem resolver um problema ambiental”.
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    É que aquilo que vai servir de matéria-prima a esta fábrica é uma grande dor de cabeça para os lagares, pois as chamadas águas-russas, que resultam do processo de fabricação do azeite, acabam “por contaminar os solos”.”
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    Vão transformar custos em proveitos. Os custos de tratar os dejectos dos lagares de azeite gerarão proveitos, na venda de combustível, resolvendo dois problemas de uma só vez. Impedir a poluição do meio ambiente e gerar uma nova forma de combustível não importada.
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    “Para isso, é preciso matéria-prima, algo que não falta na região transmontana. “A região tem quantidade suficiente para nos abastecermos e às outras empresas semelhantes que existem no país. E os lagares deixam de ter pretextos para cometerem crimes ambientais que sabemos que às vezes acontecem”, adianta o mesmo responsável. Simultaneamente, os lagares vão poder ter ainda uma compensação por um produto que só dava dores de cabeça.”
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    Os produtores de azeite deixam de ter um custo e passam a ter um proveito. Os produtores de azeite tornam-se mais competitivos através desta empresa. Ganham todos. Produtores de combustível e produtores de azeite.
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    São destas coisas que se faz o actual milagre económico português.

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  4. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 13:39

    Como participar no milagre económico português. Procurar novos mercados externos rentáveis, para colocar a produção nacional.
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    “Ervideira chega ao Oriente
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    Para fazer frente à recessão em Portugal, a Adega Ervideira vai apostar forte nas exportações para dinamizar o negócio vitivinícola.”
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    in http://www.hipersuper.pt/2012/02/15/ervideira-chega-ao-oriente/
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    Bendita austeridade. Senão, estas empresas continuavam sentadas à espera que os clientes lhes batessem à porta.
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    Meus destaques:
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    “Quanto aos destinos de exportação, “não há limites”, considera Duarte Costa, sublinhado que “todos os locais onde exista uma oportunidade de negócio que seja rentável” são potenciais destinos os vinhos alentejanos.
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    “As exportações têm como destino três continentes: França, Suíça, Alemanha, Luxemburgo e Bélgica (na Europa), Brasil e EUA (América) e Angola (África), a que se juntarão, em breve, outros como a Holanda e Polónia, que reforçam a implantação da marca na Europa, e também a China e Índia, numa entrada forte a Oriente”.”

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  5. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 13:45

    O milagre económico português em números. (Via CCZ http://balancedscorecard.blogspot.com/2012/02/superavite-comercial-la-para-julho-de.html )
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    Em Dezembro, Portugal já cobria nas suas exportações, 95,2% do que importa. Um resultado histórico, num pequeno período de tempo. Já há quem se questione. Em Julho, Portugal passará a gerar superavites?
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    Eu tenho o feeling que 2012, não apenas teremos superavites comerciais como a balança de pagamentos já deverá ser positiva. O que será notável, no contexto que se vive. Se isso acontecer, o milagre económico português passará a ser notado em todo o mundo, desmentindo os habituais profetinhas da desgraça e dos inimigos externos dos portugueses.
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    A coisa vai. Recomendação de leitura: http://www.gee.min-economia.pt/?cr=14403
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    Portugal poderá, a breve trecho, tornar-se no “tigre ibérico”, deixando até para trás, os protegidos “tigres celtas”. E ainda mais notável, este milagre é muito feito com empresas e produtores portugueses, tendo as multinacionais um papel, mas menos que noutros “tigres”.
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    Se correr bem, lá para o final do ano, até farão filinha para nos emprestarem dinheiro. eheheheheheh

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  6. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 14:22

    Por falar em azeites. Mais um produtor a querer participar activamente no milagre económico português.
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    “Azeite Casa Anadia em Mercados Internacionais
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    O Azeite Casa Anadia prepara-se para entrar em diversos mercados internacionais de forma a escoar a sua produção 2011 e antecipar o previsível crescimento das suas vendas.
    .
    Escandinávia, Europa Central e Brasil são as apostas a curto prazo da marca que vai estar presente em eventos próprios ou integrar feiras alimentares
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    Aquele azeite português vai mostrar-se este ano num road-show pela Alemanha e em eventos próprios na Suécia, Dinamarca, Holanda e Bélgica.”
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    in http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/Paginas/NewDetail.aspx?newId={17D9D02F-8241-48DC-922A-0F20BD0847B3}
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    Os casos de sucesso servem de exemplo aos que estão ainda tolhidos e com medo de irem à luta nos mercados externos. Durante anos, a esquerda acéfala portuguesa, para justificarem a cada vez maior intervenção estatal (e maior despesa pública), diziam que as empresas portuguesas eram incapazes de competir nos mercados internacionais. Diziam que os nossos gestores e os nossos empresários eram atrasados mentais. Até estes cromos diziam que a formação de base dos empresários era mais baixa que a dos trabalhadores, para justificarem a cada vez maior asfixia estatal sobre as empresas privadas. Como se fosse a formação académica que desse as competências para ser empreendedor, gestor e amante de riscos. Esta esquerda portuguesa é mesmo a mais estúpida do mundo! Safa!
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    Durante anos, as empresas tugas foram melhorando as suas competências, os seus produtos e serviços. Mas tinham medo de ir á luta nos mercados externos, porque passaram a convencer-se que eram mesmo incapazes, como o discurso da esquerda burra portuguesa lhes dizia. No entanto, a verdade era outra. Muitas empresas tugas tinham fortes potencialidades e bastantes armas para competir no exterior. Mas nem sequer sabiam. Estavam tolhidos.
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    Outros acéfalos, seguidores dos modelos mentais anglo-saxões, achavam que uma empresa para competir nos mercados internacionais tinham que ir à luta apenas pelo baixo preço, baixos custos e até baixos salários. São comos os comunas de antigamente: big is beautiful. Grandes números, grandes projectos, grandes investimentos, tudo em nome da compressão de custos, para ganhar quotas de mercado pelo preço e não pelo valor oferecido aos conusmidores internacionais. A típica mentalidade anglo-saxónica mas copiada pelos calimeros tugas. Tótós do caralho! percebem tanto de gestão como eu de bola. gente burra há em todo o lado e quadrantes.
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    A austeridade veio alterar os modelos mentais tugas. Das nossas empresas, empresários e gestores. O modelo económico virado para o mercado interno acabou. Para sobreviver ou crescer, só uma solução: abraçar tanto ou mais os mercados externos como o interno. E então estas empresas começam a tentar vender no exterior. E vão conseguindo. E, ao o conseguirem, começam a descobrir que afinal os seus produtos e serviços não são tão maus assim. E que até é possível vender pequenos números/unidades nos mercados certos aos clientes certos. E até aumentar a rentabilidade, baixando os custos e até o crédito mal-parado. Com estes casos de sucesso a multiplicarem-se, começa a estar na moda exportar. Afinal os seus produtos e serviços são até passíveis de serem colocados nos mercados externos. E não apenas na Europa como até noutros mercados, ditos impossíveis, devido ao Euro. Como a China, Brasil, Norte e Sul de África, etc.
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    E vamos viver de quê, questionava-se a loira burra. De tudo o que pudermos vender no exterior, trocando o mercado interno pelo externo. E assentar o crescimento nas exportações, sobretudo de PME, que sem grandes projectos e números, crescem e gerarão as bases para o futuro crescimento económico do país.
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    O milagre económico português está de pedra e cal. Nos próximos trimestres, mais fácil e mais evidente será compreendido pelos, ainda, relutantes. Com ou mais crise externa, Portugal tem futuro. E passa por exportar mais e melhor. Passa por cortar a despesa pública. Passa pela… Austeridade. Bendita austeridade!

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  7. Alexandre's avatar
    Alexandre permalink
    15 Fevereiro, 2012 14:39

    Anti-comuna, você adora Kool-Aid, não? 😀

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  8. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    15 Fevereiro, 2012 14:58

    os céus escutaram as preces do redneck Anti-comuna:
    Eis o milagre!
    O Santuário de Fátima está a preparar a comercialização de azeite com marca e embalagem próprias, oriundo de um olival situado na zona do Monte dos Valinhos e Aljustrel, junto à Cova de Iria

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  9. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 15:04

    “Anti-comuna, você adora Kool-Aid, não? :D”
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    Evito beber bebidas anglo-saxónicas. O meu preferido é o bagaço. 😉
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    Caro Aremandus, os gajos vão vender azeite também? Olha que boa ideia! heheheheh
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    Mas é mesmo uma boa ideia. Aliás, as universidades em Porutgal deviam aproveitar a sua capacidade de gerar startups e spinoffs para participarem no capital destas novas empresas que gera, para obter retornos e estar menos dependentes dos financiamentos estatais. Se a padralhada em Fátima até já o quer fazer, porque não as universidades?
    .
    .
    As universidades tgas deviam passarem a fundações, criar fundos de investimento (tipo capital de risco também) e tentarem captar receitas para além das tradicionais. Era uma forma de sustentarem o crescimento das suas próprias actividades. Mas enquanto a mentalidade for parasita, de sacar massa aos contribuintes…
    .
    .
    Esse exemplo da padralhada é mesmo um bom exemplo para os nossos académicos. E a padralhada costuma ser reguila a gerir o seu património. eheheheheh E a encontrarem receitas alternativas, desde vender bulas até a “ossos de martires”. 😉

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  10. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 15:28

    Os gregos, armados em campeões, achavam que podiam fazer chantagem toda a vida. Mas não se apercebiam que estavam a gastar a paciência alheia. Agora estão eles a ser empurrados pela borda fora. Vão ser o exemplo, que há anos, os alemães procuravam. Esteve para ser Portugal, mas tivemos sorte. (Depois com o Fanhoso à frente da CE, tornou-se praticamente impossível.) Vão ser os gregos. Vão ver com quantos paus se faz uma canoa.
    .
    .
    “Venizelos acusa “poderes europeus” de quererem a Grécia fora do euro
    .
    O ministro das Finanças grego garante que a Grécia está a lutar para se manter na Zona Euro mas acusa “alguns poderes europeus” de quererem expulsar o país da região.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=538469
    .
    .
    Para mim estava de caras que, a partir do momento em que a actividade económica Europa parasse de cair o acordo feito para garantir a queda das dívidas e défices, os gregos estavam lixados. Os alemães vão lembrar aos gregos que não esquecem os insultos, as afrontas e chantagens. Agora os gregos que vão bater à porta da Clinton e do Obama, pedir conselhos. É bem feita, para aprenderem a ter juízo.

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  11. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    15 Fevereiro, 2012 15:37

    ó anti,
    vê-se mesmo que nunca leu o crime do padre amaro do eça: não é «padralhada» é «padrado» eh eh

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  12. Piscoiso's avatar
    15 Fevereiro, 2012 15:46

    Essa do azeite com um rótulo da Senhora de Fátima é genial.
    Até pode ser vendido nas farmácias.
    Já agora, porque não garrafões de 5 litros com água benzida no Santuário de Fátima.

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  13. Trinta e três's avatar
    15 Fevereiro, 2012 15:46

    “Concorrência”, dizem? http://arrastao.org/2469146.html

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  14. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    15 Fevereiro, 2012 15:51

    Concorrência?
    Só vejo concorrência no pequeno comércio e nos vendilhões de peixe.
    Lá «em cima» não existe concorrência. A ladroagem trabalha em quadrilha para explorar os pobres dos consumidores portugueses.

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  15. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 15:58

    “vê-se mesmo que nunca leu o crime do padre amaro do eça: não é «padralhada» é «padrado» ”
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    Acha mesmo que nunca li? 😉
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    .
    Tecnologia portuguesa introduzida nos USA. Portugal a dar cartas:
    .
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    “Global technology manufactured in Gwinnett
    .
    Norcross manufacturer Efacec USA, Inc. builds fast chargers for electric vehicles that yield a plug-and-go time frame of 30 minutes. Its patented AC/DC power conversion technology eclipses the day-long power boost home-based plug-in electric vehicle (PEV) chargers require.
    .
    Efacec USA, Inc. is on the fast track introducing its PEV technology to U.S. markets at a blistering pace. In the past six months, this electric vehicle charger manufacturer and Smart Grid solutions provider has ramped up production of its PEV Level 3 QC50 DC Fast Chargers (QC50) at the company’s Norcross facility. This marks the first time these units have been built in the U.S.
    .
    The company is currently delivering QC50s to 350Green, LLC, an electric vehicle charging networks developer. In August, 350Green placed an order for 900 units, representing a three-year manufacturing contract. Group Efacec, the parent company of Efacec USA, has been marketing its EV fast chargers for years in Europe. From a production and cost efficiency standpoint, the company decided to produce the units for this order in Georgia versus importing from its Maia, Portugal factory.”
    .
    in http://gbj.com/2012/02/14/global-technology-manufactured-in-gwinnett/
    .
    .
    Dizem que somos atrasados mentais, não é?

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  16. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 16:09

    Vejam a Galp a assegurar os fornecimentos de matérias-primas para os próximos anos. E Portugal depende cada vez menos de regimes voláteis no Médio Oriente. Agora só nos falta descobrir recursos destes em Portugal.
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    .
    “Na bacia de Rovuma
    .
    Consórcio da Galp faz nova descoberta de gás natural em Moçambique
    .
    A Galp Energia anunciou hoje uma nova descoberta de gás natural de “grande dimensão” em Moçambique, no bloco quatro da bacia de Rovuma, onde a petrolífera portuguesa detém 10% de um consórcio de exploração.”
    .
    in http://economia.publico.pt/Noticia/consorcio-da-galp-faz-nova-descoberta-de-gas-natural-em-mocambique-1533877
    .
    .
    Além disso, com os investimentos já anunciados e que deverão ser revistos em forte alta, Moçambique deverá conhecer um crescimento económico notável, na próxima década. E Portugal pode-lhes exportar muitos produtos e serviços.
    .
    .
    O ano passado, Portugal exportou mais 44% que em 2010. Se este se repetir a façanha…
    .
    .
    Talvez, um dia, Moçambique venha a ter um peso tão grande nas nossas exportações como Angola. Desde que os tugas não se armem em mais espertos que os locais e não se ponham com racismos idiotas…
    .
    .
    Tantas boas noticias para a economia portuguesa e tudo a chorar pelos cantos. Gulp!

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  17. berto's avatar
    berto permalink
    15 Fevereiro, 2012 17:05

    Anti-comuna,
    Muito sinceramente desejo que o seu optimismo se concretize, para bem de todos nós.
    Infelizmente continuo a não acreditar no meio empresarial português e neste governo que `com a ajuda da troika está a levar o país à ruína. Mas isto é apenas a minha opinião.
    Oxalá me engane, mas o futuro parece-me muito negro.

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  18. JOse Silva's avatar
    JOse Silva permalink
    15 Fevereiro, 2012 17:38

    AC,

    Você não percebu o post do CCZ. Nos últimos 5 anos, a taxa de cobertura das importações pelas exportações teve sempre um pico máximo em Julho e um mínimo em Dezembro. Ora isso significa que a taxa de cobertura vai subir consecutivamente no 1º semestre de 2012, isto é, superavite comercial a bater records. Não pode haver argumento que estamos em recessão e que o comportamento pode não ser esse. É que em 2008 e 2009, também em recessão, a sazonalidade foi a mesma. Isto de facto significa que há uma grande probabilidade, quase certeza de superavites record no 1º semestre. Olhe bem para o gráfico.

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  19. e-ko's avatar
    15 Fevereiro, 2012 17:59

    eheheheh… azeite de Fátima, uma boa alternativa para a vaselina apregoada pelo A-C… sobretudo agora, com a perspectiva do aumento do petróleo e derivados, e então de Fátima!… não vai chegar para a exportação em massa para o mundo inteiro!…

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  20. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    15 Fevereiro, 2012 18:07

    O palonço do ministro Álvaro ainda vai sugerir que se promova o franchising de Fátima…
    Daquela cabaça só se pode esperar o pior!

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  21. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 18:30

    Caro José Silva, eu acho que entendi a ideia dele. Ele pensa mesmo que, mesmo após o fim das receitas do turismo (que são sazonais, mais ou menos até Setembro, mas temos Agosto com as fábricas fechadas, logo menos exportações), nós passaremos a ter superavites comerciais. Penso que é isto que ele quer dizer.
    .
    .
    Por acaso, eu acho que depois de Março, as exportações deverão voltar a acelerar (para crescimentos acima dos dois dígitos) e aí poderá haver superavites comerciais antes de Julho, que depois se manterão ou acelerarão mesmo até ao final do ano. (Vai depender da aceleração da actividade económica na Europa e no resto do mundo.)
    .
    .
    Se depois de Março, as exportações acelerarem e as importações estabilizarem com uma queda de 5% (estou sempre a falar em valores, note-se, não em volume), nós poderemos ter um superavite comercial e de tal forma elevado, que poderá mesmo gerar uma balança de pagamentos positiva. (Que o Banco de Portugal só prevê para 2013.)
    .
    .
    É claro que eu estou a ter em conta a inversão do ciclo europeu (e até mundial), a contar com quedas nos preços do pitroil em euros e estou a contar com a estabilização do mercado de crédito interno, que permitirá financiar mais exportações. Se tal ocorrer, talvez em 2012 voltemos a ter uma subida nas exportações na casa dos 15%. Se correr pior, talvez 10%.
    .
    .
    Segundo entendo, o CCZ pensa mesmo que o superavite continuará mesmo depois da queda das receitas de Turismo, que são marginais. Penso que é isto que ele quererá dizer.
    .
    .
    Mas posso estar a compreender mal a ideia dele, claro.

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  22. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 18:36

    Caro José Silva, só uma correcção aqui a isto:
    .
    .
    “Segundo entendo, o CCZ pensa mesmo que o superavite continuará mesmo depois da queda das receitas de Turismo, que são marginais.”
    .
    .
    Para isto:
    .
    Segundo entendo, o CCZ pensa mesmo que o superavite continuará mesmo depois da queda das receitas de Turismo, que são SAZONAIS.
    .
    .
    Assim é que está correcto. Mil desculpas a si e aos demais leitores.

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  23. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 18:40

    O CCZ lá encontrou mais um perfeito exemplo de como em Porutgal há quem esteja activamente a participar no milagre económico português.
    .
    .
    “Designer do Porto apresenta nova marca de calçado de luxo em Milão”
    .
    in http://porto24.pt/pais/02022012/ramalhoni/
    .
    .
    Grão a grão, vai enchendo a galinha o papo. Ou como diriam antigamente os marçanos: a cabeleira é cada vez mais farta. ehhehheh

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  24. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 18:49

    A grande distribuição começa a perceber, que para haver consumo interno, a produção tem que ter também origem em Portugal. Se não, quem vai comprar os produtos deles?
    .
    .
    “Distribuição e produtores agrícolas assinam protocolo”
    .
    in http://www.hipersuper.pt/2012/02/15/distribuicao-e-produtores-agricolas-assinam-protocolo/

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  25. e-ko's avatar
    15 Fevereiro, 2012 19:05

    “A grande distribuição começa a perceber, que para haver consumo interno, a produção tem que ter também origem em Portugal. Se não, quem vai comprar os produtos deles?” A-C
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    grande frase A-C… também o governo vai acabar por perceber que com tanta austeridade a economia não pode crescer, porque não pode haver procura interna suficiente para que possa haver crescimento!…

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  26. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 19:08

    “também o governo vai acabar por perceber que com tanta austeridade a economia não pode crescer, porque não pode haver procura interna suficiente para que possa haver crescimento!…”
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    Está enganado. Será a produção a sustentar o consumo e nunca o seu contrário. Quando Vc. entender isto, vai perceber tudo. ;))

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  27. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 19:14

    Mais uma empresa a participar activamente no milagre económico português. E com algumas coisas interessantes pelo meio.
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    “Fábrica Bordalo Pinheiro com o melhor volume de negócios
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    A fábrica Bordalo Pinheiro, que celebra 128 anos em julho, teve em 2011 o melhor ano de sempre, com um volume de negócio de três milhões de euros.
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    A unidade, que tem 174 trabalhadores, não pretende criar mais emprego, mas pretende aumentar a sua produção e arranjar mais mercado, automatizando-se.
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    Para tal vai adquirir uma nova máquina de vidrar para a linha utilitária, continuando a ter uma grande representação nas peças decorativas, sendo o boneco do Zé Povinho o best-seller.
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    “Ultrapassámos a fasquia dos três milhões, num ano muito positivo. Em termos de vendas, os 40 por cento são nacionais e 60 por cento são exportações”, disse Vítor Gonçalves, administrador da Bordalo Pinheiro.
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    Nesta área a unidade registou “um aumento de 230 por cento nas exportações” para países fora da Europa, com Estados Unidos e Japão a representarem a maior fatia. A nível comunitário, as vendas aumentaram 70 por cento na Alemanha e França.
    .
    Uma das conclusões para este saldo é a aposta em peças contemporâneas. “Foi uma aposta ganha” enquanto que a arte de Bordalo representa onze por cento das vendas. Segundo o responsável, tudo o que são peças contemporâneas, as vendas representaram 89 por cento.”
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    in http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2012/02/15/fabrica-bordalo-pinheiro-com-o-melhor-volume-de-negocios/
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    E destaco isto, que tem a sua importância:
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    “Em novembro de 2012 a Bordalo vai implementar o projeto e parceria com artistas brasileiros, onde se prevê a produção de cinco mil peças, “muito complicadas de serem feitas e que irão ocupar grande parte do ano”.”
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    As empresas tugas estão agora a descobrir o poder e a importância da Cultura, como geradora de negócios, riqueza e até empregos. Em Portugal há um divórcio enorme entre Cultura e Tecido produtivo. Os gajos que se acham artistas, apesar de gostarem de dinheiro, costumam ser parasitas. (Têm a mania que são prima-donnas.) Os homens de negócios acham que a Cultura é uma coisa chata e que nada tem a ver com as suas actividades, quando as suas actividades são Cultura e devem estar envolvidos em Cultura.
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    Esta empresa tuga está a crescer bem nas exportações, está a querer subir na cadeia de valor com a Cultura (e são inteligentes em convidar artistas dos mercados que desejam para elaborarem peças) e até pretende automatizar partes da produção, passíveis de tal.
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    Grão a grão…

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  28. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 19:24

    Já agora, vejam como o euro não os prejudica:
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    “Nesta área a unidade registou “um aumento de 230 por cento nas exportações” para países fora da Europa, com Estados Unidos e Japão a representarem a maior fatia. A nível comunitário, as vendas aumentaram 70 por cento na Alemanha e França.”
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    Mas o que lhes fez aumentar as vendas? Criaram novos produtos ou modernizaram-nos. Em vez de chorarem com a porcaria do euro, descobriram que eram os seus produtos que não eram competitivos:
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    “Uma das conclusões para este saldo é a aposta em peças contemporâneas. “Foi uma aposta ganha” enquanto que a arte de Bordalo representa onze por cento das vendas. Segundo o responsável, tudo o que são peças contemporâneas, as vendas representaram 89 por cento.””
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    Ou seja, o valor cambial da nossa moeda, o euro, não era responsável pelas suas más vendas, mas os seus produtos. Há ainda em Portugal, uma quantidade apreciável de pessoas que acham que o problema de Portugal é o euro. Ainda não entenderam que o euro é relativamente neutro nestas coisas. Mas o que conta mesmo é ter bons produtos, boas competências, capacidade de gestão industrial, logistica, marketing, conhecer e se puder, dominar circuitos de distribuição, publicidade, etc.
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    Enquanto a mentalidade tuga for a de pensar que os problemas se resolvem baixando o valor da moeda, o valor dos salários, sem mexer nos produtos, sem conhecer os mercados, sem conhecer os clientes, sem incorporar Cultura na sua produção, etc. nunca sairão da cepa torta. São os encalhados, como o CCZ lhes chama e com bastante razão.
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    Mas as coisas estão a mudar rapidamente. Os bons exemplos arrastam mais seguidores que por sua vez aliemnta o movimento. Não é catita ver estas coisas a acontecerem em Portugal? ehhehehehhe

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  29. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 19:40

    Outra empresa do sector das decorações a dar a volta. Graças a quê? Exportações.
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    “A marca histórica de loiças, porcelanas e cristais, detida pela Visabeira através da Cerutil, apresentou os resultado relativos a 2011.
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    A Vista Alegre Atlantis apurou um resultado líquido de nove mil euros, que compara com um prejuízo de 3,75 milhões de euros no ano anterior e que constitui o primeiro ano de lucros dos últimos nove, segundo comunicou em documento publicado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
    .
    A melhoria dos resultados reflecte um crescimento de 6,2% as receitas para 53,9 milhões de euros, que reflecte o crescimento de 25% das exportações da marca. A área de negócio internacional já representa 57% das vendas da Vista Alegre Atlantis (VAA), enquanto no ano anterior tinha representado 49% das vendas.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=538575
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    As exportações da Vista Alegre subiram uns interessantes 25%. E dentro do euro, vejam lá bem a coisa.
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    Mas as crenças costumam combater-ser com factos. E mesmo assim…

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  30. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 19:43

    Ah! E para onde cresceram imenso as suas vendas?
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    “Em França, a marca conseguiu mais do que duplicar as vendas, enquanto na Alemanha as vendas progrediram 33% e nos Estados Unidos da América progrediram 49%.”
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    Mesmo link acima.
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    Subiram as vendas, tanto para dentro da Zona Euro como para os USA. São os produtos e serviços que devem ser competitivos, não as moedas. Mas esta gente, que ainda vive agarrada ao passado que aprenderam nos maus livrinhos, continuam a não pescar nada destas coisas. Foram formados no modelo anglo-saxónico e não entendem nada destas coisas. Devem pensar que este milagre económico que Portugal vive é sorte. ahhahahhahh

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  31. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 20:05

    A Vista Alegre duplicou as vendas em França. Porquê? Conseguiu um contrato para fornecer produtos topo de gama. Luxo. Ou como agora é moda dizer-se: Praemiun.
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    “O crescimento das vendas em França, que mais do que duplicaram, deveu-se principalmente a um contrato
    para a produção de garrafas premium de cristal.”
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    in http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR37529.pdf
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    Aqui não conta apenas o preço mas sobretudo a capacidade de produzir luxo. Coisas boas. De topo de gama. E aqui conta, não o valor de uma moeda, mas know-how, capacidade de design, capacidade cultural de criar coisas boas e agradáveis, etc.
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    Mas os gajos não se ficaram pela produção. Mas vejam mais:
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    “A intensificação das acções comerciais no exterior foi particularmente importante em mercados como o alemão e o norte-americano, onde as vendas aumentaram 33% e 49%, respectivamente, na recuperação de mercados como os do Reino Unido, República Checa e Bélgica, e na entrada em novos mercados, tais como Chile, Singapura e Tunísia. No Brasil, onde recentemente a VAA reforçou a sua estratégia de internacionalização com a abertura de um centro de distribuição
    na região para apoiar a comercialização dos seus produtos, o volume de negócios mais do que duplicou. ”
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    .
    Mesmo link acima.
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    A empresa tem que aprender a vender, a trabalhar os mercados e não apenas a saber produzir. Tem que procurar clientes e mercados e não estar á espera que venha um governante lhe garantir um contrato de fornecimento, com qualquer cromo qualquer, de um outro país. A diplomacia económica é muito importante, mas as empresas têm que aprender a vender, a procurar clientes, saber adequar a produção ao tipo de clientes que quer, etc.
    .
    .
    Não é com desvalorizações cambiais, nem com baixas de salários que isto se consegue. É ter gente boa nos respectivos lugares, procurando valorizar o que se faz e produz. E ir por esse mundo fora, vender. E não estar á espera que os clientes venham à porta da fábrica preencher encomendas, como alguns ainda pensam.
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    Mas é com exemplos destes que o milagre económico português faz escola. eheheheheh

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  32. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Fevereiro, 2012 22:20

    Como participar no milagre económico português. Associar produtos fora do core business para reforçar a imagem dos seus produtos-líder.
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    Otimize o consumo de energia com o novo Energy
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    Os clientes MEO têm uma nova solução para otimizar o consumo de energia nos seus lares. Chegou o Energy, um serviço através do qual os utilizadores poderão poupar entre 20 a 40% do consumo.
    .
    Pedro Leitão, administrador PT, reforçou que o Energy é um serviço pioneiro
    .
    A solução é lançada pela PT, em parceria com a Intelligent Sensing Anywhere (ISA), e é suportada num equipamento ligado ao quadro elétrico da casa, permitindo visualizar os consumos de eletricidade na TV, através do MEO Interativo, num mostrador digital e na Internet.”
    .
    in http://www.telecom.pt/InternetResource/PTSite/PT/Canais/Media/DestaquesHP/Destaques_2012/Energy_MEO.htm
    .
    .
    Apesar do líder do projecto dizer que é inovador, acho que já existe destes produtos no mercado há um par de anos. Inovador é uma empresa de telecomunicações usar os seus serviços para vender o produto. É de realçar mas nada de outro mundo.

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  33. anti-comuna's avatar
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    15 Fevereiro, 2012 22:45

    Boas noticias!
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    Em Janeiro, as actividades portuários no Porto de Setúbal subiram 13,6%, indiciando que as exportações tugas continuam a subir.
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    .
    “O movimento de mercadorias no Porto de Setúbal atingiu, em janeiro, um total de 583 mil toneladas, um valor 13,6 % superior ao mesmo mês em 2011. Tendo em conta a situação difícil que a economia nacional atravessa, constitui um indicador positivo”
    .
    in http://www.portodesetubal.pt/files_noticias/2012/PSet_abre_a%20crescer_100212.pdf
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    .
    Maravilha!

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  34. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    16 Fevereiro, 2012 00:10

    é só para testar se o lápis azul também está a funcionar aqui ou é só nos posts da sra Helena…

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  35. anti-comuna's avatar
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    16 Fevereiro, 2012 00:11

    Para os calimeros lerem com bastante atenção. A Irlanda está a ser protegida pela imprensa e interesses anglo-saxónicos. Até no FT pediram que Portugal và á falência com a Grécia. Mas nunca mencionam a Irlanda. Porquê? A economia irlandesa está melhor que a portuguesa? Não, não está. Está muito pior e pode até dizer-se que, se lhes corre mesmo mal (coisa que eu sinceramente não lhes desejo, pois eles não têm culpa de quem odeia Portugal), a Irlanda poderá transformar-se numa… Grécia!
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    Os calimeros tugas que leiam com bastante atenção:
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    “Ireland Export Adviser Warns of Weak Growth”
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    in http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204792404577224753511146104.html?mod=googlenews_wsj
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    .
    Mas eu chamo à atenção para isto:
    .
    .
    “And on Wednesday, the government said exports fell 9% to €7.5 billion in December from a November high, as a high-value and best-selling medicine came off patent.2
    .
    .
    Uma queda destas de Novembro para Dezembro não diz muito. Quedas mensais são normais em qualquer economia, que também depende de factores sazonais, por exemplo. O melhor método é mesmo comparar com períodos homólogos ou com períodos superiores a 12 meses.
    .
    .
    As exportações irlandesas em Dezembro cairam, em termos homólogos, 3,6%. As portuguesas subiram cerca de 4%. (Ver http://www.cso.ie/en/media/csoie/releasespublications/documents/externaltrade/2011/extrade_nov2011.pdf )
    .
    .
    O caso irlandês é perigoso porque, como as suas exportações se baseiam em produtos patenteados, cujas patentes estão a cessar, isso representa a perda elevada nas vendas ao exterior. Esta é uma situação que já preocupa algumas autoridades irlandesas mas que o mundo anglo-saxónico, para atacar Portugal, faz de conta que desconhece.
    .
    .
    A experiência nalgumas companhias, mostra que em média, quando uma patente cessa, as vendas podem cair imenso, em média cerca de 1/3. As exportações irlandesas não dependem todas de produtos patenteados, mas uma grande parte sim, de multinacionais que usam a Irlanda para fugir aos impostos.
    .
    .
    A Irlanda deve exportar cerca de 80% do seu PIB mas estão ameaçadas e não se vislumbra capacidade das empresas irlandesas em colmatarem a forte queda nas vendas destas multinacionais. Ao contrário de Portugal, em que o fecho da maior exportadora em 2008 foi colmatada com exportações de outras multinacionais e, sobretudo, empresas portuguesas. Como a Portucel, a Efacec ou pequenas empresas do calçado, por exemplo.
    .
    .
    A Irlanda, até certo ponto, encontra-se numa situação semelhante à Grécia. E não dispõe de um tecido exportador nacional forte, excepto a… Ryanair. Mas isso não chega para o elevado desnível salarial entre a Irlanda e outros competidores directos. Além de que a mão-de-obra irlandesa não é tão boa como se possa pensar.
    .
    .
    Quando o NYT comparou Portugal á Irlanda, fê-lo de uma forma desonesta. Mas que em Portugal há quem siga esta gente desonesta, é que não lembra ao diabo. Só mesmo quem engole enlatados importados anglo-saxónicos é que papa os bolos com que se enganam os tolos.
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    Outras noticias relacionadas:
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    “”A substantial part of the decline in the value of exports was due to a high-value product in the chemicals and related products sector coming off patent in December,” the CSO said, without specifying what the product was.
    However, analysts said the product is likely to be the best-selling cholesterol drug Lipitor, made by Pfizer Plc (PFE) for world markets in Co. Cork in the south of Ireland.”
    .
    in http://www.foxbusiness.com/news/2012/02/15/irish-exports-drop-in-december-as-high-value-patent-ends/#ixzz1mUzZHRF5
    .
    .
    A Irlanda vai ter enormes dificuldades em manter as suas exportações e irá contribuir para agravar ainda mais a sua crise. Portugal, pelo contrário, tem nas suas exportações, o trunfo mais forte para sair da crise. Todas as análises em contrário, ou são feitas por ignorantes ou desonestos.

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  36. Trinta e três's avatar
    16 Fevereiro, 2012 09:45

    Então o que têm para dizer sobre a preocupação da “troika” com o facto dos bancos não estarem a fazer chegar dinheiro à economia? Pura traição a quem por aqui tem andado a vender cenários futuros cheios de prados verdejantes e rios de leite e de mel? A prova de que, mais uma vez, as “elites” partidárias não têm competência para aplicar as medidas necessárias? Sinal de que é preciso vir alguém de fora para perceber as características do capital português? Um preocupante sinal de que a “troika” está vendida aos gajos do PC, do BE, dos anarquistas, do não sei o quê?

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  37. anti-comuna's avatar
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    16 Fevereiro, 2012 12:28

    Os portugueses, vítimas de racismo. O Ulrich também já se apercebeu desse facto:
    .
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    “”A sensação que tenho tido do trabalho que fazem relativamente a Portugal, sobretudo nos últimos meses, é que já nem ligam, fazem as perguntas um pouco por dever de ofício, mas já nem ligam às respostas. Dá a ideia que já têm um juízo pré-concebido e que seguem em frente com a sua ideia. E isto significa falta de rigor e, portanto, os mercados também vão percebendo isto”, disse Ulrich.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=538729
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    Não são apenas as agências de rating mas bancos de investimentos, jornalistas, etc.
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    A táctica agora é proteger a Irlanda e atacar Portugal. Embora a Irlanda esteja igual ou bem pior que Portugal.

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  38. anti-comuna's avatar
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    16 Fevereiro, 2012 13:25

    A Irlanda não é a Grécia. Não. Nem Portugal é a Irlanda ou a Grécia. Cada país tem os seus problemas. Os problema irlandeses têm causas um bocado diferentes de Portugal ou da Grécia. Mas os problemas irlandeses são sérios. São tão sérios, que das duas uma. Ou vão ter mesmo que encolher o Estado (e ainda mais cortes nos salários da função pública) ou subir a carga fiscal. Se a carga fiscal não pode subir (devido à dependência que tem nas multinacionais que escolhem a Irlanda para pagarem menos impostos), o Estado irlandês vai ter que cortar ainda mais a sua despesa. O seu défice orçamental é ainda muito elevado, apesar dos esforços feitos para o cortar.
    .
    .
    A Irlanda tem, por exemplo, um problema grave de crédito mal parado interno ainda mais grave que Portugal. Este é um tema que nunca vem a público nas análises e comparações entre a Irlanda e os demais países sob intervenção externa.
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    “Irish Economy 2012: CSO survey shows 20% of households delayed/ missed paying bills to pay for basic goods and services”
    .
    in http://www.finfacts.ie/irishfinancenews/article_1023930.shtml
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    .
    A retracção no consumo é elevada e as pessoas não têm dinheiro para sobreviver.
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    A Irlanda teve uma explosão nas suas exportações, mais ou menos até à introdução do euro. Depois, as suas exportações pouco cresceram. O que aconteceu foi uma explosão no consumo, na especulação imobiliária e uma bolha crediticia e financeira fenomenal. E a par desta forte procura interna, os salários subiram demasiado para que a Irlanda consiga manter o seu consumo e até as suas exportações. O processo deles é um bocado semelhante ao grego. O Estado terá dificuldades em controlar os seus défices orçamentais porque a população está com problemas financeiras mesmo graves. O povo irlandês está a viver uma queda no seu nível de vida sem precedentes na própria UE. Talvez ainda pior que os gregos. E o processo ainda está a decorrer.
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    As exportações irlandesas estão sob forte ameaça. A Irlanda está com problemas em aumentar as suas exportações, desde a introdução do euro. Hoje a Irlanda tem a ameaça de assistir a uma forte queda nas suas exportações:
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    “The Central Statistics Office said yesterday that a substantial part of a 9.1pc decline in exports seen in December was related to a “high-value product coming off patent” but declined to name the drug or say how much of the overall decline was due to this single medicine.
    .
    Lipitor, which is made in Little Island in Cork, went off-patent in December — forcing drug-maker Pfizer to launch an all-out price war against cheaper generic rivals.
    .
    Many experts fear that the strength of our drugs industry may turn into a weakness over the next two years, pushing down exports and economic growth. Five of the world’s top-selling dozen medicines are produced in Ireland and Bloomberg calculated last year that their sales would fall 52pc from $27bn (€20bn) in 2010 to $13bn by 2013, as patents expire.
    .
    Lipitor had $10.7bn of sales in 2010. Irish-made schizophrenia drug Zyprexa, which also came off patent last year, had sales of €5bn or 22pc of Eli Lilly’s full-year sales. Merck’s Singulair asthma treatment, due to come off patent this year, has sales of around $5bn.
    .
    Chris Van Egeraat, a lecturer in economic geography at NUI Maynooth, estimates about €19bn worth of Irish exports may be at risk as drugs like these fall off patent.
    .
    The dramatic swing seen in December’s trade figures highlights once again how the Irish economy is vulnerable to outside forces. The economic adviser to the Irish Exporters Association (IEA) warned yesterday that the economic outlook had worsened significantly and predicted the economy won’t expand at all this year.”
    .
    in http://www.independent.ie/business/irish/patent-end-to-lipitor-led-to-91pc-decline-in-exports-3021683.html
    .
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    Eu destaco isto:
    .
    ” Five of the world’s top-selling dozen medicines are produced in Ireland and Bloomberg calculated last year that their sales would fall 52pc from $27bn (€20bn) in 2010 to $13bn by 2013, as patents expire.”
    .
    .
    Nos próximos dois anos, as exportações irlandesas vão estar sob forte pressão. Além disso, outros sectores que eram antigamente dinâmicos na economia irlandesa e causa do sucesso exportador, estão a sofrer uma forte queda, como o material informático.
    .
    .
    A Irlanda tem problemas tão graves, embora não bem parecidos à Grécia, que até certo ponto, a Irlanda assemelha-se mais à Grécia que a Portugal. Portugal tem nas suas exportações, diversificadas, com forte componente nacional, o seu principal trunfo. A Irlanda não. Tem as suas exportações em risco de colapso, tem o seu nível de vida em colapso e, por muito que se doure a pílula, a Irlanda está quase ma mesma situação que a… Grécia.
    .
    .
    Só mesmo a desonestidade pode ver na Irlanda um aluno exemplar. É verdade que a boa vontade política existe na Irlanda, é verdade que não existe tanta evasão fiscal como na Grécia, mas também é verdade que a carga fiscal é insuficiente para manter as despesas do Estado e os compromissos assumidos para salvar a banca falida.
    .
    .
    O mundo anglo-saxónico, no seu racismo evidente, aponta sempre baterias ao sul da Europa em contraposição ao “bom comportamento” do Norte da Europa. Mas as coisas não são assim. A Irlanda está quase tão má como a Grécia, outro país nórdico estoirou, a Islandia, e até a Inglaterra está pelos arames. O sul da Europa está em corrigir os seus excessos e problemas e tem uma variedade de mercados e produção bem superior à Irlanda. A Irlanda depende quase de três mercados, nas suas exportações: USA, Bélgica e UK. E depende sobretudo das multinacionais.
    .
    .
    Infelizmente, a percepção do risco, quase sempre, conta mais que mesmo o verdadeiro risco e como é um processo reflexivo, os irlandeses ainda se vão safando dos ataques. Os portugueses, coitados, levam no corpo, não porque mereçam tanto assim, mas porque o racismo impede que se analise os vários países com as mesmas regras, standards e objectividade.
    .
    .
    Cabe aos portugueses mostrarem que Portugal não é a… Irlanda!

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  39. anti-comuna's avatar
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    16 Fevereiro, 2012 14:20

    Outra táctica utilizada para esconder o pandemónio que é a Irlanda, é esconder os défices orçamentais por detrás dos custos do seu sistema financeiro. (Uma táctica utilizada no UK, que também escondem o buraco inglês, através destas manobras contabilistiscas.) Ora, era como se os custos do BPN fossem varridos para debaixo do tapete, como até certo ponto o governo do Sócrates fez. (Se os outros utilizavam, porque não nós, deve ter pensado o nabo do Teixeira dos Santos.) Ora, Porutgal teve penalizações por não incluir os custos com as injecções nos nossos dois bancos falidos: o BPN e o BPP.
    .
    .
    A Irlanda não é o aluno exemplar, que o mundo anglo-saxónico nos tenta vender. Enquanto apresentam o sul da Europa como incapazes. (Por mero racismo e preconceitos, como diria o Ulrich.)
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    Atente-se a estas noticias:
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    .
    “IN ITS LATEST REPORT ON fiscal sustainability, the IMF says Ireland is unlikely to meet its deficit targets for the year.
    Ireland’s deficit will hit 10.8 per cent this year – making it just one of three countries which will have budget deficits above 10 per cent. According to the four year plan, the government’s estimate for the budget deficit in 2011 is 9.1 per cent.”
    .
    in http://businessetc.thejournal.ie/irish-government-will-miss-deficit-targets-for-2011-imf-119981-Apr2011/
    .
    .
    “Ireland’s budget deficit widened to 21.4 billion euros ($28.7 billion) in the 11 months through November, boosted by the cost of rescuing the financial system.
    .
    In the year-earlier period, the shortfall was 13.4 billion euros, the Finance Ministry in Dublin said in an e-mailed statement today. The underlying deficit, excluding bank payments and the sale of a state stake in Bank of Ireland Plc (BKIR), was more than 1.6 billion euros lower than a year ago, it said.”
    .
    in http://www.bloomberg.com/news/2011-12-02/irish-fiscal-deficit-widens-on-banks-tax-take-misses-target.html
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    As contas irlandesas estão mesmo a falhar e não a melhorar, como se anda a vender por aí. O buraco está a crecser e não a diminuir. E eles bem tentam encolher o défice, mas como assumiram uma banca falida (por pressão dos ingleses), agora estão lixados. Têm que assumir o colapso da procura interna, os custos de uma banca falida e com cada vez mais prejuízos, uma economia dependente de multinacionais, que vendem produtos com fins de patentes e um sector privado que dá calotes em cima de calotes. Desde ao banco até à distribuidor de gás, electricidade, etc.
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    A Irlanda está mais parecida com a Grécia do que com… Portugal.
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    Uma das vantagens irlandesas, que agora irão perder, foi que as suas exportações foram aguentando o barco, quanto tiveram um colapso no consumo, na procura interna e nas importações. A forte queda nas importações a par de uma manutenção das exportações, fez com que a queda do PIB fosse menor do que na realidade estava a acontecer. No entanto, agora que as exportações começam a cair, aquilo que foi ganho com a queda nas importações será perdido com a queda das exportações. No fim de contas, a economia grega deverá cair quase tanto como a grega, no fim do processo. Estas coisas podem-se adiar, mas quando um país é incapaz de dar a volta por cima da crise, os custos acabarão por ser pagos. E já estão.
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    A economia irlandesa caiu mais que a portuguesa no terceiro trimestre de 2011. Eles não publicaram os dados do quarto trimestre, mas devem ter tido imensos problemas. Nos próximos trimestres, provavelmente, a Irlanda vai te sofrer fortes quedas no seu PIB. A procura interna, que ultimamente se mostrava relativamente forte, começou a malhar novamente e o governo teve que tomar mais medidas de cortes na despesa, pois as suas contas públicas estão a derrapar. Logo, a procura interna deverá continuar a cair e até as suas exportações. Ao contrário de Portugal, que tem nas suas exportações, aquilo que eles não têm. Temos as exportações em forte crescimento (em valor e volume). os gajos não. Pelo contrário, infelizmente, devem levar um colapso nas exportações, devido ao fim das patentes.
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    Cabe aos portugueses não irem nos contos da sereia anglo-saxónica. Os irlandeses estão cada vez mais parecidos com a Grécia e nós cada vez mais, longe da Grécia e da irlanda. Portugal, se correr bem, fecha o ano de 2012, com as exportações em forte alta e a procura interna estabilizada, o défice controlado e até, se calhar, com folga para pensar em superavites orçamentais. A Irlanda, por muito que dourem a pílula, ainda é um buraco enorme.
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    Agora, cabe aos portugueses mostrarem resultados e mostrarem que não somos a… Irlanda!

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  40. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    16 Fevereiro, 2012 14:26

    com o mal dos outros podemos bem nós.
    mas os dados económicos são cada dia que passa mais animadores……….

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  41. e-ko's avatar
  42. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    16 Fevereiro, 2012 14:54

    A melhor medida deste ministro. Para Eko meditar:
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    “Presidente da República promulga Lei dos compromissos
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    Lei permite despesas na administração pública apenas quando houver receitas.”
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    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=538765
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    Esta foi a melhor medida de todas, que até agora o Gasparov teve que tomar. Esta é a medida que permitiu ao Botas equilibrar os orçamentos em Portugal e que, hoje, a China utiliza e permite sempre superavites orçamentais até ao último mês do seu ano fiscal.
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    Se há coisa que eu admiro, foi a coragem deste ministro em tomar esta medida. Por si só, já garante superavites futuros.

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  43. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    16 Fevereiro, 2012 15:00

    O Pedro Lains devia saber como se calcula o PIB. Se o sabe, tem obrigação de saber que virá primeiro da PEL, depois do investimento e só depois do consumo.
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    É por haver académicos como este que Porutgal faliu. Tenho grande consideração por ele, mas quando a ideologia e o querer ser ministro de um eventual futuro governo PS lhe toldam a tolinha, só tenho que dizer que anda a desgastar-se por nada. Pode-lhe acontecer a ele o que aconteceu ao Teixeira dos Santos. Boa imagem académica, um desastre a fazer coisas.
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    Quando os académicos pensam que sabem muito mas desatam a inventar largo…

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  44. Trinta e três's avatar

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