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Plafonamento

17 Abril, 2012

Parece que a Dona Branca quer plafonar os juros.

11 comentários leave one →
  1. CA's avatar
    17 Abril, 2012 13:40

    Mas afinal o que é uma “Dona Branca”?
    Uma definição vai certamente ajudar a esclarecer algumas ideias.

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  2. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    17 Abril, 2012 13:45

    O Chico chama dona branca à coca.

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  3. JP Ribeiro's avatar
    JP Ribeiro permalink
    17 Abril, 2012 14:27

    Dona Branca é o nome porque devia se conhecida a Seg Social. Nos países anglo saxonicos chamam-lhe Ponzi que é a tradução à letra de Dona Branca. Agora isso dos juros não sei o que é. Sobre a Dona Branca posso assegurar que há mais de dez anos que não tenho a pensão actualizada. Será isso?

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  4. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    17 Abril, 2012 16:01

    a dona branca custa tanto hoje como custava há vinte e cinco anos.

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  5. silva's avatar
    silva permalink
    17 Abril, 2012 21:16

    Estes politicos de trazer por casa destroem o país na nossa frente,Investiguem o despedimento coletivo do casino estoril, isto ´pior que freepotr, casapia, sucateiro e sobreiros ou bpn, ou será os mesmos de tudo isto

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  6. El Der's avatar
    El Der permalink
    17 Abril, 2012 21:16

    A suprema felicidade, segundo João Miranda:
    (tal como eu o entendo)

    fim do salário mínimo, ou pelo menos muito mais mínimo,
    fim de todas as prestações sociais,
    fim dos hospitais públicos,
    fim das escolas públicas,
    fim dos direitos dos trabalhadores,
    fim da floresta, deixando que os incêndios queimem até ao fim,
    etc, etc.
    Por outro lado,
    mais dinheiro para a Brisa,
    mais dinheiro para o Espírito Santo,
    mais dinheiro para a Sonae,
    mais dinheiro para a Galp,
    mais dinheiro para a Lusoponte,
    mais dinheiro para as PPPs em geral,
    etc etc
    Então sim!
    O mundo seria perfeito.

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  7. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    18 Abril, 2012 12:03

    Não resisto a concordar com o El Der. O gozo que dá à meia centena de ultraliberais, mas com imensa influência na comunicação social, ver o pessoal cheio de fome, a correr para as filas da sopa dos pobres sustentada pelos saqueadores que, no fundo, até têm um coração de ouro.
    Uma espécie de Júdice, que defendia essa esmola aos pobrezinhos, porque a mãezinha já o fazia. Já para não falar no gozo que deve dar ao hiperliberalismo tuga os chineses a dormir nos antros a que chamam fábricas, para poderem cumprir as 16 ou 18 horitas de trabalho pela tijela de arroz.
    Nunca como hoje é tão visível a malvadez e a bondade, quando se pensaria que os conceitos de estavam a misturar devido à subjetividade crescente e à diversidade de ideias. Bastava ter-se visto o último Prós e Contras. Que, aliás, nem consegui ver, porque não era aguentável a estupidez maciça da parte direita do meu ecrã. A provar que o hierliberalismo não é mais do que uma deformação mental.

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  8. CA's avatar
    18 Abril, 2012 12:39

    Bem, parece que se quer associar a Dona Branca/Ponzi à Segurança Social mas ninguém é capaz de explicar porquê. 😉

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  9. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    18 Abril, 2012 12:43

    “…parece que se quer associar a Dona Branca/Ponzi à Segurança Social mas ninguém é capaz de explicar porquê.”
    Talvez para criticar a iniciativa privada da Dona Branca. Eh! Eh! Eh!

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  10. Pi-Erre's avatar
    18 Abril, 2012 14:22

    “A INSUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL

    A propósito das notícias sobre as dificuldades da Segurança Social e que levou o Governo a suspender as Reformas antecipadas, é interessante relembrar o historial associado a esta matéria.
    A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974. As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%). O Estado nunca lá pôs 1 centavo. Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu. Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser “mãos largas”! Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores). Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos. Como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres(1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido), em 1997, hoje chamado RSI. Os deputados também se autoincluiram neste pote mesmo sem o tempo de descontos exigidos aos beneficiários originais. E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados. Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado, para contemplar estas necessidades. Optaram isso sim, pelo “assalto” àqueles Fundos. Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram. Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou!

    Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Prof’s Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o “Livro Branco da Segurança Social”.

    Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos “saques” que foi fazendo desde 1975.

    Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões €. De 1996 até hoje, os Governos continuaram a “sacar” e a dar benesses, a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.

    Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o “Livro NEGRO da Segurança Social”, para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos “saques” que continuaram de 1997 até hoje.

    Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE. Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS? Claro que não!…
    Outra questão se pode colocar ainda. Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?

    Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões €!… Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!…

    Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido.

    A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!…

    Para finalizar e quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.

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  11. zépovinho's avatar
    zépovinho permalink
    18 Abril, 2012 20:30

    mais quesque c’est le “plafonamento”?

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