O bruáaaaa
Independentemente da qualidade ou da falta dela do discurso de Cavaco Silva neste 25 de Abril há um fenómeno a destacar: com o PS na oposição o PCP e sobretudo o BE estão voltam a viver dias felizes nas redacções e Cavaco tornou-se no bombo óbvio da festa dessa renovada FUP. A reacção ao discurso de Cavaco deste ano é um exemplo da capacidade que essa aliança tem para lançar slogans. O discurso de Cavaco deste ano insere-se no registo que adopta nas suas intervenções nesta data. Bastava ler os discursos dos anos anteriores para o perceber. Por exemplo os 2011 e de 2010. Mas a FUP editorial é quem mais ordena e assim um jornalista pergunta/afirma a um activista que a escola da Fontinha é um sonho que não pode ser interrompido, outra declara que a segurança e a emigração são temas populistas, outros não conseguem noticiar as novas acusações a José Sócrates no âmbito do processo Freeport e está assente que Cavaco ignorou a crise. Em boa verdade ignorou-a ou valorizou-a tanto quanto nos anos anteriores. Mas o bruáaaa diz que não.

De facto não se entende o “bruáá” sobre o discurso do Cavaco. Afinal todos os portugueses sabem que dali não sai nada de interessante, é sempre a mesma nulidade e a figura deve ser pura e simplesmente ignorada. Há um ano dizia a criaturinha que “o povo não aguenta mais austeridade”, agora, depois de doses cavalares de austeridade, enquanto a gente do pote, o merceeiro holandês e todos os porcos que estão cada vez mais sebados,
o tri-reformado esqueceu~se disso e toca a evocar os grandes feitos dos portugueses. Esqueceu-se tão só do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago!!! É mesmo muito pequenino.
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«as novas acusações a José Sócrates no âmbito do processo Freeport»
esta mulher não para de surpreender!
que novas acusações?
que o sujeito veste-se elegantemente demais?
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o Ze da Povoa anda a beber demasiada agua salgada, e Aremandus ainda não ouviu as ultimas noticias. Depois do que o Ingles disse hoje no tribunal, não sei o que é que o PGR precisa mais para indiciar o “estudante em Paris”.
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o prec morreu, mas deixou muito orfãos, coitadinhos……
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http://umahoje.blogspot.pt/2009/11/ze-sapatilhas-da-covilha.html
Deve ser este cromo que o aremandus refere
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Minha adorável cassandrazinha anti-Sócratica, continuas à procura do “pote” né?…
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Até pode ser outra FUP, mas Fundação das Universidades Portuguesas envolve(u) muitos peritos mas os links da página das actividades não funcionam. Resultados para o calendário o novo Guião de Auto-avaliação e o novo Guião de Avaliação Externa, nada. Parece que se extinguiu há 10 anos. Agora, se for a Força de Unidade Popular, talvez possa ajudar a resolver o bruaá.
Está aqui um link: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1548628
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só sei que as empresas de sempre continuam a receber os subsídios e as rendas de sempre. O resto são tretas ou casos de polícia. http://psicanalises.blogspot.pt/
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Basta-nos que a “bruáaaa-ca” diga que sim…
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Helena,
sussurre-me ao ouvido: o post é sobre quê?
Sobre o zero do discurso do presidente? Sobre a alta expectativa que tinha em relação a esse discurso?
Não me parece que seja isso uma vez que invocou os discursos anteriores, do tempo da desbunda socrática, comparando-os com o de ontem, em tempo de saque aos portugueses, digo, à classe média. Para o presidente é tudo a mesma coisa, mesmo que sejam coisas diferentes. Um gato é um cão, um cão é um macaco e um macaco é outra coisa qualquer ou o seu contrário.
Teria sido interessante reparar no discurso de Pedro Pinto que citou Sérgio Godinho várias vezes, “Liberdade que é também <>, tal como é autonomia e a vitalidade da nossa expansão económica e cultural”. Várias vezes, repito, em diferentes contextos do discurso. E também seria interessante observar a invocação que Pedro Pinto fez de Miguel Portas, um humanista de “alma” e coração, tão esquecido por aqui.
Agora, que interesse tem o choradinho fandangueiro do “vamos mostrar aos estrangeiros quem somos”, ainda por cima depois da ministra da Justiça andar a dizer a Portugal e ao mundo que “estamos falidos”? Ou a mistura do Sócrates o suposto discurso do Cavaco?
Bem, depois do que atrás disse, só me resta pedir desculpa à Helena por lhe estar a dizer o que deveria escrever no post. Claro que não fazia sentido escrever o que eu disse. Fez muito bem escrever o que achou por bem escrever. É a vida!
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Bruáaaa!???? não está a confundir com uuuháaaaa……
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O link em que fundamentei o meu primeiro comentário.
http://www.fup.pt/old/conselhodeavaliacao/index.php
O 2º link que agora encontrei…
http://www.fup.pt/?p=FF1
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Custa-me admiti-lo, mas este patarata e sacanola está a ultrapassar, como nulidade absurda, o anterior apalermado e sacanola.
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Os Fontinhas na Catalunha estão a ir de cana e os de Madrid também: as fotografias estão nos sites da Polícia. Já perceberam que a tolerância total é intolerável.
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Os discursos do Cavaco ou de outro qualquer não me interessam para nada.
O que é de vomitar é a ignorância ´pseudo popular e esquerdófila dos jornalekeiros de serviço. Andaram 6 anos com o bandalho sokas ao colo, tão moderno, dinâmico e determinado. Gostam sempre de massajar ranhosos e mal-cheirosos como os da tal escolinha do Porto. Estão sempre na primeira linha da exigência de “apoios” (do Estado) e toda e qualquer merda, desde que se pareça com qualuquer cena social. Ele é a “MAC”, coitadinha… Ufa, e se esta gajada pagasse do bolso deles? Tão “à frente” que esles são!
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helenafmatos cada vez mais desapontada com o seu presidente e com o seu governo (seu…dela, como é óbvio).
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o jornalismo só é bom quando as causas dizem respeito à nossa direita; aí sim, helenas & eleutérios são felizes!
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Mas o Cavaco discursou?
Não reparei!
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Em cima, as comas “comeram” parte do discurso de Pedro Pinto.
“Pedro Pinto que citou Sérgio Godinho várias vezes, – Liberdade que é também “paz, pão, habitação, saúde e educação”, tal como é autonomia e a vitalidade da nossa expansão económica e cultural.”
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O discurso do PR em 2011 foi premonitório daquilo que se cozinhava e – todos os dias – está a acontecer:
“Os programas de cada partido têm de ser apresentados ao eleitorado com serenidade. Não podem ser feitas promessas que não poderão ser cumpridas. Vender ilusões ou esconder o inadiável é travar a resolução dos problemas que nos afligem.
Dos agentes políticos exige-se que actuem com transparência e com verdade, que esclareçam devidamente os Portugueses, sem subterfúgios e crispações artificiais, sem querelas inúteis.”
Tal e qual como um bruáaaa…
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Cavaco foi e é o carrasco da nossa pobreza.
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