Uma geração, ou duas, sem pais tinha que dar nisto. Algum dia um meu filho de 16 ou 17 anos se punha a reivindicar o fim dos exames… estava feito num oito. A geração verdadeiramente rasca, a dos pais desta gente. Os soissante-huitard e as suas crias é que deram cabo de tudo, em nome da democracia, dizem eles que na sua maioria são antidemocratas. Vai ser difícil livrarmo-nos deste lastro. o que vale é que os velhos de sessenta estão a cair da tripeça e aos seus crianços por notória falta de préstimo já pouca gente lhes liga.
Interessante saber que o jmf1957 entrou num movimento para acabar com os exames no Pedro Nunes e conseguiu.
E depois como foi?
Licenciou-se ao domingo?
“Há gente que usa a frase ” só os burros é que não mudam” para justificar a hipocrisia, a falta de carácter e a falta de coerência ! Para essa gente as pessoas de carácter, honestas, de ideais e de causas, coerentes c com as suas ideias, são burras”.
Antonio Conde dixit e deixou constancia faz 8 horas disso.
E quem olha esta caterva rexindo os destinos de Europa, Merkel, Burroso e outros pensa que nao sao os melhores dias para pessoas de caracter, honestas, ideais e causas coerentes e de feitos conforme as suas ideais quanto mais com as dos demais…Bad times para a lirica com esta música de fondo e esta troupe…
hajpachorra: eu também concordo que só por imbecilidade alguém andou a defender o fim dos exames e lembro-me bem dessa tara igualitária de nem haver notas.
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Mas, v. comete um erro coronológico- os pais deles não podiam ser soissante-huitard. Esses seriam primos.
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Os pais eram neo-vintage: nem sim, nem sopas.
Quanto ao extermínio natural, não tenho essa fezada. O hajapachorra esquece-se dos que são iguais por clonagem e saudades desse passado que nem viveram.
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Nascem anti-facistas militantes a cada minutos. Têm as falsas memórias históricas a ser dadas desde o berço e oficialmente nos programas escolares.
Olhe, conheço melhor a merdocracia e acho que é outra treta que não diz nada. Eu acredito em talentos e em que cada um é para o que nasce.
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Mas admiro quem se entrega uma vida inteira a um pequeno ideal que nada tem a ver com reconhecimento público ou triunfo social ou até “meritocracia”. Por exemplo- admiro todos os jardineiros.
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Quanto ao resto, acho piada à forma como os vagabundos se antecipam aos que se matam a trabalhar para ficarem de papo para o ar o mais cedo possível.
Também sou sensível a essa cena do jardineiro, quanto mais não seja por motivos estéticos. O produto é lindo e digno de se fotografar, cheirar e pôr na jarra.
Mas acho que o lavrador, obtém igualmente flores, ainda que os seus produtos finais sejam os frutos, os bolbos ou raízes, que se comem.
Flores também se comem, é certo. Há até uma flor que muito admiro, cujos estames utilizo com frequência, o açafrão.
Um jardineiro está ao nível do olfacto e da visão.
O lavrador está mais no paladar.
jardineiros de flores, jardinheiros de meninos e jardineiros de idosos… se o talento e o valor fossem devidamente reconhecidos… não seriam estes a ganhar, por vezes, ainda menos que os ordenados mínimos do mundo!…
Quando refiro jardineiros nem estava apenas a pensar na profissão. Estava a pensar também nas pessoas que deixam um jardim público. É uma das dádivas mais bonitas e alcance de toda a gente.
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Do mesmo modo, dantes havia quem oferecesse bibliotecas. Hoje é tudo pensado em função do ordenado ou dos descontos no IRS
Ah, e também gosto do lavrador mas nem vale a pena falar nisso que tenho já os fanáticos dos serviços e do milagre empresarial português a chatearem-me os cornos.
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“:O))))
É claro que prefiro as flores num jardim, àquelas colocadas em vasos e muito menos cortadas em jarras.
A minha mãe tinha vasos com flores dentro de casa, que tratava carinhosamente, em que eu tropeçava.
Dizia que oxigenavam e perfumavam o ambiente.
Depois apareceram os sprays e ela morreu.
Bem, o Nuno Portas é um típico soissante-huitard; há várias camadas geracionais, entre a quequada o fenómeno hippico-vaticano ii (desculpai lá mais esta canelada ó basbaques socretinos) foi contemporâneo das praias de paris ou das ervas de berkeley, no resto da populaça de facto veio com 10-15 anos de atraso, como aliás sempre sucede. Portantamente, os católicos progressistas são da geração dos paizinhos do jmf e estão agora a cair da tripeça; quem quiser ter uma ideia é ir a uma missa (outra canelada nos polidores de esquinas) ao Campo Grande e ver aquela terceira idade progressista. Apesar de tudo, por incrível que pareça, quem tem menos de 35 anos acha que essa gente é de outro planeta, essa gente e os jmf que caminham para velhos gaiteiros e que são totalmente imprestáveis. Que é que um cabrão que andava a roubar mobílias ou a fazer passagens administrativas pode saber? Nada. É ouvir os Zé Maneis e os papagaios das televisões, não sabem porra nenhuma.
Estava difícil. Deve ter custado um bocadinho, mas valeu a pena.
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tirado a ferros….
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muita hipocrisia, de quem só tem malhado no PCP e no BE de cada vez que escreve.
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Uma geração, ou duas, sem pais tinha que dar nisto. Algum dia um meu filho de 16 ou 17 anos se punha a reivindicar o fim dos exames… estava feito num oito. A geração verdadeiramente rasca, a dos pais desta gente. Os soissante-huitard e as suas crias é que deram cabo de tudo, em nome da democracia, dizem eles que na sua maioria são antidemocratas. Vai ser difícil livrarmo-nos deste lastro. o que vale é que os velhos de sessenta estão a cair da tripeça e aos seus crianços por notória falta de préstimo já pouca gente lhes liga.
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vai dormir que o teu mal é sono!
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Em memória de quê?
RIP
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Interessante saber que o jmf1957 entrou num movimento para acabar com os exames no Pedro Nunes e conseguiu.
E depois como foi?
Licenciou-se ao domingo?
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“Há gente que usa a frase ” só os burros é que não mudam” para justificar a hipocrisia, a falta de carácter e a falta de coerência ! Para essa gente as pessoas de carácter, honestas, de ideais e de causas, coerentes c com as suas ideias, são burras”.
Antonio Conde dixit e deixou constancia faz 8 horas disso.
E quem olha esta caterva rexindo os destinos de Europa, Merkel, Burroso e outros pensa que nao sao os melhores dias para pessoas de caracter, honestas, ideais e causas coerentes e de feitos conforme as suas ideais quanto mais com as dos demais…Bad times para a lirica com esta música de fondo e esta troupe…
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hajpachorra: eu também concordo que só por imbecilidade alguém andou a defender o fim dos exames e lembro-me bem dessa tara igualitária de nem haver notas.
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Mas, v. comete um erro coronológico- os pais deles não podiam ser soissante-huitard. Esses seriam primos.
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Os pais eram neo-vintage: nem sim, nem sopas.
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Quanto ao extermínio natural, não tenho essa fezada. O hajapachorra esquece-se dos que são iguais por clonagem e saudades desse passado que nem viveram.
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Nascem anti-facistas militantes a cada minutos. Têm as falsas memórias históricas a ser dadas desde o berço e oficialmente nos programas escolares.
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Zazie, voce que tem uma inteligência acima da média que pensa sobre a ´meritocracia’?
pergunto, por mera curiosidade.
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e…já agora: deprimenta a foto com o paulo portas na primeira página do JN.
enfim,jornalismo de sarjeta!
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Olhe, conheço melhor a merdocracia e acho que é outra treta que não diz nada. Eu acredito em talentos e em que cada um é para o que nasce.
.
Mas admiro quem se entrega uma vida inteira a um pequeno ideal que nada tem a ver com reconhecimento público ou triunfo social ou até “meritocracia”. Por exemplo- admiro todos os jardineiros.
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Quanto ao resto, acho piada à forma como os vagabundos se antecipam aos que se matam a trabalhar para ficarem de papo para o ar o mais cedo possível.
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algo em comum: também admiro os jardineiros, uma espécie de arquitectos de édens antecipados
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E ainda por cima com uso bem terreno ehehehe
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Também sou sensível a essa cena do jardineiro, quanto mais não seja por motivos estéticos. O produto é lindo e digno de se fotografar, cheirar e pôr na jarra.
Mas acho que o lavrador, obtém igualmente flores, ainda que os seus produtos finais sejam os frutos, os bolbos ou raízes, que se comem.
Flores também se comem, é certo. Há até uma flor que muito admiro, cujos estames utilizo com frequência, o açafrão.
Um jardineiro está ao nível do olfacto e da visão.
O lavrador está mais no paladar.
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jardineiros de flores, jardinheiros de meninos e jardineiros de idosos… se o talento e o valor fossem devidamente reconhecidos… não seriam estes a ganhar, por vezes, ainda menos que os ordenados mínimos do mundo!…
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Quando refiro jardineiros nem estava apenas a pensar na profissão. Estava a pensar também nas pessoas que deixam um jardim público. É uma das dádivas mais bonitas e alcance de toda a gente.
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Do mesmo modo, dantes havia quem oferecesse bibliotecas. Hoje é tudo pensado em função do ordenado ou dos descontos no IRS
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Outra coisa: quem gosta de jardinagem detesta flores mortas nas jarras.
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Ah, e também gosto do lavrador mas nem vale a pena falar nisso que tenho já os fanáticos dos serviços e do milagre empresarial português a chatearem-me os cornos.
.
“:O))))
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É claro que prefiro as flores num jardim, àquelas colocadas em vasos e muito menos cortadas em jarras.
A minha mãe tinha vasos com flores dentro de casa, que tratava carinhosamente, em que eu tropeçava.
Dizia que oxigenavam e perfumavam o ambiente.
Depois apareceram os sprays e ela morreu.
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Bem, o Nuno Portas é um típico soissante-huitard; há várias camadas geracionais, entre a quequada o fenómeno hippico-vaticano ii (desculpai lá mais esta canelada ó basbaques socretinos) foi contemporâneo das praias de paris ou das ervas de berkeley, no resto da populaça de facto veio com 10-15 anos de atraso, como aliás sempre sucede. Portantamente, os católicos progressistas são da geração dos paizinhos do jmf e estão agora a cair da tripeça; quem quiser ter uma ideia é ir a uma missa (outra canelada nos polidores de esquinas) ao Campo Grande e ver aquela terceira idade progressista. Apesar de tudo, por incrível que pareça, quem tem menos de 35 anos acha que essa gente é de outro planeta, essa gente e os jmf que caminham para velhos gaiteiros e que são totalmente imprestáveis. Que é que um cabrão que andava a roubar mobílias ou a fazer passagens administrativas pode saber? Nada. É ouvir os Zé Maneis e os papagaios das televisões, não sabem porra nenhuma.
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Tem razão. Fiz mal as contas. Esses pais já iam nos trintas nessa altura.
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«o fenómeno hippico-vaticano ii »
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AHAAHHAHAHAHA
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