sobre a concorrência
4 Maio, 2012
Todas as leis que protegem a concorrência são sempre leis que protegem, apenas e só, alguns concorrentes.
8 comentários
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Todas as leis que protegem a concorrência são sempre leis que protegem, apenas e só, alguns concorrentes.
Seja bem reaparecido rui a. o liberalismo precisa de pessoas que pensem para além da cartilha, senão isto vira uma chatice!
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Funcionam, efectivamente, no interesse do/s já instalados.
Também é assim com os governos,
apesar do juramento em servir o ‘interesse geral’
no início dos mandatos.
E as ordens profissionais.
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A ASAE concluíu que houve “ilegalidades” por parte do Pingo Doce.
Enviou o caso para a Alta Autoridade da Concorrência. Se esta entidade provar que as houve, afinal ocorreram ou não abusos vários ? E de quem é a culpa ? Dos fornecedores ? Dos consumidores ? Da ASAE ? Da AAConcorrência ?
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O problema é que , por exemplo no retalho, que é a várzea de engorgorda dos grandes merceeiros, existem eles e os outros que não contam nada. A lei da concorrência ou é conforme os seus interesses, ou executivo vai ao ar. Este filme passou há pouco.
.
Foi mais ou menos esta lei da concorrência que acabou com a produção nacional, com a pesca, com a agricultura, e mandou plantar eucaliptos, o petróleo verde, do ministro da Economia do cavaquistão, sr Mira Amaral.
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A Corporação vencerá. As corporações:
“No 1º Conselho de Administração Plenário presidido p/Artur S. Silva,
realizado hoje, o Conselho deliberou,
por unanimidade,
“cooptar” o presidente cessante
como administrador não executivo”
Os reformados do regime vencerão.
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Sobre eventuais práticas anti-concorrenciais da JM, ler pf: http://momentoseconomicos.wordpress.com/2012/05/02/1590/
Vale a pena rigor de análise.
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Monti,
Obviamente há corporativismos vários e os “reformados” não se despegam, sem terem garantias de que os substitutos os venerarão e assegurarão benesses. Transitam, transitam….
Mas no caso que Vc. refere (17:48), trata-se duma instituição privada a quem este país muito deve ! E onde ocasionalmente as corporações se fazem representar…
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É este olhar desconfiado relativamente ao “povo” (ou “zombies”, usando a expressão do Pedro Sales) que eu condeno com veemência na nossa esquerda. Se o povo é realmente influenciável às manipulações publicitárias e uma vez que o legislador é composto por gente desse povo, como podemos depositar confiança no legislador para que ele regule no sentido de proteger esse mesmo povo? Ou será que existe uma massa influenciável e depois, do outro lado, um grupo de pessoas dotadas de uma inteligência invulgar que vai conseguir colmatar a ingenuidade do povo com legislação proteccionista?
Não sei se me consigo fazer entender mas é esta divisão e rotulagem das pessoas – o “povo influenciável”; os “capitalistas perversos” e o Estado imaculado e bondoso que nos protege dos segundos – que eu critico.
Quando nos referimos ao povo, estamos a falar de pessoas maiores e vacinadas, possuidoras de inteligência e de consciência próprias que devemos respeitar. Quando eu fui ao Pingo Doce comprar dez garrafas de Muralhas por 17 euros – quando normalmente pagaria 38 euros – fi-lo em consciência e acredito que foi uma boa compra. Agradeço, portanto, que o Estado aceite esta minha escolha e não se intrometa nas minhas decisões, tão pouco queira determinar onde devo gastar o meu dinheiro.
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