Crescimento IV
Papel da dívida no crescimento:
1. Um país pode crescer temporariamente, e até artificialmente, graças à entrada de dinheiro proveniente de endividamento, mesmo que esse dinheiro sirva para fazer estádios de futebol ou auto-estradas “lá vai um”. O aumento de actividade por causa da injecção de dinheiro no país fará aumentar o produto interno, embora tudo volte ao normal poucos anos depois se o investimento não aumentar a capacidade produtiva do país.
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2. À medida que um país se endivida, o custo da dívida tende aumentar, sobretudo quando os níveis de endividamento atingem um peso na economia muito elevado. Isto porque os credores passam a temer que o país em causa não consiga pagar as suas dívidas.
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3. À medida que se fazem mais e mais investimentos, o retorno desses investimentos diminuiu. Isto acontece porque os países tendem a investir primeiro nos investimentos de maior retorno. A primeira auto-estrada Porto-Lisboa tem um retorno maior que a terceira.
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4. Como o custo dos empréstimos tende a aumentar e o retorno do investimento tende a diminuir à medida que o tempo passa, há um ponto a partir do qual o custo do empréstimo supera o retorno do investimento. Este ponto foi atingido em Portugal há já algum tempo.
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5. É hoje mais rentável pagar dívida (recomprando-a no mercado secundário) do que investir no que quer que seja. A recompra de dívida a 10 anos tem um retorno de mais de 10% ao ano. Não há nenhum investimento público que possa ter essa rentabilidade de imediato.
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6. É por isto, grosso modo, que a austeridade é a melhor política. Não há melhor investimento do que pagar dívida.

Assino por baiso!
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por isso não percebo por que é que o João Miranda não paga os seus calotes!
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Pois é, e a criação de emprego como se faz?
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Admito que tenha razão, porque não conheço os números, mas os seus pontos levantaram-me duas dúvidas.
«« 3. À medida que se fazem mais e mais investimentos, o retorno desses investimentos diminuiu. Isto acontece porque os países tendem a investir primeiro nos investimentos de maior retorno. A primeira auto-estrada Porto-Lisboa tem um retorno maior que a terceira. »»
Os países não podem investir sempre nas atividades com maior retorno, porque existe inovação. Por exemplo, quando se fez a primeira auto-estrada Porto-Lisboa não se podia ter investido em infraestrutura para Internet em fibra ótica, porque não existia a tecnologia. Claro que o seu ponto continua válido se as oportunidades de investimento com retorno aceitável não surgirem suficientemente rápido.
«« 5. É hoje mais rentável pagar dívida (recomprando-a no mercado secundário) do que investir no que quer que seja. A recompra de dívida a 10 anos tem um retorno de mais de 10% ao ano. Não há nenhum investimento público que possa ter essa rentabilidade de imediato. »»
Por que acrescentou o “de imediato” no fim? Acha que existem investimentos públicos que podem ter mais rentabilidade do que o pagamento da dívida, a longo prazo? Se sim, e se esses investimentos tiverem outros benefícios (e.g. criação de empregos), por que não realizá-los?
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Quanto é que a república pagou em juros da dívida desde o último trimestre de 2010 (quando estes superaram a barreira dos 7%) até ao pedido de ajuda externa em Abril de 2011? Quanto é que custou ao país a última “brincadeira” socialista que levou o país à bancarrota, para tentar impedir a queda de Sócrates? Quantos milhares de milhões de euros é que Portugal entregou ao estrangeiro, a ponto de precisar do empréstimo da “troika” até para pagar salários? É que são esses milhares de milhões de euros a diferença entre pedir ajuda em 2010 e ser forçado a fazê-lo em 2011. Milhares de milhões de euros inutilmente “derretidos” e irrecuperáveis, que nos impeliram a pedir ajuda em condições muito mais desfavoráveis.
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“…É por isto, grosso modo, que a austeridade é a melhor política. Não há melhor investimento do que pagar dívida.”
Pois! Uma pescadinha de rabo na boca.
Falta acrescentar que só conseguiremos pagar a dívida ‘crescendo’, ‘produzindo’, etc.. A austeridade – como política – pode (e deve) reduzir as despesas, mas tem uma outra face: provoca recessão económica. E, deste modo, o máximo que podemos esperar é deflação que, como sabemos, gerará mais recessão…
Elevados níveis de endividamento têm necessáriamente consequências negativas sobre o crescimento de longo prazo. A austeridade, só por si, contribui para aumentar o superavit do mundo financeiro. Não tem reflexos significativos na Economia real. Não é um ‘motor’ do desenvolvimento. Este o grande equívoco.
Como resolver? Não sei! Mas, francamente, por uma questão de sanidade cívica e dando oportunidade à ‘criatividade’ dos políticos, seria de esperar outras (mais) ‘soluções’, para além daquelas já conhecidas e rotuladas como: ‘s-e-m a-l-t-e-r-n-a-t-i-v-a-s’…(assim aos soluços e pausadamente).
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1. Um país pode crescer temporariamente…Até aqui todo bem.
Mas na segunda frase ja há reparos em por um mais: “O preço que eu pago por individarme” é quanto?. Nao vai soster o JM que pagar um 1% (USA ou Japao) um 2% da sua dívida (Alemania) é o mesmo que pagar um 16% de intereses por ejem. sniffffffff a Grecia.
Introducido este reparo o argumentario emquanto a louvança da austeridade fica correita.
Nao se preocupem os partidarios do crescimento. Também o JM tem um argumentario propio para o caso e que vai expor mais pronto que tarde quando este fique mais na moda, digo , quando saia de boca da Merkel a autizaçao precisa de que que deve ser o tratamento correito para certos paises da zona Euro que por casualidades da vida nao consiguem imitar a Alemania (ainda que nao se cansam de intentar fazer copy-past, mais nem por essas …impossivol. Que a Merkel emitirá prontamente ese novo troco de rumbo e em lingua alemá…naturally !
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Ele “acrescentou o “de imediato” no fim” porque lhe interessa apenas tecer considerações sobre “acrescentou o “imediato” .
Não lhe interessa o resultado do processo.
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Ele “acrescentou o “de imediato” no fim” porque lhe interessa apenas tecer considerações sobre “o “imediato” .
Não lhe interessa o resultado do processo.
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a crescer, crescer está a esquerda grega!
na primeira sondagem desde as eleições de domingo o Syriza surge como primeira força política com 27,7% dos votos (e, eventualmente, 128 deputados, com o bónus dado ao mais votado), o Nova Democracia com 20,3% (e 57 deputados), o PASOK com 12,6% (e, assim, 36 lugares).
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” E, deste modo, o máximo que podemos esperar é deflação que, como sabemos, gerará mais recessão…”
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Gerará mesmo ? Tem a certeza? Ou isso é o que diz o Krugman e os restantes keynesianos?
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Onde é que se mostra que o retorno da compra da dívida é de 10%?
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Agora falta aparecer aqui o habitual profeta dos milagres, a anunciar a Boa Nova.
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Enquanto não vem o optimista de serviço:
http://economia.publico.pt/Noticia/bruxelas-preve-que-governo-falhe-metas-do-defice-este-ano-1545615
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Já agora, explique como se paga os custos sociais?
Desempregados+subsidios, reformas, despesas na saude, segurança…
Como fica a receita fiscal?
Como ficam os mercados, os tais mercados financeiros onde se compra dinheiro a 1% e se vende a 4%…
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Fantástico, João, que boa explicação. A melhor contribuição para esclarecer o debate sobre o crescimento. Esta verdade :
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“É hoje mais rentável pagar dívida (recomprando-a no mercado secundário) do que investir no que quer que seja. A recompra de dívida a 10 anos tem um retorno de mais de 10% ao ano. Não há nenhum investimento público que possa ter essa rentabilidade de imediato.”
é extremamente esclarecedora.
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««Por que acrescentou o “de imediato” no fim?»»
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Para tornar as situações comparáveis. Pagar dívida tem efeito positivo imediato nos fluxos financeiros. Investimentos em que o primeiro retorno é daqui a 5 anos não têm. Numa situação de desespero não basta comparar as taxas, é preciso também comprar os efeitos na liquidez. O Estado precisa do dinheiro já.
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«« Acha que existem investimentos públicos que podem ter mais rentabilidade do que o pagamento da dívida, a longo prazo?»»
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Não.
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««Se sim, e se esses investimentos tiverem outros benefícios (e.g. criação de empregos), por que não realizá-los?»»
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Mesmo que existissem, é previsível que as taxas de juro disparem se nos endividarmos ainda mais. De 10% passariam facilmente para 20% ou 30% antes que o investimento tivesse retorno.
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Dr João: concoro consigo ,mas a evolução da economia é catastrófica e não quero outro governo a não reconhecer o desastre. Como tal é necessário investimento com retorno e com empregabilidade e congelar todas as actividades inúteis do estado parasita e com essas poupanças investir substituindo os privados que estão todos sem liquidez.E, o governo continua a demorar demasiado na renegociação das PPP,extinção das fundações pouco recomendáveis e de subsídios para associações que são feira de vaidades e de gente que quer protagonismo.
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Berto.
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Pois é, e a criação de emprego como se faz?
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No sector privado, em empresas exportadoras, em vez de no sector privado-amigo-público, em empresas perdulárias.
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O Estado não pode ser o pagador de todos os empregos. Essa receita levou-nos onde nos levou, e estamos como estamos. Por causa da tralha guterrista, santanista e socrática, temos 21.000 milhões de euros a pagar todos os anos em ordenados (talvez menos este ano, com os cortes), quase metade da colecta de impostos. POR ANO, quatro vezes mais que a estupidez que foi o resgate do BPN, ou cerca de 42 submarinos, ou quase dez PPP.
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Com a agravante de que o resgate do BPN e os submarinos foram pagos uma vez (os últimos levam manutenção, mas é pouco em comparação ao preço de custo).
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aremandus,
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Mude-se para a Grécia, para o seu paraíso!
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Tenha cuidado com as versões beta e os marketeiros. Tendem a exagerar as vantagens. Depois os bugs aparecem.
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No caso da Grécia, será a καταστροφή (e aqui esgotei quase todo o meu grego!)
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Se sim, e se esses investimentos tiverem outros benefícios (e.g. criação de empregos), por que não realizá-los?
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Quando o Estado investe, normalmente investe em betão. Isso leva a 1) custos de construção, 2) custos de financiamento, 3) custos de manutenção.
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Considere 4% de custos de manutenção e de amortização (1/25 anos), 8% de custos de financiamento a 10 anos e que 30% do investimento é revertido em pagamento de mão de obra (valor normal na construção civil).
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Tome emprestado 1000. Tem 300 vertidos em criação de emprego. Vai pagar 800 em juros nos 10 anos e 400 em custos de manutenção. No fim de 10 anos pagou 2200 mas obteve 300 em emprego, e talvez 500 em impostos (50% do investimento, já estou a ser MUITO generoso aqui e nos juros a 10 anos).
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Portanto:
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Gastou 1700 (2200 – 500)
Criou 300 em empregos
Ficou com 1000 a pagar em cada 25 anos em manutenção e amortização.
Logo 17% dos gastos líquidos foram revertidos em empregos.
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Grande ineficiência, não acha?
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Faça o juízo com contas. Não me dê retórica, por favor, Berto, pois o estado do país não está para palavras vãs.
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Não foi nada disso que Passos Coelho defendeu quando recusou o PECIV porque «o país já não suporta mais sacrifícios».
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Então parece que tudo sugeriria que talvez ainda em 2012 o Funcionalismo Publico iria levar mais um novo corte nos vencimentos na banda dos 5% – 10% (geral ou em piramide invertida) logo que oportuno e viavel atento que ainda estaria muito ‘à flor da pele’ o corte de vencimento via eliminação defintiva dos Subsidios de Natal e Férias,
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ou em alternativa o correspondente aumento geral de impostos o que daria aproximadamente dar no mesmo, com o mesmo vencimento comprar menos mensalmente e com efeitos colaterais macro diferentes
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É só um ‘suponhamos’ …
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E AS PESSOAS, CARAGO?
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There is no means of avoiding the final collapse of a boom brought about by credit expansion. The alternative is only whether the crisis should come sooner as the result of voluntary abandonment of further credit expansion, or later as a final and total catastrophe of the currency system involved. Ludwig Von Mises
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PISCOISO,
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AS PESSOAS OU PAGAM UM PREÇO ALTO HOJE OU UM MUITO MAIOR AMANHÃ.
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PORQUE ONTEM ALGUÉM FEZ-NOS O OBSÉQUIO DE VIVER À GRANDE COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ. POIS O AMANHÃ DE ONTEM É HOJE.
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Pi-Erre:
“ E, deste modo, o máximo que podemos esperar é deflação que, como sabemos, gerará mais recessão…”
Gerará mesmo ? Tem a certeza? Ou isso é o que diz o Krugman e os restantes keynesianos?”.
Nao me parece ser assim tão simples…
Ou a arrastada ‘crise do Japão’ não será – em certa medida- ‘isso’ (a deflação a travar o crescimento) ?
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Picoiso dá-se ao luxo de perguntar pelas pessoas quando ele goza constantemente com as tias.
Quem sabe se afinal são elas que o sustentam tal como a mãe do seu amigo foragido em Paris.
“Às vezes são precisas muitas mentiras para sustentar uma”.
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“Pois é, e a criação de emprego como se faz?”
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Através da redução da despesa. Nessa altura, não haverá um Estado tão gordo a alimentar, pode-se baixar o IRC e as companhias terão então dinheiro para expandir e proporcionar emprego. Isso sim é o verdadeiro crescimento.
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Num texto delicioso, Marx lembrava que os criminosos são grandes dinamizadores da economia.
Basta pensar-se que a sua actividade de “produção de crimes” põe a mexer (em toda a legalidade) gente das mais variadas profissões (e não apenas as ligadas às polícias e tribunais).
Pode dizer-se, aliás, que não há actividade económica (alimentação, vestuário, construção civil, comunicaçõe… – enfim, todas!) que não seja beneficiada de cada vez que há um crime ou uma simples infracção legal.
Ainda ontem, com mais um roubo de 500 metros de linha telefónica nos arredores de Sintra, pude ver isso:
Desde uma chusma de funcionários da PT até agentes da GNR (passando pelo fabricante e comerciante do novo cabo, dos acessórios, da gasolina, das ferramentas, dos motoristas…) , passando por todos os burocratas envolvidos… não faltou gente que, sem ter feito nada de mal, visse o seu posto de trabalho justificado!
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O João Miranda acaba de explicar, em poucas palavras… porque é que um país não é uma empresa. Pergunta o Piscoiso: “E as pessoas, carago”? Lá está.
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Outro dia li nuns sites de Finanças internacionais que jurava a pés juntos que a Elemanhe acabaria por ser expulsa do Euro. Suponho que fantasioso e incredivel.
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hoje estou a aprender com o antigo professor de matemática(não estava sindicalizado porque só tinha o 12º ano manhoso da época).
esta manhã dizia que o Desemprego era uma chaga social. Que é, como se sabe, sinónimo de oportunidade.
logo, esta grande chaga é muito oportuna.
é ver o seu dono, o antónio borges a babar-se com os números do aumento do desemprego.
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Carissimo Joao,
A recompra da divida nao tem um retorno de 10% ao ano.
1 – visto numa perspectiva financeira, a divida, se recomprada, permite ao Estado poupar os juros / cupoes que pagaria ate ao seu vencimento: o yield medio do stock da divida deve andar nos 5%.
2 – visto numa perspectiva de custo de oportunidade, no estado actual de coisas, o Estado, quando precisa de se refinanciar faz leiloes de curto prazo (custo medio 5%) ou toma os emprestimos de longo prazo da troika, custo medio perto dos 4.5%)
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Parece que os indignados, em vez de contestarem a política do governo, amanhã em Lisboa vão fazer uma festa de agradecimento pelas oportunidades que o desemprego lhes tem dado.
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“Parece que os indignados, em vez de contestarem a política do governo, amanhã em Lisboa vão fazer uma festa de agradecimento pelas oportunidades que o desemprego lhes tem dado.”
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Um oportunidade de desemprego hoje é uma oportunidade segura de emprego para os nossos filhos amanhã. Que não tenham que emigrar e viver como oriundos de uma país pedinte e menos orulhoso. Ou que se tenham de cooromper e levar no cú.
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“3 Likely Triggers Of The Next Recession
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A Recession Is Coming
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Secondly, a resurgence of the Eurozone crisis that leads to a “liquidity shock” would likely stall the economy. While the ECB has currently committed funds to provide liquidity to the Eurozone the problem of a single large potential default issue from either Italy or Spain, or even a combination of events through the entire region, could quickly create a liquidity crisis.
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We have written in the past the European Financial Stability Fund (EFSF) and the subsequent European Stability Mechanism (ESM) was not large enough to adequately deal with the European financial crisis. While current actions by the ECB through the Long Term Refinancing Operations (LTRO’s) have temporarily calmed financial markets around the world — however, it is a temporary solution that will ultimately fade.
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The ECB has already stated that they have done enough in this regard and are unlikely to provide further liquidity in the future. This is a potential problem given the difficulty in trying to get European leaders, particularly Germany and France, to cooperate quickly and efficiently. The delays, arguments and political gamesmanship in the future may well lead to an inability to act quickly enough to avoid another financial crisis.”
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http://www.zerohedge.com/news/3-likely-triggers-next-recession
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Não há oráculos mas que convém trancas à porta …..
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“European economy guide
Polarised prospects”
http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2012/05/european-economy-guide
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http://thisisindexed.com/2012/05/two-annoying-problems/
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boa fincapé!
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Afinal a Crise não é Mundial …
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-These surprising emerging markets are leading the world this year
http://www.usfunds.com/investor-resources/frank-talk/best-performer-this-year-may-surprise-investors/
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http://mjperry.blogspot.pt/2012/05/anti-keynesian-supply-side-tax-and.html
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O João é cruel com a esquerdalha e não devia escrever estes posts tão frios. Eles são boas pessoas e têm boas ideias. Falta-lhes é o dinheiro que aliás desprezam. E o grande capital, que agora mora na esquerda, não ajuda pois ganharam-no em contratos com o Estado a ajudar o país e o Povo. O resto dos “capitalistas”, que esses sim deviam contribuir, trabalham para pagar as rendas dos contratos do Estado e do que lhes sobra são avarentos e exploradores.
Entretanto os sindicatos-patronato fazem isto ao trabalhador sindical:
http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/politica/ugt-madrid-presenta-un-ere-que-afecta-36-trabajadores-20120511
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Oops, esqueci-me que “levar no cú” é uma palavra feia que o Blasfémias censura. Peço muita, muita desculpa, prometo que nunca mais digo “levar no cú” no respeitado católico blogue Blasfémias.
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E já agora, também acho que é isso que os censuradores do Blasfémias estão a precisar, ahahhahaha, que vida tão pobre têm senão a de censurar comentários. Parecem os políciais de trânsito que não têm mais nada que fazer senão cobrar multas de mau estacionamento a inocentes. ahahaha, não consigo para de rir.
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O raciocínio do autor do «post» é um tanto rebuscado demais mas, se não for válido, é plausível!
Assim, não teremos, também, que concluir que são aos DESEMPREGADOS a quem, actualmente, devemos o sustento nacional?
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100% correcto!
Mais ver por exemplo:
http://www.teamneurs.org/
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Einstein disse “insanidade é fazer a mesma coisa várias vezes e esperar um resultado diferente”.
Ao ouvirmos os ditos especialistas a clamarem por políticas activas de crescimento, percebemos que mais não querem é o modelo utilizado desde sempre em Portugal, o estado abrir os cordões à bolsa e gastar.
Como o Estado só tem duas formas de arrecadar receitas Impostos ou divida(impostos futuros) e dado que o segundo já não é possivel(niguém nos empresta a taxas razoáveis) rapidamente constatamos que o Estado está de mãos atadas e não pode encetar as politicas de sempre.
E ainda bem que isto ocorre, em todas as situações de crise, existem oportunidades, e Portugal tem uma oportunidade de ouro, o unico caminho possível é o da diminuição dos impostos e da diminuição da despesa.
Estamos perante a maior e melhor oportunidade de sempre de construção de uma sociedade verdadeiramente livre, para isso é necessário acabar com o dito Estado Social, que nada mais é uma forma dos interesses instalados perdurarem no tempo e sugarem a vida ao Povo Português.
É só escandalos atrás de escandalos, todos sabemos que existem inumeros corruptos e nada se passa, mas se se rouba no lidl um champõ vai se a julgamento e é condenado.
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O Colaço parece a minha tia Amparo.
Economia Doméstica e LaPalisse.
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e quais seriam as consequências de um default? perdíamos durante alguns anos acesso aos mercados, mas esta sua estratégia também pressupõe défice 0, logo…
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