no bom caminho
Até agora, com quase um ano de mandato, o XIX Governo Constitucional, presidido por Pedro Passos Coelho, tem apostado numa estratégia de redução do desequilíbrio orçamental essencialmente feita à custa do aumento da receita fiscal, tal e qual sucedeu com os governos anteriores de José Sócrates. É certo que as loucuras das obras públicas faraónicas – os tgvs, as autoestradas sem fim e os aeroportos internacionais – , as pps e as grandiosas medidas de incentivo à economia e de fomento ao emprego ficaram no tinteiro, mas, perdoe-se-me a desconfiança, provavelmente mais devido à absoluta falta de dinheiro e ao controlo externo da troika, do que propriamente à bondade dos governantes, que neste género de coisas tendem sempre à facilidade. Todavia, sem reformas estruturais profundas, os resultados da operação são estes que aqui vemos. Ou seja, se o aumento da carga fiscal tiver como único fim suportar a despesa pública e pagar aos credores para contrair mais dívida, em vez de servir para sustentar uma profunda reforma do estado, que ajuste uma receita razoável para os contribuintes a uma despesa contida, apenas contribuirá para nos empobrecer mais ainda.
E, ao fim de um ano de mandato, não há, verdadeiramente, uma única reforma digna desse nome, as privatizações continuam a marcar passo e o estado permanece exactamente nos mesmos sectores da vida social em que estava e do modo em que lá estava. A milagrosa lei das rendas já entrou nos tradicionais períodos de transição que caracterizam o imobilismo nacional, a TAP por aí anda a acumular prejuízos, a RTP não pode, pura e simplesmente, ser privatizada (mas pode continuar a ser paga pelos contribuintes…), a Caixa Geral de Depósitos ocupa ainda, com as suas talentosas administrações políticas, o faraónico palácio da João XXI, a educação, a saúde e a justiça continuam a implodir alegremente por falta de dinheiro que as sustente e de talento que as reforme e privatize. Em contrapartida, sejamos justos, acrescentamos quatro dias por ano à produtividade nacional…
Quem anda, por isso, a dizer por aí que, ao invés da Grécia, Portugal está no bom caminho, anda a ver mal o filme: no último ano limitámo-nos a subir impostos e a agravar o estado das nossas coisas. Por este andar, vamos ver-nos tão gregos ou mais gregos do que os gregos.

Muito bem !
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O meu conhecimento de algumas letras do alfabeto grego, deu-se pela matemática.
O meu pai ensinou-me o omega, pois tinha um relógio desses.
Mas vou começar a aprender mais, uma vez que vamos ser como os gregos.
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É melhor começar pelo alfa.
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Boa rui a., cada tiro cada melro!
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Talvez esteja na altura de ir tomar um café com o João Miranda e o JMF 57, fale-lhes devagar para ver se percebem
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Mas não convide o CAA e a Helena Matos, é tempo perdido.
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está na hora de pressionar o sr passos e dizer-lhe que quem votou nele ,começa a ficar impaciente ,urge atacar
a roubalheira das ppp e fundações.O tempo é um recurso escasso e não reciclável ,sr Passos! Pode ser que os adjuntos passem por aqui e o alertem. Digo eu…
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tendo em conta que é exactamente para isto “Ou seja, se o aumento da carga fiscal tiver como único fim suportar a despesa pública e pagar aos credores para contrair mais dívida” ( e sacar algum por fora pró zé das medalhas transportar ), que andamos a penar , podemos tirar o cavalinho da chuva quanto a reformas estruturais , as reformas são sempre apertar a roupinha a nós. já é a 3ª vez em 38 anos , não é ?
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Este governo foi escolhido pela elite financeira que governa o mundo.Todas o seu historial comprova este facto.Se não acreditam olhem para os nossos vizinhos em Espanha (tirar do bolso do contribuinte para colocar na conta do especulador)
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Aeroporto Low Cost:
Estudo previsto terminar final Abril;
Adiado final Maio;
Pedido adiamento para…
Na solução Portel+1 (Montijo, Base Aérea), como uma das opções do estudo da ANA (1994).
Somos assim, estudamos.
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Muito bom post!
E quando Portugal penhorar o ouro restante o caminho aí passará a ser espetacular.
Liberais de pacotilha é que não faltam mas no fundo não passam todos de uma cambada de socialistas e despesistas!
É assustador o caminho que Portugal leva na mão destes políticos.
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Muito bom texto!
De facto o Governo não tem dado muitas amostras de querer verdadeiramente ir no bom sentido, no entanto já tivemos algumas amostras que indicam que o país se vai reformando. Claramente insuficientes é certo mas também não podemos esquecer que o Estado que temos, a teia de interesses que andam à volta deles (em que os nossos próprios dirigentes estão inseridos) e a própria mentalidade de quem dirige (mesmo das pessoas mais bem intencionadas, ou mais preparadas para governar). A ver vamos como estará o país tivermos os dados até o mês de Junho, aí teremos o verdadeiro primeiro teste à governação.
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sobre “erro” das receitas fiscais já falamos:
http://economia.publico.pt/Noticia/defice-orcamental-tera-ficado-em-74-no-primeiro-trimestre-1548407
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a respeito de trafulhice este governo não quer deixar o anterior mal visto:
http://www.ionline.pt/dinheiro/erro-na-execucao-orcamental-nao-tem-implicacoes-saldo-diz-ministerio-das-financas
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Simples, claro ,objectivo e realista.Parabéns pela clarividência.
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Não vos esqueceis que o princípio do consulado de Thatcher foi marcado pelo aumento da despesa pública (em percentage do PIB), e que a maior parte da consolidação foi feita graças aos impostos, em particular o IVA:
http://www.guardian.co.uk/news/datablog/2
http://en.wikipedia.org/wiki/File:U.K.-Tax-Revenues-As-GDP-Percentage-(75-05).jpg010/oct/18/historic-government-spending-area
PS: quanto ao Reagan à uns tempos falou-se do senhor mas continuou a não ver o motivo de tanta admiração por ele. Sim o aumento da despesa pública em armamento ajudou a derrubar a URSS (enfim… eu direi mais que aquilo já estava podre em sí mas pronto) e a acabar com a Guerra Fria (mas convem não esquecer o papel de Gorbatchev), mas mesmo assim não acho normal criticarem Passos Coelho e depois endeuzarem o homem (que manteve álias défices brutais). Afinal de conta o primeiro era antes de mais um conservador, que teve a sorte de ser eleito num país onde o liberalismo é uma filosófia importante. Passos Coelho é um “liberal tuga” eleito num país que nunca se livrou do corporatismo.
http://en.wikipedia.org/wiki/File:CBO_Revenues_Outlays_Percentage_GDP.svg
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as opções ideológicas estão por todo o lado … preocupações com as Privatizações e esquecimento do Desemprego.
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Reagan foi um estadista que aprendeu com os erros nos primeiros dois anos e invertou o rumo, baixando juros e impostos.
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Depois aumentou a despesa militar e fez historia !.
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Dick Cheney resumiu : “Reagan showed that deficits don’t matter ”
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São homens como Reagan que a U.E. precisa.
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Desculpe estragar-lhe o artigo, caro Rui, mas há que sustentar o artigo com dados factuais e não sensoriais. Olhe aqui:
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“Embora a carga fi scal estrutural tenha aumentado consideravelmente, a redução do défice primário estrutural fi cou a dever-se numa maior medida à redução da despesa primária estrutural, em particular das despesas com pessoal e do investimento.
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A consolidação orçamental registada em 2011 resultou de uma diminuição da despesa primária estrutural e, num menor grau, de um aumento da receita estrutural (Gráfi co 3.1.2). Com efeito, a despesa primária estrutural, corrigida ainda de outros fatores especiais, diminuiu 2.0 p.p. do PIB tendencial, acentuando-se a tendência de queda já evidenciada em 2010. Este desenvolvimento é essencialmente explicado pela forte redução das despesas com pessoal e pela contração registada ao nível do investimento público. Por sua vez, a receita estrutural em percentagem do PIB tendencial aumentou 1.4 p.p. Esta evolução decorre do comportamento da carga fi scal estrutural que, depois de uma relativa estabilização em 2010, aumentou 1.5 p.p. em 2011 (Gráfi co 3.1.3). Não obstante, a carga fi scal estrutural permaneceu num nível inferior ao máximo atingido em 2007.”
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in http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/RelatorioAnual/Publicacoes/RA_11_p.pdf
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O que me estranha é tantas pessoas elogiarem o seu artigo, sem atentarem,a quaisquer factos. Mas pronto. Lá tenho eu que vir defender o nosso Gasparov com a análise do Banco de Portugal. eheheheheh
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Ah! Faltou-me referir isto:
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“O aumento da carga fi scal estrutural em 2011 deve-se essencialmente às alterações legislativas em vigor desde meados de 2010 ou incluídas no Orçamento do Estado para 2011.
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Em 2011, a carga fi scal em percentagem do PIB tendencial registou um novo aumento que se cifrou em 0.9 p.p.. O impacto do ciclo económico contribuiu negativamente com 1.1 p.p. para esta variação, enquanto o efeito de medidas temporárias deu um contributo positivo de 0.5 p.p. para este crescimento.
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Deste modo, a componente estrutural da carga fi scal aumentou 1.5 p.p. do PIB tendencial, refletindo sobretudo as alterações legislativas com impacto na receita de 2011 (Gráfi co 3.2.1).”
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in http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/RelatorioAnual/Publicacoes/RA_11_p.pdf
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Embora falte ainda um bocado de tempo para uma melhor análise ao 2012.
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Só cá faltava o tótó do PMP inventar largo:
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“Reagan foi um estadista que aprendeu com os erros nos primeiros dois anos e invertou o rumo, baixando juros e impostos.”
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Ele desceu os juros? Como? Com a guerra das trelas? ahahhhhhahah
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um dia destes vamos ter por aqui um post sobre Madeira:
http://expresso.sapo.pt/ps-madeira-pede-intervencao-do-presidente-da-republica=f729952
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Caro PMP,
dizer que Reagan foi um grande estadista equivale praticamente a dizer o mesmo de Cavaco Silva, só que a diferença entre eles é que o segundo não tinha ainda uma economia suficientemente robusta que lhe permiti-se aguentar com défices à volta dos 10% (se bem que quando pôs de fora o Cadilhe é nessas tretas que andou). E ao contrário do que você diz, eu acho que se Reagan deve ser lembrado (em termos de finanças públicas) é bem porque causa dos dois primeiros anos em que fez esforços para garantir a consolidação orçamental que permitiu o crescimento económico a partir de 1985. No entanto a sua política económica foi largamente insustentável e claramente estatista, ele é álias o grande responsável pelo progressivo endividamento dos EUA
Do que nós precisamos é de uma Thacher em todas as esquinas, a Merkel não é perfeita mas é mais parecida e das melhores que temos. Pena a UE não ter à sua frente o Mart Laar (deveriamos dar mais ouvidos aos dirigentes do Leste em regra geral, em vez de esses medricas que são Rajoy, Cameron e afins)
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“O FMI disse-me que se livraram dele [António Borges] porque não estava à altura do trabalho e agora chego a Lisboa e descubro que está à frente do processo de privatização. Há perguntas que têm de ser feitas”
in Arrastão
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alguém tem de fazer de anti A-C:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=64612
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EXCELENTE!
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Questionado se ficou surpreendido com a nomeação de António Borges para a questão das privatizações, Marc Roche admite que não. “Vejo gente da Goldman Sachs a aparecer por todo o lado em posições de poder, faz parte da marca do banco.”
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“Aqui, o senhor Borges é um peixe pequeno, comparado com Mario Draghi, o presidente do Banco Central Europeu, que trabalhou na Goldman Sachs, com Mário Monti, o primeiro-ministro italiano, que também trabalhou na Goldman Sachs, ou com Lucas Papademos, ex-primeiro-ministro grego.”
Marc Roche, nesta entrevista à Renascença, defende ainda que o processo de privatizações não deve ser apressado e responsabiliza a Goldman Sachs pela entrada prematura da Grécia no euro, que deu origem à actual crise da dívida.
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Caro Portela, o que é que eu tenho a ver com o Borges? Essa não percebi, caro Portela.
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Caro Guillaume Tell, o PMP é estatista, keynesiano e só não é marxista porque a URSS acabou em 1991. Mas em termos monetários é comuna até á raiz dos cabelos.
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Mas ele até pensa que o Reagan baixou os juros, veja lá a panca do estimável PMP. ehehehehehh
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Que bom caminho é este?
“O primeiro-ministro afirmou hoje que vai consultar o Presidente da República e a presidente da Assembleia da República antes de tomar uma decisão sobre o levantamento do segredo de Estado pedido pelo arguido Jorge Silva Carvalho.Em resposta a questões da comunicação social, à saída de um seminário no Centro Europeu Jean Monnet, em Lisboa, Pedro Passos Coelho confirmou ter recebido uma carta endereçada pelo ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) Jorge Silva Carvalho solicitando o levantamento do segredo de Estado relativamente a “um conjunto de informação que, segundo ele, é importante para a sua defesa em tribunal” no chamado caso das secretas, em que está constituído arguido, acusado de acesso indevido a dados pessoais, abuso de poder e violação de segredo de Estado.
Passos Coelho acrescentou que antes de tomar uma decisão sobre esse pedido vai fazer um conjunto de consultas “junto das entidades que devem pronunciar-se sobre esta matéria, seja o próprio conselho consultivo no âmbito da lei do segredo de Estado, seja no âmbito eventualmente da Procuradoria-Geral da República, nomeadamente o conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República”.”Não deixarei de trocar impressões, quer com o Presidente da República, quer com a senhora presidente da Assembleia da República”, completou.
Não sei se o picoiso e o portela menos1 também vão ser consultados. No fim de contas não há censura mas nunca irão deixar o coruja falar à vontade (más que las ai, las ai!). E vê-se que o homem tem vontade, competência profissional ninguém lha tira. Algo de interessante teria para dizer. Ou sou eu a divagar. A conclusão é óbvia: o bloco central teria demasiado a perder. Tudo como dantes. Com o cair da folha os guardiões da caverna do Ali bábá são rendidos . Então até as conjuras mais bem urdidas, as traições mais bem montadas podem vir à superfície. Quem sabe?
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E igual a tantos outros tugas pelos vistos; acham que a relva é sempre mais verde lá fora. Pena é muitos deles não irem efectivamente embora mas sabendo como é aquela gente seriam capazes de dizer “os estrangeiros é que têm coragem de saírem do seu país quando as coisas vão mal, os portugueses não ficam agarados às saias do Estado” 🙂
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anti-comuna, Posted 31 Maio, 2012 at 22:46
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Nada a ver com Borges. Você deve ser mais competente e nunca foi (alegadamente!) despedido do FMI!
a minha referência “alguém tem de fazer de anti A-C” tem mais que ver com a minha agenda!
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Ah! Ok, Ok. Se era uma piada, tudo bem. 😉
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javitudo dixit: “Não sei se o picoiso e o portela menos1 também vão ser consultados.”
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por mim estou esperançado que quando Jorge Silva Carvalho for a tribunal leve um ventoninha e que quando for ao WC a ponha a funcionar!
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Mudando de assunto. O raio do referendo da irlanda só teve 20% de votantes? E 80% absteve-se. Que coisa mais esquisita.
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Reagan foi um estadista que acabou com a URSS e com o comunismo na Europa.
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Começo mal aconselhado : Determined to wring inflation out of the economy, Federal Reserve chairman Paul Volcker slowed the rate of growth of the money supply and raised interest rates. The federal funds rate, which was about 11% in 1979, rose to 20% by June 1981. The prime interest rate, a highly important economic measure, eventually reached 21.5% in June 1982.[3][14]
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Aumentou impostos inicialmente : Pressured to counteract the increased deficit caused by the recession, Reagan agreed to a corporate tax increase in 1982.
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Mas depois emendou o rumo : According to Keynesian economists, a combination of deficit spending and the lowering of interest rates slowly led to economic recovery.[56] However, conservatives insist that the significantly lower tax rates caused the recovery.
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Ou seja baixou juros, aumentou a despesa militar e baixou impostos, o que fez a economia crescer muito.
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Precisamos de estadistas destes e não Neotontos que estão a destruir a U.E. com a lengalenga da austeridade
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anti-comuna, já o bill clinton até foi um dos melhores presientes do pais.Saiu de lá com superavit
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” já o bill clinton até foi um dos melhores presientes do pais.Saiu de lá com superavit”
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E cortou nalguma despesa. ehehehh
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Aquilo por lá não é bem como as pessoas pensam. O Reagan foi um gastador mas a retórica era o supply-side. O Clinton era menos gastador e mais supply-side, curiosamente.
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O PMP é que é uma abóbora. Essa de dizer que o Reagen baixou os juros, só mesmo do PMP. ahahahahah
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Santo deus. E ele quer dar lições de política monetária aos neotontos. 😉
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= Rothschild and Rockefeller families team up for some extra wealth creation
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The Rothschild and Rockefeller families have teamed up to buy assets from banks and other distressed sellers in a union between two of the best-known names in financial history.
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http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/banksandfinance/9300784/Rothschild-and-Rockefeller-families-team-up-for-some-extra-wealth-creation.html
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“Ou seja baixou juros, aumentou a despesa militar e baixou impostos, o que fez a economia crescer muito.”
E pronto lá está outra vez à treta do estatismo. Quem cria a riqueza são os políticos, tudo passa por eles, sem eles estariamos todos perdidos… enfim ou você não quer abrir os olhos ou tem interesses bem particulares.
Oh PMP explique-me lá uma coisa, você disse que “baixou juros, aumentou a despesa militar e baixou impostos, o que fez a economia crescer muito”, admitindo que eu vá na sua senha que o crescimento faz-se graças a políticas expansionistas e que essas políticas podem ser mantidas eternamente (ou que o crescimento depende do Estado, a determinado momento ele tem de “forçar a “”poupança”” durante uns anitos e depois gastar à larga durante uns tantos mais) explique-me como Portugal não cresceu nos últimos dez anos sabendo que:
1) Os juros baixaram (juros em relação à dívida pública, taxas de juros do BCE inferiores à aquelas do período pós-74.
2) A despesa pública total continuou a subir (em particular o orçamento nos gastos sociais que aumentaram enormamente a partir de 2006 se a memória não me falha).
É o quê que explica a estagnação da economia portuguesa? O facto dos impostos terem aumentado? Mas se a despesa subiu muito mais e os juros baixaram bastante o efeito não deveria ser eliminado? E além disso, como é que você garantiria a solvabilidade do Estado português, já altamente endividado, em promovendo políticas endividadoras? O que faria você se as taxas de juros que paga-se o Estado não parariam de aumentar? Aumentava ainda a despesa pública? E só os credores não lhe emprestarem nada faz o quê? Imprime moeda?
Em vez de ler economistas perguiçosos devia ver videos trabalhados:
PS: sabia que o corte de impostos é mais eficáz a longo prazo que o aumento da despesa pública? Já foi demostrado álias que o aumento de despesa provoca a prazo a redução do crescimento (não tenho o estudo aqui mas se o voltar a encontrar já lho passo)
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O Reagan baixou os impostos aos amigos ricos; tentou brincar à guerra das estrelas, mas não conseguiu; dormia muito; mas ficou com o mérito do Gorbachev, do Lech Walesa e do Papa João Paulo II. Era ajudado na governação por uma astróloga. Grande homem. 😉 Destes já não há mais! 😉
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G.Tell,
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P- É o quê que explica a estagnação da economia portuguesa? O facto dos impostos terem aumentado?
R- Importações , ou seja BTC sempre negativa em média 9%
R- IRC + TSU das mais altas da OCDE
R – Moeda Forte => dificuldade em exportar
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P – Mas se a despesa subiu muito mais e os juros baixaram bastante o efeito não deveria ser eliminado?
R- A despesa foi parar às importações, e os juros mais baixos idem
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P – E além disso, como é que você garantiria a solvabilidade do Estado português, já altamente endividado, em promovendo políticas endividadoras? O que faria você se as taxas de juros que paga-se o Estado não parariam de aumentar? Aumentava ainda a despesa pública?
R- Baixava cada vez mais o IRC e a TSU e emitia divida interna com crédito fiscal de 100%
R- Congelava a despesa publica no valor de 2004
R – Aumentava o IVA sobre produtos não essenciais e baixava nos produtos agricolas
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P- E só os credores não lhe emprestarem nada faz o quê? Imprime moeda?
R- Criava uma nova moeda paralela ao Euro no valor do deficit mensal ou emitia M-Bonds com credito fiscal de 100%
R- Ou saia do Euro ou reduzia o IRC e a TSU a zero
R- ou aderia ao dolar por um bom preço !
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R- Importações , ou seja BTC sempre negativa em média 9%
De facto, mas as importações devem-se ao peso excessvio do Estado (a despesa pública também traz isso) e à falta da competitividade da economia criada por regulamentos excessivo e um sistema de ensino incapaz de fomentar uma melhor productividade. O euro é uma explicação marginal.
R- IRC + TSU das mais altas da OCDE
Pois mas para os baixar é necessário baixar primeiro a despesa pública ou lá se vai a solvabilidade do Estado.
R – Moeda Forte => dificuldade em exportar
Treta, o saldo externo melhorou bastante nos últimos tempos (basta ler o relatório que nos trouxe o Anti-Comuna). Além disso isso a moeda pouco influi na competitividade, a competitividade depende da producividade e da capacidade a conquistar nichos de mercado (como explicar senão os excedentes correntes e o aumento da quota de mercado no tempo do Cavaco quando o escudo se valorizou fortemente, ou no tempo de Salazar e Caetano). Álias uma moeda mantida artificialemente baixa (ou alta) é sempre mau para um país porque induz incentivos errados, e no nosso caso, o escudo baixo criou demasiados incentivos à produção de bens de fraco valor acrescentado (e o escudo “forte” de Guterres e o euro, mantido também artificalemente alto, queriaram incentivos para uma bolha imobiliária e bancária). A moeda não é valor, é um parasita necessário que não deve ser deixado em mãos monopolistas.
R- A despesa foi parar às importações, e os juros mais baixos idem
Então porquê que a quer aumentar? Não me diga que está a pensar em fechar as fronteiras. Tudo o que vai recolher é hiperinflação nesse caso.
R- Baixava cada vez mais o IRC e a TSU e emitia divida interna com crédito fiscal de 100%
E se em vez de aumentar o investimento as empresas aumentavam a tesouraria e pagavam as dívidas (sabe que elas estão fortemente endividadas), como haveria de haver crescimento para lhe servir de garantia? E com quê vai garantir o crédito fiscal? Com criação monetária?
R- Congelava a despesa publica no valor de 2004
Ou seja baixava-a.
R – Aumentava o IVA sobre produtos não essenciais e baixava nos produtos agricolas
É o quê “não essenciais”? E quem lhe garante que o IVA baixo na produção agrícola vai impuslionar a produção nacional (parte importante da rentabilidade vai para as grandes superfícies)? E as importações em Energia, responsáveis mores do défice externo?
R- Criava uma nova moeda paralela ao Euro no valor do deficit mensal ou emitia M-Bonds com credito fiscal de 100%
Arranjos, isso não é reforma estrutural serve a ganhar tempo e é perigoso porque arrisca criar inflação e destrói a nossa credibilidade (se os nossos credores recusarem nos emprestar dinheiro olhe que vai ser forçado a ter um saldo orçamental equilibrado queira queira não).
R- Ou saia do Euro ou reduzia o IRC e a TSU a zero
Ver em cima.
R- ou aderia ao dolar por um bom preço !
E se eles não quiserem?
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Mas quem são as alminhas – que até evocam Thatcher – que não aceitam a subida dos impostos nem o agravamento da situação económica da população, tendo em vista a recuperação – lenta, é certo – mas que se pretende sustentada?
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G.Tell você perguntou pelos ultimos 10 anos e eu respondi o que teria feito a meio do percurso .
Obviamente toda a regulamentação excessiva seria para eliminar.
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Sobre o Euro forte tem de perceber que as importações são decisões individuais de particulares e empresas e que têm uma componente cultural forte, ou seja Portugal e outros países têm deficits comerciais cronicos por causas enraizadas que se traduz numa propensão para as importações que tem de ser combatida por politica fiscal ou cambial.
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As suas teses sobre a moeda parasita não têm qualquer base racional ou historica, é uma crença ou moralismo à priori.
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A redução do IRC e da TSU melhora a competividade das empresas existentes, sendo natural que elas se expandam mais .
O aumento do IVa sobre produtos não essenciais maioritariamente importados é uma forma de compensar a descida do IRC e da TSU.
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A emissão de divida com credito fiscal ou seja a possibilidade de usar titulos de divida para pagar impostos leo valor facial acrescido de juros, retira uma boa parte do risco, o que reduz os juros, criando um ciclo virtuoso, além de que os juros ficariam dentro do país melhorando a balança de pagamentos.
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Como o caminho actual não funciona porque reduz o PIB e mantem o deficit será necessário mudar de rumo, tendo em conta a realidade e não moralismos à priori
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Andaram estes aventesmas mentecaptos a berrar tanto desde 1974 para conseguirem o socialismo e quando o mariconço Socretino rebentou com Portugal ainda queriam mais festança. Que raio de gentinha!
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PMP se é a favor de menos regulamentação então porquê não para de me falar de medidas que a aumentam? Você fala de descriminar os pagadores de impostos como vai o fazer se não criar mais impostos? Além disso você continua a achar que cabe aos políticos de decidirem por tudo e que eles sabem. Não nos equivocamos; eu sou a favor da redução de impostos e da simplificação fiscal, mas pensarmos que actualemente (digo bem ACTUALEMENTE) há margem para baixar os impostos é uma falácia. Se quiser mesmo reduzir impostos vai ter de cortar violentemente na despesa, ora do que falámos até agora você não me apresentou nenhuma pista para permitir a redução da despesa.
Os défices comerciais não interessam para nada! O que temos de olhar é o saldo dos pagamentos correntes, onde há tudo (bens, serviços, remessas, investimentos)! Estou-me a borrifar que Portugal tenha um défice comercial de 50% do PIB, se os serviços, as remessas e os investimentos compensarem está tudo bom! Você tem razão, historicamente Portugal não é um país de excedentes comerciais, mas já teve bons e grandes excedentes correntes e é isso que interessa!
“As suas teses sobre a moeda parasita não têm qualquer base racional ou historica, é uma crença ou moralismo à priori.”
Aí é? Quem causou a Grande Depressão? Quem é responsável pela estagflação? Quem causou a hiperinflação na Alemanha, no Zimbabué, no Chile? Quem é responsável pela falta de competitividade da economia portuguesa? Quem criou a deflação japonesa? A moeda! A moeda manipulada pelos políticos, ou com acordo deles para protegerem os banqueiros ou alguns industriais! Se nós tivessmos um verdadeiro sistema monetário livre, se fosse impossível a políticos e a banqueiros de manipularem a moeda, obrigando-os a pôrem em circulação aquilo que exige o mercado, as pessoas a maioria das crises teria sido evitadas, ou não se teriam agravadas! Inflação/deflação são excesso/falta de moeda em relação à circulação de riqueza, ora esses estados de facto só podem acontecer por razões artificais! Se os bancos não tinham o sistema fraccionário, sendo obrigadas a emprestar somente o que têm, se a moeda fosse adquirida livremente por todos não haveria pressões de preços, ou seriam temporárias o tempo que os sectores em boa saúde captaçam os diferencias que a moeda involveria nas taxas de juro. A moeda não é a riqueza, a moeda é a demonstração palpável da riqueza. A moeda não é valor, por isso ela não pode o criar!
“O aumento do IVa sobre produtos não essenciais maioritariamente importados é uma forma de compensar a descida do IRC e da TSU.”
Pois… cria inflação, prejudica as empresas que necessitam de importar (mesmo se depois vão exportar mais) e queria desincentivos errados mantendo sectores ineficientes impedindo os sectores competitivos de se tornarem mais fortes.
E como vai criar o seu crédito fiscal a não ser atráves da criação monetária? Álias como é que vai convencer os investidores a aceitarem isso. E se não aceitam o que faz? Declara bancarrota?
O caminho actual não funciona porque aumentou-se os impostos, porque não se reduziu a despesa pública, porque à Justiça não vale nada, porque o sistema fiscal é complicado, porque o mercado do trabalho não é ainda suficientemente livre, porque há demasidas regras e regulamentações, porque a Educação não presta, porque as acessibilidades (ferrovia em particular) não são boas, porque não há colaboração suficiente entre as universidades e o sector privado, porque a inovação ainda é parca, porque as práticas organizacionais ainda são más, porque a propriedade privada deve ser melhor protegida. Pensar que medidinhas monetárias e financeiras vão resolver isto é uma falácia! É atirar areia aos olhos das pessoas! Nós temos de reduzir a despesa pública, acabar com os institutos e fundações públicas, alienarmos as empresas públicas, promover a concorrência, reduzir as regulamentações, simplifica-lás, dar os instrumentos para a Justiça intevir sem “limitações” e sem perder tempo, criar um verdadeiro sistema de sanções eficázes e aplicadas rapidamente e sem “recurso”, desenvolver a Justiça extra-judicial, acabar com o salário minímo, montar convenções colectivas, acabar com o sistema de reservas fracionárias, desenvolver o ensino professional e mais ainda podia dizer.
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“R- ou aderia ao dolar por um bom preço !”
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Não foi o que a Argentina fez? E que lhes levou quase ao colapso? eheheheheheh
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Fezadas são ainda piores que cismas. ehheheheh
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G. Tell,
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As suas crenças à priori sobre os mecanismos monetários e fiscais não tem base lógica nem histórica.
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A caminho actual seguido pelo governo não resolve o problema do crescimento económico e como tal não resolve nada.
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AC,
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A adesão ao Euro está a estourar com Portugal, mais ou menos em 10 anos, o mesmo tempo que a Argentina quando dolarizou a economia.
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Uma boa maneira de pressionar a U.E. e o BCE a financiar barato é explicar-lhes que poderiamos ter um financiamento mais barato em dolares, mediante certos acordos com os EUA.
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Juros a 5 anos nos EUA a 0,7% portanto , poderiam emprestar a 2% e ganhavam dinheiro.
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“A adesão ao Euro está a estourar com Portugal, mais ou menos em 10 anos, o mesmo tempo que a Argentina quando dolarizou a economia.”
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Eu chamo-lhe tótó, porque Vc. é mesmo um cromo. Sabe quando foi adopatada a paridade peso argentino com o dólar americano? eheheheheh
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Eu nunca vi uma pessoa tão mal informada e com tanta arrogância imberbe como Vc. Desde dizer que o Reagan manipulou as taxas de juro (esta, desculpe é de imbecil) até chamar crentes aos outros e só escreve bacoradas…
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Eu entendo porquê que Vc. tem essas pancas. Porque é tótó e desconhece a realidade dos factos e histórica. Vc. além de tótó parece-me um parolo com a mania das grandezas, mas pronto. Há gente assim.
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A partir de hoje nem debato mais consigo. É perder tempo. Uma pessoa mal informada, não sabe sequer a realidade história e depois ainda acha que os outros é que são burros. Bolas. Se calhar os outros conhecem melhor a realidade histórica para terem algumas ideias, não?
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Tenha um resto de um bom dia.
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PM Debater com ignorantes desta natureza é perder tempo, amigos. É deixar o homem disparatar á vontade.
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Por vezes custa-me a crer como as pessoas lançam atoardas sem sequer terem em conta os factos. Esta gente não quer saber dos factos, apenas teorias e crendices.
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Alguns factos. Portugal importa cerca de 300 0000 barris de petróleo por dia. Portugal importa o equivalente a 30 milhões de dólares, por dia, só em crude. Em 2001 Portugal importava em euros, cerca de 4,4 mil milhões de euros só para o crude. Em 2011, o custo subiu para 10, mil milhões de euros. O custo subiu cerca de duas vezes. Mas sabem quanto custaria o crude em dólares? Cerca de 4 vezes mais. Quando aderimos ao euro, o crude cotava na casa dos 25 dólares. Hoje está a 100 e já esteve quase nos 150 dólares. Se tivessemos uma moeda própria teriamos tido taxas de juro muito mais altas, uma inflação mais alta e um custod e vida ainda mais alto.
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Se não tivessemos aderido ao euro, a economia portuguesa não teria evoluido o que evoliu. Pode ser verdade. Mas não sabemos mesmo. O que podemos estimar é que as importações portuguesas, cujo peso do crude é agora de 17%, provavelmente seria de 35% ou mais. Estão a ver o sufoco português para acompanhar esta subida de preços maluca? Basta verem as taxas de inflação por esse mundo fora, em paíse sfortemente importadores de crude. A crise petrolífera deixou marcas profundas na economia portuguesa, não foi? Há cerca de 40 anos atrás. A maioria destes putos não se lembra daquela crise. Nem faz ideia.
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Ponham os olhinhos aos factos antes de aderirem a crendices.
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“A adesão ao Euro está a estourar com Portugal, mais ou menos em 10 anos, o mesmo tempo que a Argentina quando dolarizou a economia”. PMP
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“Não foi o que a Argentina fez? E que lhes levou quase ao colapso? Eheheheheheh”
AC
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Entrando ao trapo da dolarizaçao de Argentina, dizer que esta foi obra e parte do tal Ministro Domingo Cavallo também nomeado ministro das privatizaçoes na época Menem (que pocou faltou para votar recentemente a favor da nacionalizaçao da REPSOL. Erao outros tempos parece ser que diz ele…
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“Em 1991, o ministro da Economia Domingo Cavallo voltou-se para o peso argentino frente ao dólar dos EUA (Lei de Conversibilidade), devido em parte à inflação pressionando que atingiu o país no final dos anos 80. E começou a registrar altas taxas de crescimento entre 1991-1994 e 1996-1998. Em 1995, o Efeito Tequila, que mostrou como um evento externo pode afetar o país como um resultado da globalização, provocou um crescimento negativo do PIB. Este foi tão elevada como 300.000 milhões de dólares em 1998. O PIB per capita nominal (a mais alta durante o final dos anos 90 na América Latina)”
Ou seja 10 anitos justamente que propoe de margem de tempo o PMP. Uma década exactamente. Nem tao siquer é profecía. E sentido comúm.
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“Ou seja 10 anitos justamente que propoe de margem de tempo o PMP. Uma década exactamente. ”
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Estoiraram. De que lhes valeu colarem-se ao dólar?
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Essa é a verdade. Sem falar que todos falam do sucesso actual argentino mas ele é ficção. O nível de vida dos argentinos continua a cair, com salários cada vez mais baixos em termos reais. Como é possível com aquele crescimento todo? Simples. Manipulação dos deflatores. E assim eles vão enganado o povo, que acha que a economia tem crescido muito. ahahhahhah
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Já agora, sobre o sucesso argentino:
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“PriceStats, a specialist provider of inflation rates which produces figures for 19 countries that are published by State Street, a financial services firm, puts the annual rate at 24.4% and cumulative inflation since the beginning of 2007 at 137%. INDEC says that the current rate is only 9.7%, and that prices have gone up a mere 44% over that period (see chart).”
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in http://www.economist.com/node/21548229
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São 15% de “crescimento” cozinhados nos livrinhos, como bem diz esta revista. eheheheheh
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AC,
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10 anos de dolarisação na Argentina levaram ao colapso, 10 anos de Euro em Portugal levaram ao colapso.
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Reagan ao fim dos dois primeiros 2 anos de subidas de juros e de impostos arrepiou caminho e baixou juros e impostos bem como a despesa militar , o que levou a um grande crescimento economico e descida do desemprego..
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“The 1982 mid-term Congressional elections were largely viewed as a referendum on Reagan and his economic policies. The election results proved to be a setback for Reagan and the Republicans. The Democrats gained 26 House seats, which at the time was the most for the party in any election since the “Watergate year” of 1974.[43][44][45][46][47][48] However, the net balance of power in the Senate was unchanged.
“The mid-term Congressional elections proved to be the low point of the Reagan presidency.
According to Keynesian economists, a combination of deficit spending and the lowering of interest rates slowly led to economic recovery.[56] However, conservatives insist that the significantly lower tax rates caused the recovery. From a high of 10.8% in December 1982, unemployment gradually improved until it fell to 7.2% on Election Day in 1984.[5
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O governo neotonto do UK está a destruir a economia :
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“U.K. PMI plunges to 45.9 in May from 50.2 in April, hitting its lowest level in three years and experiencing the second-sharpest drop in the index’s 20-year history. Manufacturers cut output, employment and the purchasing of inventories in response to the recession and the eurozone crisis. (PR) [Global & FX, Top Stories] Comment!”
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“10 anos de dolarisação na Argentina levaram ao colapso, 10 anos de Euro em Portugal levaram ao colapso.”
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Hoje isto. Mas Vc. quer fazer dos outros parvos ou quê?
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Ontem isto:
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“R- ou aderia ao dolar por um bom preço !”
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Vc. quer que lhe leve a sério com este tipo de respostas. Um dia é bom o dólar, no outro dia é mau. Vc. contradiz-se porque anda a brincar com isto. É tótó. Ou burrinho de todo, deus me livre. Ganhe um bocadinho de juizinho, está bem?
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Só outra coisinha, ó PMP. Não é o valor da moeda o problema. Vc. é ainda burrinho que não chegou lá. São os gastos públicos e o endividamento o cancro. Não tem nada a ver com a puta da moeda. Só Vc. não entende isto. Pronto. É tótó.
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Para não se dizer que só os o governo argentino martela os dados, olhem o que diz este americano:
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“GDP Four Ways
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Doug Short calculates the GDP using four different deflators.
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GDP deflator (official number) : GDP +1.86, 10-Yr Moving Average +1.7
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PCE deflator (personal consumption expenditures) : GDP +1.13, 10-Yr Moving Average +1.6
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CPI deflator (consumer price index) : GDP +1.05, 10-Yr Moving Average +1.4
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Using John Williams’ Shadowstat measure of inflation : GDP -10.50, 10-Yr Moving Average -5.1”
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in http://globaleconomicanalysis.blogspot.dk/2012/05/gdp-real-gdp-and-shadowstats-theater-of.html
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Porquê que se desconfio dos números americanos. Simples. Quando a gasosa subiu de preço, os deflatores pouco subiram. A gasolina cai de preço, os deflatores descem logo, devido ao preço da… Gasosa. O que revela que há marteladas no cálculo, tanto da inflação americana como dos deflatores. Assim até Portugal era o campeão do crescimento económico do mundo. ehehehhh
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Claro que depois há gajos que dizem que o salário médio americano caiu nos últimos 40 anos. Pois caiu. Além de ter caído, os ganhos de produtividade foram abocanhados pelos mais ricos. A inflação é o imposto mais injusto que há à face da Terra. E um roubo dos ricos aos pobres.
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AC,
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O valor da moeda é muito importante porque tem uma influencia decisiva na propensão para as importações e na dificuldade nas exportações.
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É por essa razão que os paises asiáticos não deixam as sua moedas subirem muito face ao dolar, apesar de terem grandes excedentes comerciais.
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A causalidade é sempre da balança corrente para a balança publica, como se pode verificar na Suécia e na Alemanha.
Com excendentes comerciais o desemprego desce, os impostos sobem, a despesa social desce e o deficit publico reduz-se ou acaba.
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U.E. no caminho da auto-destruiçãoi devido ao dogmatismo irracional !
3:59 AM Germany May Manufacturing PMI comes in at a final 45.2, up slightly from the flash 45.0 reading but still the fastest contraction rate in three years. [Global & FX, Breaking News] 1 Comment
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4:01 AM Eurozone May Manufacturing PMI comes in at a final 45.1, just above the 45.0 flash reading but down from 45.9 in April. It’s near a three-year low as weakness spreads from non-core to core nations. [Global & FX, Breaking News] Comment!
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4:17 AM The U.K.’s GDP will probably rise just 0.1% this year, according to the British Chambers of Commerce (BCC), as renewed eurozone turmoil crimps demand. The BCC, which had previously forecast 0.6% growth, is joining calls for increased fiscal-stimulus measures. [Global & FX] Comment!
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4:06 AM Italian unemployment jumps to 9.8% for the first quarter vs. 9.6% expected and 9.1% prior. For April, unemployment rose to 10.2% vs. 9.9% expected and 10.1% prior. [Global & FX, Breaking News] Comment!
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5:35 AM U.K. PMI plunges to 45.9 in May from 50.2 in April, hitting its lowest level in three years and experiencing the second-sharpest drop in the index’s 20-year history. Manufacturers cut output, employment and the purchasing of inventories in response to the recession and the eurozone crisis. (PR) [Global & FX, Top Stories] Comment!
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“O valor da moeda é muito importante porque tem uma influencia decisiva na propensão para as importações e na dificuldade nas exportações.”
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Vc. é burro, pá. Burro e teimoso como uma mula. Se a merda da moeda fosse tão importante, a India, com os seus salários baixos e uma moeda em queda permanebte, teria um superavite comercial. Vc. é mesmo burrinho, caramba. Nunca vi nada igual, porra para o homem.
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http://chart.finance.yahoo.com/5y?INRUSD=X&lang=en-US®ion=US
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Porra para o burro:
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Olhe aqui as maravilhas do seu amado Obama:
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Click to access realer.pdf
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Há gente tão burrinha, que me custa a crer como não chegam lá.
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Se eu quiser vender minutos de uma confecção têxtil, os salários são o grosso dos meus custos. Tipo subcontrato ou venda a “feitio”. Aqui como os salários é que são o custo mais importante, claro que exporto. Mas vendo salários. Baixos. Se os demais competirem no mesmo campeonato, eu só posso ganhar dinheiro se asfixiar mais os salários ou trabalhar muitas mais horas com os mesmos salários. Porque é onde posso ter ganhos de produtividade e competir pelos custos.
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Mas se eu quiser competir por valor acrescentado eu não vendo salários. Vendo intangíveis. Como marcas, imagem, embalagem, design, etc. E tudo isso são custos, na maioria das vezes externos. Isto é, tenho que comprar os serviços a empresas de fora. E eses custos auemntam bastante se tenho uma moeda a desvalorizar e com níveis altos de inflação. Ou seja, é quase impossível eu criar um produto de alto valor acrescentado em ambiente de moeda depreciada e níveis elevados de inflação. Porque eu não vendo salários baixos nem minutos. Vendo salários altos, tantos os meus como dos meus fornecedores. Por isso é que não se vê marcas de alto valor acrescentado de países onde a aposta é a venda de salários baixos e apostas em moedas desvalroizadas e com altos níveis de inflação.
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Isto é tão básico e basta perguntar a qualquer empresário do Vale do Ave. Mas os burrinhos carregados de livros como vivem de teorias e crendices mas não sabem como se faz nas empresas, os seus custos, etc. acham que vão lá com moedas baixas. Dá-se! Tanta burrice que anda por aí…
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AC,
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Você é tão totó e burrinho que não consegue ver a realidade , é só conversa fiada.
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EUA : Dolar a subir, juros muito baixos, inflação baixa, desemprego a descer, PIB a subir, PIB altissimo, poder militar gigantesco, deficit elevado.
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India is projected to see a faster growth of 7.5 per cent this fiscal, on the back of higher savings and investment rates, even as most of the Asia-Pacific economies are likely to expand at a slower pace, as per a United Nations (UN) report. “We expect it to expand by about 7.5 per cent in 2012-13,” said Nagesh Kumar, Chief Economist, United Nations Economic and Social Commission for Asia and the Pacific (ESCAP).
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Olha, vá com as suas teorias para a ìndia, ensinar os gajos acom as suas teorias. Vc. é muito tótó e vive de alucinações. Vá trabalhar para uma fábrica e aprenda a viver de coisas concretas em vez de vir com teorias da treta, ok? Bolas. Nunca vi tótó como Vc. meu deus.
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Mais para o burrinho abrir os olhos. isto de ser burrinho, estou como o outro. Agora andar pelos blogues a enganar as pessoas com crendices e ideologias de tótós, é que me custa.
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Tome lá tótó, isto não são previsões:
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“India’s GDP hits 9-year low
Friday, June 1st 2012, 06:09 AM”
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in http://india.nydailynews.com/article/efbfa02a5113e89c0f6e2e871aa4566b/india-s-gdp-hits-9-year-low
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Olhe a data para deixar-se de fezadas.
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Mesmo com salários dos mais baixos do mundo e uma moeda a desvaorizar, veja-se como eles exportam:
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“India | Updated Jun 01, 2012 at 04:46pm IST
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India’s export grows by 3.2 per cent in April 2012”
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in http://ibnlive.in.com/news/indias-export-grows-by-32-per-cent-in-april-2012/263658-3.html
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Agora o tótó que ponha os olhos no défice dos gajos:
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“New Delhi: India’s exports grew by a mere 3.2 per cent year-on-year to $24.4 billion in April 2012 mainly due to the slow demand in western markets like Europe. Exports stood at $23.6 billion in April 2011, according to data released by the Commerce Ministry in New Delhi on June 1.
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Imports during the first month of the current fiscal grew 3.8 per cent to $37.9 billion, leaving a trade deficit of $13.4 billion. The sectors which registered healthy export growth in April 2011 include engineering, electronics, pharmaceuticals and chemicals.”
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Há dois países europeus que quase sempre tiveram moedas fortes e sempre com excedentes comerciais. A Alemanha e a Suiça. Os gajos têm algum fonte de exportações secretas? Não. Mas no entanto, com moedas fortes ou fracas, exportam sempre mais do que importam. Mas o mundo está cheio de burrinhos que não aprendem com quem sabe. Os tais alemães e suiços. Dá-se!
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ó AC
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você é tão tapadinho que nem sequer lê qu a India é dos paises que mais cresce e que mais cresceu na ultima década no mundo.
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As exportações portugueses têm crescido a uma taxa real muito baixa nos ultimos 15 anos, fruto dos impostos muito altos e da moeda muito forte.
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Lógica elementar em vez de conversa da treta.
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ÚLTIMA HORA!
Já aparece nos monitores:
http://www.businessinsider.com/xgd-greek-drachma-bloomberg-2012-6
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PMP,
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“As exportações portugueses têm crescido a uma taxa real muito baixa nos ultimos 15 anos, fruto dos impostos muito altos e da moeda muito forte.”
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Lá volta você a bater na mesma tecla depois de eu há uns dias o ter desmentido com números do INE.
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“você é tão tapadinho que nem sequer lê qu a India é dos paises que mais cresce e que mais cresceu na ultima década no mundo.”


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Porque andam a vender salários baixos. Mas se quiser mandar para os tugas.
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Olhe aqui, para Vc. aprender, ó burrinho:
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Não são apenas os salários reais americanos que estão em queda, mas como têm cada vez défices comerciais maiores e mais endividados face ao exterior:
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A estratégia americana está no caminho da Argentina. A Argentina já foi um dos países mais ricos do mundo. Os americanos vão pelo mesmo caminho. Porquê? Ideologia tótó. Os chineses andaram a vender salários baixos e minutos mas vejam como eles desde a primeira crise “capitalista” mantiveram a moeda estável e um forte controlo accionista. Agora vão competir pelo valor acrescentado e salários altos. Estão a imitar… Os europeus. Imitam quem eles vêm que são os melhores. ahahahahahah
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Crescimento do PIB na India :
Country 1999 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010
India 5.5 6.0 4.3 8.3 6.2 8.4 9.2 9 7.4 7.4 10.4
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Crescem a vender minutos. Como cresceu a China a vender minutos. E quando os demais tiverem salários mais baixos? Viu o que aconteceu a Portugal, depois de 1991? Vc. quer ter salários como os da Índia? Se quiser emigre para lá Vc. mas não engane os demais portugueses. Vc. em vez de querer viver ocmo os alemães quer viver como os indianos. Ora bolas para a sua tótólogia. ehehheheh
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LR,
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Você insiste em ficções.
Mostre lá os numeros das exportações e das importações nos ultimos 15 anos em valores reais .
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AC totó :
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EUA : Dolar a subir, inflação baixa, juros baixos , desemprego a baixar , PIB a subir.
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India : A crescer muito desde há 15 anos ou mais, mantendo uma moeda fraca
China : A crescer muito desde há 15 anos ou mais, mantendo uma moeda fraca
Portugal e Euro Zone : A crescer pouco desde há 15 anos mantendo uma moeda forte
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Vêm alguma relação causal ?
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Vc. é mesmo cromo. O desemprego não a descer. São as pessoas que desistem de procurar trabalho e são limpas dos ficheiros. Não viu a forte queda na participação do trabalho junto dos americanos? Ainda ontem leh deixei os dados, mas Vc. prefere ser tótó e acreditar em manipulações.
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Crescimento americano? Com base em quê? Marteladas dos deflatores e da inflação?
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Se aquilo está bom porquê que os salários reais estão em queda? Não viu os dados que lhe deixei numa mensagem acima?
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Ó tótó, deixe-se de fezadas e ponha os olhos nisto:
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Click to access realer.pdf
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Está a ver os rendimentos a cairem? E isto já tem em conta a transferências sociais do Estado. Quer outro gráfico?
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http://panzner.typepad.com/.a/6a00d83451591e69e2016305909b42970d-pi
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in http://www.financialarmageddon.com/
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E tome nota nisto. Aqueles dados são calculados com a inflação oficial. Se a inflação não fosse martelada, como seria?
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Mais para o tótó. Aquilo está tão bom, que criaram apenas 70 mil postos de trabalho. Com o dólar a subir que se farta, eu quero ver o que vai acontecer nos próximos meses.
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Se o euro caísse para a paridade com o dólar, eu queria ver o fariam e diriam os americanos. ehehheheh
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É assim que se ganham guerras económicas. Pitroil a 79 euritos. Olha que maravilha. Mais 20 dólares e ficava contentinho. ahahahahh
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Falando de exportações e importações nacionais, tenho debaixo dos olhos o crescimento de tendência das exportações e importações de 1910 a 2008, tirado do livro do Santos Pereira:
Exportações: pico em 1986 a 5,2%, descida até 2002 a 2,9% e ligeiro aumento até 2008 para 3,1%
Importações: pico em 1972 a 6,5%, descida até 2000 a 2,8% e ligeiro aumento até 2008 para 3%
(Notar que o crescimento de tendência passou de 1% em 1934 a 5,2% em 1970 “”apesar” do escudo forte)
A notar que depois de anos à fio a perder quotas de mercado (http://quartarepublica.blogspot.ch/2011/08/evolucao-das-quotas-de-mercado-das.html > a notar que a seguir a nossa adesão à UE ganhamos bastante quotas “apesar” do escudo forte dos anos dourados do cavaquismo), a quota tem voltado a subir tanto nos mercados extra-comunitários (onde sabemos não temos “nenhuma” hipotese porque temos o Euro) e na UE:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=45372 (lembrar que este relatório foi apresentado no dia 29 de Março de 2012, as coisas têm mudado para melhor ultimamente)
Mesmo a propósito, taxa de cobertura calculada em Maio de este ano:
http://expresso.sapo.pt/conjuntura-taxa-de-cobertura-do-comercio-internacional-de-bens-atinge-81=f724987
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Caro Tell, sugiro que veja esta página: http://www.gee.min-economia.pt/
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Escolha no link à direita o ficheiro Balanças Corrente e de Capital. 😉
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E isto foi conseguido com um ambiente externo recessivo. Que se tem vindo a agravar, sobretudo na Europa. Imagine com o resto da Europa a bombar. ehehehehehh
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Justamente andava à procura da página sobre as taxas de cobertura que o Ccz, e creio que o LR, puseram à disposição há pouco. Obrigado que isso pode ser muito útil de aqui para à frente para calar os cépticos 🙂
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É incrível como o pessoal é cego, só com foguetes é que acreditam. Eu acho sempre piada às pessoas quando invés de falar de redução do peso do Estado, ou que o Estado não estimula a economia destroía e passou a dizer “políticos” o pessoal fique logo mais quieto ou remata para outro canto. Acho que a bem de todos deveriamo parar de falar de “Estado” e dizer políticos. A ver se o pessoal não acreditava quase todo no liberalismo!
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(Sempre haverá uns marmanjos a dizer outra coisa, do estilo “depende dos políticos”. Pois é… depende se o político servir os teus interesses, mesmo que seja à custa dos outros!)
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Caro Tell, aos tótós, apresentam-se os factos. 😉
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Tem lá outro ficheiro, o Comércio Internacional de Maio. Que já traz isto:
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http://www.freeimagehosting.net/jwlbh
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O PMP era dos que achava que nunca Portugal iria conseguir. Fezadas e crendices é o que faz. Já etsá na casa dos 98%. Vamos ver agora como Portugal vai reagir á forte instabilidade internacional. Em todo o caso, hoje o crude em euros atingiu o mesmo valor de… Há um ano. Se continuar a cair em euros, pode ser que a segunda metade nos surpreenda a todos. É arriscado, face ao que se passa por esse mundo fora, mas com o euro em queda contra o dólar, ainda por cima… ehehhheh
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Portugal está a fazer uma coisa que poucos no mundo o conseguirão. Recuperar imenso, não apenas quotas de mercado (com uma moeda forte) mas com um ambiente recessivo nos seus principais parceiros comerciais. Em apenas 6 trimestres, subiu 17 pontos percentuais na sua taxa de cobertura das importações pelas exportações. Num ano, recuperou 9 pontos. Se fizesse o mesmo nos próximos trimestres, era capaz de atingir os 105%. Com jeitinho, até poderia subir aos 110%. Em pouco mais de 2 anos.
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Contra todos os profetinhas da desgraça e sabe lá deus como. Mas os empresários e gestores tugas, mais os seus trabalhadores, estão a fazer aquilo que político nenhuma alguma vez faria. ehehheheh
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O meu receio é, lá está, os reflexos que os espanholitos e os gegos podem causar indirectamente (fora a questão clara da energia, mas se calhar mesmo assim podemos ter algumas surpresas porque penso que a eficiência deve ter feito alguns passos à frente e isso da renegociação das rendas ainda não tá bem terminado) e cá! Se o Governo continuar com as suas tretas de mais taxas e taxas, de mais subsídios da treta ainda vai baralhar tudo.
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Caro Tell, o melhor é prepararmo-nos para o pior. 😉 E esperar que isto nos ajude:
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Anti-Comuna,
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Considerando que os Carmina Burana eram uma colectânea de canções de taverna, neste tasco chamado Portugal os carmina vêm mesmo a propósito.
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Não quiseram bagacinho, agora bebem vaselina! 😉
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AC ou outro, pode esclarecer-me umas dúvidas se souber responder ?
No comércio externo de serviços temos duas importantes rubricas, “Viagens e Turismo” e “Transportes”.
As minhas dúvidas são as seguintes:
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A facturação do comércio externo da TAP entra na rubrica de Viagens ou na de Transportes ?
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Na rubrica de Transportes suponho que um dos principais sectores seja o frete de transportes rodoviários.
Presumo que se uma empresa rodoviária traz mercadoria para Portugal que factura a uma empresa alemã, isso seja considerado uma exportação, certo ?
Mas quando uma empresa de transportes leva mercadoria para fora e factura a uma empresa portuguesa (exportador) português, o valor do frete também é considerado exportação ? Ou é apenas considerado comércio interno ?
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Já agora, existe algum site onde possamos ver as principais empresas exportadores e importadores em cada rubrica, seja mercadorias seja serviços, mesmo que a informação esteja eventualmente um pouco desactualizada ?
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PMP,
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“LR,
Você insiste em ficções.
Mostre lá os numeros das exportações e das importações nos ultimos 15 anos em valores reais.”
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Eu é que insisto em ficções? Você tem cá uma lata… Mas procure nos comentários de uma posta aí de baixo, que eu dei-lhe os números todos e em valores reais. O próprio A-C tb os comentou. Por acaso sei ir à fonte e encontro-os facilmente, mas convém que você aprenda a documentar-se…
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“A facturação do comércio externo da TAP entra na rubrica de Viagens ou na de Transportes ?”
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Não tenho a certeza mas acho que são transportes.
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“Mas quando uma empresa de transportes leva mercadoria para fora e factura a uma empresa portuguesa (exportador) português, o valor do frete também é considerado exportação ? Ou é apenas considerado comércio interno ?”
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Comércio interno. Aqui conta onde está domiciliado o emissor da factura mais o receptor. Se ambos no mesmo país, penso que são serviços prestados internamente. Posso estar enganado, porque nestas coisas há sempre “gatos”. Mas normalmente é assim que se faz. Normalmente… 😉
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Caro Colaço, vaselina tuga parece que é outra coisa… 😉
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Leitura obrigatória:
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http://balancedscorecard.blogspot.dk/2012/06/leitura-obrigatoria.html
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Ó AC burrinho,
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Durante 15 anos de moeda forte andamos a patinar nas exportações em valor real e com deficit correntes altissimos.
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O ano de 2012 é o unico em que estamos claramente melhor, até ao momento.
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Mas a melhoria da balança corrente é muito à custa da redução das importações, causadas por um desemprego de 15% !
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Lá vem o tótó do PMP armado em esperto. Desde 1974 quantas vezes tivemos que recorrer ao FMI? E nas duas primeiras, não tinhamos uma política de desvalorização? E porquê que mesmo assim estoiramos, ó tótó? Santo deus. Vc. é mesmo um cromo do caraças. eehehehheheh
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Pior, ó tótó. Imprimiamos a nossa moeda, sabe? E mesmo assim, lá tivemos que pedir emprestado de joelhos. Se Vc. estudasse mais e fantasiasse menos…
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Ó AC Totó,
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Tivemos de recorrer ao FMI em 1977 por causas óbvias, nacionalizações etc, e em 1983 porque em 1980 o governo com o Cavaco como ministro das finanças revalorizou o escudo e foi depois o descalabro nas contas externas.
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O mesmo agora, com 15 anos de contas externas em deficit cronico
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PMP,
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“Durante 15 anos de moeda forte andamos a patinar nas exportações em valor real e com deficit correntes altissimos.”
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E você insiste em falar sem fundamento. De 1995 a 2011 (16 anos) as nossas exportações subiram EM TERMOS REAIS 4,4% ao ano e as importações subiram 3,6%. No mesmo período, o PIB subiu apenas 1,6%. Ou seja, o comércio internacional tem-se revelado sempre como a componente mais dinâmica do PIB.
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“Tivemos de recorrer ao FMI em 1977 por causas óbvias, nacionalizações etc”
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A França fartou-se de nacionalizar, ó tótó. E não recorreu ao FMI.
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Não é Vc. o tolinho que acredita que se imprimirmos nunca teremos defaults? Vc. se estudasse mais e escrevesse menos disparates…
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Caro Anti-Comuna,
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Deixe-me corrigi-lo. A facturação da TAP ao exterior entra na rubrica “Viagens e Turismo” se falarmos de passageiros. Se falarmos de carga, já entra na rubrica dos transportes.
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“Comércio interno. Aqui conta onde está domiciliado o emissor da factura mais o receptor. Se ambos no mesmo país, penso que são serviços prestados internamente. Posso estar enganado, porque nestas coisas há sempre “gatos”. Mas normalmente é assim que se faz. Normalmente… ;)”
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Correcto. Mas a empresa exportadora irá depois facturar o frete ao seu cliente estrangeiro, pois este irá comprar a preços CIF (Cost, Insurance and Freight). Aqui já não tenho a certeza se o seguro e o frete são reportados em separado, mas julgo que sim, até porque nas estatísticas as exportações e importações aparecem a valores FOB. E a ser assim, já estamos também a falar de exportações de serviços nas rubricas seguros e Transportes.
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LR,
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Para si crescer 4,4% ao ano nas exportações e 3,6% nas importações é um bom resultado ?
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Ou seja um diferencial de 0,8% ao ano durante 15 anos !
Não admira que assim o nosso PIB tenha um crescimento miserável durante 15 anos !
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Quando o PIB nos nosso parceiros comerciais cresceu mais de 2% ao ano !
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Compare com os paises com moeda fraca como os da Asia e veja a diferença !
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Caro LR, obrigado pelo esclarecimento. E no caso do transporte para fora, é claro que é preciso que seja facturado ao cliente. Vai depender do contrato de compra, etc. Mas confesso que isto tem mudado e já nem me lembra como isso agora é feito. Mas sei que os gajos do Itrastat anda sempre em cima disso. 😉
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Segundo julgo saber, em Portugal não há tanto controle assim. Já em França, parece que são cães a um osso. E apanham muita coisa, às multinacionais. 😉 Dizem-me, claro. eheeheheh
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“Ou seja um diferencial de 0,8% ao ano durante 15 anos !”
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Se a procura interna não fosse tão alta, devido às políticas keyneasianas, em 15 anos poderia para ter um excedente comercial de 4% do PIB. Acha mau? Em 30 anos: 9% do PIB.
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Numa geração, ter um excedente comercial de 9% do PIB davam cá uma folga aos tugas…
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AC,
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Se cá nevasse fazia-se cá ski, já dizia o outro.
0,8% ao ano é muito pouco, mesmo assim temos 15% de desemprego e um PIB miseravel.
Compare com outros paises com moeda mais fraca e vai ver a diferença.
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Com o IRC e a TSU altissimas e uma moeda forte as nossas empresas não conseguiram nem conseguem crescer o suficiente.
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A Irlanda tem 12,5% de IRC e uma TSU média de 12%contra os 24% em Portugal.
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E os outros concorrentes do leste europeu também têm taxas mais baixas, sem falar nos asiáticos.
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“0,8% ao ano é muito pouco, mesmo assim temos 15% de desemprego e um PIB miseravel.”
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Encontra algum país com um diferencial maior?
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“A Irlanda tem 12,5% de IRC e uma TSU média de 12%contra os 24% em Portugal.”
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Sim, e a Alemanha até tem um pesado défice comercial. O IRC alemão é de quanto? 100%? E as contribuições para a S. Socila?
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Vc. é mesmo cromo. Vc. quer o Estado a gastar em tudo e mais alguma coisa e a cobrar poucos impostos. Deve ser por isso que a Irlanda está a emprestar dinheiro a Porutgal, não? ahhahahhahh
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Este link é para o cromo do PMP:
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http://www.cso.ie/en/statistics/externaltrade/maintradingpartners-2011m/annualexternaltradem/
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A tal Irlanda que Vc. gaba em 11 anos teve um crescimento nominal ainda pior que o português. E eles têm os tais impostos baixos, veja lá bem a coisa. Em 2001 exportavam 92 690 milhões de euros. Em 2011 exportaram… 92 872. ehehheheheh
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Portugal no mesmo período, em termos nominais, aumentou as exportações em cerca de 52%!!!!
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Os factos são lixados. E anda um pai a gastar dinheiro com um filho assim. Uma enchadazinha na mão…
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anti-comuna qual é a relação entre as exportacções e o gasparov explica só
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rr,
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anti-comuna qual é a relação entre as exportacções e o gasparov explica só
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Explico-lhe eu: nenhuma. Mas tem de aquiescer que sem finanças estatais equilibradas, todo o esforço dos nossos empresários de exportar seria perfeitamente inglório.
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O Estado tora às pazadas pela janela aquilo que os empresários metem colher a colher pela porta.
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