Dra Helena: Penso que a Espanha como antiga potência imperial não se sujeitará às humilhações de Holandas e finlândias. Ainda há pouco tempo, o 3º duque de alba ,ditava lei nos países baixos. Neste momento, penso que se aproxima o fim do euro e a europa voltará a ser de nações e de conflitos. Estou a ver o tsunami a aproximar-se e não sei para onde fugir .No nosso caso, em que não temos reservas estratégicas de nada ,teremos de apelar a ajudas da lusofonia ,e dos emigrantes.No limite podemos ser província do Brasil.Também concordo consigo, Rajoy esteve mal e não parece melhor que zapatero ,digo eu.
o qi de mais de 50% dos portugueses é inferior ao de um cão que tive.
nem sabem fazer comentários.
são um peso morto para os contribuinte pomposamente alcunhados de estado que nada lhe dá de razoável.
a crise do rectângulo vai durar até ao fim do século. com ou sem Espanha, com ou sem Europa
Eu estive a ouvi-la.
Folgo um pouco em saber que a mania das grandezas também “foi” um efeito do contágio!
Agora contagiamo-nos também uns aos outros… de outra maneira!
Piscoiso
Não é minha parente. Provavelmente será parente de outras famílias. Só sei que era um leitor fiel da Helena Matos no Público e que tive pena da sua saída.
Há um facto subjacente a tudo isto:durante 2 decadas o crescimento da economia Espanhola baseou-se no betão e na especulação do imobiliario.Culpa dos governos ?Sim.Culpa das doutrinas economicas neo-liberais? sem duvida nenhuma O buraco financeiro da banca espanhola ira ser pago pelos contribuintes ? Inquestionavel entetanto os duques ,barões e quejandos continuarão a governar atraves dos Rajoy do momento.Alguma parecença com Portugal? Bem Ricardo Salgado e amigos continuam a estar na crista da onda
Por cá, entraram os ‘homens de negro’ e como se isso não bastasse, logo a seguir, pusemos uns ‘homens cinzentos’ no Governo… Não foi?
Declaração de interesses: não pertenço à ETA, nem ao Herri Batasuna.
Há um livro de contos de Fernando Namora, com o título “Resposta a Matilde”, que tem um conto chamado “A Ponte”, se bem me lembro.
De memória, sujeito a pequenos erros, o conto é assim.
O governador vai todos os anos a uma terreola onde faz um discurso, integrado numas festas. Todos os anos apresenta uma obra que irá ser executada, para bem dos aldeões.
Naquele ano, o presidente da junta tenta convencer o presidente da câmara de que seria bom para as populações instalar-se a eletricidade de que o povo ainda não usufruia. “O senhor governador é que sabe”, respondeu o presidente da câmara.
No dia marcado o governador, homem certamente de muitos méritos, apresenta ao povo, através do seu discurso a sua grande obra: Uma ponte!
Pergunta o prsidente da junta ao da câmara: mas uma ponte para quê se nós não temos nenhum rio! Responde o outro: deixe lá construir a ponte, homem! O rio logo se vê!
(A propósito dos aeroportos, que eu já tinha visto na TV, construídos para… nada)
E falou em espanhol?
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o já rói precisa é de uma linha de apoio de coca.
e não precisa da sua ajuda, deve ter por lá sabujas de serviço…
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Dra Helena: Penso que a Espanha como antiga potência imperial não se sujeitará às humilhações de Holandas e finlândias. Ainda há pouco tempo, o 3º duque de alba ,ditava lei nos países baixos. Neste momento, penso que se aproxima o fim do euro e a europa voltará a ser de nações e de conflitos. Estou a ver o tsunami a aproximar-se e não sei para onde fugir .No nosso caso, em que não temos reservas estratégicas de nada ,teremos de apelar a ajudas da lusofonia ,e dos emigrantes.No limite podemos ser província do Brasil.Também concordo consigo, Rajoy esteve mal e não parece melhor que zapatero ,digo eu.
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o qi de mais de 50% dos portugueses é inferior ao de um cão que tive.
nem sabem fazer comentários.
são um peso morto para os contribuinte pomposamente alcunhados de estado que nada lhe dá de razoável.
a crise do rectângulo vai durar até ao fim do século. com ou sem Espanha, com ou sem Europa
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Tenho uma grande admiração por Helena Matos. Belíssima analista. Do melhor da direita portuguesa.
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E é parente?
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E mais as 51 centrais de dessalinização
http://www.libremercado.com/2012-02-07/el-timo-de-las-desaladoras-de-zapatero-asciende-a-4000-millones-de-euros-1276449280/
A marina de Laredo
http://www.libremercado.com/2012-04-19/el-puerto-de-laredo-no-tiene-ni-un-barco-tras-invertir-90-millones-1276456159/
O maior hospital da Europa
http://www.libremercado.com/2012-02-13/cospedal-paraliza-las-obras-del-que-iba-a-ser-el-hospital-mas-grande-de-europa-1276450009/
Mais uma prisão vazia
http://www.abc.es/20111205/espana/abcp-millon-para-carcel-fantasma-20111205.html
E ainda as piscinas das prisões
http://ccaa.elpais.com/ccaa/2012/04/15/catalunya/1334518574_580639.html
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Vá lá, que nós só fizemos o aeroporto de Beja…
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Eu estive a ouvi-la.
Folgo um pouco em saber que a mania das grandezas também “foi” um efeito do contágio!
Agora contagiamo-nos também uns aos outros… de outra maneira!
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Piscoiso
Não é minha parente. Provavelmente será parente de outras famílias. Só sei que era um leitor fiel da Helena Matos no Público e que tive pena da sua saída.
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Há um facto subjacente a tudo isto:durante 2 decadas o crescimento da economia Espanhola baseou-se no betão e na especulação do imobiliario.Culpa dos governos ?Sim.Culpa das doutrinas economicas neo-liberais? sem duvida nenhuma O buraco financeiro da banca espanhola ira ser pago pelos contribuintes ? Inquestionavel entetanto os duques ,barões e quejandos continuarão a governar atraves dos Rajoy do momento.Alguma parecença com Portugal? Bem Ricardo Salgado e amigos continuam a estar na crista da onda
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Por cá, entraram os ‘homens de negro’ e como se isso não bastasse, logo a seguir, pusemos uns ‘homens cinzentos’ no Governo… Não foi?
Declaração de interesses: não pertenço à ETA, nem ao Herri Batasuna.
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Há um livro de contos de Fernando Namora, com o título “Resposta a Matilde”, que tem um conto chamado “A Ponte”, se bem me lembro.
De memória, sujeito a pequenos erros, o conto é assim.
O governador vai todos os anos a uma terreola onde faz um discurso, integrado numas festas. Todos os anos apresenta uma obra que irá ser executada, para bem dos aldeões.
Naquele ano, o presidente da junta tenta convencer o presidente da câmara de que seria bom para as populações instalar-se a eletricidade de que o povo ainda não usufruia. “O senhor governador é que sabe”, respondeu o presidente da câmara.
No dia marcado o governador, homem certamente de muitos méritos, apresenta ao povo, através do seu discurso a sua grande obra: Uma ponte!
Pergunta o prsidente da junta ao da câmara: mas uma ponte para quê se nós não temos nenhum rio! Responde o outro: deixe lá construir a ponte, homem! O rio logo se vê!
(A propósito dos aeroportos, que eu já tinha visto na TV, construídos para… nada)
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Muito obrigado Fincapé por relembrar aqui o escritos Fernando Namora!
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Não tem de agradecer, aremandus.
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