não basta “congelar”…
13 Junho, 2012
É necessário reduzir substancialmente a presença do estado no ensin o superior e deixar o mercado funcionar.
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Por outro lado, o critério é infeliz, já que não deve ser o estado a limitar as escolhas individuais de quem quer estudar e seguir uma profissão, mesmo que a empregabilidade do sector seja, hoje, reduzida. Impedir que alguém realize a sua vocação por falta de postos de trabalho disponíveis é socialismo puro e duro.
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De todo em todo, fica a intenção, que não é de se deitar fora…
10 comentários
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Não acredito nos chamados “mercados”, fácilmente manipuláveis em benefício dos mais ricos!
Quanto às vocações tudo bem, paguem na ìntegra o custo dos cursos, sem direito a ajudas por
parte do I. Emprego…deesenrrasquem-se!!!
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No ensino superior, o mercado já funciona. Veja em que “universidades” se “formaram” alguns dos nossos mais influentes políticos que de outra maneira não conseguiriam tirar um curso.
De qualquer forma, eles estar-lhe-ão agradecidos.
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Rui os recursos limitados devem ser racionalmente atribuidos Penso que isto deve ter alguma ressonancia na sua mente liberalmente distorcida
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De facto o vosso socialismo devia ser uma boa merda.
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mercados? … Moderna, Independente, subsídios a privadas … mercados?
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Rui: É o centralismo democrático a funcionar, o que para muitos dos nossos dirigentes se traduz num eterno regresso à juventude. Um tempo em que a escolha era entre facismo e comunismo, dois falsos opostos com com um traço comum a tudo quanto é voluntário e, por isso, resultante de escolhas livres, sem o que nunca haverá pessoas responsáveis…, jmm
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“Impedir que alguém realize a sua vocação por falta de postos de trabalho disponíveis é socialismo puro e duro. “
Bem, num ensino superior totalmente privado e regulado pelo(s) mercado(s) teríamos duas hipóteses: 1) se não tivesse dinheiro não conseguiria aceder ao ensino nem aos postos de trabalho disponíveis, mesmo com vocação ; 2) caso não houvesse postos de trabalho disponíveis, o mercado encarregaria de fechar os cursos correspondentes, nem com vocação nem com dinheiro acederia ao ensino.
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“e deixar o mercado funcionar”
Claro! Está a funcionar tão bem em tudo o resto… 🙂
Ah… e o “critério” não é nem infeliz, nem é socialismo; é apenas estúpido e economicista.
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Isto parece um pensamento religioso: há que dar lugar ao Deus Mercado, independentemente de Portugal ainda ter um ensino superior público de grande qualidade e das experiências privadas serem pouco menos do que trágicas.
Durante anos eram os comunistas a pregar amanhãs que cantam. Agora são os liberais que andam com os amanhãs que cantam.
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se existisse apenas o mercado a funcionar nunca se faria investigação básica.
e o mercado da ensino superior em Portugal tem servido para nivelar por baixo.
Mas lá diz o fincapé, é ver os cursos dos nossos politicos…
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