Coisas a não esquecer por quem vive num estado ‘pêesse’
a) Se Arnaut fosse PS passava a ser tratado por pai da REN. Como é PSD trata-se de promiscuidade político-partidária.
b) A única forma que o PSD tem de não ser acusado de “promiscuidade político-partidária” é renomear os socialistas para estes cargos. Ou seja manter neles os socialistas que o PS anteriormente nomeou ou escolher outros socialistas. Quando os socialistas são nomeados ninguém protesta porque se o PS está no governo isso é tido como obviamente natural e se o PS está na oposição isso é tido como sinal de independência por parte dos sociais -democratas. Uma espécie de intermezzo inteligente na sua congénita cupidez.
c) A presença de socialistas nestes cargos chama-se defesa do Estado e do serviço público. A presença de não socialistas chama-se “promiscuidade político-partidária” e o PS naturalmente protesta para que a ordem natural da vida política em Portugal seja reposta e os socialistas voltem rapidamente a ocupar os lugares que lhes pertencem por direito republicano.
Em resumo: este triste estado de coisas talvez explique porque precisamos de menos estado e sobretudo de um estado que faça o que deve e deixe os negócios para os privados. Enquanto tal não acontecer o discurso sobre o poder será naturalmente do PS. Naquilo em que outros estão em falta «, o PS está no seu terreno. É só isso que distingue os Arnaut uns dos outros.

heheheh
hahahah
hihihihih
GostarGostar
cada partido do BlocoCentral tem os Catrogas que merece!
GostarGostar
Como é o PSD/CDS que está no poder, é “natural” que os militantes desses partidos sejam nomeados para altos cargos.
Tal como fazem outros partidos que no poder estejam.
O resto é conversa.
GostarGostar
nenhum partido leva ao parlamento “nacional” a questão da União Bancária e Fiscal que o Governo de Portugal prepara para assinar, com o apoio do Partido Socialista e o silêncio dos demais partidos !!??? é inacreditavel este regime…o G20 reune-se e defende as novas estruturas financeiras para a Europa ( uma emitação do falido modelo financeiro americano…) e aqui em Portugal assobia-se para o lado…que Regime Podre, até a D. Dilma já manda mais em Portugal do que…ao ponto a que isto chegou…
GostarGostar
Carta aberta ao Estado da Nação do PS
-Sociedade Portuguesa hoje
Analfabetismo funcional; in(cultura)/ignorância; apatia cívica/irresponsabilidade; ilusão/aparato/ostentação; irracionalidade/inversão de valores; indigência mental/anestesia colectiva; ensino postiço e inconsequente; autoridade tolhida e envergonhada; justiça sinuosa e selectiva; responsabilidades diluídas e baralhadas; mediocridades perfiladas e promovidas; capacidades trituradas e proscritas; sofisma institucionalizado.
-Quês e porquês
Maleita atávica e condicionamento manipulado pelos poderes instalados; negligência paralisante no dever de participação; vício embriagante na desculpa cómoda do dedo acusador sempre em riste. Culpar D. Sebastião, o padeiro da esquina ou dirigentes de ocasião é nossa mestria e sina nossa. Culpados somos todos nós, acomodados na obsessão estéril de celestiais direitos. Também é com a nossa apatia pelos valores de intervenção e cidadania, que somos conduzidos repetidamente para o conhecido pantanal. Os nossos governantes são o reflexo e extensão da gente que somos, mas valha a verdade em escala cujo grau de refinamento, incapacidade e subversão de interesses colectivos ultrapassa os limites da decência. Que qualquer governante em vez de esbracejar governe e em vez de iludir assente, invertendo essa carga em desequilíbrio e remetendo para as calendas a política de feirola de contrafeitos.
-Receituário extraviado
Cabe cultivar que ao cidadão comum não deve competir apenas votar ciclicamente em deputados acorrentados pela disciplina partidária. Na sociedade como nos bancos da escola, acautelar conceitos/aulas de civismo e cidadania, o que é liberdade, democracia, educação e compostura. A televisão pública como veículo que molda, não pode servir só para futebol, novelas e propaganda oficial. Não basta compor a rama, é preciso cavar a terra e aconchegar os tomates. Por hora o circo ameaça continuar, mas que o tempo (grande mestre) se encarregue de nos despertar enquanto é tempo. A nós, suporte colectivo de tragédias e façanhas, competirá sobretudo intervir responsável e interessadamente no que a todos diz respeito, não concedendo carta branca ao desbarato para o traçado do caminho, ao círculo restrito de políticos abengalados.
SUGESTÃO
– Sistema eleitoral que contemple conjugação com círculos uninominais
– 99 a 180 deputados no máximo, e acabar com os votos em manada na AR.
– Ninguém deve poder concorrer fora do distrito ou concelho onde resida ou exerça actividade regular pelo menos nos últimos três anos. Válido para autarquias.
– Todos os eleitos pelo menos para os mais altos cargos poderem ser considerados, só seriam reconhecidos com bom comportamento moral e cívico, por obrigatórios testes de apuramento de efectiva idade adulta e comprovada sanidade mental.
– Acabar com o exclusivo das ditaduras partidárias (onde os medíocres afastam os melhores para sobrevivência indigente) na participação e representação política do País, deixando espaço para iniciativas da sociedade civil que contemple participação e representação efectiva, nomeadamente, na AR.
– Assim, considerar representação política fora da alçada dos partidos, nomeadamente, no parlamento, começando por contemplar o direito a assento por inerência a representantes de organizações sindicais, patronais e outras não estatais com expressão efectiva na sociedade, e ainda por profissões como operários, engenheiros, médicos, professores, jornalistas, trabalhadores, empresários …………….
– Da obediência aos partidos só entraria gente por eleição mas com ligação efectiva ao eleitor. Regra dos 3 x 33 = 99 deputados. 1/3 Por inerência para autarcas, 1/3 ainda por inerência aos grupos e profissões atrás assinalados e, finalmente, 1/3 para eleitos em nome dos acantonamentos partidários.
– Deixar uma cota ainda que residual para representação dos considerados analfabetos estruturais à antiga, que se ainda existirem, fácilmente podem provar que muito frequentemente possuem mais cultura geral e conhecimentos de vida de que muitos doutores novos que por aí passeiam a ignorância.
-Reformular o conceito de abstenção, não a confundindo com insondáveis razões de ausência nas urnas. Criar um campo (X) para esse efeito em cada boletim de voto. Esta intransmissível , pessoal e inconfundível opção merece e deve exigir a dignidade de voto válidamente expresso. Uma civilizada, consciente e ponderada escolha não pode ser obrigada a ficar na rua em vala comum de incertos. Os nossos deputados, na Assembleia da República, apesar da aviltante
disciplina partidária a que se submetem, para se abster tem que marcar presença. Quero lá uma cruzinha para me abster, querendo.
Nota: Estes escritos já tem uns anitos.
GostarGostar
Um pouco de compaixão, por favor…http://lishbuna.blogspot.pt/2012/06/intoleravel-insensibilidade-social-do.html
GostarGostar
Não era este JLA que dizia que a Grécia não existia?
Agora pode acrescentar: Portugal existe, graças a Deus!
GostarGostar
Realmente, em questões de nomeações, PS e PSD são partidos gêmeos. A nomeação em preço, pelo curriculum(?) do nomado, NOTA-SE MUITO. Uma vergonha para os nomeadores e para o nomeado. Venha a próxima.
GostarGostar
eh, o bicho ps é a mera deriva do sul da itália, já sabia, mas psds não escapam ao avental, pela mesma senda de nepotes e padrinhos .
GostarGostar
Helena, a sua conclusão não é óbviamente partilhada pela generalidade dos psds que acreditam que também eles podem abichar umas quaisquer migalhas no estado socialista. Não podem. Como você muito bem diz “o discurso sobre o poder é naturalmente do ps”, e só quando os psds compreenderem isso, e consequentemente desmantelarem o estado socialista, então, e só então, Portugal mudará.
Um pequeno exemplo:
Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório do turismo
Observatório para a igualdade de oportunidades
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente da justiça
Observatório estatístico de Oeiras
Observatório da criação de empresas
Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português
Observatório de segurança
Observatório do desenvolvimento do Alentejo
Observatório de cheias
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações
Observatório da natureza
Observatório qualidade
Observatório da literatura e da literacia
Observatório da inteligência económica
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
Observatório permanente das organizações escolares
Observatório médico
Observatório solar e heliosférico
Observatório do sistema de aviação civil
Observatório da cidadania
Observatório da segurança nas profissões
Observatório da comunicação local
Observatório jornalismo electrónico e multimédia
Observatório urbano do eixo atlântico
Observatório robótico
Observatório permanente da segurança do Porto
Observatório do fogo
Observatório da comunicação (Obercom)
Observatório da qualidade do ar
Observatório do centro de pensamento de política internacional
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais
Observatório europeu das PME
Observatório da restauração
Observatório de Timor Leste
Observatório de reumatologia
Observatório da censura
Observatório do design
Observatório da economia mundial
Observatório do mercado de arroz
Observatório da DGV
Observatório de neologismos do português europeu
Observatório para a educação sexual
Observatório para a reabilitação urbana
Observatório para a gestão de áreas protegidas
Observatório europeu da sismologia
Observatório nacional das doenças reumáticas
Observatório da caça
Observatório da habitação
Observatório do emprego em portugal
Observatório Alzheimer
Observatório magnético de Coimbra
GostarGostar
mas estes cargos são honoríficos e sem retribuição, ou são cargos pagos?Mas que palhaçada é esta?Responda quem souber.
GostarGostar
O Estado está falido(?) mas a fome de estado não para.
GostarGostar
P`rá leninha a trafulhice, o compadrio, o tráfico de influências e a corrupção são coisas normais, desde que sejam do PSD/CDS.
Assim se percebe o que esta gente quer; ROUBAR!
GostarGostar
A falta de vergonha do PS assusta.
Estão contra um adiministrador nao executivo proposto por um privado que comprou ações, e estiveram a favor de um presidente executivo colocado pelo Estado e que foi demitido por corrupção!
Passaram-se!!
GostarGostar
A. Silva aconselho-o a ir a um oftalmologista ou a reler novamente o texto de HM.
Quando se quer comentar algo, é fundamental saber do que se fala, senão caímos no ridiculo de estarmos a misturar alhos com …palha.
GostarGostar
e torna-se à alínea
“Observatórios”, autêntica vergonha,
por que não passe em vão e ao PS o
governo acumule os seus potes de boys
http://oinsurgente.org/2012/05/05/lista-de-observatorios-portugueses/
GostarGostar
e eles são iguais, de avental
ridículo, cambada de ladrões
GostarGostar
Acho tão chato o Professor António Hespanha estar a dar baile ao também Professor de Ciência Política, André Azevedo Alves, no Prós e Contras. 😉
É claro que AAA ainda é muito jovem e tem muito a aprender. Para já, tem de aprender a distinguir entre Estado e trabalhadores do Estado, coisa que costuma baralhar muito o hiperliberalismo. Tem de se começar por algum lado.
GostarGostar
Realmente! O BE ou PCP queixarem-se ainda se percebia. Agora, o PS?!?!?! É preciso ter muita lata. A única coisa que se podem queixar é de lhes estarem a tirar o exclusivo de “ocupação” da REN…
GostarGostar
.
Mas há alguma de que os tachos, os nomeados e todos os outros, não são remunerados e com prebendas e sinecuras? Mas que gente tão ingénua…
.
GostarGostar
Um administrador não executivo aufere, na REN, 1000 (mil) € / presença em conselho.
GostarGostar
Esse tal de Arnaut, não foi o tipo que andou por aí a vender as vantagens dos 10 estádios para o Euro 2004?
GostarGostar