Sociologia a gosto
Há muito, muito tempo quando o socialismo na versão comunista era o fim inevitável das sociedades havia umas princesas nórdicas que interrompiam essa espécie de evolucionismo político. A Suécia a Dinamarca e a Noruega com os seus socialismos democráticos levavam a que se questionasse sobre a razão de ser das estratégias totalitárias dos comunistas. Afinal naqueles países a liberdade, o pluralismo e o socialismo pareciam compatíveis. Mas havia o problema dos suicídios. Jornais, manuais escolares e homílias várias explicavam que aquelas sociedades pareciam perfeitas mas não eram como bem se via pelo elevado número de suicídios que ali se registavam. O suicídio era a resposta desses povo às sociedades da abundância onde não se tinha de lutar por nada e não havia ideais. Escusado será dizer que na URSS e afins não havia suicídios.Os anos passaram e os suicídios passaram a ser o resultado da troika e da crise. Cada suicidio na Grécia tornou-se a prova viva de que a austeridade não pode ser o caminho.

Relativamente aos suicidios nos países nórdicos eu revia a teoria…
Gostava de conhecer estudos em que estudassem alguma predesposição genética que todos teremos quando há ausência de sol…
Os suicidios acontecem no Canadá, Paíse Nórdicos, Rússia, Japao, Nova Zelândia…
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Os suicidios na Grecia são devido à falta de dinheiro para comer. Nos paises escandinavos devem-se em grande parte a crises existenciais e depressões relacionados com a hostilidade do clima, um par de horas de fraca luz no inverno, e a uma sociedade não muito “social”, que facilmente levam a intermináveis dias de solidão. Há quem não se dê bem com isto. Mas isto tudo é sabido, e este post torna-se repugnante por querer confundir em vez de esclarecer.
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kiitossakidila,
.
Na França há ausência de Sol?
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Lá pelo facto de se tornar a vida das pessoas insuportável a ponto de se suicidarem, não significa que tenhamos que ter qualquer problema de consciência. Obviamente a preocupação com os outros é um excesso de sensibilidade e uma fraqueza, que até pode ser prejudicial aos superiores interesses de quem manda e detém o dinheiro.
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Não gostei do que escreveu. Geralmente gosto mas como não há regra sem excepção, acho que o post é muito infeliz.
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” O suicídio era a resposta desses povo às sociedades da abundância onde não se tinha de lutar por nada e não havia ideais.”
Ainda gostava de ver uma explicação/justificação para uma afirmação destas.
“e não havia ideias” Justifique.
Admiro a sua ousadia em pronunciar afirmações destas com tanta certeza.
Realmente é Sociologia a gosto, ao seu gosto.
VIVA PORTUGAL
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“ Em números absolutos, a República Popular da China lidera as estatísticas. Foram 195 mil suicídios no ano de 2000, seguido pela Índia com 87 mil, a Rússia com 52,5 mil, os Estados Unidos com 31 mil, o Japão com 20 mil e a Alemanha com 12,5 mil.
Por 100.000 habitantes: lideram Lituânia (41,9), Estônia (40,1), Rússia (37,6), Letônia (33,9) e Hungria (32,9).
Guatemala, Filipinas e Albânia estão no lado oposto, com a menor taxa, variando entre 0,5 e 2. ”
O post deve ser o resultado de alguma conversa no cabeleireiro.
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Texto anterior citado da Wiki.
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Não sei se na URSS não havia suicídios. O que havia era milhões de pessoas nos campos de concentração, ou Gulags, para lém de outros milhões que passaram a cadáveres debaixo da terra, como consequência dos ideais do socialismo. E não foi só na União Soviética…
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“Há muito, muito tempo, quando… Suécia, Dinamarca e Noruega, com os seus socialismos democráticos…”, entraram noutro patamar civilizacional. Ainda hoje o capitalismo financeiro, especulador e parasitário tem dificuldades em perturbar aquelas sociedades.
Foram dezenas de anos de progresso, liberdade e paz. Serviram de tampão ao comunismo estalinista, demonstrando coragem e saber, mas sem terem de enterrar os seus jovens na sequência de guerras imperialistas. Realmente, um exemplo.
Ah! Helena, se algum dia se lembrar de falar em suicídios, um bom tema, não se esqueça da France Telecom. E não paga nada por esta ideia.
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E como interpretar ‘isto’ : “Suicídio no Alentejo tem taxa mais alta do mundo…”
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=612330
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Casei com um sueco e vivi 3 anos em Estocolmo. Confesso que tudo fiz para contrariar a partida. além de não ter espírito de emigrante, sempre me venderam uma Suécia deprimente, com pessoas frias e pouco receptivas a “estranhos”.
Nada mais errado. Fui muito bem recebida em 1987, por um povo sensível, ainda muito magoado com a morte de Olof Palme mas que enchia as ruas fosse Verão ou Inverno de roupas alegres, cheias de cor, de crianças, carrinhos de bebés, olhando em frente e sorrindo.
Em qualquer repartição pública, loja ou sítio de recepção ao público espantava-me a maneira como era recebida, sem pre com um sorriso e um “olá” vigoroso!
Caía ali o mito das “trombas suecas”.
Claro que me deparei com coisas muito graves, como os fds dedicados exclusivamente à competição de quem consegue embriagar-se mais depressa para tudo ser permitido, quebrar todas as regras. Assustador.
O que é facto é que Domingo à tarde lá andam eles todos em família, na rua, como se nada se tivesse passado.
Será um caso de estudo, sim. Porque o álcool na Suécia só é vendido em lojas estatais, que só abrem em determinadas alturas, estando muito perto da proibição equivalente às drogas. Dá que pensar!
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vai daí, nem totalismo, é claro, nem pluralismo mais socialismo, como nem austeridade à troika, se não mais cega e estúpida, para os pobres, à presunçoso do nosso primeiro e sua ajudante Helena pitonisa .
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dá-se ali um pulo ao Durkheim , via wiki que é mais rápido e temos :
“De acordo com Durkheim, os indivíduos têm um certo nível de integração com os seus grupos, o que ele chama de integração social. Níveis anormalmente baixos ou altos de integração social poderiam resultar num aumento das taxas de suicídio:
níveis baixos porque baixa integração social resulta numa sociedade desorganizada, levando os indivíduos a se voltar para o suicídio como uma última alternativa;
níveis altos porque as pessoas preferem destruir a si próprias do que viver sob grande controle da sociedade.”
(e talvez a tara com o alccol e a perda total de controle dos suecos ao fim de semana se explique assim também pelo escape )
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essa mulher é capaz de qualquer coisa, qualquer opinião e juízo, de qualquer conclusão à pressa que a vaidade e capricho lhe ordenem, presunçosa como o nosso primeiro dito .
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Como fazer um post sobre as opiniões dos outros, sem se comprometer com uma opinião própria. A Helena matos não pensa nada. Sobre os suicídios na Grécia faz posts sem qualquer utlidade. Pensar é muito complicado. melhor gozar com o que os outros pensam.
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passou despercebido um comentário sobre o Alentejo é e sempre foi assim(habitos herdados)
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A propósito de sociologia . O CCA (Centro Cultural de Alcobaça) vai hoje a Coimbra no Hotel D. Inês , fazer cultura , mas não é que a D. Inês fugiu para Alcobaça . Mas que troca-tintas !!!
P.S.
Consultar as estatísticas de suicídios em Coimbra .
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eheheh fujam croquetes
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por cada décima acima das previsões do défice os posts de HFMATOS tornam-se cada vez mais ranhosos e fedorentos
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