A ler
8 Julho, 2012
Os professores de Miguel Relvas na Universidade Lusófona Balbino Caldeira continua a investigar mais e melhor que muitas redacções
Para que se entendam bem as diferenças entre Relvas e Sócrates Na Porta da Loja
45 comentários
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É fácil. Um tirou um bacharelato, ninguém o nega (até se aventurou a tentar um MBA) e “DERAM-LHE” uma licenciatura. O outro, com um currículo sofrível no secundário andou pelas universidades, tentou 4 cursos, só conseguiu fazer quatro cadeiras com umas notas de envergonhar e CONSEGUIU equivalências a três dezenas de cadeiras com base em critérios fantasiosos e delirantes como é (como diz o Balbino Caldeira) o ter desempenhado MENOS de 1 ano funções profissionais da treta em 3 empresas (“consultor” ??) e até em cadeiras de natureza técnica.
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O Relvas tem uma licenciatura muito manhosa, pelos vistos legal (aquela coisa de Bolonha desde o inicio que tem contornos facilitadores).
Que não restem duvidas, jamais devia ser licenciado sem ter feito o curso, e equivalências a 3 ou 4 no máximo.
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O Sócrates é outro assunto.
Com o bacharelato assinou projectos de casas que nunca viu.
Veio aterrar no ambiente porque tinha uma namorada de engª de ambiente, esteve 2 dias (não foram anos) num workshop e passou a juntar pós-graduação em engª sanitária. Daí até ser ministro do ambiente foi um salto.
Nunca pós os pés no ISEL mas o sócio deu-lhe umas dicas.
O processo terá transitado para a Independente e as trafulhices (que são ilegais, daí a diferença) são muitas. Alias a escola foi encerrada, e os dirigentes estão a ser julgados.
Esteve no ISCTE a fazer um curso de gestão acelerado e colocou MBA no CV.
Saído do governo foi para Paris doutorar-se, e para entrar na prestigiada escola dourou muito o currículo académico.
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Em resumo, entre um e outro venha o diabo e escolha, mas de ilegalidades, para já, pende mais para o lado do narigudo.
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Claro que só faz comparação quem pretende branquear Relvas. Sócrates andou, pelo menos, 5 anos a passear os livros pelas faculdades; Relvas inscreveu-se em vários cursos, mas não concluiu o 1º. ano de nenhum, apesar de na ficha da AR constar 2º.direito (acredito que, em mais um lapso, se queria referir à sua morada!). E em poucos meses ficou licenciado!!! O Guiness não estará atento?
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Há quem diga que foi só abrir uma das portas da sala de aulas, e passado alguns minutos já tinha uma das cadeiras concluídas. Sendo assim, eu também só licenciado foi várias vezes vender canetas, esferográficas, lapiseiras, lápis, borrachas, compassos, guaches, cadernos, papel fotocópia, pastas, pinceis, telas e tintas!
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Bom. Um é aldrabão, o outro é aldrabão. Em que ficamos?
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Um usou documentos falsos, outro mantem réfens
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O Paulo diz que “entre um e outro (Sócrates e Relvas) venha o diabo e escolha”. E o Zé da Póvoa escolheu Sócrates.
Coisas do diabo…
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O meu cunhado é engenheiro técnico e toda a gente lhe chama engenheiro.
Quem é o aldrabão, ele ou quem o chama de?
Quanto ao documento da AR, foi certamente preenchido por um burocrata, perante os documentos de habilitações de Sócrates.
Quanto ao Relvas, apareceu escrito nas suas habilitações como tendo frequentado o 2º ano de um curso de que só fez uma cadeira do 1º.
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Já agora Helena em quantas horas tirou o seu curso?
Valorize a sua formação, aproveite este esquema novo de novas oportunidades, pelo menos já estar a dar resultado em engenharia e ciência politica. É rápido, barato e pelos vistos muito bom…
A honestidade fica bem a qualquer um, não interessa se foi o Socrates ou o Relvas mais o Socrates, isto envergonha o país, a tal Universidade, os avaliadores e acima é um mau exemplo vindo infelizmente de cima.
Não se trata de avaliar se a investigação deste ou daquele é boa ou má, se é muita ou pouca, trata-se acima de tudo de criticar estes comportamentos que embora “legais” deixam um rasto na lama da politica.
Para quem já frequentou uma Universidade e já se formou, sabe bem o que preciso trabalhar para obter o grau e atingir os objectivos. Sem trabalho nada se consegue, a não ser é claro por arte que está para além do divino.
A Helena devia criticar esta forma “baixa” de se obter um grau académico e deixar as comparações de lado.
Tenho pena que um só individuo esteja a abanar com o governo, mas tenho mais pena de ver um PM que nada faz porque é refém desse tal indivíduo.
A DEMOCRACIA NÃO MERECE ISTO.
VIVA PORTUGAL
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Piscoiso
O seu cunhado gosta da parolice, ou corrigia as pessoas.
Se calhar se lhe chamassem mestre de obras ou trolha ficava ofendido.
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Mas para lá daquilo que lhe chamam, as competências dele são suficientes para fazer algumas coisas, outras não.
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Infelizmente, para ser ministro, deputado, autarca, e administrador de empresas publicas não há mínimos. Qualquer analfabeto funcional serve.
Esse é que é o grande drama! E provavelmente por isso estamos como estamos!
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A Helena devia criticar esta forma “baixa” de se obter um grau académico e deixar as comparações de lado.JMLM
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Esta totalmente seguro que a Helena esta de acordo com o que pensa vc?
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Novas Oportunidades
“Deputado do PS associa licenciatura de Relvas ao “espírito” das Novas Oportunidades” (in JN)
Correndo o risco de ser injusto com todos os citados, diria que esta associação que o deputado faz, até que tem algum sentido. Lendo o percurso académico e político do ministro MR, e não conhecendo a sua filiação partidária, dir-se-ia um modelo de referência das Novas Oportunidades à la PS.
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O senhor Relvas já apresentou a demissäo?
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A todo esto e desviandonos só uma milimetro do show-escándalo original.
Se como bem parece e creio entender que os professores de Miguel Relvas na Universidade Lusófona (sendo a a Maior Universidade privada Portuguesa. em Licenciaturas, Mestrados e Doutoramentos. Cursos nas áreas de Tecnologias, Comunicação, Direito, Gestão, Saúde ) entao esta Universidade deve andar para o nivel de uma privada- prot algo-assim-como uma Oxford british ou uma americana privada tipo Cambridge ou sera mais bem o que a realidade é que . Esto é me temo que esta Lusofona nao esteia senao ao nivel das Universidades Privadas Ibericas que em este momento sao e estao no nivel que estao?
Universidades Privadas Ibericas? Uma sorte de PPPs da educaçao Universitaria…por desgracia. Ou seia a urgente necesidade permanente de progredir adecuadamente…
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Hoje, no Diário de Noticias.
Relvas, à porta do Reitor.
-Dá Licença?
– Está licenciado!
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Será que a Reforma da Administração Local + Privatização da RTP estão hipotecadas?
Serão dependentes da continuidade ou não continuidade do Ministro Miguel Relvas?
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Senhora Matos:
O trabalho que a senhora teve em queimar mais uma vez o pulha do Sócrates (os psicanalistas sabem explicar estes ódios irracionais) e em branquear o pulha do Relvas (as benesses do poder explicam estes amores desabridos) é deveras merecedor não de um, mas de dois títulos académicos e mais um alguidar de plástico.
A partir de agora a senhora é doutorada em «Distinguir o Indistinguível» pela Universidade da Ramada e pós-doutorada em «Atirar Poeira Para os Olhos dos Papalvos» pela Universidade da Brandõa.
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O detergente começa a branquear. Se a Sócrates, com a quantidade de cadeiras feitas antes de enveredar pelas trapalhadas, tivessem dado o doutoramento, era menos escandaloso do que este caso.
Quanto à questão de ser engenheiro técnico ou engenheiro, essa é para escangalhar a rir.
Ó senhor engenheiro técnico, chegue aqui se faz favor! Grande carolada!
E não é só isso. Não tem nada a ver o tratamento social de engenheiro com o título profissional. Senão, onde está inscrito o título de DR.?
Mas para se saber isso é necessário não ter muita maldade e saber consultar os dicionários, tanto antigos como modernos. Por exemplo, este:
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=engenheiro
“engenheiro
s. m.
1. Indivíduo que tem a profissão de traçar e dirigir trabalhos que exigem cálculo matemático.
2. O diplomado com o curso de engenharia.
3. Militar da arma de engenharia.
4. [Brasil] Dono de engenho de açúcar.”
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Minha Sra. e meus Senhores tanto se fala do curriculum universitário do DR. relvas já alguém se deu ao trabalho de certificar se acabou o secundário(12º) ou como?
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Alguém me pode esclarecer esta dúvida: as 4 cadeiras que Relvas fez eram todas semestrais? Então o curso tem 3 anos e o 1º. tem apenas 4 cadeiras todas semestrais ?
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Caro Paulo,
Um Engenheiro Técnico é licenciado em Engenharia, daí a vox populi o chamar engenheiro, porque efectivamente faz engenharia, que um Instituto Superior de Engenharia lhe ensinou a fazer.
Chame-lhe parolice ou o que quiser, mas é um facto.
Sem desprimor para os Engenheiros das Faculdades de Engenharia, a quem há quem lhes chames Doutores Engenheiros, para se diferenciarem.
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JFP pelo que li “deram-lhe” 4 cadeiras entre o 1ºe o 3º ano
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mas o secundário é que eu gostava de saber o 12º ano onde e provas
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Só se pode saber as diferenças entre os dois no fim. Veremos se o Relvas tb vai para uma “Paris” qualquer acabar os estudos.
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Ora, vamos lá ver. Se eram 36 cadeiras(itas), correspondem a 12 por ano, supostamente 6 por semestre.
Logo, MR teve a trabalheira de fazer 4 semestrais, num ano! E vamos lá ver como é que as fez.
Só por este raciocínio, exijo equivalência a 34 cadeiras(itas).
Já agora, quando se entregam comprovativos da experiência profissional, como é que as universidades que têm novas oportunidades sabem se os cargos foram exercidos com competência ou de forma mediocre?
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Helena,
Você é assim porque é assim, se não fosse assim era assado.
A diferença entre Socrates e Relvas é que Socrates era Bacharel em engenharia e aldrabou na licenciatura, Relvas bem apurado se calhar nem o 12ª completo tem.
Para que conste, quero que Socrates e Relvas vão morrer longe para não cheirarem mal
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a diferença é que relvas deu baile ao socrates.
chegou ao postíbulo da lusófona e perguntou ao prof.-porteiro:
-O Sr. Prfofessor dá licença?
-Oh homem,entre, entre, o senhor está licenciado!
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Fincapé
Até há pouco tempo, na função publica os eng. Técnicos eram da carreira técnica, enquanto os eng. da carreira técnica superior. Se quiser, um eng. no 3º degrau da carreira recebia tanto como um eng. Tec. no 9º.
Se não gosta de lhes chamar eng. técnico, chame técnico. Ou o sr. chama doutor aos enfermeiros? Tb são licenciados!
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E já que se fala tb de novas oportunidades, saibam que há centenas de casos de pessoas que passaram da 4ª classe para o 12º num ano. Muitos destes passaram a seguir para a licenciatura (como o Vara).
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o engraçado foi hoje estar com um livrito de meia dúzia de páginas, escrito por um JMF do ano de 1957,«liberdade e informação» ou algo do género, e na contracapa dizia a biografia desse ilustre monhê que «frequentou durante 6 anos o curso de biologia» dão-se alvíssaras a quem disser qual o ano que conseguiu tal ilustre atingir, em meia duzia de anos lectivos de frequência?
e como consegue ser professor universitário da católica com diploma de 12º…
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Tem de reler o meu primeiro comentário. Ou acha mesmo que as pessoas deverão chegar junto de um indivíduo que exerce engenharia e dizer-lhe: ó senhor técnico!
Embora não me interessem os títulos, sim, chamaria doutor a um enfermeiro se a categoria profissional dele fosse “doutor enfermeiro”.
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Este impropriamente chamado «caso Relvas» é porventura paradigmático do estado actual do país, em que predomina a cabeça quente (por natureza, má conselheira), a superficialidade da análise (dá muito trabalho parar um pouco para refletir), a predominâcia da emoção fácil sobre a razão exigente e a falta de coragem de ir contra o «pensamento único» ou, pelo menos, contra a onda que parece mais forte. Afinal Relvas está a ser condenado por se ter limitado a utilizar procedimentos universitários estabelecidos em lei e aplicados pela Universidade Lusófona, como por outras universidades. Afinal ainda ninguém se lembrou de questionar esse DL do governo anterior (Sócrates), se eventualmente for questionável, ou porventura pôr em causa, se for caso disso, o modo como a Universidade Lusófona tem aplicado a referida lei. É praticamente o mesmo que condenar (por oportunismo e falta de ética) as pessoas que tiraram certificados de habilitações pelo programa Novas Oportunidades e ignorar se há responsabilidades do serviço que geriu o programa e do governo (por acaso o mesmo) que estabeleceu o respetivo enquadramento jurídico.
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aremandus (e outros comentadores), leia isto, e depois entende porque é que o privado é bom.
http://combustoes.blogspot.pt/2012/07/eu-fui-crucificado-na-dita-cuja.html
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o sr. ilídio neves bem poderia começar por enumar os candidatos licenciados pelas Novas Oportunidades.
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Trafulhices à parte, o ponto do post parece-me pertinente: que “jornalistas” são estes que nunca investigaram (ou publicaram) os currículos de Varas ou Sócrates ou Santanas ou Durões ou Relvas ou tantos outros no momento em que primeiro assumem funções de Ministro ou Secretário de Estado, mas antes preferem guardar tudo para usar conforme a agenda política dos seus donos?
Depois da novela mexicana do pelintra que chegou a primeiro-ministro sem qualquer qualificação além da “carreira” no partido e do que foi construindo sobre si nos media, entra em funções um governo infectado de Relvas daninhas e só mais de um ano depois começam a falar das suas qualificações para o desempenho de funções públicas…?
O Relvas está a mais evidentemente, por muitíssimas razões, mas quando é que o “poder mediático” começa também ele a ser escrutinado de alguma maneira? Não haverá mesmo maneira do Jornalismo voltar a existir independente de quem é o dono ou accionista dos suportes em que ele é vendido?
Relvas daninhas há por todo o lado, o importante é ir arrancando todas as que se encontram.
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aremandus, Posted 8 Julho, 2012 at 21:34 … “escrito por um JMF do ano de 1957”
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se está a referir-se a jose manuel fernandes, ex-director do público, veja lá se o homem não terá nascido em 1957, antes que alguém o insulte 🙂
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Por entre a embrulhada, valeria a pena descobrir algo que pelo geral domina os círculos de favorecimento, entre políticos e afins, a saber, que lojas e que padrinhos da maçónica, como da opus dei, se movimentam por as teias de aldrabice e favores .
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O jmf é que é do ano de 1957. Pelo menos entendi assim. 🙂
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foi numa montra do pingo doce de albufeira que vi o livrito.
mas pode dar-se o caso que a pinga tenha baralhado as ideias de quem publicou o livro.
aqui há tempos vi o JMF de copo na mão ao lado do dr. comerciante alexandre,mas isto é só má língua…
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Fincapé, já toda a gente se esqueceu do caso Moderna. razão tinha salazar em proíbir o ensino superior aos privados. a sophia é ócio; e ócio é inimigo de negócio.
mas qualquer reaccionário de direita nos explica de forma matemática, dizem eles,racional, que o ensino é um negócio privado por excelência.
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“… o ensino é um negócio privado por excelência.” Ai não, não é! Dá um jeitão do caraças. E quando as leizinhas ajudam, é uma maravilha. E não é só no ensino!
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o tal livrito também dizia que JMF aos dezanove anos era jornalista já.
o que quer dizer, que primeiro foi jornalista e depois foi frequentar biologia pois tinha tudo a ver. deve,porém se ter perdido,pois em seis anos de biologia superior não deve ter achado a meada e dedicou-se a dar aulas de não sei o quê na UNIVERSIDADE CATÓLICA do porto.
por mim, peço ao prof. marcelo que investigue este «prefácio» sobre JMF, que eu por este andar ainda apanho com um esgotamento nervoso…
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Fincapé
Há pelo nosso país muitos desenhadores qu exercem engenharia, tb lhes chama engenheiros?
Mtos trolhas, fazem alterações a projectos, tb são engenheiros?
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De acordo com a lei os eng. são os licenciados em engenharia e inscritos na Ordem.
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Pode chamar o que bem entender as pessoas,, mas há a forma correta e a incorreta.
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E de acordo com a lei doutores quem são os Dr.?
Huuummmm! Acho muito estranho você achar estranhíssimo que se denomine socialmente ou mesmo profissionalmente um “engenheiro técnico” por “engenheiro”. E não ter nada a obstar em designar por Dr. todos os outros licenciados, sendo que não se trata de qualquer título profissional, mas apenas de tratamento social.
É mesmo muito estranho!
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Um amigo encontra Relvas, só, num restaurante.
Então pá por aqui a jantar sozinho?
Relvas: Oh pá, é um jantar de curso …
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